terça-feira, 30 de junho de 2015

Pitty se apresenta no Audio Club dia 04 de julho





Há praticamente um ano rodando o país com o show “SETEVIDAS”, lotando os lugares por onde passa e sempre elogiados pela performance ao vivo, Pitty e sua banda estão mais afiados do que nunca. Eles voltam a São Paulo neste sábado, dia 04 de julho, para apresentar um show ainda melhor do que o de estreia, no ano passado. Além do repertório de “SETEVIDAS”, relembram sucessos de sua carreira.

No novo disco, Pitty traz os característicos riffs de guitarra, bateria pesada e seu vocal inconfundível. As músicas são todas autorais e as letras tratam de temas como superação, resiliência e outros. No repertório estão as músicas do novo trabalho, como “Boca Aberta”, “Serpente”, “Pouco” e “Setevidas”, além de vários outros sucessos de sua carreira. 

Pitty sobe ao palco acompanhada de sua banda formada por Martin Mendonça (guitarra), Duda Machado (bateria), Gui Almeida (baixo) e Paulo Kishimoto (lap steel, moog e percussão).

O show começará pontualmente às 23h e será especial, pois terá transmissão ao vivo do Multishow, pela TV e pelo site do canal.

Serviço
Show: Pitty - “SETEVIDAS”
Data: 04 de julho (sábado)
Local: Audio Club
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 - Barra Funda - São Paulo/SP
Horário: 23h
Ingressos: Pista R$100 (inteira) / R$50 (meia)
Ingressos à venda na bilheteria da Audio Club das 13h às 20h de segunda a sábado
Informações: (11) 3862-8279 / 3862-8224
Classificação etária: Proibida a entrada de menores de 18 anos
Capacidade: 3.000 pessoas

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Programação semanal James de 24 a 27 de Junho



PROGRAMAÇÃO DA SEMANA

DE 24 A 27 DE JUNHO


QUARTA 24.jun: 22h
Lançamento do CD “How Big, How Blue, How Beautiful”, da banda Florence & the Machine.
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidadas Renata Worst e Jéssica Luiza Mattia.
CARDÁPIO JACK NIGHT’s em dobro, entre 24h e 2h.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais, até 24h.
50% DE DESCONTO na entrada, até 23h.
R$15


QUINTA 25.jun: 22h
Música sem data, sem rótulo, mas dançante e cantante pra ficar na pista até cansar.
DJs Georgia Settanni, Karin Braun, Hermes A. Pons e Eduardo Quagliato.
PROMOÇÕES, no evento da festa, no Facebook.
R$ 15.


SEXTA 26.jun: 22h
IN NEW MUSIC WE TRUST
DJs Denis Pedroso, Duda Rezende e Thiago Gusman (Warm Up).
DJ convidado Hermes Pons.
COCKTAIL NO LOUNGE entre as 22h e 24h.
SORTEIO DE VIPS, no evento e fanpage da festa, no Facebook.
R$ 24.


SÁBADO 27.jun: 22h
POP LINE
DJs residentes Ale Dantas, Celso Ferreira e Denis Pedroso
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo de toda a noite.
SORTEIO DE VIPS + DRINKS com participação na fanpage do Facebook, ao longo da semana.
R$ 30.


* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.

MÚSICA AUTORAL DO TRIO CORAÇÃO MAMBEMBE NO PALCO DA FNAC NESTA QUARTA




 
A mescla de vertentes da música brasileira e mundial são o ponto de partida das canções do Trio Coração Mambembe, que sobe ao palco da Fnac Curitiba nesta quarta-feira (24/6), às 19h30. A mistura de linguagens dos músicos em busca de um som autoral e original vai à raiz dos estilos mais clássicos e populares. Referências ao baião nordestino, ao chamamé da Bacia do Prata e a valsa francesa, entre outras viagens sonoras, estão presentes no repertório do grupo. O evento tem entrada gratuita.
 
