sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Teresa Cristina e Os Outros lançam single “Ilegal, Imoral ou Engorda”



A música já está nas rádios e na internet
Foi o rock que uniu Teresa Cristina à banda Os Outros. Com gosto eclético, a sambista sempre gostou de rock, inclusive os mais pesados. Ela e o baixista da banda, Victor Paiva, já se conheciam há tempos. Quando Os Outros montou o show “Os Outros Convidam” ele fez questão de convidar a Teresa. “Naquele momento achei que não tinha a ver cantar com um grupo de rock, a não ser que fosse algo do Roberto Carlos. Como toda cantora, sempre sonhei em cantar Roberto Carlos” – conta Teresa.
A primeira música escolhida foi “Do Outro Lado da Cidade”. Deu tão certo que o que seria uma participação em um show se transformou numa temporada de shows e, em seguida, no álbum "Tersa Cristina + Os Outros = Roberto  Carlos" que a Deck lança em dezembro.
Enquanto ele não chega, o primeiro single, “Ilegal, Imoral ou Engorda”, já está nas rádios do segmento e na internet. “Essa faixa nos dá enorme prazer em tocar, pela analogia com os que fazem cara feia ao ver a Teresa, cantora de samba, misturada à uma banda de rock. Há nitidamente uma provocação nisso, é a abertura do disco, com a frase "Vivo condenado a fazer o que não quero / de tão bem comportado ás vezes eu me desespero" - além de ser uma das grandes canções do repertório do Roberto.” – conta Vitor Paiva.

31ª Oficina de Música de Curitiba recebe inscrições e chama tradutores voluntários






A cidade volta a abrigar os acordes de diversas vertentes musicais com a 31ª edição da Oficina de Música de Curitiba, que acontece de 9 a 29 de janeiro de 2013. As inscrições para os 92 cursos, nas fases erudita e popular, podem ser feitas a partir deste sábado, dia 1º de dezembro, pelo site www.oficinademusica.org.br, onde os interessados encontram todas as informações sobre o evento.

A Oficina de Música terá como sede principal a UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, além de cursos descentralizados nas Regionais curitibanas. A taxa de inscrição varia de acordo com o número de cursos e a modalidade: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases), R$ 50 (minicursos), R$ 15 (Prática de Coro Infantojuvenil) e R$ 10 (cursos nas Ruas da Cidadania).

Sob o lema “Música que entra por um ouvido e não sai pelo outro”, nesta edição a Oficina de Música reafirma sua posição de um dos maiores encontros de música da América Latina. Quem quer que participe da Oficina – como aluno, professor, colaborador ou simplesmente usufruindo do talento dos músicos em suas apresentações – fica marcado de forma positiva e indelével, incorporando experiências que enriquecem qualquer trajetória. Realizada pela Prefeitura Municipal e Fundação Cultural de Curitiba, por meio do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), a Oficina é um dos símbolos culturais da cidade. 



Tradutores – A Oficina de Música também está selecionando tradutores voluntários da língua inglesa para trabalhar durante as aulas de professores vindos de 17 países, entre eles Suíça, Portugal, França, Itália, Alemanha e México. Os voluntários selecionados receberão uma bolsa de estudos para qualquer curso da oficina, tanto da fase erudita quanto da popular, à escolha do tradutor, e um crachá que dará direito à entrada livre em todos os shows e concertos. Os interessados devem mandar currículo resumido para msquiba@fcc.curitiba.pr.gov.br.  Informações pelo telefone (41) 3321-2844.



Destaques – Na fase de música erudita, que abre os trabalhos da Oficina de Música de Curitiba, estão professores que pela primeira vez compartilham seu talento com alunos da Oficina. Na relação, constam a violoncelista francesa Catherine Strinx, o contrabaixista russo Artem Chirkov, o flautista Marcos Fregnani Martins, brasileiro radicado na Alemanha, e a pianista polonesa Magdalena Lisak. Na parte de música antiga, os novos nomes são o violinista Andrew Fouts e a violoncelista Phoebe Carrai, ambos dos Estados Unidos, mais a soprano suíça/argentina Maria Cristina Kiehr e o oboísta barroco Diego Nadra, da Argentina.

Na etapa de música popular, também há novas participações, por conta de músicos como o arranjador Jaime Alem e o pianista Amilton Godoy, além do compositor francês do Théâtre du Soleil, Jean Jacques Lemetre. No Núcleo Latino-americano, estreia do percussionista mexicano Ricardo Gallardo.



Serviço:

31ª Oficina de Música de Curitiba, que acontece de 9 a 29 de janeiro de 2013, realizada pela Prefeitura Municipal e Fundação Cultural de Curitiba, por meio do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC).

Inscrições: no site www.oficinademusica.org.br, a partir de 1º de dezembro de 2012.

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases), R$ 50 (minicursos), R$ 15 (Prática de Coro Infantojuvenil) e R$ 10 (cursos nas Ruas da Cidadania).

Banda Uó se apresenta em Roma dia 01 de dezembro





É hora do trio goiano, que tem conquistado o Brasil, levar a sua energia cativante para fora do país. Esse mês a Banda Uó, que acaba de lançar seu primeiro álbum, “Motel” (Deck), chegou à Europa para duas apresentações: a primeira foi ontem em Berlim e a próxima será em Roma no dia 01/12.



O grupo formado por Candy Mel, Davi Sabbag e Mateus Carrilho, se apresentará pela primeira vez fora do país. Em Berlim, o show foi parte do line up do festival de ghettotech Worldtronic 2012. Em Roma, eles tocam no projeto de música eletrônica LaRoboterie, também existente em outras cidades da Itália, como Milão e Florença.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

"Vésperas de Natal" com o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba


Coro da Camerata Antiqua interpreta Vésperas de Natal

O Coro da Camerata Antiqua de Curitiba apresenta, neste fim de semana, um programa que integra as festividades natalinas da cidade. O concerto “Vésperas de Natal”, com obras de Claudio Monteverdi (1567 – 1643), tem apresentações agendadas na sexta-feira (30), às 20h, e no sábado (1º), às 18h30, na Capela Santa Maria Espaço Cultural, sob a regência da maestrina cubana Maria Antônia Jimenez, especialmente convidada para a ocasião. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).
O repertório do espetáculo, que integra a temporada 2012 patrocinada pela Volvo, reúne composições de Monteverdi, com textos extraídos dos Livros dos Salmos. As obras Dixit Dominus (Salmo 109), Confitebor Tibi Domine (Salmo 110), Beatus Vir (Salmo 111), Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) e Laudate Dominum (Salmo 116) possuem uma estrutura com grande variação na divisão das vozes. Completa o programa a peça “Magnificat a 10/14”, da Coleção Selva Morale e Spirituale (Antologia moral e espiritual), publicada em Veneza (Itália), em 1640, e que contém algumas das mais brilhantes criações da música sacra coral de Monteverdi.
O concerto preparado pelo Coro da Camerata mostra que o compositor estava certo ao afirmar que “o objetivo de toda boa música é tocar a alma”. Monteverdi é considerado o último grande madrigalista, certamente o maior compositor italiano de sua geração, e uma das personalidades mais influentes de toda a história da música do ocidente.

A regente – Formada em Regência Coral pelo Conservatório de São Petersburgo (Rússia), a cubana Maria Antônia Jimenez foi convidada, em 1995, pela Fundação Carlos Gomes (Belém do Pará) para ministrar aulas de canto e regência coral. No mesmo ano, fundou o Coro Carlos Gomes, com o qual obteve reconhecimento da crítica especializada e do público, no Brasil e exterior.
Com importantes premiações, entre elas os Diplomas de Ouro e Prata no 26º Concurso Internacional de Coros Franz Schubert (Áustria – 2010), as Medalhas de Ouro e Prata nas 5ª Olimpíadas Mundiais de Coros (Áustria – 2008), a Medalha de Ouro no 9º Concurso Internacional de Coros Orlando Di Lasso (Itália – 202) e a Medalha de Bronze no 12º Concurso de Música Sacra (Grécia – 2006), também realiza pesquisas sobre a música folclórica paraense. Maria Antônia ainda respondeu pela produção e direção musical dos CDs solos do Coro Carlos Gomes, intitulados “O Belo” (2002) e “O Cantochão dos Mercedários do Grão Pará” (2004).

