sexta-feira, 28 de março de 2014

Top DJ alemão Sven Väth se apresenta em São Paulo neste sábado (29)


 Sven Väth no Clash Club dia 29 de março

O Clash Club tem a honra de receber uma das maiores lendas da música eletrônica, Sven Väth, dia 29 de março (sábado). A apresentação, que promete ser histórica, faz parte do calendário de comemorações que o clube preparou para celebrar seus 07 anos de existência.

Com mais de 30 anos de carreira, o Top DJ alemão, considerado por muitos como um gênio, é com todo mérito, apontado como o 'rei do techno'. Referência básica para a grande maioria dos DJs ao redor do mundo, Sven Väth é um dos pioneiros na arte dos toca discos e um grande defensor do vinil, usando com rara destreza apenas dois decks e um mixer. Seus sets, longos e intensos, são uma de suas marcas registradas e é justamente isso que o público paulistano poderá conferir de perto.

Serviço
Festa: Circuito apresenta Sven Väth - All Night Long
DJs: Sven Väth e Eli Iwasa
Local: Clash Club - Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo/SP
Data: 29 de março (sábado)
Horário: 23h
Preço:
- PISTA
Lote Promocional:
Mulheres • R$ 30,00 (entrada) >> ESGOTADO
Homens • R$ 60,00 (entrada) >> ESGOTADO
Primeiro Lote:
Mulheres • R$ 40,00 (entrada)
Homens • R$ 80,00 (entrada)
Segundo Lote:
Mulheres • R$ 50,00 (entrada)
Homens • R$ 100,00 (entrada)
Ingresso Antecipado Online: https://www.gticket.com.br/sis/grupoclash/lojanew/form_compra1.asp?tploja=s&eve_cod=32&usu_id=&pdvWeb=
- CAMAROTES
(valores 100% consumíveis):
Mesa Palco (1 e 2) para 10 pessoas: R$ 5.000,00
Mesa Palco/Lateral para 10 pessoas: R$ 4.000,00
Mesa Lateral (1 a 3) para 10 pessoas: R$ 3.500,00
Bistro Lateral (1 a 7) para 4 pessoas: R$ 1.500,00
Mesa Mezanino (1 e 2) para 10 pessoas: R$ 2.500,00
Bistro Mezanino (1 a 12) para 4 pessoas: R$ 1.200,00
Pulseira avulsa Lateral Masculina R$ 350,00
Pulseira avulsa Lateral Feminina R$ 120,00
Pulseira avulsa Mezanino Masculina R$ 250,00
Pulseira avulsa Mezanino Feminina R$ 100,00
Reservas de camarotes pelo e-mail: camarote@clashclub.com.br
Aceita os cartões: AE, D, E, M e V
Capacidade: 500 pessoas
Censura: 18 anos
Informações: http://www.clashclub.com.br/
Tel: (11) 3661-1500
Estacionamento: R$20

Sobre o Clash Club:
Localizado na Barra Funda em um antigo galpão da década de 30, o Clash Club foi inaugurado em março de 2007 e, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais casas noturnas de São Paulo, com espaço para shows dos mais variados estilos de grandes artistas nacionais e internacionais. Já passaram pelo clube mais de 1.500 artistas, tocando para aproximadamente 1 milhão de pessoas nas festas e shows realizados. Recém reformado, o Clash ganhou ar de reinauguração, desde a remodelação da entrada e saída, do mezanino, novos sistema de ar condicionado, camarotes com banheiros exclusivos e outros bares internos.

DJ Babey Drew participa de shows do Jota Quest


Babey Drew participa de shows do Jota Quest

 
DJ que toca com Chris Brown e Lauryn Hill estará nos shows do Rio e São Paulo
 
Além de marcar o lançamento do álbum “Funky Funky Boom Boom”, que religa a banda ao groove, e apresentar novos cenário e repertório, o Jota Quest traz ainda um convidado internacional para os shows de estreia da turnê, incluindo o do Rio (neste sábado 29/03, na Fundição Progresso) e o de São Paulo (12/04 no Citibank Hall).
 
O DJ e produtor norte-americano, Babey Drew, fundamentado na black music e no hip hop, acostumado a acompanhar as turnês de Chris Brown e Lauryn Hill, entre outros, está em Belo Horizonte há semanas trabalhando com a banda em seu estúdio, Minério de Ferro. “Estamos criando juntos novas texturas pras músicas, além de intervenções e scratches que serão feitos ao vivo. Ele fará a abertura do show e seguirá com a gente no palco até o fim.” - comemora o vocalista Rogério Flausino.
 