O Trio Coração Mambembe é formado por Mirela Fortunatti (flauta transversal), Guilherme Silveira (violão de sete cordas e bandolim) e Daian Gobbi (acordeon/bayan). As apresentações vêm emocionando o público com uma música instrumental elaborada e ao mesmo tempo, simples, intimista. O Coração Mambembe vem se destacando com shows não só em Curitiba, como também em outras cidades do Sul. As canções próprias do grupo, formado em 2013, embalam o público em uma emocionante apresentação.
 
TRIO CORAÇÃO MAMBEMBE NA FNAC CURITIBA
Data: Quarta-feira, 24 de junho
Horário: a partir das 19h30
Entrada franca
Endereço: ParkShopping Barigüi - Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 – Ecoville

BAILE DO PIRATA TRAZ BUCHECHA E CLIMA DO RIO A CURITIBA


O empresário Luis Eduardo Motta, mais conhecido como Pirata, comemora seu aniversário com uma festa fechada nesta quinta-feira (25/6) no Bar +55, do qual é um dos sócios. Consagrado por realizar festas de grande sucesso, ele traz para Curitiba nesta edição um pouquinho do clima de celebração característico de sua terra natal, o Rio de Janeiro. Na linha de frente, o evento traz um show do cantor Buchecha, integrante da inesquecível dupla Claudinho e Buchecha, e mais o DJ de funk Tartagura, conhecido pela participação no programa de Regina Casé e por tocar em festas descoladas por todo o país.
 
Além deles, a noite terá discotecagem de música eletrônica com Edo Krause e Douglas Brandalise. Os convites serão no formato abadá, com modelos para eles e para elas. Prometem ser disputadíssimos.
 
BAILE DO PIRATA
 
Festa fechada – convites dirigidos
Data e horário: Quinta-feira (25/6), a partir das 21h.

Otto estreia nova turnê






Show chega a São Paulo dias 26, 27 e 28 de junho no Sesc Pinheiros

Otto é um emblemático músico brasileiro que muito contribui, desde o final dos anos 90, com a renovação e experimentação na música contemporânea. Após cinco discos lançados; “Samba Pra Burro” (1998), “Condom Black” (2001), “Sem Gravidade” (2004), “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos” (2009) e “The Moom 1111” (2013) e mais de 70 músicas gravadas, dentre álbuns solo e projetos paralelos, o cantor e compositor pernambucano prepara uma turnê resgatando canções de sua discografia que normalmente não costumam aparecer no set list de seus shows.

Batizada de “Recupera”, a turnê tem direção artística e concepção do próprio Otto, começa em Piracicaba dia 24 de junho e chega em São Paulo em seguida, dias 26, 27 e 28 de junho no Sesc Pinheiros, com o repertório fresco. “São canções que o público me pede há tempos. Então decidi montar um show completo com várias dessas músicas. O bis deixo livre pro que vier na hora” - afirma Otto. As músicas ganharão novos arranjos. “Será um novo show, novo conceito, luz, cenário, um Otto revisitado, recuperando”. Não poderá faltar nesse novo repertório, canções tal como “O Que Dirá O Mundo”, “Distraída Pra Morte”, “Tento Entender”, “Lágrimas Negras”, “Quem Sabe Deus”, e “Indaguei a Mente”, dentre outras pérolas.

Otto será acompanhado pela sua espetacular Jambro Band: Guri (guitarra), Junior Boca (guitarra), Carranca (bateria), Rian (baixo), Marcos Axé (percussão), Malê (percussão) e Bactéria (teclado).

Serviço
Show: Otto Recupera
Data: 26, 27 e 28 de junho
Local: Sesc Pinheiros (Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo/SP)
Horário: sexta e sábado às 21h e domingo às 18h
Preço: de R$15 à R$50
Censura: Não recomendado para menores de 10 anos
Capacidade: 1.010 pessoas
Duração: 90 minutos

MÚSICAS DA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR GANHAM HOMENAGEM NA CAIXA CULTURAL CURITIBA





Trio de cantoras goianas apresenta show Pra não dizer que não falei das flores e revisita clássicos da MPB de 3 a 5 de julho

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o show Pra não dizer que não falei das flores, com apresentações entre 3 e 5 de julho. Como o nome do espetáculo sugere, a apresentação é uma homenagem à produção musical brasileira durante o período da ditadura militar, de 1964 a 1985. Canções de grande repercussão, como o clássico homônimo de Geraldo Vandré, ganham nova roupagem nas vozes das cantoras goianas Christina Guedes, Fernanda Guedes e Ingrid Goldfeld.