Serviço:
Apresentações do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência da maestrina convidada Maria Antônia Jimenez, dentro da temporada 2012 de espetáculos patrocinados pela Volvo.
Programa: “Vésperas de Natal”, com obras de Claudio Monteverdi (1567 – 1643).
Datas e horários: dia 30 de novembro de 2012 (sexta-feira), às 20h, e dia 1º de dezembro de 2012 (sábado), às 18h30.
Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

terça-feira, 27 de novembro de 2012

6/12 TRIXMIX - ULTIMA EDIÇÃO DO ANO


TRIXMIX

Última Edição do Ano

preço único: R$ 25.00

6 de Dezembro de 2012

no Estúdio Emme



Direção: Mark Bromilow

Diretor Artístico do Varekai, Cirque du Soleil (2008 – 2010)



O Trixmix é um projeto que reúne

consagrados artistas

da cena circense, burlesca e cômica

para apresentações autorais.



O Trixmix já reuniu

consagrados artistas  nacionais e internacionais

para apresentações autorais

 onde a surpresa, o humor, a beleza e o inusitado

fazem de cada noite uma celebração única.





ELENCO

Direção: Mark Bromilow

Diretor Artístico do Varekai, Cirque du Soleil (2008 – 2010)



ELENCO



Hugo Possolo – Mestre de Cerimônias

Jesús Fornies (Espanha) – Malabares

MixChix – Express

Hillas Smith (Irlanda) – Hilario Spillacci

Stefany di Bourbon – Whitney Houston

Solas de Vento - Cama

Ricardo Rodrigues – Gordinho

Bruno Rudolf – Casaco

Bel Mucci e Natalia Presser – O Pássaro

AbandaOnada – Thiago Gomes, Edu Mantovani e Henrique Alves

 

DJ Kefing – Festa após o show







TRIXMIX

Edição de 6 de Dezembro

Abertura da casa:  20h30 com DJ e drinks

Início do show: 21h30

Duração do espetáculo: 70 minutos

Local: Estúdio Emme
Av. Pedroso de Morais, 1036

Recomendação: 18 anos

Ingresso R$ 25.00 – preço único

Vendas antecipadas: na bilheteria do local

Horário de funcionamento:

segunda a sábado, das 13h às 19h.

Entrada e assentos para deficientes

Serviço de bar e restaurante
Estacionamento:
Valet - R$ 20,00.

Informações: 3774-0415

Marco Vilane - Lançamento do Cd Varal Diverso



Marco Vilane trás para o palco o espetáculo "Varal Diverso", com a participação especial do músico Vander Lee.

Cantor, compositor, músico e poeta, natural de Jequié, na Bahia, onde cresceu cercado por uma diversidade musical e literária.

Com 2 Cds lançados já tocou ao lado de nomes como Dominguinhos, Flávio Venturini, Milton Nascimento, Paulinho Moska e Gabriel, o Pensador. Faz parte da nova geração de talentos da música brasileira.



Em seu novo cd “Varal Diverso” (Selo Por do Som) Vilane pendura suas experiências, unindo grande diversidade de ritmos, pensamentos, fusões musicais e letras que são verdadeiras poesias cantadas, e conta com um respeitado time de músicos.

O cd contou com a participação de artistas como Beto Angerosa, Bocato, Simone Sou, Fernando Nunes, Banda Saravah Soul, entre outros.

Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP - Tel.: (11) 3095 9400
Quinta, 20h30. Não é permitida a entrada após o início da apresentação
Local: Auditório - 3º andar. Não recomendado para menores de 10 anos
Preço mínimo: R$ 4,00 / Preço máximo: R$ 16,00

Ingressos à venda pela Rede INGRESSOSESC, a partir de 01/11 às 14h.

Conheça mais sobre o artista, músicas, vídeos...

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Shadowside anuncia longa tour ao lado do Helloween pela Europa


Banda irá se apresentar nas maiores casas de espetáculos como o Olympia, em Paris

Após acompanhar o lendário WASP praticamente por toda a Europa em 2010, a banda Shadowside, reconhecida como um dos principais nomes na música brasileira no exterior, está de volta ao Velho Continente. O grupo formado por Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarrista), Fabio Carito (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria) anuncia oficialmente que fará uma longa série de apresentações ao lado de Helloween e Gamma Ray.

A “Hellish Rock Tour Part II", até o momento, tem 37 datas confirmadas. A excursão começa no dia 28 de fevereiro de 2013 na Espanha, segue por Suíça, Itália, Grécia, Turquia, Bulgária, Romênia, Eslovênia, Hungria, Eslováquia, República Tcheca, Polônia, Finlândia, Noruega, Suécia, França, Bélgica, Inglaterra e termina em 21 de abril, na Alemanha. Esta será a mais extensa turnê internacional da carreira da banda. Eles se apresentarão nas principais casas de espetáculos da Europa como o Olympia, em Paris.

Neste momento, a Shadowside está em plena promoção do álbum aclamado "Inner Monster Out”. Com este trabalho, conquistaram o prêmio, na categoria melhor álbum de "Metal/Hardcore", do "11th Annual Independent Music Awards", considerado um dos concursos mais importantes da música independente mundial, no quesito voto popular, atingiram a 26° posição no chart dos discos de Rock/Metal mais vendidos no Japão, e a 9º posição das músicas mais tocadas, no chart "Loud Rock" do CMJ - instituto o qual a grande maioria das rádios nos EUA reportam os artistas mais executados em suas programações.

A “Hellish Rock Tour Part II" acontece nas seguintes datas:
Feb 28 - Razzmatazz 1 - Barcelona, Spain
Mar 01 - La Riviera - Madri, Spain
Mar 02 - Santana 27 - Bilbao, Spain
Mar 04 - Z7 - Pratteln, Switzerland
Mar 05 - Alcatraz - Milão, Italy
Mar 06 - Estragon - Bologna, Italy
Mar 09 - TBA - Atenas, Greece
Mar 10 - Principal - Thessaloniki, Greece
Mar 12 - Refresh the Venue - Istanbul, Turkey
Mar 15 - Arena Armeec - Sofia, Bulgaria
Mar 16 - Arenele Romane - Bucareste, Romania
Mar 18 - Media Park Club - Ljubljana, Slovenia
Mar 19 - Pesca Music Hall - Budapeste, Hungary
Mar 21 - Sport Hall - Bratislava, Slovakia
Mar 22 - Tesla Aréna - Praga, Czech Republic
Mar 23 - Hala Euronics - Zlín, Czech Republic
Mar 24 - Sport Hall - Brezno, Slovakia
Mar 26 - Studio - Krakow, Poland
Mar 27 - Stodola - Warsaw, Poland
Mar 29 - The Circus - Helsinki, Finland
Mar 30 - Pakkahuone - Tampere, Finland
Mar 31 - Teatria - Oulu, Finland
Apr 02 - Rockefeller - Oslo, Norway
Apr 04 - Arenan - Stockholm, Sweden
Apr 05 - Nöjesfabriken - Karlstad, Sweden
Apr 06 - Lisebergshallen - Gothenburg, Sweden
Apr 08 - Olympia - Paris, France
Apr 09 - Garage - Saarbrücken, Germany
Apr 10 - Neue Stadthalle - Langen, Germany
Apr 12 - Allgäu Event Center - Kaufbeuren, Germany
Apr 13 - Ruhrcongress - Bochum, Germany
Apr 14 - PPM-Fest - Mons, Belgium
Apr 16 - HMV Forum - London, UK
Apr 18 - Docks - Hamburg, Germany
Apr 19 - Music Hall - Geiselwind, Germany
Apr 20 - Volksbankmesse - Balingen, Germany
Apr 21 - Oberpfalzhalle - Schwandorf, Germany

Além disso, em dezembro, a Shadowside tem oito datas agendadas na região Norte/Nordeste do Brasil. Mais informações em www.shadowside.ws ou www.facebook.com/shadowsideband.

