sexta-feira, 23 de maio de 2014

[26.maio] Zuza Homem de Mello lança Música com Z em São Paulo


 

Música com Z

Artigos, reportagens e entrevistas (1957-2014)

Zuza Homem de Mello

Prefácio de Humberto Werneck

 

544 páginas

Lançamento_

Segunda-feira, 26 de maio de 2014, às 19h30

Livraria Cultura Conjunto Nacional - Teatro Eva Herz (Av. Paulista, 2.073 - São Paulo)

Bate-papo com o autor e com o jornalista Alexandre Machado.

Distribuição de senhas 1 hora antes do evento.

Música com Z reúne 140 textos do jornalista, crítico, pesquisador, apresentador de rádio, produtor e ex-contrabaixista Zuza Homem de Mello, um dos maiores conhecedores de música em nosso país, escritos ao longo de toda a sua carreira - das primeiras reportagens enviadas de Nova York, em 1957, até um artigo sobre os centenários de Caymmi, Lupicinio Rodrigues e Aracy de Almeida publicado em 2014.
Focalizando principalmente o jazz, a música popular brasileira e a norte-americana, o livro traz as experiências de um crítico que conviveu com vários dos artistas abordados, assistiu pessoalmente às suas apresentações, entrevistou-os e até produziu seus discos e shows. Estamos, portanto, diante do testemunho de um autor que vive de muito perto a cena musical. Com a generosidade e a paixão que lhe são características, Zuza nos transporta por meio de seus escritos não apenas aos palcos, mas também aos bastidores, camarins e estúdios que frequentou, compartilhando conosco o calor e as revelações de cada um desses momentos.
Uma entrevista inédita com Charles Mingus, o relato de uma apresentação surpresa de João Gilberto, um encontro com Chet Baker, a análise da produção de Noel Rosa, a história da canção "As Times Goes By", a primeira entrevista de Itamar Assumpção, um estudo sobre a carreira de Frank Sinatra, o último show de Elis Regina, um perfil de Miles Davis... Não é pouco o que o leitor poderá aprender e saborear nestas páginas, redigidas por alguém que, como lembra Humberto Werneck no prefácio, "esteve sempre no lugar certo, e na hora certa, vendo e ouvindo o que cada um de nós adoraria ter tido a oportunidade de ver e ouvir".
Sobre o autor_ Zuza Homem de Mello nasceu em São Paulo, em 1933. Inicia-se no jornalismo em 1956, assinando uma coluna de jazz semanal para a Folha da Noite. Após um período de estudos em Nova York, volta ao Brasil e ingressa na TV Record, onde permanece por cerca de dez anos trabalhando como engenheiro de som e atuando como booker na contratação de atrações internacionais. Entre 1977 e 1988 produz e apresenta o premiado Programa do Zuza, na Rádio Jovem Pan AM, e faz crítica de música popular para O Estado de S. Paulo. Trabalha também como diretor artístico de shows e festivais e produz discos de Jacob do Bandolim e Elis Regina, entre outros. Integra a equipe do Festival de Jazz de São Paulo (1978 e 1980), sendo curador do Free Jazz Festival desde sua primeira edição, em 1985, e de seus sucessores, Tim Festival e BMW Jazz Festival. É autor dos livros Música popular brasileira cantada e contada... (Melhoramentos, 1976, relançado pela WMF Martins Fontes em 2008 com o título Eis aqui os bossa-nova), A canção no tempo, dois volumes em coautoria com Jairo Severiano (Editora 34, 1997-98), João Gilberto (Publifolha, 2001), A Era dos Festivais (Editora 34, 2003) e Música nas veias (Editora 34, 2007).
Prefácio_
por Humberto Werneck
Antes que lhe caia o queixo - pois é de cair o queixo o livro que você tem nas mãos -, prepare-se para sucumbir ao feio sentimento da inveja. Inveja que, no caso, tem o atenuante de ser benigna, e cujo objeto é o camarada que pôs no papel cada uma das palavras reunidas neste volume felizmente alentado.