Acompanhado por sua banda, o trio apresenta músicas daquela época, mas que ainda hoje estão fortemente marcadas na memória do brasileiro. Chico Buarque, um dos compositores que driblava a censura com suas letras carregadas de metáforas, é lembrado no repertório com CáliceApesar de vocêRoda viva e Acorda amor, entre outras. O público também poderá cantar junto Opinião (Zé Keti), O Bêbado e o equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc), Panis et circenses (Caetano Veloso e Gilberto Gil), Hoje (Taiguara), Ponteio (Edu Lobo) e Cartomante (Ivan Lins e Victor Martins).

Os pouco mais de 20 anos de regime militar no Brasil viram nascer canções que mudaram os rumos da música popular. O golpe militar de 1964 instaurou uma forte censura, praticada por meio dos Atos Institucionais, criados para aumentar a repressão do Estado sobre a população ou qualquer manifestação que fosse contrária ao governo imposto no país. Não demorou para a música estar entre os principais alvos dos censores.

Nem todas as canções foram criadas como forma de protesto, embora tivessem forte teor político e social. Por sua relevância no contexto político cultural, no entanto, tiveram grande importância como legado musical de qualidade, inteligência, bravura e transgressão à ordem vigente daqueles tempos de chumbo.

As vozes
As cantoras Christina Guedes, Fernanda Guedes e Ingrid Goldfeld são goianas, assim como a banda que as acompanha. Elas possuem vários discos solo gravados e participam ativamente do movimento artístico e dos festivais tradicionais de Goiás. Como resultado da afinidade pessoal e musical entre elas, foi criado o Grupo Coralinas, com o qual já apresentaram os projetos Vinícius... Se todos fossem iguais a vocêOutros tons e Palavra de mulher – este último registrado em DVD e exibido atualmente no Canal Brasil. A banda é formada por Marcelo Maia (direção musical, arranjos e baixo elétrico), Fred Valle (bateria), Dimar Viana (violão e guitarra) e Henrique Reis (teclado e sanfona).
 

Serviço:
Música: Pra não dizer que não falei das flores
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro – Curitiba (PR)
Data: 3 a 5 de julho de 2015
Hora: sexta-feira e sábado, às 20h. Domingo, às 19h
Ingressos: vendas a partir de 27 de junho (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA. A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: não recomendado para menores de 10 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Zeca Baleiro apresenta músicas de Zé Ramalho em show no Teatro Guaíra





Músico faz show de lançamento do disco e DVD "Chão de Giz" em Curitiba no dia 21 de junho

Zeca Baleiro nunca escondeu a admiração que tem por um dos ícones da música brasileira, Zé Ramalho. A identificação é tanta que o maranhense resolveu gravar um CD e DVD apenas com canções escritas pelo ídolo. Batizado de "Chão de Giz - Zeca Baleiro Canta Zé Ramalho", o novo trabalho será lançado em show em Curitiba no dia 21 de junho, domingo, no palco do Teatro Guaíra. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo Disk Ingressos.

"É muito bom ter a chance de dedicar um show inteiro à obra de um ídolo como o Zé", comenta Baleiro. "É um trabalho instigante e prazeroso. Certos pontos de contato foram se revelando aos poucos, durante os ensaios e as apresentações. E isso é bonito de ver", completa o músico, que celebra os 40 anos de carreira de Zé Ramalho. Concebido inicialmente em 2013 como um show apresentado em algumas cidades do Brasil, o projeto ganhou força e transformou-se em CD e DVD neste ano.