NX Zero lança disco “Em Comum” no Espaço das Américas



São mais de 10 anos de estrada e a maturidade musical é inegável: ‘Em Comum’, o mais novo trabalho do NX Zero é a prova de que Di Ferrero, Gee Rocha, Fi Duarte, Caco Grandino e Daniel Weskler podem dialogar de igual pra igual com os maiores nomes da música brasileira. E, apresentando esse que é o primeiro disco de inéditas em três anos, a banda faz show de lançamento da nova turnê no Espaço das Américas, no dia 02 de dezembro, um domingo.

“Vai ser mais que um show: é uma celebração”, conta Di. “Nós queremos que o clima seja de festa, e nada melhor que fazer o lançamento da turnê em São Paulo, num lugar como o Espaço das Américas, que já tocamos tantas vezes.” Além das músicas do disco novo, o NX Zero não vai deixar de fora as mais queridas pelos fãs, além também de revisitar alguns clássicos do rock brasileiro, como Barão Vermelho e Ultraje a Rigor.

No palco, tudo vai ser novidade: vídeos com imagens inéditas da banda, além de animações feitas sob medida para o show, tudo em LEDs de alta definição. “O negócio vai ser grandioso mesmo”, brinca Di. Além de tudo, ele promete uma participação mais que especial para a noite. Mas ainda é surpresa.

Recentemente o NX Zero fez turnê inédita no Japão, onde se apresentou em 3 cidades diferentes e para grande público. No último Prêmio Multishow, a banda ganhou na categoria Melhor Banda do Ano e acaba de ser indicada ao Grammy Latino 2012 na categoria "Melhor Álbum de Rock Brasileiro" com - Multishow Ao Vivo NXZERO 10ANOS.

Serviço – Show NX Zero - lançamento tour e álbum ‘EM COMUM’

Local: ESPAÇO DAS AMÉRICAS

Rua Tagipuru, 795, Barra Funda  São Paulo, 01156-000 - (0xx)11 3829-4899

Dia 02/12/2012 (Domingo)

Início do show: 19h:30m

Censura: 12 anos



Valores:

1º lote ( até 1  mil ingressos): R$80,00 (INTEIRA);

2º lote (de 1001 até 3 mil ingressos): R$100,00 (INTEIRA );

3º lote (acima de 3001 à 8.000 ingressos) R$120,00 (INTEIRA );

*** Na doação de 1kl de alimento não perecível entregue na entrada do show  haverá  desconto promocional  de 50% sob os valores descritos acima .

Oficina de Música de Curitiba oferece novidades para 2013



A Oficina de Música de Curitiba, um dos patrimônios culturais da cidade, chega a sua 31ª edição em 2013, com uma novidade para os participantes. Além das aulas com professores consagrados nos cenários nacional e internacional, os alunos contarão com o projeto Digitópia, que consiste em um conjunto de vários computadores de livre acesso, no qual as pessoas são provocadas a criar ou ouvir música com a utilização de vários softwares.
Essa é apenas uma das inovações que integram uma intensa programação preparada para o período de 9 a 29 de janeiro. Serão 99 professores vindos de todo o Brasil e de 17 países como Suíça, Portugal, França, Itália, Alemanha e México, responsáveis por 92 cursos nas fases erudita e popular. Já estão previstos aproximadamente 85 espetáculos, levando ao público o talento de artistas de várias partes do mundo. As inscrições para os cursos estarão disponíveis no site da Oficina de Música (www.oficinademusica.org.br) a partir do dia 1º de dezembro.
“O respaldo como um dos eventos mais importantes na formação e aperfeiçoamento musical da América Latina garante a realização da Oficina de Música de Curitiba por tantos anos”, ressalta Janete Andrade, diretora artística da Oficina de Música. Como ex-aluna das primeiras edições da Oficina – ao lado de outros músicos que hoje desenvolvem carreiras vitoriosas –, Janete vê com grande satisfação o desdobramento e a consolidação da iniciativa.
Formato – A Oficina de Música de Curitiba compreende as fases erudita e popular, formadas por cursos, concertos, espetáculos e seminários, atingindo um público estimado em 50 mil pessoas. A programação pedagógica atende à formação individual do aluno, aliada às práticas em conjunto, em um intenso trabalho sob a tutela individual ou coletiva de professores e artistas consagrados.
As atividades da Oficina de Música englobam orquestras, música de câmara, programa vocal voltado à montagem de Estúdio Ópera, banda sinfônica, práticas de coral, música antiga, música e tecnologia, música popular brasileira com suas derivações na música instrumental e música de raiz, ações e cursos descentralizados em todas as Regionais da cidade.
O programa pedagógico, de total imersão musical, tem gerado, ao longo dos anos, a preparação de várias gerações de músicos, que dão continuidade aos trabalhos musicais no Brasil e no exterior, atuando em instituições musicais mundialmente reconhecidas. Entre eles figuram nomes como Alexandre Klein, que já ocupou o cargo de primeiro oboísta da Chicago Symphony Orchestra e atualmente responde pela direção artística do Festival de Música de Jaraguá; Cristiano Alves e Carlos Prazeres, respectivamente primeiro clarinete e primeiro oboísta da Petrobras Sinfônica; Carlos Moreno, que comandou a Orquestra Sinfônica da USP e hoje rege a Orquestra Sinfônica de Santo André; e Nelson Kunze, editor da Revista Concerto. Outro exemplo é o violinista curitibano Rodolfo Richter. Aluno das primeiras Oficinas, Richter partiu para uma carreira internacional e vive há 15 anos em Londres, onde é professor do conceituado Royal College of Music.
Destaques – Na fase de música erudita, que abre os trabalhos da Oficina de Música de Curitiba, estão professores que pela primeira vez compartilham seu talento com alunos da Oficina. Na relação, constam a violoncelista francesa Catherine Strinx, o contrabaixista russo Artem Chirkov, o flautista Marcos Fregnani Martins, brasileiro radicado na Alemanha, e a pianista polonesa Magdalena Lisak. Na parte de música antiga, os novos nomes são o violinista Andrew Fouts e a violoncelista Phoebe Carrai, ambos dos Estados Unidos, mais a soprano suíça/argentina Maria Cristina Kiehr e o oboísta barroco Diego Nadra, da Argentina.
Na etapa de música popular, também há novas participações, por conta de músicos como o arranjador Jaime Alem e o pianista Amilton Godoy, além do compositor francês do Théâtre du Soleil, Jean Jacques Lemetre. No Núcleo Latino-americano, estréia do percussionista mexicano Ricardo Gallardo.
Digitópia – O projeto Digitópia foi criado em 2007 e tem o seu espaço físico na Casa da Música, na cidade de Porto, em Portugal. É um conjunto de vários computadores de livre acesso, provocando o usuário a criar ou ouvir música com a utilização de vários softwares. O programa está sendo usado em países como Suécia e Estados Unidos.
O Digitópia é uma proposta dentro da área das novas tecnologias aplicadas à música. Os trabalhos musicais criados pelos frequentadores do Digitópia podem ser levados para casa pelos seus criadores, por meio de pendrive ou de CD. 
Em 2010, foi desenvolvido o Digitópia Itinerante, um formato portátil (quatro laptops, iPad e iPhones, além de controladores: teclados, controladores midi, entre outros) que permite que estas oficinas de composição de música digital possam ser feitas em diversos locais como Fundação Calouste Gulbenkian, em  Lisboa (Portugal), e no Palácio  da Música Catalã, em Barcelona (Espanha). A proposta de trazer esse projeto à Oficina de Música de Curitiba é despertar o interesse pelo uso da informática na criação musical de forma recreativa.
Serviço:
31ª Oficina de Música de Curitiba, de 9 a 29 de janeiro de 2013.
Inscrições: a partir do dia 1º de dezembro de 2012, no site www.oficinademusica.org.br