Por que inveja? Falo por mim, mas quem sabe por você também: porque o Zuza Homem de Mello, esse danado, esteve sempre no lugar certo, e na hora certa, vendo e ouvindo o que cada um de nós adoraria ter tido a oportunidade de ver e ouvir. Ainda bem que não guardou só para ele o visto e o ouvido!
Pode ser, dirá você, que eu esteja exagerando, risco a que um prefaciador apaixonado tantas vezes pode sucumbir. Então vamos aos fatos, ao móvel de minha irremediável e justificada inveja, fatos esses que são fáceis de colher, meio ao acaso, em qualquer ponto das páginas que se seguem.
Saiba, por exemplo, que aos 24 anos de idade o Zuza ocupava uma das cadeiras do Carnegie Hall, em Nova York, naquela noite de setembro de 1957 em que o JATP, o Jazz at The Philharmonic, pôs em cena uns camaradas chamados Oscar Peterson, Coleman Hawkins, Lester Young e Stan Getz, além das feras do Modern Jazz Quartet. Poucas semanas depois, olha o Zuza no mesmo cenário, dessa vez todo olhos & ouvidos para Dizzy Gillespie e Thelonious Monk, para Billie Holiday e para um promissor e ainda escassamente conhecido cantor e pianista de nome Ray Charles. Foi naquela noitada de 29 de novembro de 1957, aliás, que o Zuza viu pela primeira vez se apresentar um tal de Chet Baker.
Outro músico que por essa época lhe chamou a atenção: um jovem sax-tenor, "calado e não muito expansivo", integrante do quarteto de Thelonious Monk depois de haver brilhado no quinteto de Miles Davis, talentoso o bastante para criar no crítico brasileiro "a firme impressão" de que poderia se tornar "um magnífico músico de jazz". Nome do cara: John Coltrane.
Se você vê deslumbramento nas linhas acima, ponha, insisto, na conta exclusiva do prefaciador, já que o Zuza, profissional calejado, nunca foi de se embevecer ao ponto de sacrificar o rigor. E não porque tenha, hoje, quase seis décadas como repórter e crítico musical. Ele já era assim lá nos começos, como se pode constatar na leitura de seus primeiros escritos na imprensa, vários deles enviados em 1957 e 1958 de Nova York - cidade onde o jovem baixista profissional da noite paulistana, deixando para trás um curso de engenharia, tinha ido estudar musicologia na Juilliard School of Music, período em que frequentou também a não menos célebre School of Jazz, em Tanglewood.
Foi ótima ideia do Zuza conservar e reunir aqui uma seleta de seus amarelecidos recortes nova-iorquinos, e tantos outros acumulados a partir de então, ao longo de décadas e igualmente submetidos, agora, à peneira da maturidade e a um cuidadoso trabalho de revisão. Sim, pois o ouro recolhido no caminho foi ainda mais refinado.
Não estou autorizado a falar por ele, claro, mas posso afirmar que o Zuza, muito à margem da vaidade e nostalgia de escribas que se sentem autores das tábuas da lei, viu excelentes razões para sacar velhos textos de seus arquivos. Constate você mesmo que todos eles conservam o viço e, sem rugas, são capazes, ainda, de suscitar leitura atenta e proveitosa. Sem falar, é claro, na óbvia importância documental que têm.
Quem escreve regularmente na imprensa se dá conta às vezes de que este ou aquele escrito, ainda que produzido no sufoco dos deadlines das redações, mereceria um pouco mais de sobrevida nas bancas de jornais e revistas, antes de cumprir, independentemente do valor jornalístico, histórico e até literário que possa ter, o inglório destino de embrulhar legume ou peixe ali no sacolão.