O público curitibano terá a oportunidade de ouvir grandes sucessos, como “Chão de Giz”, “Vila do Sossego”, “Taxi Boy”, “A Terceira Lâmina”, “Eternas Ondas” e “Avohai” na voz e no estilo de Zeca, além de “Rei do Rock”, criada em parceria com o próprio Zé Ramalho. Algumas surpresas também farão parte do repertório. A banda de Zeca Baleiro é formada por Tuco Marcondes (guitarras e vocais), Fernando Nunes (baixo), Pedro Cunha (teclados, samplers, sintetizadores e acordeon), Adriano Magoo (teclados, samplers, sintetizadores e acordeon) e Kuki Stolarski (bateria e percussão).

Nordeste em comum

Zé Ramalho e Zeca Baleiro são do Nordeste. Apesar da origem comum, a diversidade da região possibilita que ambos localizem-se em diferentes universos musicais. Natural de Brejo da Cruz, na Paraíba, Zé Ramalho foi influenciado pela obra de Luiz Gonzaga. Com um tom épico e apocalíptico, começou a fazer sucesso nacional em 1978, ano de lançamento do seu primeiro álbum, que continha clássicos como "Avohai", "Chão de Giz" e "Vila do Sossego". Com mais de 30 discos lançados, já foi chamado de "profeta do sertão" e "Bob Dylan da caatinga".

Zeca Baleiro é natural de São Luis, mas foi criado em Arari, no interior do Maranhão. Começou a se destacar entre os grandes nomes da música brasileira em 1997, com o lançamento do primeiro álbum, "Por Onde Andará Stephen Fry?". Se por um lado mostra versatilidade em suas composições – conciliando canções de lirismo mordaz, temas de ritmos regionais, samba, reggae e blues –, paralelamente, revelou-se um sagaz intérprete de obras alheias – talento que poderá ser comprovado no show que apresenta no Teatro Guaíra.

Serviço:
Show: Chão de Giz - Zeca Baleiro canta Zé Ramalho
Dia 21 de junho, domingo, às 21h
Local: Teatro Guaíra - R. XV de Novembro, 971, Centro
Ingressos: Plateia R$ 180 (R$ 90 meia), 1o. balcão R$ 140 (R$ 70 meia), 2o. balcão R$ 120 (R$ 60 meia)
Bilheteria do Teatro Guaíra: de segunda a domingo, das 10h às 22h
Disk Ingressos: www.diskingressos.com.br / (41) 3315-0808

VIOLÃO FLAMENCO COM TOQUE BRASILEIRO É ATRAÇÃO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA




Radicado na Espanha há quase 30 anos, paranaense David Tavares apresenta-se, no dia 23 de junho, pela Série Solo Música

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 23 de junho (terça-feira), o concerto de violão flamenco de David Tavares. Radicado na Espanha e especialista no instrumento, o paranaense integra a programação da Série Solo Música.

Nascido em Guarapuava, Tavares deixou o Brasil, em 1987, rumo a Madrid, capital espanhola, para estudar violão flamenco. Tendo Paco de Lucia (1947-2014) como principal referência, a intenção dele era dominar o gênero musical que havia se tornado sua paixão. Quase três décadas depois, David continua residindo na capital espanhola e traz em sua música algo que o flamenco conquistou após a atuação de Paco: tornou-se linguagem universal.

O flamenco é música, canto e dança e tem origem nas culturas cigana e mourisca, principalmente da região da Andaluzia, na Espanha. É um dos símbolos da cultura espanhola e, em 16 de novembro de 2010, tornou-se patrimônio imaterial da humanidade. Em termos musicais, sua explosão mundial teve seu estopim com os discos de Paco de Lucia, ícone do gênero desde a segunda metade dos anos 1960.

No recital, Tavares faz uma homenagem ao violão flamenco dos séculos 20 e 21 e traz obras de compositores do calibre de Paco de Lucia Estevan de San Lucar (1910-1989), Mario Escudero (1928-2004) e Salvador Gutierrez (1970). O show também incluirá composições próprias e de autores brasileiros como Murillo da Rós e Fernando Deghi. O programa passeará por ritmos diversos que formam o flamenco, entre eles a granaína, o soleares, a buleria e a alegria.