sábado, 24 de novembro de 2012

Conservatório de MPB chama alunos para rematrícula






Os alunos que já frequentam os cursos oferecidos pelo Conservatório de MPB de Curitiba, mantido pela Prefeitura Municipal, e que desejam continuar seus estudos na instituição, devem realizar a rematrícula de 26 a 30 de novembro, na secretaria de cursos do Conservatório. Durante esse período, serão distribuídas senhas, diariamente, das 9h às 12h (limitadas a 40 senhas), e das 14h às 20h (limitadas a 60 senhas).

O aluno deve apresentar obrigatoriamente uma foto 2X2 e estar com todas as mensalidades quitadas. Quem tiver efetuado o pagamento após 16 de novembro, precisa levar o comprovante. Alunos sem senha não serão atendidos. A direção do Conservatório de MPB alerta que o aluno que perder o prazo só poderá voltar às aulas mediante inscrição como novo participante.



Novos alunos – Para novos alunos, o Conservatório de MPB de Curitiba irá abrir as inscrições em janeiro de 2013. As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site da Fundação Culturalde Curitiba (www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br). O candidato deverá preencher o formulário disponível no endereço eletrônico para análise dos professores responsáveis pela seleção. É importante respeitar as datas de cada núcleo de instrumentos e o horário de inscrição, que é das 9h às 17h.  

Os cursos instrumentais para adultos, a partir de 13 anos, são os seguintes: canto popular, piano, acordeom, bandolim, violão, cavaquinho, guitarra, baixo elétrico, viola caipira, bateria, percussão, trompete, flauta doce, flauta transversal, trombone, clarinete e saxofone (com uma hora de aula prática por semana, totalizando 16 aulas no semestre). Os cursos no núcleo de Teoria são ritmo e som, LEM (linguagem e estruturação musical), harmonia e arranjo instrumental (com uma ou duas horas de aula teórica por semana, totalizando 16 ou 32 horas no semestre).

Para crianças de 7 anos a 12 anos são ofertados os cursos de bateria, flauta doce, piano, violão e ritmo e som (musicalização), com uma aula por semana, totalizando 16 aulas no semestre.



Confira o calendário de inscrição:

21 a 25 de janeiro de 2013 – inscrições para a primeira fase de seleção por núcleo de instrumentos, seguindo as seguintes datas: 

21 de janeiro – Núcleo Vocal

22 de janeiro – Núcleo de Teclados

23 de janeiro – Núcleo de Sopros

24 de janeiro – Núcleo de Cordas

25 de janeiro – Núcleo de Percussão e Teoria

21 de janeiro a 22 de fevereiro – Núcleo de Práticas

 (Os alunos pré-selecionados serão notificados por e-mail e terão os nomes divulgados no site).

4 a 8 de fevereiro de 2013 – segunda fase de seleção, com teste prático e entrevista. 

18 a 22 de fevereiro – matrículas

25 de fevereiro – início das aulas do primeiro semestre e divulgação das vagas remanescentes.

11 a 15 março de 2013 – segunda chamada.

Investimento:

Cursos de instrumentos ou canto – R$ 50 (matrícula), mais cinco mensalidades de R$ 60 (clarinete - R$ 50 de matricula, mais cinco mensalidades de R$ 85).

Cursos de Teoria Básica, Ritmo e som – LEM – Harmonia – R$ 50 (matricula), mais cinco mensalidades de R$ 32.

Cursos de Teoria Complementar e Arranjo Instrumental – R$ 50 (matricula), mais cinco mensalidades de R$ 64.

Atenção: os valores estão sujeitos a alterações.



Serviço:

Conservatório de MPB realiza rematrícula para alunos que já frequentam os cursos da instituição e querem continuar os estudos em 2013.

Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).

Data: de 26 a 30 de novembro de 2012, com distribuição de senhas, diariamente, das 9h às 12h (limitadas a 40 senhas), e das 14h às 20h (limitadas a 60 senhas). A direção do Conservatório de MPB alerta que o aluno que perder o prazo só poderá voltar às aulas mediante inscrição como novo aluno.

Informações: Secretaria de Cursos do Conservatório de MBP de Curitiba – (41) 3321-3315 / secretariacmpb@fcc.curitiba.pr.gov.br

O TERNO APRESENTA SEU DISCO DE ESTREIA, “66”, DIA 30/11 NO TEATRO PAIOL EM CURITIBA

O TERNO APRESENTA SEU DISCO DE ESTREIA, “66”, DIA 30/11 NO TEATRO PAIOL EM CURITIBA



Vencedor dos prêmios Clipe do Ano do Prêmio Multishow 2012 e Aposta MTV do VMB 2012, o trio de rock da novíssima geração da música paulista desponta com canções autorais espertas, doses de psicodelia e versões pulsantes para criações de Mauricio Pereira




Irônico, inteligente e bem-humorado, o trio paulistano de rock O Terno apresenta show de seu primeiro disco, “66”, em show no projeto Radar – A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol, em Curitiba, dia 30 de novembro (sexta), às 20h30. Com integrantes na faixa dos 20 anos - Tim Bernardes (voz, guitarra e órgão), Guilherme “Peixe” (baixo) e Victor Chaves (bateria) - O Terno movimenta criativamente a produção da novíssima geração da música paulista ao lado de nomes como o prolífico compositor Rafael Castro e a banda Memórias de um Caramujo. Munido de letras sagazes e execução competente e elegante dos instrumentos, o trio produz um registro nostálgico contemporâneo, minuciosamente contestado na letra da faixa-título “66”, que inaugura o álbum. Os versos de autoria de Tim Bernardes “Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar se até cantar sobre ‘Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar?’ já foi cantado por alguém” indagam o caminho musical a ser seguido, concluindo que “ já fizeram coisa boa no passado, que eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser” e sugerem ainda mais uma solução: “então eu corro pra internet, sou garoto antenado, e baixo o novo embalo quente que é de sessenta e seis” acompanhado de ‘solo da hora de guitarra’ e “Do-de-ca-fo-ni-a pra você!”. Assim começa a jovem e instigante empreitada musical d’O Terno, dividida neste primeiro registro em dois momentos, lado A e lado B.

O álbum segue com mais quatro músicas inéditas autorais, todas assinadas por Tim, incluindo uma parceria com Peixe, acompanhadas pelo mesmo número de versões de composições de Maurício Pereira, pai de Tim.  Completam o lado A de “66” “Morto”, “Eu Não Preciso de Ninguém”, “Enterrei Vivo” e “Zé, Assassino Compulsivo”, que assim como a faixa-título conta com Hammond do multiinstrumentista Marcelo Jeneci, um dos destaques da música brasileira atual.

Em quase todas as faixas do disco (exceto em “Compromisso”, faixa cantada por Mauricio Pereira no B), o jovem frontman empunha sua guitarra marcante e assume os vocais com personalidade somada a talento genético, identificado no timbre da voz e na destreza para compor. Tim protagoniza interpretações carismáticas tanto em estúdio quanto nas vigorosas apresentações ao vivo da banda, sempre lotadas por público caloroso com as letras na ponta da língua.