Babey Drew já trabalhou com a banda em 2010, quando remixou a faixa "Tudo Me Faz Lembrar Você (Sea, Sex and Sun)", trilha do filme "Muita Calma Nessa Hora", e a clássica “Tudo é Você”, do álbum "De Volta Ao Planeta...".

Para os fãs mais antigos e saudosos, vale lembrar que, ainda na cena independente de BH, fazia parte da gig do então J.Quest, o DJ e agitador cultural Roger Dee, um grande colaborador da banda, e hoje, braço direito das pick-ups das exposições de arte dos irmãos, Os Gêmeos, mundo afora. 
É o Jota Quest, de volta para o futuro!

Dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, participa do "Dia do Graffiti no Bixiga" dia 30 /03


Grafiteiros de São Paulo invadem o “Dia do Graffiti no Bixiga” para pintar mural

Evento traz a dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, como convidada.
Nesse domingo (30), o bairro do Bixiga recebe a 8ª edição do “Dia do Graffiti no Bixiga”. O evento conta com a participação de grandes nomes do grafiti paulistano, como: Prozak, Simone Siss, Cesar Profeta, Titi Camelós, 9Polar e Celso Gitahy. Além desses artistas, a famosa dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona (Panmela Castro), participa como convidada especial.
O tradicional mural de 12m X 7m, localizado na rua Santo Antônio, ganha nova roupagem, através do trabalho coletivo desses artistas. A curadoria artística é do artista plástico Celso Gitahy.
Programação do “Dia do Graffiti no Bixiga”:
12h – inicio da pintura do mural
13h – Capoeiras da Bela Vista
14h – Escola de Samba Vai–Vai
15h - Sarau Suburbano Convicto
16h – Novolhar Break

16h30 – MC Sombra
18h – Zebrabeat (Pará)
19h – Bixiga 70
21h - Festa no Mundo Pensante com Nomade Orquestra


Discotecagem: DJs Paulão e Ramiro Z
Mestre de Cerimônia: Tubarão
Local: Rua Treze de Maio, 70 - Bixiga, SP
Data: 30 de março
Preço: Grátis (evento na rua)  / Festa na Mundo Pensante  R$10
Informações: 
diadograffitinobixiga.wordpress.com

Apoio:
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Estúdio Traquitana, Verdura Produções, Stencil Brasil, Mundo Pensante, DGT Filmes, Sarau Suburbano, Bixiga 70, Escola de Samba Vai-Vai, , Casa do Mestre Ananias e Capoeiras da Bela Vista, Mc Sombra, Zebrabeat Afro-Amazônia Orquestra, Nomade Orquestra, MZK, Tubarão, DJs Paulão e Ramiro Z, Centro de Memória do Bixiga, Cantina Conchetta, Coletivo SoulArt, Colex, Ação Educativa e Novolhar.

Fernanda Takai lança clipe com Samuel Rosa


  
Dois grandes artistas da música nacional, Fernanda Takai e Samuel Rosa, se encontraram para cantar a música “Pra Curar Essa Dor”. A canção é do disco “Na Medida do Impossível”, quarto trabalho solo da vocalista do Pato Fu, que chega na próxima semana às lojas pela Deck. E nessa semana, Takai disponibiliza na internet o clipe dessa faixa https://www.youtube.com/watch?v=OprMsRlHFBE, dirigido por Eduardo Zunza.
As imagens mostram os dois no estúdio 128 Japs (Belo Horizonte) durante as gravações do álbum. A música é uma versão para “Heal the Pain”, de George Michael, escrita por John Ulhoa, que também assina a produção de “Na Medida do Impossível”. Em seus 22 anos de carreira, essa é a primeira vez que Fernanda canta com Samuel e conta que pensou no convite por querer gravar essa música com um 'super astro pop guitar hero brasileiro gente boa'.

Mais informações: http://deckdisc.com.br/

Caravana Brasil Instrumental em Ilhabela


Caravana Brasil Instrumental em Ilhabela

A circulação da música instrumental brasileira é o foco do projeto Caravana Brasil Intrumental, que ocupará espaços públicos como praças e teatros de 5 cidades do interior e litoral do estado de São Paulo.
 
O projeto consiste em 20 apresentações dos mais diversos nichos e estilos da música instrumental brasileira, promovendo o encontro de artistas que demonstram consistência, originalidade e criatividade em trabalhos de reconhecida relevância cultural com o público dos vários municípios visitados.

A paradisíaca Ilhabela será a primeira cidade onde o comboio da CARAVANA BRASIL INSTRUMENTAL aportará, levando a virtuosidade e expressão impares da música instrumental contemporânea brasileira.