Um brasileiro em Madrid
David Tavares nasceu em Guarapuava, interior do Paraná. Estudou violão com Valdomiro Prodóssimo em Curitiba e, em 1987, viajou a Madrid para estudar violão flamenco com Oscar Herrero, que mais tarde o convidou para participar das suas turnês. Desde então, tem participado em várias turnês e gravações de artistas como Diego el Cigala, Pasión Vega, Carmen Linares, Pastora Soler, Victoria Abril, Carlos Cano, Azucar Moreno e Joaquin Cortes. Subiu ao palco, também, para acompanhar Jorge Benjor, Maria Creuza, Gilberto Gil, Naná Vasconcelos e Armandinho Macedo em shows na Espanha.

O violonista participou de festivais importantes, entre eles o Yamaha Music Quest (Japão), Womad (Caceres), Cannes Guitarre Pasión (França), Festival de Guitarra de Córdoba, Festival de Guitarra de Rabat (Marrocos) e Percpan (Salvador). Trabalhou como produtor musical em discos de vários artistas como Corto García, Beatrice Binotti, Paul Velmore y Fernando Cea e Eliza Borges. Em 2002, lançou o primeiro disco, Un brasileño en Madrid,com a participação de vários artistas de flamenco. Três anos depois, foi a vez do DVD gravado em concerto ao vivo no Palácio Real de Madrid. Seu mais recente álbum, Un toque de color, é recheado por uma trabalho autoral que mescla as músicas brasileira e flamenca


Serviço:
Música: Série Solo Música apresenta David Tavares (violão flamenco)
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280Centro
Data: 23 de junho de 2015 (terça-feira)
Hora: 20h
Ingressos: vendas a partir de 20 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA. A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20hDomingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes) 

DESTAQUES DO BLUES INTERNACIONAL SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL CURITIBA





Nuno Mindelis e Flávio Guimarães levam seus recentes trabalhos ao palco de 25 a 28 de junho

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta dois músicos consagrados no show Blues Brasil: Nuno Mindelis, apontado pela crítica especializada como um dos maiores guitarristas do gênero da atualidade, e o gaitista Flávio Guimarães, fundador da banda Blues Etílicos. Mindellis sobe ao palco nos dias 25 e 26 de junho, enquanto Guimarães se apresenta nos dias 27 e 28.

Angolano de origem portuguesa, Nuno Mindelis veio com a família para o Brasil ainda muito jovem, em meados dos anos 1970, fugindo da guerra civil em seu país. Suas influências são ricas, consequência de alguém com uma trajetória pessoal singular. O músico sonhava tanto em tocar guitarra que, quando criança, na impossibilidade de comprar uma, fez ele próprio o seu primeiro instrumento com uma lata de azeite, um cabo de madeira e cordas de aço. Em Curitiba, Mindelis apresentará seu trabalho mais recente, o álbum It's All About Love.

Flávio Guimarães é o principal nome da gaita de blues no Brasil. O músico é fundador e membro da mais popular banda nacional nesse estilo, a Blues Etílicos, com quem já lançou onze álbuns. Flávio se dedica ainda à carreira solo, que já rendeu oito discos. Gravou com Alceu Valença, Cássia Eller, Djavan, Ed Motta, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Paulo Moura, Renato Russo, Rita Lee, Titãs, Zeca Baleiro e Zélia Duncan, entre outros. Pode se orgulhar de já ter dividido o palco com grandes ícones do blues americano, como Buddy Guy, Taj Mahal e Charlie Musselwhite, além de ter feito shows de abertura para B. B. King e Robert Cray.

Flávio também é presença frequente em importantes festivais dos EUA e Europa. No projeto Blues Brasil, ele terá a companhia do guitarrista Netto Rockfeller. Os dois apresentarão o primeiro resultado dessa parceria, intitulado Nice and Easy, álbum de composições próprias, vocais e instrumentais.