O lado B de “66” traz as versões do trio para as canções de Mauricio Pereira, que assume criativo sax tenor e entoa duetos empolgantes ao lado de Tim em “Quem É Quem”, “Modão de Pinheiros”, “Purquá Mecê” e “Tudo Por Ti”. Em “Compromisso”, Pereira canta sozinho emoldurado pelo fuzz da banda. Mauricio Pereira é bem mais que uma mera participação especial no disco, que inicialmente foi pensado como um EP, depois um EP duplo e até como dois EPs, um “O Terno” e outro “O Terno e Mauricio Pereira”.

A parceria da banda com o compositor começou em 2009, quando Pereira convidou os garotos para elaborar novas versões de suas criações e tocá-las em shows ao seu lado. Com carta branca para fazer o que quisessem com as músicas, Tim, Peixe e Chaves descobriram sua forma de compor e seu estilo para arranjar as primeiras músicas que surgiam paralelamente ao trabalho com Pereira. O repertório autoral e as versões tomaram vida ao mesmo tempo e resultaram no show “O Terno & Mauricio Pereira”, já diferente das primeiras apresentações do trio com o compositor. Assim, “66” é um disco em que o lado A influencia o lado B e vice-versa, assim como o lado sessentista da banda influencia seu lado contemporâneo e vice-versa. Para ilustrar a arquitetura do disco, as fotos da capa e da contracapa desafiam o ouvinte em um divertido e emblemático jogo de sete erros, no qual Pereira é um dos elementos que diferem nas imagens.

Os integrantes d’O Terno apresentam agora seu primeiro disco mas já tocam desde 2006. Colegas de escola e parceiros musicais desde os 14 anos, Tim e Peixe convidaram o baterista Chaves para completar o trio em 2009. De lá pra cá, O Terno já se apresentou ao lado de nomes como Tulipa Ruiz, Rafael Castro, Marcelo Jeneci, Laura Lavieri e Lúcia Turnbull.

Dirigido por Gustavo Moraes e Marco Lafer, da produtora Alaska Filmes, o ótimo clipe da música "66" apresentou em maio a faixa-título do até então inédito álbum da banda. Já no primeiro mês, o clipe alcançou a marca de 30 mil views no Youtube e rendeu ao trio prêmios importantes, como o de Clipe do Ano, no Prêmio Multishow e também a estatueta de Aposta MTV no VMB 2012. O grupo também participou recentemente do programa Som Brasil - especial Tropicália.

Tim Bernardes - O paulistano Tim Bernardes nasceu no mesmo dia em que Paul McCartney (18 de junho) e causou polêmica na família ao proferir sua primeira palavra: "múshca". Filho de Maurício Pereira, Tim começou a estudar música aos seis anos. Aprendeu musicalização com Pedro Mourão e guitarra com Akira, ambos integrantes do grupo Rumo, ícone da chamada vanguarda paulista de 1980. Tonho Penhasco, guitarrista de Itamar Assumpção no disco “Sampa Midnight”, e de Arrigo Barnabé foi o segundo professor de guitarra do garoto. Aos 17 anos, ingressou na faculdade de música e começou a compor as canções que integram o primeiro disco d’O Terno. Gravadas em casa, as faixas eram publicadas num Myspace, que, por timidez do compositor, era pouco difundido. Sob a alcunha de “Pereirinha e Pereirão”, pai e filho também se apresentam ao lado de convidados como André Abujamra, Wander Wildner, Theo Werneck e Ivan Vilela. 

Victor Chaves – Estudou musicalização desde os 10 anos, na Escola de Música Movimento, em São Paulo. Teve aulas de bateria com Marcelo Effori (Los Pirata, Andre Abujamra e Curumim) e aos 16, já com noções básicas de violão, comecou a compor canções. Integrou a banda autoral Pata de Onça por quatro anos e os 19, ingressou n'O Terno. Aos 21 anos, estuda Ciencias Biológicas na Universidade de São Paulo e é baterista d'O Terno.

Guilherme Peixe – Nasceu no dia 19 de junho, um dia depois de Tim, no mesmo dia que Chico Buarque. Começou a estudar baixo elétrico aos 12 anos e aos 19 iniciou os estudos de baixo acústico. Atualmente, além de tocar n’O Terno, participa de outros projetos como a banda de música da região dos Balkans, "Experimento Oriental", a cantora Luiza Lian e a banda Juscelino e os Kubitschekers, que gravou duas músicas no disco ainda inédito de Roberto Sion.

SERVIÇO:


O Terno no Teatro Paiol

30/11

20h30

Capacidade da casa: 230 lugares

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia ou com 1 kg de alimento)

O TERNO APRESENTA SEU DISCO DE ESTREIA, “66”, DIA 30/11 NO TEATRO PAIOL EM CURITIBA

O TERNO APRESENTA SEU DISCO DE ESTREIA, “66”, DIA 30/11 NO TEATRO PAIOL EM CURITIBA



Vencedor dos prêmios Clipe do Ano do Prêmio Multishow 2012 e Aposta MTV do VMB 2012, o trio de rock da novíssima geração da música paulista desponta com canções autorais espertas, doses de psicodelia e versões pulsantes para criações de Mauricio Pereira




Irônico, inteligente e bem-humorado, o trio paulistano de rock O Terno apresenta show de seu primeiro disco, “66”, em show no projeto Radar – A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol, em Curitiba, dia 30 de novembro (sexta), às 20h30. Com integrantes na faixa dos 20 anos - Tim Bernardes (voz, guitarra e órgão), Guilherme “Peixe” (baixo) e Victor Chaves (bateria) - O Terno movimenta criativamente a produção da novíssima geração da música paulista ao lado de nomes como o prolífico compositor Rafael Castro e a banda Memórias de um Caramujo. Munido de letras sagazes e execução competente e elegante dos instrumentos, o trio produz um registro nostálgico contemporâneo, minuciosamente contestado na letra da faixa-título “66”, que inaugura o álbum. Os versos de autoria de Tim Bernardes “Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar se até cantar sobre ‘Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar?’ já foi cantado por alguém” indagam o caminho musical a ser seguido, concluindo que “ já fizeram coisa boa no passado, que eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser” e sugerem ainda mais uma solução: “então eu corro pra internet, sou garoto antenado, e baixo o novo embalo quente que é de sessenta e seis” acompanhado de ‘solo da hora de guitarra’ e “Do-de-ca-fo-ni-a pra você!”. Assim começa a jovem e instigante empreitada musical d’O Terno, dividida neste primeiro registro em dois momentos, lado A e lado B.

O álbum segue com mais quatro músicas inéditas autorais, todas assinadas por Tim, incluindo uma parceria com Peixe, acompanhadas pelo mesmo número de versões de composições de Maurício Pereira, pai de Tim.  Completam o lado A de “66” “Morto”, “Eu Não Preciso de Ninguém”, “Enterrei Vivo” e “Zé, Assassino Compulsivo”, que assim como a faixa-título conta com Hammond do multiinstrumentista Marcelo Jeneci, um dos destaques da música brasileira atual.

Em quase todas as faixas do disco (exceto em “Compromisso”, faixa cantada por Mauricio Pereira no B), o jovem frontman empunha sua guitarra marcante e assume os vocais com personalidade somada a talento genético, identificado no timbre da voz e na destreza para compor. Tim protagoniza interpretações carismáticas tanto em estúdio quanto nas vigorosas apresentações ao vivo da banda, sempre lotadas por público caloroso com as letras na ponta da língua.

O lado B de “66” traz as versões do trio para as canções de Mauricio Pereira, que assume criativo sax tenor e entoa duetos empolgantes ao lado de Tim em “Quem É Quem”, “Modão de Pinheiros”, “Purquá Mecê” e “Tudo Por Ti”. Em “Compromisso”, Pereira canta sozinho emoldurado pelo fuzz da banda. Mauricio Pereira é bem mais que uma mera participação especial no disco, que inicialmente foi pensado como um EP, depois um EP duplo e até como dois EPs, um “O Terno” e outro “O Terno e Mauricio Pereira”.