Para felicidade geral, Zuza fez como o cronista e romancista Fernando Sabino (um aplicado baterista amador de jazz, sabia?), quando, já próximo dos 80 anos, decidiu mergulhar no cafarnaum de seus recortes de imprensa para de lá trazer o que ainda pulsasse qualidade, reunindo o melhor desses achados nas seiscentas e tantas páginas do delicioso Livro aberto.
O que se dá em boas coletâneas, como a de Sabino e esta de Zuza Homem de Mello, é que, postos lado a lado, textos de qualidade não só se desincumbem a contento, cada um deles, como, se bem justapostos, trabalham uns pelos outros - se você me permite o lugar-comum: como as pedrinhas bonitas que, somadas, irão formar painel ainda mais belo.
Uma simples passada de olhos pelo sumário já permite ver o quanto é rico e imponente o mosaico montado pelo Zuza - e, coisa nem sempre encontrável entre os que se ocupam da crítica de qualquer arte, isento de sectarismo e preconceitos. Percorra as sete seções em que se divide Música com Z e diga se há algum nome verdadeiramente grande da música, seja ela brasileira ou de outros cantos do mundo, que não tenha sido aqui contemplado - de Cartola a Charles Mingus, de Tom Jobim a Duke Ellington, de Carmen Miranda a Carmen McRae, de Maria Bethânia a Alberta Hunter, de Milton Nascimento a Charles Aznavour, de João Gilberto a John Coltrane, de Jackson do Pandeiro a Dexter Gordon, de Gal a Diana Ross, de Chico, Gil e Caetano a quem mais possa você imaginar de bom.
O rol dos norte-americanos, por exemplo, está longe de esgotar-se nos gigantes aí acima mencionados, nem se esgotará nos que serão adiante enumerados. Entre eles, Willie Nelson, que o Zuza viu cantar em Las Vegas, no ano de 1982, e Diana Ross, no Valby-Hallen de Copenhague, em 1985. Mais perto de nós, Frank Sinatra e Alberta Hunter no mitológico Bar 150, do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo - casa onde ecoaram também o piano e a voz daquele que o nosso crítico tem na conta de "o mais irresistível saloon singer de todos todos os tempos", ele mesmo, Bobby Short.
E eis que cabe aqui um parêntese não apenas musical: para Zuza Homem de Mello, o hoje extinto 150 veio a tornar-se ainda mais inolvidável ao cabo da noitada de setembro de 1983 em que, para comemorar 50 anos de vida, ele reuniu ali igual número de casais amigos. Num fecho apoteótico, foi ao som de "Happy Birthday to You", na interpretação de Bobby Short, que o aniversariante soprou as velas.
E como esquecer a fulgurante passagem pelo 150, no mesmo ano, da "maior cantora de jazz de seu tempo"? - Betty Carter, claro. Trata-se, também neste caso, de opinião solidamente sedimentada, pois Zuza a conhecia desde fevereiro de 1958, de uma jam session do Birdland, em Nova York. Haveria de reencontrá-la no início da década de 60, numa de suas incontáveis revisitas à cidade, dessa vez no Apollo Theatre, dentro de um programa luxuoso ao ponto de incluir também Ray Charles. "No palco, a figura de Betty não ajudava muito - uma magricela desengonçada sem charme algum", recordará Zuza anos depois. "Provavelmente seria dispensada de cara por um produtor de megashows. Todavia, sua voz doce caía de encomenda para contrastar com a voz meio rouca, com os gemidos e lamentos que vinham do fundo da alma do gênio."
A profusão de detalhes, neste e em muitos outros casos, se deve não apenas à boa memória de Zuza Homem de Mello como também à excelente iniciativa de acrescentar, no pé de vários dos textos deste livro, notas redigidas em 2014 com o objetivo de atualizar e enriquecer antigos escritos, e até para humildemente arrolar supostos deslizes imputáveis ao verdor de um profissional em formação.