Serviço:
Blues Brasil – Nuno Mindelis e Flávio Guimarães
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 25 a 28 de junho de 2015
Horário: quinta-feira a sábado, às 20h. Domingo, às 19h
Ingressos: vendas a partir de 20 de junho (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA. A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura)
Bilheteria: (41) 2118-5111. Funciona de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h
Classificação etária: não recomendado para menores de 12 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)Guimarães é o principal nome da gaita de blues no Brasil. O músico é fundador e membro da mais popular banda nacional nesse estilo, a Blues Etílicos, com quem já lançou onze álbuns. Flávio se dedica ainda à carreira solo, que já rendeu oito discos. Gravou com Alceu Valença, Cássia Eller, Djavan, Ed Motta, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Paulo Moura, Renato Russo, Rita Lee, Titãs, Zeca Baleiro e Zélia Duncan, entre outros. Pode se orgulhar de já ter dividido o palco com grandes ícones do blues americano, como Buddy Guy, Taj Mahal e Charlie Musselwhite, além de ter feito shows de abertura para B. B. King e Robert Cray.

Flávio também é presença frequente em importantes festivais dos EUA e Europa. No projeto Blues Brasil, ele terá a companhia do guitarrista Netto Rockfeller. Os dois apresentarão o primeiro resultado dessa parceria, intitulado Nice and Easy, álbum de composições próprias, vocais e instrumentais.



Prestes a lançar novo álbum, Maglore apresenta as faixas "Se Você Fosse Minha" e “Invejosa”






“III” estreia no dia 23 de junho; turnê do disco tem primeiras datas anunciadas

A uma semana da première do álbum “III”, o Maglore oferece mais duas prévias do CD produzido por Rafael Ramos (Pitty, Titãs), que será lançado pela Deck: "Se Você Fosse Minha" e "Invejosa".

Ao lado de "Mantra" e "Dança Diferente", as canções que a banda libera no canal do YouTube da gravadorahttps://www.youtube.com/watch?v=J5dMn5zaIJU reforçam a verve pop do terceiro disco de Teago Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Damati (voz e baixo) e Felipe Dieder (bateria e percussão).

Gravado ao vivo em fita de rolo, entre janeiro e maio deste ano, no Estúdio Tambor (Rio de Janeiro), “III” conta com onze faixas marcadas por texturas setentistas, letras reflexivas e referências de rock e música brasileira.

A turnê do novo trabalho começa no Nordeste, no início de julho — em casa, na capital baiana, eles se apresentam no Pelourinho no dia 05. Radicado em São Paulo, o Maglore toca na capital paulista em 02 de agosto, no Auditório Ibirapuera. Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre recebem o grupo no mesmo mês (detalhes a seguir).

Em boa parte das apresentações, o trio Dingo Bells divide a noite com o Maglore.

Agenda:
03/07 — República (Aracaju/SE)
04/07 — Antiquário (Feira de Santana/BA)
05/07 — Largo Pedro Arcanjo/Pelourinho (Salvador/BA)
02/08 — Auditório Ibirapuera (São Paulo/SP)
20/08 — Opinião (Porto Alegre/RS)
21/08 — Jokers (Curitiba/PR)
22/08 — A Autêntica (Belo Horizonte/MG)
03/10 — Theatro Treze de Maio (Santa Maria/RS)


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Natura apresenta Chico César no show de lançamento do disco “Estado de Poesia”, dia 24 de junho, no Centro Cultural Rio Verde