As apresentações são gratuitas e ocorrerão nos dias 04, 05 e 06 de abril, na Praça das Bandeiras, que fica no bairro da Vila, centro de Ilhabela. Os shows ficarão por conta do jazz  e MPB sofisticado de Zeli Silva Quinteto no primeiro dia, a brasilidade de Marquinho Mendonça, que na ocasião receberá como convidado Laércio Ilhabela, tendo na sequência o funk jazz de Tuto Ferraz Funky Jazz Machine, para o segundo dia, e encerrando com o virtuosismo do Duo Alessandro Penezzi e Alexandre Ribeiro.
 
ILHABELA
4/abr - Sexta-Feira - 21:30 - Zeli Silva Quinteto
5/abr – Sábado - 21:00 - Marquinho Mendonça e Banda Em Órbita - convidado Laércio Ilhabela
5/abr – Sábado - 23:00 - Tuto Ferraz Funky Jazz Machine
6/abr – Domingo - 18:00 - Alexandre Ribeiro e Alessandro Pennezzi
 
Praça das Bandeiras – Vila – Ilhabela – São Paulo
Entrada Franca
 
Dia 04 de Abril - 21h30
Zeli Silva Quinteto - Zeli Silva é um dos mais conhecidos e versáteis artistas da música instrumental brasileira. Considerado pela crítica como virtuose, o contrabaixista e compositor paulistano acompanhou artistas como Rosa Passos, Badi Assad, Oswaldinho do Acordeon, MPB4, Jair Rodrigues, Zé Menezes, Fernanda Porto, Caito Marcondes, Mario Manga, Chico Saraiva, Fabio Torres, Nuno Mindelis, Hector Costita, Henri Greindl, Felix Astor, John Hollenbeck, entre outros. Em seu mais recente trabalho intitulado Una, são apresentas composições sofisticadas de música brasileira instrumental que contou com a presença de renomados artistas da MPB como João Donato, Chico Pinheiro, Léa Freire, Lulinha Alencar, Arismar do Espírito Santo, Tatiana Parra, Renato Consorte, Gil Reyes, entre tantos.
 
Dia 05 de Abril - 21h
Marquinho Mendonça e Banda em Órbita - Participação de Laércio Ilhabela - Compositor, multi-instrumentista e arranjador, graduou-se guitarrista pela Musician Institute de Los Angeles. Possui grande influência da música popular e regional brasileira. Fundador da Banda Mafuá, já realizou trabalhos ao lado de grandes músicos como Vanessa da Mata, Tião Carvalho, Renato Anesi, Dominguinhos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Tom Zé e Yamandu Costa. Possui dois discos autorias lançados, Filosofolia e Tempo Templo, que contou com as participações Zé Menezes, Filó Machado, Proveta, Naná Vasconcelos, Oswaldinho do acordeom, Renato Brás, Toninho Ferraguti e vários outros mestres da música brasileira.
 
Dia 05 de Abril - 23h
Tuto Ferraz Funky Jazz Machine - Tuto Ferraz, criador e líder da Grooveria, lança agora seu projeto solo: Tuto Ferraz Funky Jazz Machine. Nesse primeiro disco ele apresenta um trabalho 100% autoral, gravado ao vivo em seu estúdio. O resultado remete às raízes de Tuto, que teve seu primeiro contato com o jazz ainda na infância. “Para mim, o creme do creme do jazz é aquele do final dos anos 50, começo dos anos 60”, comenta.
 
Dia 06 de Abril - 18h
Duo Alessandro Penezzi e Alexandre Ribeiro - O violonista Alessandro Penezzi e o clarinetista Alexandre Ribeiro possuem uma rara e complexa intimidade musical, que vai além da fluência da linguagem musical e suas interpretações ímpares. A amizade atravessou as fronteiras e de forma muito natural surgiu à idéia do projeto “Cordas ao Vento” (1º CD do Duo), com o qual realizaram turnês no Brasil e exterior. E após uma belíssima apresentação na Holanda, que surgiu um novo álbum, “Ao Vivo na Bimhuis – Amsterdam”.

A Caravana Brasil Instrumental conta com o patrocínio da SETAL Óleo e Gás, através da lei Rouanet, realização da Pôr do Som Produções Culturais, Ministério da Cultura ao lado da Prefeitura Municipal de Ilhabela.

Próximas cidades
18 a 20/04 - São Luiz do Paraitinga,
01 a 03/05 - Caraguatatuba
15 a 18/05 - Mogi das Cruzes
17 a 20/07 - Botucatu

segunda-feira, 24 de março de 2014

Quarta Rock comemora 11 anos com os DJs fundadores nesta semana no James


A Quarta Rock é a noite mais tradicional do James. É a festa semanal que traduz um pouco da própria história da casa, que mudou bastante ao longo dos anos mas sempre manteve a fidelidade ao espírito roqueiro. E, nesta semana, a balada completa 11 anos com seus DJs fundadores: os residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti recebem os convidados Claudinho Yuge, Groo, Great, Leandro e Paula.