Sempre oportunas e interessantes, as notas supervenientes trazem às vezes ao leitor de hoje notícias menos boas - ou mesmo francamente lamentáveis: ao repassar, 55 anos depois, reportagens de julho de 1958 em que mapeou templos do jazz em Nova York, Zuza Homem de Mello nos informa que de todos eles apenas um, o Village Vanguard, na 7ª Avenida, seguia atuante, sendo que o outrora glorioso Birdland, agora em outro endereço, se desvirtuou tanto que se converteu em casa de shows de striptease.
Lembrança puxa lembrança - e as saborosas notas de Zuza volta e meia se encompridam, do que ninguém vai reclamar, ao contrário, pois tudo é sempre muito pertinente e bom de ler. No caso do cantor Emílio Santiago, por exemplo, o post scriptum de 2014 resultou bem maior que o comentário que o suscitou em 1979. Tantos anos depois, o crítico pôde nos dar o que na breve resenha de um disco não teria cabimento. "Fiquei literalmente chapado quando assisti Emílio Santiago pela primeira vez, num inesquecível show com Alcione, no Canecão do Rio de Janeiro", anotou ele. "Os solos de cada um eram de assustar, em dupla suas vozes enchiam o espaço em alto nível e ainda havia como bônus os surpreendentes solos de trompete da cantora."
Emílio e Alcione são dois na imensa, completíssima galeria dos bons intérpretes e compositores cuja arte ocupa Zuza Homem de Mello nas páginas deste Música com Z, distribuídos em sete bem montadas divisões. Uma delas, a parte V, intitulada "A pedidos", nos presta o imenso favor de recolher textos que jaziam espalhados por encartes e contracapas de discos, programas de espetáculos musicais e até releases escritos para informação das redações de revistas e jornais, tudo isso de comprovada resistência ao tempo.
Outra seção, abrindo o livro e o apetite do leitor, tem por tema canções e momentos que, para o Zuza e tantos de nós, são inesquecíveis - pense em joias como "As Time Goes By", "Cidade maravilhosa" ou "Tenderly". Todo um bloco do livro é dedicado a uma seleta de textos produzidos pelo repórter praticamente desde aquele 26 de setembro de 1956 em que ele, aos 23 anos, fez sua estreia no ofício ao cobrir, morra de inveja, a passagem da orquestra de Dizzy Gillespie pelo Teatro Santana, de São Paulo.
Como repórter ou crítico, Zuza foi J. E. (de José Eduardo) Homem de Mello até abril de 1978, quando, ao iniciar sua colaboração no jornal O Estado de S. Paulo, teve a ótima ideia de usar como profissional o apelido que traz da infância.
Entrevistador capaz de extrair o melhor que um entrevistado possa render (no rádio, inclusive, durante os dez anos em que manteve na Jovem Pan, de São Paulo, de segunda a sexta-feira, o Programa do Zuza), nosso crítico teve à sua frente uma infinidade de grandes nomes da música, brasileira e estrangeira, duas dezenas deles reunidos aqui numa seção em que uma entrevista até agora inédita de Charles Mingus está longe de ser o único pitéu. Alguns deles, quem sabe, poderiam estar também na seção que fecha Música com Z, reservada a artistas que, mais do que "figuras", são "figuraças".
Mas não me peça, por favor, que esclareça a diferença entre uma coisa e outra. Figura & figuraça que é, o Zuza vai explicar com muito mais competência. Depois, tem isto: como aquele entusiástico mestre de cerimônias que se estendeu além da conta, fazendo brotar na sala um burburinho de impaciência, este prefaciador por fim se manca. Chega de tentar apresentar o que disso não precisa, vamos logo ao que interessa!
Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2013.