Um dos grandes nomes do cancioneiro nacional, Chico César, quebra o silêncio e mostra sua versatilidade em seu novo álbum, “Estado de Poesia” (Urban Jungle/Natura Musical). No próximo dia 24 de junho (quarta), o músico sobe ao palco do Centro Cultural Rio Verde, às 22h, para o show de lançamento do disco em São Paulo, na série Natura Musical.
 “Estado de Poesia” une a riqueza dos ritmos brasileiros à sonoridade universal. Num mesmo registro fonográfico, samba, forró, frevo, toada e reggae se misturam e dão vida ao novo disco de Chico. O CD tem produção do próprio artista, em parceria com Michi Ruzitscha, e produção executiva da Urban Jungle, distribuição pela Pommelo Distribuições e distribuição digital pelo Laboratório Fantasma.
Na apresentação, o público poderá conferir as canções do novo trabalho, como “Da Taça”, disponível para download gratuito no portal “Natura Musical” (www.naturamusical.com.br), e músicas de trabalhos anteriores do paraibano radicado em São Paulo, como “Mama África” e “Pensar em Você”, além de momentos em duo com os músicos convidados, Lívia Mattos e Escurinho.

O projeto que inclui gravação do álbum e turnê de lançamento por cinco capitais (João Pessoa, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador) foi contemplado pelo edital nacional do Natura Musical. “O programa foi criado para valorizar a música brasileira em várias vertentes: da preservação do legado à revelação de talentos, mas também para contribuir com a realização e ampliação do acesso a iniciativas especiais de nomes consagrados, aquelas que nossa comissão de especialistas do meio musical considera de fato emblemáticas. A beleza e diversidade do novo álbum de Chico César, que há oito anos não lançava um disco de inéditas, nos diz que estamos cumprindo nossos objetivos”, diz Fernanda Paiva, gerente de apoios e patrocínios da Natura.

Serviço:
Natura apresenta Chico César em “Estado de Poesia”
Local - Centro Cultural Rio Verde
Endereço – Rua Belmiro Braga, 119 – Vila Madalena
Data: 24 de junho
Horário: 22h
Valor dos ingressos: R$ 40
Duração do show: 90 min
Capacidade da casa: 400 lugares
Classificação: 18 anos

O que é “Estado de Poesia”?
Conheci Chico César numa noite de agosto de 1996 em Natal. Ele ia lá para dar um show e eu para o lançar meu livro sobre Luiz Gonzaga. No restaurante onde fora organizado o encontro, entoamos um duelo – “duelo” não convém, melhor dizer “desafio”, sendo a cena no Nordeste e entre dois nordestinos -  em que cada um clamava a admiração pela obra do outro. Terminado o troca-troca de elogios, jantamos e nos tornamos amigos para sempre.

A partir de então e não sei por que, Chico e eu passamos a nos encontrar regularmente de maneira totalmente inesperada, nos lugares mais improváveis… como da vez em que, para um documentário, eu estava filmando o ensaio de uma escola de samba em São Paulo e lá estava o Chico na ala dos bateristas! Mas também havia encontros devidamente programados, nos shows do Chico fosse na França fosse no Brasil… E havia os encontros virtuais, quando me chegavam os novos CDs do Chico, que sempre proporcionavam um grande momento de felicidade: sou fã desse paraibano universal!

Ora eis que, de repente, não houve mais encontros – nem acidentais nem previstos nem virtuais: Chico que nunca passava mais de dois – no máximo três - anos sem nos presentear com um disco novo, calou a produção. Não que lhe secara a inspiração. Ele partira para outras: presidência da Funjope e depois secretaria da cultura da Paraíba. Só podia ser bom para a cultura do estado. Mas, para mim, que dieta cruel regada a saudades. Felizmente para matá-las havia seus deliciosos CDs na minha discoteca.

Até que chegou aquele convite para escrever um texto sobre o novo disco do Chico. Eu: Oba! Claro que aceito! Mas antes me conte o que você andou fazendo durante seis anos…

Chico: Contar para quê, se tudo está dito no disco? Já fala o titulo do disco (e da faixa 3) “Estado de poesia”, por ter sido gerado nesses seis anos que fiquei em meu estado, a Paraíba, como gestor público na área da cultura. Estado de poesia é um estado alterado de dentro para fora, é como vi meu estado de origem e como me vi. O disco tem um lado A, que fala mais das coisas internas, do amor pela moça que veio morar em São Paulo comigo agora, uma paraibana. As musicas têm a ver com isso tudo. “Para viver em estado de poesia / me entranharia nestes sertões de você / para deixar a vida que eu vivia /de cigania antes de te conhecer… E tem um lado B que é um olhar mais social, pra fora, pro mundo. “Negam que aqui tem preto, negão / negam que aqui tem preconceito de cor / negam a negritude e essa negação nega a atitude de um negro amor…”