Desde a criação do James, faltava uma noite pra todos os fãs do rock clássico, dos dançantes anos 80, da alternativa década de 90 ou mesmo dos renovados anos 2000. Nesse contexto nasceu a Quarta Rock, que, no começo, eram alguns “DJs” se alternando em uma mesinha entre tantas outras no então modesto bar.

Com o tempo, as mesinhas foram saindo de cena ao longo da noite pra dar lugar a uma pista improvisada. Os “DJs” começaram a se alternar e se profissionalizar, assim como a estrutura e a aparelhagem ganharam mais suporte para receber a comunidade cada vez mais ampla e assídua à “Quarta Rock”.

Desde então, a balada não parou de crescer e recebeu convidados de todas as partes do Brasil e até mesmo nomes internacionais. Nesta edição, as atrações são os DJs que ajudaram a delinear  sonoridade da noite e que também passaram anos se revezando nas picapes.

E a Quarta Rock de aniversário presenteia os clientes: tem sorteio de camisetas da loja Nonsense e de cervejas Heineken com entradas VIP na fanpage do Facebook, distribuição de ponche durante a noite e double drink de destilados nacionais até a 1h.

QUARTA ROCK 11 ANOS com OLD SCHOOL CREW - Festa semanal que homenageia os grandes momentos do rock comemora aniversário com os DJs fundadores. DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti. DJs convidados Claudinho Yuge, Groo, Great, Leandro e Paula. Fotos por Arthur Cordeiro. Nesta quarta-feira (26.03), a partir das 22h, com entradas a R$ 15. Apoio: Loja Nonsense.

Programação semanal James de 26 a 29 de março

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 26 A 29 DE MARÇO

QUARTA 26.mar: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados Claudinho Yuge, Groo, Great, Leandro e Paula.
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 14h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 1h.
R$ 15.

QUINTA 27.mar: 22h
DJ residente Marcell Boareto.
DJs convidados Claudinho Yuge, Fernando Ribeiro e Lucas Dugonski.
ARREMESSO DE GIBIS da Itiban Comic Shop.
DISTRIBUIÇÃO DE COLETÂNEAS
em CD.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 1h.
R$ 15.

SEXTA 28.mar: 22h
DJ residente Denis Pedroso.
DJs convidados Sweet Grooves, BSTRD (RS), Joel Guglielmini e Edu Freneda.
COCKTAIL PARA 100 CONVIDADOS VIP sorteados via fanpage no Facebook.
R$ 20.

SÁBADO 29.mar: 22h
DJs residentes Denis Pedroso, Lu Padilha e Celso Ferreira.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo da noite.
R$ 22.

* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa

Produtora Tumpats Áudio completa 5 anos de atuação no mercado paranaense




Desde 2009, a produtora Tumpats Áudio trabalha na produção de spots de rádio, jingles publicitários e políticos, espera telefônica, trilha sonora, sound branding e conteúdo para rádios corporativas em todo o país.
Este ano, comemora cinco anos de atuação junto a agências de publicidade, produtoras de vídeo e eventos e empresas locais, tendo como objetivo levar o conceito de sound branding ao maior número de empresas possíveis para mostrar como a identidade sonora pode acrescentar valor à marca e aproximá-la do seu consumidor.
Este conceito abrange um trabalho amplo de pesquisa que envolve grande estudo da personalidade da marca e pode resultar em diversos pontos de contato entre marca e público-alvo. Segundo Gustavo Slomp, produtor da Tumpats Áudio, “nosso trabalho está focado em criar uma identidade sonora para nossos clientes pensando em conversar com o consumidor de maneira agradável e criativa, com excelente custo-benefício.”
A produtora possui estrutura completa para atender desde o simples spot até produções musicais mais complexas. Tem uma equipe diferenciada, formada por três publicitários - dois com formação musical, responsáveis por dar um toque artístico aos trabalhos, e uma redatora, que dá suporte na criação de textos e roteiros. Assim, consegue atender aos clientes de maneira completa e ter uma visão abrangente, unindo a arte da música à criatividade da publicidade com o objetivo de entregar um trabalho que gere bons resultados e que entretenha o público.
Dentre os prêmios conquistados estão: medalha de Bronze no “Prêmio Colunistas Paraná 2011” com a sonorização do vídeo “Direto ao Ponto” da Ensitec e o “Prêmio Super Sonorização” com a trilha do filme “Querida Tia Scheila” (Festival Curta 8 da Caixa Cultural).
São algumas empresas que já desenvolveram campanhas com a produtora: Neodent, Positivo, RIC, Livrarias Curitiba, Senai, Nutrimental e as agências Publitti, Candyshop (Revo Partners), Neoo Comunicação.