FLY faz show em São Caetano dia 25 de maio



A maior sensação teen do momento é uma das atrações do Street Rock Fest

O trio paulistano FLY, grande sensação da música teen da atualidade, se apresenta no próximo domingo, 25 de maio, no festival Street Rock Fest, ao lado das bandas Gloria, Mash, December e Replace. 

Caíque Gama, Paulo Castagnoli e Nathan Barone, acompanhados de sua banda, vão cantar seu grande sucesso "Quero Você", outras músicas que fazem parte do disco de estreia, como “Vem Dançar”, Você se Foi”, “Antes que o Dia Acabe”, “De Frente pro Mar” e “Passo Mal”, entre outras, além de algumas surpresas preparadas especialmente para este show.

Apesar do curto tempo de carreira, o FLY tem chamado a atenção do público jovem. O grupo já acumula milhões de visualizações no seu canal oficial do YouTube http://www.youtube.com/OficialFlyBr, centenas de milhares de seguidores no Facebook, Instagram e Twitter e uma verdadeira legião de fãs apaixonadas que só cresce por todo Brasil.

O álbum "Fly" já está à venda em todas as lojas e no iTunes.

Serviço
Street Rock Fest
Local: Portal Music Hall
Endereço: Rua Manoel Coelho 506 - São Caetano do Sul/SP
Data: 25 de maio (domingo)
Abertura da casa: 11h
Horário do Meet & Greet com FLY: 15h30
Horário do show do FLY: 18h
Ingressos Antecipados:
Pista R$30 (promocional / meia entrada) / R$60 (inteira)
Camarote R$50 (promocional / meia entrada) / R$100 (inteira)
Camarote VIP + Meet & Greet FLY R$150
Censura: ENTRADA PERMITIDA PARA MAIORES DE 14 ANOS. 
MENORES DE 14 ANOS, SOMENTE ACOMPANHADOS DO RESPONSÁVEL. É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DO DOCUMENTO DE IDENTIDADE
Canais Oficiais FLY:
http://www.youtube.com/OficialFlyBr
https://www.facebook.com/FlyBr
http://instagram.com/oficialflybr
https://twitter.com/flybr

Muito balanço na pista caliente da ¡Mira! com Murilo Mongello na próxima quinta-feira (29.05)


Muito balanço na pista caliente da ¡Mira! com Murilo Mongello
A ¡Mira! é uma nova festa que celebra as raízes latinas em proposta multicultural com pista de dança caliente. A balada acontece na próxima quinta-feira (29.05), a partir das 22h, e tem como residentes os DJs Giu Nunez e Guibe, que nesta terceira edição recebem os convidados André Gomide (Festa Erasmus),  Ailen Scandurra e Murillo Mongelo (Funk You).
“O que mais me atrai na música latina é que ela carrega em sua essência o calor, a alegria, bastante percurssão, e se assemelha muito com outros ritmos que eu gosto de tocar, como funk soul, breaks e world beats em geral”, conta Murillo, que deixa um pouco as vertentes da black music da Funk You para fazer parte do baile tropical da ¡Mira!
O DJ preparou sets que destacam também a percussão e a música tupiniquim. “Para a ¡Mira! preparei músicas de várias partes do mundo, com uma boa pitada de música brasileira, sempre com novos timbres de bateria e alguns remixes feitos por mim, com muita performance nos toca discos”, adianta.
“O James sempre teve fama de ter um povo que ‘se joga’ e a música latina é muito pra cima. Acho que a ¡Mira! casa bem com o público que frequenta o lugar. Com certeza será uma bela noite, com muitos sorrisos”, complementa Murillo.
A proposta é fazer um verdadeiro baile latino, com sonoridades tropicais como cumbia, reggaeton, salsa, mambo, kuduro, chicha e chá-chá-chá. Além de André Gomide, da Festa Erasmus, dedicada aos estudantes estrangeiros em Curitiba, a noite terá também Ailen Scandurra, argentina de Buenos Aires  que explora sets cheios de reggaeton underground, merengue, salsa e rap, e, claro, os residentes.
A festa conta ainda com as performances dançantes de Regininha Charrasqueado e Dolores Del Rubi, integrantes do coletivo artístico Batalha Histérica de Levante, pra convidar todos a bailar na pista latina do James.
¡Mira! - Ritmos calientes em festa dedicada à latinidades e batidas tropicais. DJs residentes Giu Nunez e Guibe. DJs convidados Murillo Mongelo (Funk You), André Gomide (Festa Erasmus/CWB) e Ailen Scandurra. Perfomances de Regininha Charrasqueado e Dolores Del Rubi, do coletivo Batalha Histérica de Levante. Apoio: Totopos, Colete & Corselet e Lolitas Coiffure. Quinta-feira (29.05), a partir das 22h, com entradas a R$ 15.
* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