Lado A - lado B ou as duas faces de um Chico César de volta à música, seu mais certo lugar. Tão longo silêncio poderia ter prejudicado o fio da inspiração. No entanto, será o fruto do fogo da paixão? Da experiência na gestão cultural? Da maturidade? Da trégua de seis anos? Sem dúvida tudo junto: a escrita de Chico atinge aqui um grau impressionante de sofisticação, de criatividade, de sensibilidade, de beleza, em suma, de perfeição.

E isso, tanto no canto de amor como no grito de protesto. Pois se o amor dá asas ao Chico, sua consciência de cidadão lhe dá garras para denunciar o racismo endêmico no Brasil (Negão),  os limites da liberdade (Miaêro, num ritmo que relembra a morna caboverdeana), a mercantilização da vida (Guru),  o problema da pobreza e da droga (Sumaré, samba à la Adoniran Barbosa),  a dificuldade de ser gay numa sociedade repressiva (Alberto, frevo em homenagem a Santos Dumont) e, única musica a não ser exclusivamente do Chico, Quero viver, parceria póstuma com letrista e poeta tropicalista Torquato Neto, que se suicidou em 1972 deixando paradoxalmente essa ode à vida que Chico musicou e arranjou num estilo bem Jackson do Pandeiro.

Samba, forró, frevo, toadas, reggae, morna, a voz cabocla de Chico César se apropria de uma vasta escala das formas rítmicas com maestria e inegável sotaque harmônico nordestino levado por um time maciço de músicos paraibanos da gema: Xisto Medeiros no baixo, Gledson Meira na bateria, Helinho Medeiros no piano. Contrastando esses acentos rurais, as percussões delicadamente urbanas de Simone Sou (salvo em Negão onde entra Felipe Roseno), o acordeon moldavo (isso mesmo!) de Oleg Fateev, a guitarra de Michi Ruzitschka e um punhado de convidados especiais: as vozes de Escurinho em Sumaré, de Seu Pereira em Alberto, de Lazzo Matumbi em Negão, o trombone de Raul de Souza em Miaêro e…

Haveria ainda muito que se dizer sobre essa nova produção de uma infinita riqueza. Mas o Chico me disse que eram 50 linhas e acho que já passei… então resumindo, nada se perde, tudo se transforma e Chico transformou o silêncio dos anos de gestor em gênio puro.  Confirmo: sou fã de carteirinha desse paraibano que, não há duvida, está profundamente em estado de poesia!

PS.: Última hora: o acréscimo de um bônus ao disco. Reis do agronegócio, parceria do Chico com Carlos Rennó é um protesto indispensável contra a criminalidade agro-industrial. Uma melodia linda e singela, um longo poema descrevendo com palavras simples a gravidade dos fatos, o som sóbrio do violão acústico e o canto despojado sumamente emocionante do Chico, tem algo do Bob Dylan dos anos 60 nesta música que deveria ser ensinada nas escolas.

Dominique Dreyfus (jornalista e pesquisadora francesa, autora do livro “Vida do Viajante”, uma biografia de Luiz Gonzaga.
Sobre o programa Natura Musical
O programa patrocina novos talentos, artistas consagrados em momentos emblemáticos da carreira e projetos de preservação de legado e formação musical em todo o Brasil, por meio de diferentes frentes, como os Editais Públicos, que selecionam projetos de diferentes formatos e estágios da produção cultural por meio das Leis Rouanet e do Audiovisual em todo o Brasil, e da Lei do ICMS em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e no Pará; por Seleção Direta, que contempla propostas adequadas ao conceito do programa e de grande relevância e inovação, sem a obrigatoriedade das leis de incentivo; e pelos Festivais.