Serviço:
Tumpats Áudio
Data: 2ª a 6ª feira
Horário: 8h30 às 19h
Local: Rua Schiller, 1797 - Jardim Ambiental – Curitiba-PR
Telefone: (41) 3387-0002
E-mail: contato@tumpats.com.br  
Site: www.tumpats.com.br
Redes Sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Vimeo

domingo, 23 de março de 2014

Músicas para Krishna: George Harrisson Fala sobre Suas Composições Devocionais



19 SI (entrevista - mantra) Canções Conscientes de Krishna de George (2791)
“Eu tinha muito mais razões para fazer o disco com os devotos. Havia menor potencial comercial, mas era muito mais satisfatório. Aquilo realmente foi mais divertido do que tentar fazer um disco pop de sucesso. Era o sentimento de tentar utilizar nosso talento e transformá-lo em serviço espiritual a Krishna”.
Mukunda: Em 1969, você produziu uma canção chamada “O Mantra Hare Krishna”, que depois fez sucesso em muitos países. Aquela melodia mais tarde tornou-se uma faixa do álbum “Radha-Krishna Temple”, que você também produziu com o selo da Apple e foi distribuído nos Estados Unidos pela Capitol Records. Muitas pessoas que trabalhavam em gravadoras ficaram surpresas com isto: você produzindo canções para o Hare Krishna e cantando com seus membros. Por que você fez isso?
George: Bem, tudo isso é serviço, não é? Serviço espiritual para tentar difundir o mantra em todo o mundo e para dar aos devotos uma base mais ampla e um maior sustentáculo na Inglaterra e em tantos outros lugares.
Mukunda: Como o sucesso desse disco em que os devotos Hare Krishna cantam compara-se com o de alguns dos músicos de roque cujos discos você produzia na época, como Jackie Lomax, Splinter e Billy Preston?
George: Isso foi diferente. Não tinha nada a ver com aquilo, realmente. Eu tinha muito mais razões para fazer o disco com os devotos. Havia menor potencial comercial naquele disco, mas era muito mais satisfatório fazê-lo, sabendo das possibilidades que ele criaria, das conotações que ele teria simplesmente por apresentar o mantra durante três minutos e meio. Aquilo, realmente, foi mais divertido do que tentar fazer um disco pop de sucesso. Era o sentimento de tentar utilizar nossos talentos ou nossa ocupação e transformá-los em serviço espiritual a Krishna.
Mukunda: Que efeito você acha que aquela melodia de “O Mantra Hare Krishna”, tendo alcançado milhões e milhões de pessoas, surtiu na consciência do mundo?
George: Gosto muito de pensar que aquilo teve algum efeito. Afinal, o som é Deus.
Mukunda: Quando a Apple, a companhia de gravação, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa para promover o disco, todos pareceram assustados ao ouvir você falar sobre alma e Deus como coisas tão importantes.
George: Eu sentia que era algo importante ser autêntico, deixá-los ficar sabendo o que estava acontecendo comigo. Eu queria sair do disfarce e realmente contar-lhes tudo. Isso porque, uma vez que você compreenda algo, não pode mais fingir que não o conhece.
Eu pensei: esta é a era espacial, com aviões e tudo o mais. Se todos podem dar a volta ao mundo nas férias, não há razão pela qual o mantra não possa também ser amplamente difundido. Assim, a ideia era tentar fazer uma infiltração espiritual na sociedade, por assim dizer. Depois de conseguir que a Apple gravasse o disco e o lançasse, e depois de nossa grande promoção, vimos que ele se tornaria um sucesso. E o que é mais especial: uma das maiores alegrias da minha vida foi ver todos vocês no programa Top of the Pops da BBC. Eu nem acreditava. É dificílimo entrar naquele programa, porque eles só o põem lá se você fica entre os vinte mais vendidos. Para mim, foi como respirar ar fresco. Minha estratégia era fazer uma apresentação do mantra de três minutos e meio para que eles tocassem na rádio, e tudo funcionou bem. Fiz um amplo arranjo de harmônio e guitarra para o disco nos estúdios Abbey Road, antes de uma sessão dos Beatles, então regravei uma partitura para o baixo. Lembro que Paul McCartney e sua esposa, Linda, foram ao estúdio e gostaram do mantra.
Mukunda: Pouco após o lançamento, John Lennon disse-me que tocaram a gravação em um intervalo pouco antes de Bob Dylan fazer o show da ilha de Wight, com Jimi Hendrix, os Moody Blues e Joe Cocker, no verão de 69.