Peter Murphy e Wayne Hussey em SP: 1º lote de ingressos esgotado!


Os ingressos de 1º lote para o encontro histórico dos artistas ingleses Peter Murphy (ex-Bauhaus) e Wayne Hussey (The Mission e ex-Sisters of Mercy), que acontece, no dia 20 de julho, no Carioca Club, em São Paulo, estão esgotados! 
 
 

Encontro histórico acontecerá em julho – foto/montagem: divulgação
 
Peter Murphy (ex-Bauhaus) e Wayne Hussey (The Mission e ex-Sisters of Mercy) promovem, no próximo dia 20 de julho, no Carioca Club, em São Paulo, um dos encontros mais emblemáticos do gothic rock mundial.
 
Os dois ícones já dividiram o mesmo palco, ano passado, também no Carioca Club. Naquela ocasião, os monumentos do rock inglês dos anos 80 fizeram um dueto nas músicas “Telegram Sam”, do T-Rex, e “Ziggy Stardust”, do Bowie. E os fãs que prestigiaram aquela noite histórica parecem que estão ansiosos para revê-los novamente.
 
A 8X8 Live, produtora responsável pelo evento, informa que os ingressos de 1º lote estão esgotados. As entradas de 2º lote já estão à venda, custam de R$ 110,00 (pista meia entrada e/ou  antecipada com desconto) a R$ 290,00 (camarote inteira), e estão disponíveis em vários pontos de São Paulo, Santo André e São Bernardo, além dos sites www.ticketbrasil.com.br (em até 12 vezes no cartão) e www.clubedoingresso.com.br (em até 6 vezes no cartão). Mais informações no serviço abaixo.
 
Peter Murphy, artista britânico que foi líder do grupo Bauhaus, pioneiro no estilo ao lado de The Cure, Joy Division e Siouxsie And The Banshees, retorna ao Brasil trazendo a "Lion South American Tour 2014”. No repertório, não devem faltar os principais hits da sua carreira solo, clássicos do Bauhaus e músicas do seu novo álbum Lion. Peter Murphy segue em carreira solo desde 1986 e já emprestou sua grave e impactante voz para nomes como Nine Inch Nails, Iggy Pop e David Bowie.
 
Já Wayne Hussey tem em sua programação uma performance mais intimista. O músico vai apresentar o elogiado set acústico, interpretando grandes clássicos como “Like a Child Again”, “Dragonfly”, “Stay with Me”, “Severina”, “Wasteland”, “Walk Away” além de canções do novo disco “The Brightest Light”.
 
Hussey ficou mundialmente famoso pela participação nos seminais The Mission, Dead or Alive e The Sisters of Mercy. No final de 1985, deixou o The Sisters of Mercy e juntamente com Craig Adams iniciaram a bela trajetória formando o The Mission.
 