A parceria da banda com o compositor começou em 2009, quando Pereira convidou os garotos para elaborar novas versões de suas criações e tocá-las em shows ao seu lado. Com carta branca para fazer o que quisessem com as músicas, Tim, Peixe e Chaves descobriram sua forma de compor e seu estilo para arranjar as primeiras músicas que surgiam paralelamente ao trabalho com Pereira. O repertório autoral e as versões tomaram vida ao mesmo tempo e resultaram no show “O Terno & Mauricio Pereira”, já diferente das primeiras apresentações do trio com o compositor. Assim, “66” é um disco em que o lado A influencia o lado B e vice-versa, assim como o lado sessentista da banda influencia seu lado contemporâneo e vice-versa. Para ilustrar a arquitetura do disco, as fotos da capa e da contracapa desafiam o ouvinte em um divertido e emblemático jogo de sete erros, no qual Pereira é um dos elementos que diferem nas imagens.

Os integrantes d’O Terno apresentam agora seu primeiro disco mas já tocam desde 2006. Colegas de escola e parceiros musicais desde os 14 anos, Tim e Peixe convidaram o baterista Chaves para completar o trio em 2009. De lá pra cá, O Terno já se apresentou ao lado de nomes como Tulipa Ruiz, Rafael Castro, Marcelo Jeneci, Laura Lavieri e Lúcia Turnbull.

Dirigido por Gustavo Moraes e Marco Lafer, da produtora Alaska Filmes, o ótimo clipe da música "66" apresentou em maio a faixa-título do até então inédito álbum da banda. Já no primeiro mês, o clipe alcançou a marca de 30 mil views no Youtube e rendeu ao trio prêmios importantes, como o de Clipe do Ano, no Prêmio Multishow e também a estatueta de Aposta MTV no VMB 2012. O grupo também participou recentemente do programa Som Brasil - especial Tropicália.

Tim Bernardes - O paulistano Tim Bernardes nasceu no mesmo dia em que Paul McCartney (18 de junho) e causou polêmica na família ao proferir sua primeira palavra: "múshca". Filho de Maurício Pereira, Tim começou a estudar música aos seis anos. Aprendeu musicalização com Pedro Mourão e guitarra com Akira, ambos integrantes do grupo Rumo, ícone da chamada vanguarda paulista de 1980. Tonho Penhasco, guitarrista de Itamar Assumpção no disco “Sampa Midnight”, e de Arrigo Barnabé foi o segundo professor de guitarra do garoto. Aos 17 anos, ingressou na faculdade de música e começou a compor as canções que integram o primeiro disco d’O Terno. Gravadas em casa, as faixas eram publicadas num Myspace, que, por timidez do compositor, era pouco difundido. Sob a alcunha de “Pereirinha e Pereirão”, pai e filho também se apresentam ao lado de convidados como André Abujamra, Wander Wildner, Theo Werneck e Ivan Vilela. 

Victor Chaves – Estudou musicalização desde os 10 anos, na Escola de Música Movimento, em São Paulo. Teve aulas de bateria com Marcelo Effori (Los Pirata, Andre Abujamra e Curumim) e aos 16, já com noções básicas de violão, comecou a compor canções. Integrou a banda autoral Pata de Onça por quatro anos e os 19, ingressou n'O Terno. Aos 21 anos, estuda Ciencias Biológicas na Universidade de São Paulo e é baterista d'O Terno.

Guilherme Peixe – Nasceu no dia 19 de junho, um dia depois de Tim, no mesmo dia que Chico Buarque. Começou a estudar baixo elétrico aos 12 anos e aos 19 iniciou os estudos de baixo acústico. Atualmente, além de tocar n’O Terno, participa de outros projetos como a banda de música da região dos Balkans, "Experimento Oriental", a cantora Luiza Lian e a banda Juscelino e os Kubitschekers, que gravou duas músicas no disco ainda inédito de Roberto Sion.

SERVIÇO:


O Terno no Teatro Paiol

30/11

20h30

Capacidade da casa: 230 lugares

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia ou com 1 kg de alimento)

Orquestra À Base de Sopro apresenta o show “Nossos Compositores”





A Orquestra À Base de Sopro, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, apresenta neste fim de semana, dias 24 e 25 de novembro, o show “Nossos Compositores”. As apresentações acontecem no Teatro do Paiol a partir da 20h, no sábado, e às 19h, no domingo.

O show mostra os arranjos e composições produzidas coletivamente pelos próprios músicos que passaram pelo grupo, nesses últimos seis anos.  As composições fazem parte de um CD e um DVD lançados em junho deste ano. O concerto é também uma homenagem ao compositor e instrumentista Osiel Fonseca, falecido em 2008. O repertório da noite inclui quatro composições de Osiel – “O Viajante”, “O Guerreiro”, “Divertimento” e “Brasis”.  

Criada por Roberto Gnattali, a partir da divisão da Orquestra do Conservatório em Cordas e Sopros, o grupo é considerado uma das principais orquestras de música brasileira do país. Formada atualmente por 17 músicos que tocam flautas transversais, clarinetes, clarone, sax alto, sax tenor, trompetes e trombones, a Orquestra À Base de Sopro conta ainda com uma base rítmico-harmônica integrada por piano, guitarra, baixo, bateria e percussão.

O grupo, que tem à frente o clarinetista Sérgio Albach, diretor artístico desde 2002, já se apresentou ao lado de Itiberê Zwarg, Proveta, Léa Freire, Roberto Sion, Toninho Ferragutti, Vittor Santos, André Mehmari, Mauro Senise, Laércio de Freitas, Teco Cardoso, Gabriele Mirabassi e Arrigo Barnabé. Em 2007, lançou um CD com músicas de Waltel Branco e foi convidado a participar do 8° Festival de Música Instrumental de Tatuí.



Serviço:

Orquestra À Base de Sopro - Show “Nossos Compositores”

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Data e horários: 24 e 25 de novembro de 2012 – sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10

A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol, traz a Curutiba a baiana Marcia Castro lançando seu novo albúm de ‘’Pés no Chão’’




O Teatro Paiol é um dos espaços de circulação em destaque no cenário musical brasileiro. Com uma
programação musical de qualidade, o teatro possui um público fiel na capital paranaense e é relevante
na trajetória de artistas consagrados no cenário musical nacional. O projeto “Radar - A nova música
brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol’’ traz a Curitiba artistas relacionados à música contemporânea
brasileira que integrão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol.

No dia 22 de Novembro o Projeto “Radar- a nova brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” recebe a
cantora baiana Márcia Castro.
Marcia já começou sua carreira coroada. Seu primeiro album Pecadinho, foi resultado da conquista do Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2006, premiação de maior relevância no cenário independente da música baiana. Embora perceptíveis as influências do jazz e do pop, o CD se guia mesmo pelos gêneros brasileiros passeando pelo samba, frevos e batuques baianos, sem esquecer dos recursos eletrônicos sempre muito bem colocados.
Agora a cantora baiana lança o segundo álbum de sua carreira marcada por importantes realizações
em um curto espaço de tempo. Em seu novo CD, De pés no chão, ela mistura um repertório ousado e
inusitado que vai do clássico “Preta pretinha" a raridades garimpadas em suas pesquisas sonoras. O
CD, produzido em conjunto por Guilherme Kastrup, Rovilson Pascoal e a própria Marcia, ainda apresenta composições de Tom Zé, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Rita Lee e dos contemporâneos Otto e Luciano
Salvador Bahia, entre outros.
Para saber mais: http://www.marciacastro.com.br

O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos doTeatro Paiol” é idealizado e realizado pela
Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio
musical entre os artistas.
O projeto com com o apoio cultural da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Lumen FM,
Serra Verde Express, BWT Operadora, Jacobina Restaurante, Cia do Impresso, Simetria Gráfica e Meio
Fio Cultural, YáYó Produções, Bob’s, Cenário Novo, Cena Low-Fi, Balcava Filmes, Tudo que se Ouve,
EM Cenários, Singelida Produções e Ótica Diniz e Effex Sonorização e tem a programação visual de
Gustavo Aguiar.
Serviço:
O que?
Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Marcia Castro.
Data: 22 de novembro (Quinta-feira)
Onde: Teatro Paiol
Endereço: Praça Guido Viaro S/N
Horario: 20:30h
Telefone: 3213-1340
Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e
Deficientes fisicos.
R$ 40,00 inteira.