George: Eles tocaram enquanto preparavam o palco para Bob. Foi incrível! Além disso, era uma melodia absorvente, e as pessoas não precisavam saber o que significava para gostar dela. Senti-me muito bem logo que fiquei sabendo do sucesso que estava fazendo.
Mukunda: O que você achou do disco tecnicamente, das vozes?
George: Yamuna, a cantora principal, tem uma voz naturalmente boa. Gostei da convicção com que ela cantou, e ela cantou como se tivesse cantado muitas vezes antes. Não parecia ser a primeira melodia que ela cantava.
Bem, antes de encontrar qualquer devoto, ou antes de me encontrar com Prabhupada; como eu já tinha seu primeiro disco há pelo menos dois anos, eu já costumava cantar o mantra. Quando você se abre para algo, é como se você se tornasse um imã a convidar tal coisa a vir a seu encontro. Desde a primeira vez que ouvi o canto, foi como uma porta aberta em alguma parte do meu subconsciente, talvez proveniente de alguma vida anterior.
Mukunda: Na letra da canção “Awaiting on You All”, do álbum “All Things Must Pass”, você se manifesta e diz às pessoas que, cantando os nomes de Deus, elas podem libertar-se do mundo material. O que o levou a fazer aquilo? Que espécie de resposta você obteve?
George: Naquela época, ninguém se dedicava àquele tipo de música no mundo pop. Eu senti que era algo muito necessário. Então, em vez de sentar-me e esperar que alguém o fizesse, decidi fazê-lo eu mesmo. Muitas vezes pensávamos: “Bem, concordo com você, mas não estou a fim de me envolver com isso. É muito arriscado”. Todos sempre tentam se manter cobertos, comerciais, mas eu pensei: Farei! Ninguém mais está fazendo, e eu estou cansado de ver tantos jovens de bobeira, desperdiçando suas vidas, entende? Eu também senti que havia muita gente por aí que se tocaria. Ainda hoje recebo cartas de pessoas dizendo: “Faz três anos que vivo no templo Hare Krishna e jamais teria conhecido Krishna se você não tivesse gravado o álbum ‘All Things Must Pass’”. Deste modo, sei que, pela graça do Senhor, tenho um pequeno papel no teatro cósmico.
Mukunda: E os outros Beatles? O que eles pensavam de você ter adotado a consciência de Krishna? Qual foi a reação deles? Todos vocês haviam estado na Índia e realmente buscavam por algo espiritual. Shyamasundara disse-me certa vez, após almoçar com você e os demais Beatles, que todos eram muito respeitosos.
George: Sim! Bem, se o Quarteto de Liverpool não entrasse nessa, isto é, se eles não pudessem lidar com os devotos Hare Krishna de cabeça raspada, então não haveria nenhuma esperança! (risos) E os devotos vinham associar-se comigo, o que fazia as pessoas pensarem: “Ei, o que é isto?”. Sabe como é, assim que alguém vestido de laranja e com a cabeça raspada aparecia, diziam: “Ah! Eles estão com o George”.
Mukunda: No “Ballad of John and Yoko”, John e Yoko atacaram a imprensa pela maneira com que ela pode produzir uma falsa imagem de você e perpetuá-la. Levou bastante tempo e esforço para fazer a imprensa entender que somos uma religião genuína, com escrituras que antecedem o Novo Testamento em mais de três mil anos. Pouco a pouco, entretanto, mais pessoas – entre eruditos, filósofos e teólogos – têm se aproximado, e hoje respeitam muito a antiga tradição vaishnava, na qual o moderno movimento para a consciência de Krishna tem suas raízes.
George: A imprensa é culpada de tudo, de todos os conceitos errôneos sobre o movimento, mas, em um sentido, não importa realmente se eles disserem algo bom ou ruim, porque a consciência de Krishna sempre parece transcender, de qualquer forma, essa barreira. O fato de que a imprensa levou as pessoas a conhecerem Krishna já é algo bom.
Mukunda: Srila Prabhupada sempre nos treinou para nos mantermos fixos em nossos princípios. Ele dizia que a pior coisa que poderíamos fazer seria permitirmos algum “ajuste” ou diluirmos a filosofia em troca de popularidade barata. Embora muitos svamis e yogis tenham vindo da Índia para o Ocidente, Prabhupada foi o único que teve a pureza e a devoção para estabelecer a milenar filosofia da consciência de Krishna em todo o mundo, com base em seus próprios termos – não açucarada, mas como ela é.
George: Isso é verdade. Ele foi um exemplo perfeito daquilo que ensinou.
Mukunda: Quando você fez o álbum “Material World”, você usou uma foto interna tirada do Bhagavad-gita de Prabhupada, mostrando Krishna e Seu amigo e discípulo Arjuna. Por quê?