Confira como foi o primeiro encontro entre Peter Murphy e Wayne Hussey em https://www.youtube.com/watch?v=Wc2cA9NftHw
 

terça-feira, 20 de maio de 2014

CAIXA CULTURAL CURITIBA - PROGRAMAÇÃO DE JUNHO DE 2014


PROGRAMAÇÃO
JUNHO de 2014
 
 
 
CAIXA CULTURAL CURITIBA
 
 
Evento: A Magia de Miró, desenhos e gravuras
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta a exposição A Magia de Miró, desenhos e gravuras, com visitação de 21 de maio a 20 de julho de 2014. Sob curadoria de Alfredo Melgar, conde de Villamonte e fotógrafo galerista em Paris, a exposição reúne 69 obras do artista espanhol e 23 fotografias em P&B registradas por Melgar. A Magia de Miró já foi vista na CAIXA Cultural São Paulo e passou por prestigiadas galerias de arte e museus da Europa, América e Oceania.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: de 21 de maio a 20 de julho de 2014
Horário: de terça a sábado das 09h às 20h e domingo das 10h às 19h
Ingressos: Entrada franca
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Música  
Evento: Samba de Bamba – Joyce Cândido
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 3 de junho, show da cantora Joyce Cândido, como parte da segunda temporada do projeto Samba de Bamba, idealizado pelo produtor cultural Rodrigo Browne. A jovem cantora paulista já percorreu muitas léguas musicais. No clássico Conservatório Carlos Gomes, em Marília, interior paulista, formou-se em piano. Graduou-se em música na Universidade Estadual de Londrina. Apresentou-se em espetáculos musicais e bares, até lançar um primeiro CD, Panapaná, em 2006. A cantora, instrumentista e atriz trabalhou três anos na Broadway, apresentando-se em montagens de musicais como A pequena sereia e A noviça rebelde. Atualmente, divulga pelo país o CD O bom e velho samba novo no Brasil, com clássicos de Chico Buarque, Cartola e Nelson Rufino.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 3 de junho de 2014
Horários: terça-feira às 20h
Ingressos: Vendas a partir de 31 de maio. R$ 10 e R$ 5 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Música
Evento: Duo Santoro – Bem Brasileiro
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 6 a 8 de junho, recital do Duo Santoro, formado pelos gêmeos violoncelistas cariocas Paulo e Ricardo Santoro, um dos conjuntos camerísticos mais elogiados pela crítica especializada brasileira. O duo, que estreou em 1990, lança seu primeiro álbum, Bem Brasileiro, pela gravadora A Casa Discos, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos. Com direção artística do pai, o contrabaixista Sandrino Santoro, com quem os irmãos iniciaram seus estudos, e produzido por Sergio Roberto de Oliveira, o CD traz em seu repertório “O Trenzinho do Caipira”, de Villa-lobos, “Choro, de Waldemar Szpilman, “Três Temas do Folclore”, de Ricardo Medeiros, “Três Duetos Modais”, do compositor Ernst Mahle, e “Modinha”, de Francisco Mignone, entre muitas outras composições. Os músicos realizam oficina no dia 7 de junho (sábado), das 9h30 às 12h30. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, a partir de 26/05, pelo e-mail caixacultural08.pr@caixa.gov.br
Local: CAIXA Cultural Curitiba 
Data: de 6 a 8 de junho de 2014
Horário: sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Ingressos: Vendas a partir de 31 de maio. R$10 e R$5 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Livre para todos os públicos 
Teatro
Evento: Cena HQ – Revolta
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 4 de junho, como parte do projeto Cena HQ, a leitura cênica do quadrinho Revolta, escrita e desenhada por André Caliman, com direção de Adriano Esturilho, diretor do longa-metragem Gol a Gol e um dos diretores do longa Circular. A HQ, que começou como uma série em capítulos, publicada mensalmente no blog revoltahq.blogspot.com.br, narra uma revolta popular contra a corrupção em Curitiba que tem como participantes personagens curitibanos. Após ganhar um número grande de leitores no blog, Caliman criou um projeto de financiamento coletivo na internet para publicação da HQ completa, lançada em fevereiro de 2014. O autor estará presente para bate-papo com o público após a apresentação.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 04 de junho de 2014 (quarta-feira)
Horário: quarta às 20h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos a partir das 19h