Bar Brahma Centro Apresenta: "A voz, a força, o mito - Elza Soares" + Programação


Considerada pela BBC de Londres como "a cantora do milênio", Elza Soares, realizará curtíssima temporada no palco mais famoso da cidade, o Bar Brahma. A diva fará dois shows, um no dia 27 de novembro no tradicional e chamoso Bar Brahma Centro e o outro, dia 04 de dezembro, no sofisticado e elegante Bar Brahma Aeroclube, localizado em frente ao Anhembi.  



Elza Soares traz aos palcos de São Paulo, muito mais que a musicalidade, o talento e genialidade de uma voz incomparável. Traz consigo uma biografia repleta de luta, superação e a marca de uma artista à frente de seu tempo.









Programação Musical de 23 a 30 de novembro

Sexta-feira – 23/11

SP – 22h00 – Carolina Soares – Samba de Raiz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 0h00 – Projeto Mulheres que Brilham com Finalista do Concurso – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 2h00 – Projeto: Brasil Beat Samba Apresenta: Bateria Bar Brahma – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco dos Bonecos

Boulevard – 19h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 21h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Brahminha – 22h00 - Bar Brahma Apresenta: Sambas da Praça por Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo diá Piratininga – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Rafael Mateus – MPB Tradicional e Contemporânea – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h30 – De Jorges – MPB – Samba POP/MPB – R$ 20,00



Sábado – 24/11

SP – 14h30 – Naninha e Banda – Samba de Raíz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 22h00 – Paulah Gauss – POP/MPB/Hits Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 23h30 – DJ MAS – Flashback e Hits Nacionais e Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 00h00 – Vanessa Jackson – Hits Nacionais e Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Boulevard – 14h00 – Trio Musikando – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Boulevard – 17h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 20h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Boulevard – 23h00 – Alberto Apache y su Mariachis – Regional Mexicano – R$ 20,00

Brahminha – 22h30 – Dona Duda Ribeiro – Embaixatriz do Samba Paulista – R$ 20,00

Esquina da MPB – 14h30 – Grupo Contraste – Samba de Raíz – R$ 20,00

Esquina da MPB – 19h30 – Livio Macedo – MPB Contemporânea – Voz e Violão – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h00 – Faby Fernandes, Luiz e Banda – MPB/POP – R$ 20,00

                                                          

Domingo – 25/11

SP – 13h00 – Bar Brahma Apresenta: Almoço Dançante – R$ 15,00

SP – 17h00 – Projeto Bar Brahma de Novos Talentos – R$ 20,00

Esquina da MPB – 19h00 – Esquina do Samba com: Bloco Grupo Puxando Conversa – R$ 10,00



Segunda-feira – 26/11

SP – 22h00 – Projeto Jovem Guarda – The Clevers e Convidados – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Ito Moreno – Duo MPB Tradicional – R$ 15,00



Terça-feira – 27/11

SP – 22h00 – Bar Brahma Apresenta: Elza Soares – R$ 75,00

Esquina da MPB – 21h00 – Marco Vilane – Duo MPB Contemporânea e Tradicional – R$ 15,00



Quarta-feira – 28/11

SP – 22h00 – Aretha Marcos convida: Zeca Baleiro, Simoninha e Agnaldo Timóteo e Vanuza - Um Tributo à Antonio Marcos – R$ 35,00

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos 

Boulevard – 20h30 – RiverBoat’s Jazz Band -  Instrumental Circulante – R$ 14,00

Esquina da MPB – 20h00 – Felipe Cambero – Voz e Violão – R$ 15,00

Esquina da MPB – 22h30 – Grupo Pegada – Samba e Samba/Rock – R$ 15,00



Quinta-feira – 29/11

SP – 22h30 – Originais do Samba – Espetáculo de Samba – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos

Boulevard – 20h30 – RiverBoat’s Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Esquina da MPB – 20h00 – Dri Vallejo – MPB – Voz e Violão – R$ 20,00

Esquina da MPB – 22h30 – Essência do Samba – Samba de Raiz – R$ 20,00



Sexta-feira – 30/11

SP – 22h00 – Carolina Soares – Samba de Raiz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 0h00 – Projeto Mulheres que Brilham com Finalista do Concurso – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 2h00 – Projeto: Brasil Beat Samba Apresenta: Bateria Bar Brahma – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos

Boulevard – 19h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 21h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Brahminha – 22h00 - Bar Brahma Apresenta: Sambas da Praça por Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo diá Piratininga – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Rafael Mateus – MPB Tradicional e Contemporânea – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h30 – De Jorges – MPB – Samba POP/MPB – R$ 20,00

Serviço do Bar Brahma Centro

Site: www.barbrahma.com.br

Endereço:Av. São João, 677, Centro – São Paulo;

Telefone: (11) 3333-3030 /3367-3601/02/03/04;

Horário de funcionamento: De terça a domingo a partir das 11h da manhã até o último cliente, e nas segundas-feiras a partir das 17h até o último cliente;

Horário de funcionamento da cozinha: 2ª das 17h às 2h00, 3ª a 5ª, das 11h às 2h00.  

6ª e sábado, das 11h às 3h. Domingo das 11h à meia-noite;

Almoço executivo: de terça à sexta, das 11h00 às 16h00 – Vallet gratuito, exceto nos feriados. Aos sábados, feijoada a partir das 11h00;

Cartões de Crédito: todos;

Cartões de Débito: todos;

Vale-refeição: Ticket Restaurante e Visa Vale;

Ar condicionado: Sim;

Acesso para deficientes: Sim;

Som Dolby Estéreo: Não;

Som digital: Sim;

Aceita cheque: Somente de pessoa física;

Tem área para fumante: Sim;

Aceita reserva: Sim;

Manobrista: R$ 14,00;

Wifi: Não.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo de Alan G. Parker e Mick O’Shea




Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo
de Alan G. Parker e Mick O’Shea


Páginas: 360



O LIVRO
Você pensa que sabe a história dos Sex Pistols? Pense melhor... Crescendo com os Sex Pistols mapeia não apenas a formação da banda, os primeiros shows e a ruptura, mas trata dos seus inúmeros reencontros e da atual situação dos seus membros. Há muitas fotos raras e inéditas até agora, além de objetos ligados ao grupo difíceis de se encontrar. Tudo isso torna este livro único e fascinante. Os Sex Pistols eram o “sangue novo” que Malcolm McLaren precisava para satisfazer suas ambições artísticas e financeiras. Aqui você encontra a história real deles. Nesta obra, os autores Alan G. Parker e Mick O’Shea, autênticos seguidores dos Sex Pistols, reúnem uma pesquisa minuciosa, entrevistas exclusivas e reflexões pessoais para contar as histórias por trás das man¬chetes e chegar à essência da banda.