George: Sim! No álbum se diz: “Foto extraída do Bhagavad-gita Como Ele É, de A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada”. Foi uma promoção para vocês, é claro. Eu quis dar a todos a oportunidade de ver Krishna, conhecê-lO. Essa é a ideia, não é?
Mukunda: Em um de seus livros, Prabhupada disse que o sincero serviço que você prestou foi melhor do que o de certas pessoas que pesquisaram mais profundamente a consciência de Krishna porém não puderam manter o seu nível de fé. Como você se sente a esse respeito?
George: Maravilhoso. É algo que me deu esperanças, porque, como dizem, mesmo um momento na companhia de uma pessoa divina, de um devoto puro de Krishna, pode ajudar imensamente, e acho que Prabhupada realmente ficou satisfeito com a ideia de que alguém de fora do templo estava ajudando a fazer o álbum. O simples fato de que ele estava satisfeito foi encorajador para mim. Eu sabia que ele gostava da gravação “O Mantra Hare Krishna”, e ele pedia aos devotos que sempre tocassem aquela canção “Govinda”. Eles ainda a tocam, não é mesmo?
Mukunda: Todo templo tem uma gravação dessa canção, e nós a tocamos toda manhã quando os devotos se reúnem em frente ao altar, antes do kirtana. É uma instituição da ISKCON, pode-se dizer.
George: E se eu não recebia inspiração de Prabhupada em minhas canções sobre Krishna ou sobre a filosofia, eu a recebia dos devotos. Esse era todo o estímulo de que eu precisava. Qualquer coisa espiritual que eu fizesse, fosse através de canções, fosse ajudando na publicação de livros, ou o que fosse, parecia realmente agradá-lo. Minha canção “Living in the Material World”, conforme escrevi em I, Me, Mine, foi influenciada por Srila Prabhupada. Foi ele quem me explicou que não somos o corpo físico. Apenas acontece de estarmos nele.
Como eu disse na canção, este lugar não é realmente aquilo que parece; não pertencemos a ele, mas sim ao céu espiritual:
Pois estou condenado ao mundo material
Frustrado no mundo material
Os sentidos nunca satisfeitos
Somente oscilando como a maré
Que poderia me afogar no mundo material
A única razão para estarmos aqui é encontrar a maneira de escaparmos.
Assim era Prabhupada: ele não apenas falava sobre amar Krishna e sair deste lugar, mas também era o exemplo perfeito. Ele falava sobre sempre cantar e vivia cantando. Creio que o fato de que ele era o exemplo perfeito de tudo o que pregava era talvez o elemento mais encorajador para mim, ao menos para fazer eu me esforçar cada vez mais em busca de ser um pouquinho melhor.
Mukunda: Você escreve em sua autobiografia que “não importa quão bom você seja, ainda assim você precisa de misericórdia para escapar do mundo material. Você pode ser um yogi, um monge ou uma freira, mas, ainda assim, sem a graça de Deus, não conseguirá escapar”. No fim da canção “Living in the Material World”, a letra também diz: “Espero escapar deste lugar pela graça do Senhor Sri Krishna, minha salvação deste mundo material”. Se dependemos da graça de Deus, o que significa a expressão “Deus ajuda aqueles que se ajudam”?
George: A graça é flexível, creio. Por um lado, nunca sairei daqui a menos que seja pela graça dEle; por outro lado, Sua graça é relativa à quantidade de desejo que posso manifestar. A quantidade de graça que eu espero de Deus deve ser igual à quantidade de graça que eu possa receber ou obter. Ganho conforme o meu investimento. É como na canção que escrevi com base em Srila Prabhupada, “The Lord Loves the One that Loves the Lord”:
O Senhor ama aquele que ama o Senhor
E a lei diz que se você não der então não receberá amor
Mas o Senhor ajuda aqueles que se ajudam
E a lei diz que qualquer coisa que você faça voltará para você
Você ouviu a canção “That Which I Have Lost”, do meu novo álbum, “Somewhere in England?”. É derivada do Bhagavad-gita. Nela falo sobre lutar contra as forças da escuridão, das limitações, da falsidade e da mortalidade.
Mukunda: Sim, gosto dela. Se as pessoas puderem entender a mensagem do Senhor no Bhagavad-gita, poderão ser realmente felizes. Muita gente, ao começar sua vida espiritual, adora Deus como algo impessoal. Qual é a diferença entre adorar Krishna, ou Deus, sob Sua forma pessoal, e adorar Sua natureza impessoal como energia ou luz?
George: É como a diferença de lidar com um computador e lidar com uma pessoa. Como eu disse antes, “Se Deus existe, quero vê-lO”, não apenas ver Sua energia ou Sua luz, mas Ele mesmo.
Mukunda: Não acredito que seja possível calcular quantas pessoas voltaram-se para a consciência de Krishna através de sua canção “My Sweet Lord”. Você passou por uma experiência muito pessoal antes de decidir fazer aquela canção. Em seu livro, você disse: “Pensei muito sobre fazer ou não ‘My Sweet Lord’, porque estaria me revelando publicamente... Muitas pessoas temem as palavras Senhor e Deus... Eu estava colocando meu pescoço debaixo da guilhotina... mas, ao mesmo tempo, pensei: ‘Ninguém está dizendo isto... por que devo ser falso comigo mesmo?’. Cheguei à crença na importância de que, se você sente algo muito forte, deve dizê-lo”.
“Eu queria mostrar que ‘Aleluia’ e ‘Hare Krishna’ são a mesma coisa. Fiz as vozes cantando ‘Aleluia’ e depois mudei para ‘Hare Krishna’ para que as pessoas cantassem o maha-mantra antes que se dessem conta do que estava acontecendo! Fazia muito tempo que eu vinha cantando Hare Krishna, e essa canção era uma simples ideia de como fazer uma canção pop ocidental equivalente a um mantra, que repete sempre e sempre os santos nomes. Não me sinto culpado ou mal em relação a isso, pois, com efeito, isso salvou muitos de uma vida viciada em heroína”.
Por que você achou que, de alguma forma, deveria colocar Hare Krishna no álbum? Apenas “Aleluia” não teria sido o suficiente?
George: Bem, em primeiro lugar, “Aleluia” é uma expressão de júbilo dos cristãos, mas “Hare Krishna” tem seu lado místico. É mais do que apenas glorificar a Deus: é pedir para tornar-se Seu servo. Além disso, por causa da disposição do mantra, com a mística energia espiritual contida naquelas sílabas, está muito mais perto de Deus do que o modo como o cristianismo O representa comumente. Embora Cristo, a meu ver, seja um yogi absoluto, acho que muitos mestres cristãos da atualidade têm uma noção errônea acerca de Jesus Cristo. Supostamente eles representam Jesus, mas não o estão fazendo muito bem. Eles estão se desviando muito dele, o que é muito ruim.
Minha ideia em “My Sweet Lord”, por parecer uma canção pop, era persuadi-los da seguinte maneira. Eu queria fazer com que eles não se sentissem ofendidos: primeiro, ouviriam “Aleluia” e, ao ouvirem “Hare Krishna”, já estariam fisgados, batendo os pés, de modo que se deixariam levar por um sentido de falsa segurança. E, de repente, quando eu mudasse o coro para “Hare Krishna”, eles o estariam cantando também, antes que se dessem conta do que acontecera, e pensariam: “Ei, eu achava que não deveria gostar de Hare Krishna!”.
As pessoas escrevem até hoje me perguntando que estilo era aquele. Dez anos mais tarde, estão tentando entender o que significam aquelas palavras. Realmente, foi apenas um pequeno truque, e não ofendeu. Por alguma razão, nunca obtive nenhuma reação ofensiva dos cristãos, que apenas disseram: “Gostamos até certo ponto, mas o que é que ‘Hare Krishna’ tem a ver com tudo isso?”.
“Aleluia” pode ter sido originalmente alguma coisa mântrica que caiu de moda, mas não tenho certeza do que significa realmente. A palavra grega para Cristo é kristos, que, no fundo, é o mesmo que Krishna.
Mukunda: Em I, Me, Mine, você fala sobre karma e reencarnação e sobre como a única maneira de escapar do ciclo é aceitar um processo espiritual genuíno. Você diz em um trecho: “Todos estão preocupados com a morte, mas a causa da morte é o nascimento. Assim, se você não quer morrer, não nasça!”. Algum dos outros Beatles acreditava na reencarnação?
George: Tenho certeza de que John acreditava! E não gostaria de subestimar Paul e Ringo. Eu não me surpreenderia se eles tivessem alguma esperança de que isso seja verdade. Pelo que conheço de Ringo, ele deve ser um yogi disfarçado de baterista!
Mukunda: Paul tem nosso último livro, o Voltando a Nascer. Onde você pensa que a alma de John está agora?
George: Espero que ele esteja em um bom lugar. Ele tinha a compreensão de que cada alma reencarna até se purificar completamente e de que cada alma recebe aquilo que merece, conforme as reações a suas ações nesta vida e em vidas anteriores.
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