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Música
Evento: Série Solo Música – Eudóxia de Barros
A CAIXA Cultural apresenta, no próximo dia 10 de junho, como parte da Série Solo Música, recital da pianista paulistana Eudóxia de Barros. A musicista, conhecida por ser uma das principais divulgadoras da música clássica brasileira, apresenta um programa especial, somente com obras de Osvaldo Lacerda, de quem é viúva, e Ernesto Nazareth. O projeto Solo Música, idealizado pelo produtor Alvaro Collaço, realiza concertos solo de artistas nacionais e internacionais de estilos bem variados – desde a Música Popular Brasileira e a música clássica até o punk-blues e a música experimental. No dia 11 de junho, às 20 horas, Eudóxia ministra uma palestra aberta ao público em geral, com entrada franca, mediante retirada de ingressos com 1h de antecedência, no espaço da CAIXA Cultural Curitiba.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 10 de junho de 2014
Horário: terça-feira às 20h
Ingressos: Vendas a partir de 7 de junho. R$ 10 e R$ 5 (meia - conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 10 anos
Teatro
Evento: Sargento Getúlio
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 13 a 15 de junho, o monólogo Sargento Getúlio, adaptação feita pela companhia Teatro NU, de Salvador, com direção de Gil Vicente Tavares, do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro. O ator Carlos Betão é Getúlio, um rude militar que tem a missão de transportar um prisioneiro e inimigo político de seu chefe. No meio da jornada, em virtude da mudança no panorama político, o sargento recebe a ordem para soltá-lo, mas decide terminar a missão que lhe foi confiada. A peça de 2011 já rodou por diversas cidades brasileiras e fez parte de um conjunto de sete peças baianas apresentadas na mostra paralela Fringe do Festival de Curitiba de 2013.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 13 a 15 de junho de 2014
Horário: sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: Vendas a partir de 7 de junho. R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Teatro
Evento: Mistero Buffo
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 19 a 22 de junho, o espetáculo Mistero Buffo, de Dario Fo, com direção de Neyde Veneziano. A montagem adapta a teatralidade do autor italiano à linguagem circense dos palhaços do grupo La Mínima, Fernando Sampaio e Domingos Montagner, fundadores da companhia. A dupla de palhaços, que tem seu humor calcado na comédia física e na tradição do picadeiro, reveza-se em dezenas de personagens que perpassam quatro dos 20 monólogos da antologia original, criada por Dario Fo no final da década de 60. São recriações populares dos seguintes temas bíblicos: “A Ressurreição de Lázaro”, “O Cego e o Paralítico”, “O Louco e a Morte” e “O Jogo do Louco aos Pés da Cruz”. No dia 21, às 16 horas, os atores realizam palestra gratuita, com duas horas de duração, dedicada profissionais, estudantes de artes cênicas e interessados nas artes circenses. A retirada do ingressos deve ser feita na bilheteria, uma hora antes do início da palestra.
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 19 a 22 de junho de 2014
Horário: quinta-feira a sábado às 20h e domingo às 18h
Ingressos: Vendas a partir de 14 de junho. R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos
Música
Evento: Pandeirada Brasileira
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 25 a 27 de junho, o show Pandeirada Brasileira, com os percussionistas Vina Lacerda, Caíto Marcondes e Marcos Suzano. Pandeirada Brasileira é um desdobramento do método de mesmo nome criado por Vina Lacerda, que em 2003 iniciou pesquisa sobre pandeiro, incluindo o instrumento, para além do choro, na modernidade da música instrumental. No show, são visíveis as influências de ritmos do mundo (o pandeiro de Caíto Marcondes) e da eletrônica (o trabalho de Suzano). Acompanham os solistas, os músicos Glauco Solter (contrabaixo), Gabriel Schwartz (sopros), André Prosdóssimo (violão), Sérgio Justen (teclados) e Julião Boêmio (cavaquinho).
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Data: 25 a 27 de junho de 2014
Horário: quarta-feira a sexta-feira às 20h
Ingressos: Vendas a partir de 21 de junho. R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA)
Classificação etária: Livre para todos os públicos