OS AUTORES
Alan G. Parker e Mick O’Shea passaram boa parte da vida adulta seguindo os Sex Pistols e são quase uma só coisa com eles. Ambos já escreveram livros de sucesso sobre a banda, e Alan dirigiu o filme louvado pela crítica Who Killed Nancy? As agendas de Alan e Mick mais parecem uma enciclopédia do punk e, graças a esses contatos, você poderá ler aqui relatos pessoais de Glen Matlock e Malcolm McLaren, episódios de bastidores narrados por Roadent (que abandonou o Clash para ser roadie dos Sex Pistols) e entrevistas com músicos da mesma época, como Captain Sensible, os Buzzcocks e outros.

A CRITICA
 Eis alguns depoimentos sobre esta obra: “Crescendo com os Sex Pistols narra a história dos Pistols desde o começo até os dias de hoje. Com depoimentos de roqueiros que conheceram a banda pessoalmente, é um livro empolgante, provocador, claro e controverso. Como todo livro sobre os Sex Pistols deveria ser.” (Phil Singleton, site God Save The Sex Pistols) “A pesquisa de Parker é incrível. É isso que chamo de conhecer o assunto.” Resenha do Daily Star para o livro Sid Vicious: No One Is Innocent


SEX PISTOLS CHANNEL RARE FOOTAGE LIVE + INTERVIEW








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Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus de Simon Wells




Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus
de Simon Wells


Páginas: 352




O LIVRO

A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário em¬bate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado. Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como a extraordinária conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso. Esta é uma história realmente eletrizante!
Release: Simon Wells é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times. Ele é o autor de The Beatles: 365 Days, Your Face Here: British Cult Movies Since the Sixties (com Ali Catterall) e Charles Manson: A Chilling Biography: Coming Down Fast (em coautoria com a Getty Images). Também é colaborador regular das revistas Record Collector, Hotdog e Total Film. Wells mora em Sussex, na Inglaterra. Nesta obra, ele fala especialmente sobre um fato que marcou o mundo da música nos anos 1960: o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, da banda Rolling Stones, acusados de consumo e porte de drogas. O juiz Leslie Block, um verdadeiro baluarte do establishment inglês foi designado para o caso. O julgamento dos músicos estendeu-se por alguns dias ensolarados do verão inglês, em junho de 1967, durante os quais a mídia mundial testemunhou um momento decisivo da história: a imagem de duas jovens celebridades no banco dos réus. A sentença de prisão decretada contra os dois Stones provocou uma série de protestos em toda a sociedade inglesa, e a redação dos jornais foi inundada por cartas de pessoas que eram a favor e outras que eram contra a decisão da justiça.

O AUTOR
Em "Encurralados - Os Stones No Banco Dos Réus” (Editora Madras), Simon Wells fala sobre o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, acusados de consumo e porte de drogas.
A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário embate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado.

Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso.
Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como se sucedeu a conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. O autor é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times.




Simon Wells é entrevistado por Tony Peters de Iconfetch.com sobre seu livro "Butterfly on a Wheel - The Great Pedras Busto Drogas". O livro aborda o ataque infame sobre a casa de Keith Richards em Sussex  durante fevereiro de 1967.



A (Italian) T.V. show of The Stones backstage, recording studio footage, Brian's Courtfield Rd. flat & Royal Albert Hall '66 footage.




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Otto lança “The Moon 1111” dias 21 e 22 de novembro no SESC Vila Mariana






Conhecido pela inquietude musical, Otto gravou um álbum inspirado em Guy Montag, personagem de "Farenheit 451" (1966), filme de François Truffaut. “The Moon 1111”, que chega às lojas nesta semana pela gravadora Deck, traz 11 faixas com acento psicodélico e sabor pop.

Otto já está na estrada. Ele se apresenta dias 21 e 22 de novembro no SESC Vila Mariana e vai mostrar novas composições como “Selvagens Olhos, Nego!” (feita há quase 10 anos em homenagem ao rapper Sabotage), "The Moon 1111", "Miss Apple e Zé Pilantra" e "Ela Falava” (está disponível para download gratuito no site http://www.naturamusical.com.br), entre outras. Sucessos como “Crua”, “Seis Minutos”, “Janaina” e “Dias de Janeiro” também estarão no set list.

Otto será acompanhado por sua Jambroband; Fernando Catatau (guitarra), Junio Boca (guitarra), Rian Bezerra (baixo), Carranca (bateria), Toca Ogan (percussão), Marcos Axé (percussão) e Male (percussão).

Nesse show especialmente, em 4 músicas, Otto conta com o auxilio luxuoso de um trio de cordas: 2 violinos e 1 violoncelo.

“The Moon 1111” tem o patrocínio do Programa Natura Musical, selecionado no Edital Nacional 2011.

Serviço
Show: Otto - The Moon 1111
Local: SESC Vila Mariana
Data: 21 e 22 de novembro (quarta e quinta)
Endereço: Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - SP
Horário: 21h
Preço: R$32


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MARCOS VALLE VEM A CURITIBA COM SHOW “ESTÁTICA”




Compositor de “Samba de Verão” mostra seu último disco e antigos sucessos no palco da CAIXA Cultural



A CAIXA Cultural apresenta, de 22 a 25 de novembro, o cantor, compositor, instrumentista e arranjador Marcos Valle. Um dos grandes nomes da MPB, ele assina mais de trezentas músicas gravadas por nomes como Elis Regina, Tim Maia, Sarah Vaughan, Chicago e Roberto Carlos, só para citar alguns.

Prestes a completar 50 anos de carreira, Marcos Valle vem a Curitiba com o show de seu último álbum, “Estática”. Fazem parte do repertório várias músicas inéditas, num leque de ritmos que passa pelo baião, samba, xote, maracatu, e se misturam aos norte-americanos funk, soul e jazz em muitos momentos.

Também ganham espaço grandes sucessos de sua carreira, como “Viola Enluarada”, “Samba de Verão”, “Eu Preciso Aprender a Ser Só”, “Mustang Cor de Sangue” e faixas instrumentais que estão no disco “Jet Samba”, CD que lhe rendeu o Prêmio TIM de Música Brasileira. Acompanhado pelos músicos Mazinho Ventura (contrabaixo), Renato Massa (bateria), Jessé Sadoc (sopros) e com Patrícia Alvi nos vocais, Marcos Valle faz um show repleto de swing e boa música, que já excursionou pela Europa e Estados Unidos e agora chega às principais cidades do Brasil.



Marcos Valle

“Você viu só que amor. Nunca vi coisa assim. E passou nem parou, mas olhou só pra mim”. Os versos de “Samba de Verão” foram lançados em 1964 e logo atingiram o topo das paradas internacionais. Com uma carioquice despretensiosa, a bossa falando de uma rápida troca de olhares colocou os compositores Marcos e Paulo Sérgio Valle no primeiro time da MPB. Só para ter uma ideia, “Samba de Verão” já tem mais de 500 versões – uma das músicas brasileiras mais regravadas no exterior, ao lado de “Garota de Ipanema”.

A partir de 1969, os irmãos Valle compuseram uma série de sucessos e muitas canções para novelas da TV Globo. Entre elas, um tema para comemorar as festas de fim de ano, “Hoje é um Novo Dia, de um Novo Tempo”, que a cada ano ganha uma nova versão.

Já nos anos 90, com a ajuda da cantora Joyce Moreno, ele começou a conquistar a Europa e a Ásia, com regravações e remixes de suas músicas embalando as pistas de dança nos dois continentes. O cinema também foi um novo passo na carreira do compositor, com sucessos incluídos nas trilhas sonoras dos filmes “Austin Powers” e “A Máfia no Divã”.

O CD “Jet Samba” (2005) foi o primeiro disco lançado por um selo brasileiro após dezenove anos, e o primeiro totalmente instrumental de Marcos Valle, que assinou toda a produção e também os arranjos. Seu último trabalho é o CD e DVD “Estática”, lançado em 2010.



Serviço:

Show “Estática”, com Marcos Valle

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 22 a 25 de novembro de 2012

Hora: De quinta a sábado às 20h e domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: 14 anos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural