quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O SAMBA DE NILZE CARVALHO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA






A artista apresenta turnê do álbum “O que é meu” em quatro shows






A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 27 a 30 de setembro, uma das mais importantes artistas da nova geração de sambistas cariocas: Nilze Carvalho. A artista mostra toda a sua versatilidade musical diante da riqueza da música popular brasileira, com o álbum “O que é meu”, com destaques para as canções “Barracão” (Luiz Antônio/Oldemar Magalhães), “Festa” (Gonzaguinha) e “Banho de Manjericão” (Paulo Cesar Pinheiro/João Nogueira).



O álbum ganhou, em duas categorias, o Prêmio da Música Brasileira – Samba na Lapa (melhor CD e melhor cantora), e registra, além de composições próprias, a produção recente e inédita de jovens compositores ao lado de grandes clássicos. Os arranjos ficaram por conta de Alessandro Cardozo, Paulão 7 cordas, Marcelo Caldi, Cristóvão Bastos, Ruy Quaresma e da própria Nilze.



Sobre a artista:

Ao ser flagrada pelo irmão mais velho tocando "Acorda Maria Bonita" no cavaquinho, Nilze Carvalho começou uma verdadeira história de amor com a música. Aos seis anos já se apresentava em público, na Rádio Solimões, na extinta TV Rio e no Fantástico da TV Globo.



Dos 11 aos 14 anos, gravou como bandolinista a série de LP “Choro de Menina”, em quatro volumes, e iniciou, aos 15 anos, a carreira internacional, com turnês em países como Itália, Suíça, Estados Unidos e Japão. Nilze lançou o álbum “Estava Faltando Você”, com o qual foi indicada ao Prêmio TIM para melhor cantora de samba. Com o grupo Sururu na Roda, viajou para Costa Rica, Guatemala e Estados Unidos.



Nilze já cantou e tocou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira, como Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Jair Rodrigues, Martinália, Hamilton de Holanda, Dudu Nobre, Sadao Watanabe e Stefano Bollani, entre outros..

 

Serviço:

Nilze Carvalho

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba (PR)

Data: de 27 a 30 de setembro de 2012 (quinta-feira a domingo)

Hora: quinta-feira a sábado às 20h e domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia - conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Camerata apresenta spirituals com maestro norte-americano




            O próximo concerto da Camerata Antiqua de Curitiba, nesta sexta-feira e sábado (28 e 29), traz um repertório peculiar, exclusivamente de spirituals, ou negro spirituals, como é conhecido esse gênero musical originalmente cantado pelos escravos nos Estados Unidos. O concerto “Images, shadows and dreams: cultural transformations” (Imagens, sombras e sonhos: transformações culturais), com regência do maestro norte-americano Keith McCutchen, mostra como esse gênero popular afro-americano se transformou e evoluiu para diversas formas de música coral.

            O maestro Keith McCutchen explica que, assim como as pessoas saíram da condição de escravos para cidadãos, a música evoluiu da simples canção para a arte da canção. Consequentemente, a transformação também é sentida na temática, que, do seu contexto inicial de opressão e luta, passou a focalizar a herança da identidade. “Tratam-se de histórias que valem a pena ser eternizadas em grandes obras dramáticas para coral, bem como para vários gêneros instrumentais, incluindo sinfonias”, diz o maestro.

O spiritual ecoa como um grito profundo de humanidade. É cantado em termos simples, entretanto como em nenhuma outra canção tradicional é carregada de um simbolismo (imagens) que clama a busca da libertação humana (sonhos) e evidencia o triunfo em meio à adversidade (sombras). Muito da essência do spiritual está ligada aos personagens judeus bíblicos, sua circunstância e sua libertação pela mão de Deus. Para os escravos, a situação dos israelitas fazia um paralelo com sua própria história. Das histórias daqueles personagens – de liberdade e redenção – ecoou o grito de libertação da opressão para o corpo, mente e espírito.

            Regente e compositor, Keith McCutchen é diretor do coral afro-americano Choral Ensemble Indiana University (Bloomington, Indiana). Também tem atuado como diretor musical na Igreja Bethel AME (Bloomington). É doutor em Direção Coral na Escola Indiana Jacobs University of Music (Bloomington). Como pianista de jazz, McCutchen já tocou com artistas como Mel Torme, Severinson Doc, Diane Schurr, Richard Davis e o baterista Eric Gravatt. Suas composições foram gravadas pelo Ensemble American Spiritual, pelo The St. Olaf Choir e The St  Olaf Gospel Choir, pelo trompetista Michael Suman e pelo Coro Gospel Twin Cities. Algumas das obras corais de McCutchen foram publicadas pela Publishing Earthsongs.

            Por meio de um fundo de subvenção nacional, McCutchen foi contratado, em 1998, para escrever uma composição que combina os elementos do gospel com o jazz. A composição intitulada "Spiritual Medley" foi escrita para um coro de uma comunidade em Kentucky e recebeu acompanhamento de artistas lendários do jazz, incluindo o pianista Kenny Barron, o falecido saxofonista Stanley Turrentine, o baixista Richard Davis, e o baterista Carl Allen. A composição será apresentada pela Camerata no concerto, assim como outras músicas compostas pelo próprio McCutchen e por alguns dos principais representantes da música gospel nos Estados Unidos.



             Serviço:

            Camerata Antiqua de Curitiba – Images, shadows and dreams: cultural transformations (Imagens, sombras e sonhos: transformações culturais) – regência Keith McCutchen (Estados Unidos)

            Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

            Data e horário: 28 de setembro (sexta-feira), às 20h, e 29 de setembro de 2012 (sábado), às 18h30

            Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Nova apresentação do show “Eu canto samba”, no Paiol






             Atendendo aos pedidos do público, o Vocal Brasileirão volta ao palco do Teatro do Paiol para novas apresentações do espetáculo "Eu Canto Samba", dedicado a um dos mais importantes e representativos gêneros da música popular brasileira. As apresentações, sob a regência e direção artística de Vicente Ribeiro, acontecem às 20h de sábado (22) e às 19h de domingo (23), com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

Com um repertório que vai de Noel Rosa a Arlindo Cruz e Sombrinha, passando por Dorival Caymmi, Haroldo Barbosa, Paulinho da Viola, Elton Medeiros e Wilson das Neves, o Brasileirão procura resgatar o clima descontraído das rodas de samba em fundo de quintal.

Grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, o Brasileirão é composto por Suzie Franco e Renildes Chiquito (sopranos), Cida Airam e Fernanda Sabbagh (mezzo-sopranos), Beth Lopes e Renata Melão (contraltos), Bruno Mazanek e Levi Brandão (tenores), Reginaldo Nascimento e André Barroso (barítonos), e Marcos Appel e Freddy Branco (baixos). A parte instrumental reúne Fábio Cardoso (piano), Sandro Guaraná (baixo), Vicente Ribeiro (cavaquinho), Cláudio Menandro (violão 7 cordas), Luis Rolim e Marcos Saldanha (percussão).

Criado em 1994 pelo maestro e compositor Marcos Leite (1953 – 2002), que comandou o grupo até 2001, o Brasileirão foi quatro vezes vencedor do prêmio Saul Trumpet de Melhor Grupo Vocal do Paraná (1997, 1998, 1999 e 2002). De 2002 a 2006, esteve sob a coordenação de Reginaldo Nascimento. Desde 2006 sob a direção de Vicente Ribeiro, o Brasileirão passou a dedicar-se à montagem de shows homenageando conjuntos vocais brasileiros, como o Quarteto em Cy e o Boca Livre.

Em 2008, o Vocal Brasileirão gravou seu primeiro CD, "Invisível Cordão", inteiramente dedicado às canções de Chico Buarque e Edu Lobo. Em 2010 subiu ao palco com Joyce Moreno e a Orquestra À Base de Sopro. Com um som personalizado, original e envolvente, conquistou um lugar de destaque na vida cultural curitibana.



Serviço:

Show "Eu Canto Samba" com o Vocal Brasileirão.

Datas e horários: dia 22 de setembro (sábado), às 20h, e dia 23 de setembro de 2012 (domingo), às 19h.

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho).

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

Confira a agenda desta semana com shows de Leo Fressato, Bixiga 70, Lucas Santtana, Curumin e Anelis Assumpção


Confira a agenda de shows desta semana!
Sexta-feira 21/09
Projeto Radar - ''Imagens e Sons'' estréia com Léo Fressato e o video clipe Veranizar

O Projeto “Radar Curitiba - Imagens e Sons” é a mais nova iniciativa da Verdura Produções, SingélidaProduções e Processo MultiArtes para colocar a música curitibana de vez no cenário audiovisual e ainda levar os melhores grupos para mais perto de seu público num cenário emblemático da nova produção local, o Teatro TUC.

O projeto consiste em gravar dez video-clipes de dez bandas locais e em sequência, realizar shows de lançamento no Teatro TUC. A maestria da equipe da Processo MultiArtes na gravação dos video-clipes, direção e fotografia, aliada à experiência comprovada das produtoras musicais e audiovisuais Verdura e Singélida promete trazer uma oportunidade única aos grupos selecionados de mostrar não só criação musical, mas também seu potencial visual criativo.

Leo Fressato

Leo Fressato estréia o clipe da música “Veranizar” satisfazendo a demanda dos seus fãs Curitiba afora, aproveitando suas habilidades cênicas para mostrar um clipe que traduz toda sua sensibilidade e um show intimista que contará com as canções já queridas pelo público além das recentes composições.

O Projeto “Radar Curitiba - Imagens e Sons” em todas as suas facetas, busca colocar Curitiba na rota da nova música independente, vencendo de uma vez por todas velhos preconceitos de que “coisa nova por aqui não dá certo”. Radar é o novo olhar, a nova chance de mostrarmos ao Brasil, o efusivo calor curitibano, que se encontra na arte.
Bixiga 70 é uma das atrações do projeto Cidade Sonora desta semana!

Reunindo alguns dos principais expoentes da cena musical brasileira, a Sala Funarte Guiomar Novaes promove o “Cidade Sonora”, que acontece entre os dias 31 de agosto e 3 de novembro, com entrada até R$ 10.

Entre os destaques da programação estão ainda Aláfia, Anelis Assumpção, Bixiga70, BNegão e os Seletores de Frequência, Ellen Oléria, Elo da Corrente, Emicida, Flora Matos, Karol Conka, DJ Kl Jay, Lino Krizz, Orquestra de Berimbaus, Passo Torto, Pipo Pegoraro, Rael da Rima, Flávio Renegado, Romulo Fróes, e Xis.
Lucas Santtana no Festival Coquetel Molotov

A cada ano, uma nova sur­presa e uma nova des­co­berta. É assim que o fes­ti­val No Ar Coquetel Molotov vai cons­truindo sua his­tó­ria no Recife. Completando nove edi­ções em 2012 e com incen­tivo cul­tu­ral do Funcultura, o No Ar anun­cia as atra­ções musi­cais, que farão parte do lineup do evento, que mais uma vez toma conta do Centro de Convenções da UFPE.

Além dos shows, o fes­ti­val conta com uma pro­gra­ma­ção pré­via exten­dida que inclui deba­tes, feira cul­tu­ral e a Mostra Play The Movie, que ocorre no Cinema São Luiz, do dia 11 a 15 de setem­bro com pro­du­ções audi­o­vi­su­ais de diver­sas par­tes do país. Obras dedi­ca­das a movi­men­tos cul­tu­rais e per­so­na­gens intri­gan­tes da his­tó­ria musi­cal bra­si­leira estão pre­sen­tes na mos­tra, que ainda cine-concertos ao final de cada ses­são com ban­das como Catatau Instrumental, Eddie, Kalouv e Monstro Amor.

Na semana seguinte, o No Ar apre­senta deba­tes sobre moda, con­sumo musi­cal e pro­du­ção de even­tos no audi­tó­rio da Livraria Cultura com con­vi­da­dos espe­ci­ais. Nos dias 21 e 22 de setem­bro, o fes­ti­val passa a ocu­par o tra­di­ci­o­nal espaço do Centro de Convenções da UFPE, marca carac­te­rís­tica do evento, atraindo mais de qua­tro mil pes­soas por noite que vai até lá con­fe­rir as novi­da­des dos expo­si­to­res da Feira Cultural e os shows com atra­ções naci­o­nais e internacionais.

Para saber toda a programação, clique aqui
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Sábado 22/09
Anelis Assumpção faz show gratuito no Teatro Décio de Almeida Prado, neste sábado e domingo.

Autora prolífica da canção popular contemporânea, a cantora e compositora Anelis Assumpção sobe ao palco do Teatro Décio de Almeida Prado nos dias 22 e 23 de setembro, às 21h e 19h respectivamente, em show que tem entrada Catraca Livre.

O espetáculo reúne canções de seu novo trabalho “Not Falling”, no qual uma das faixas inéditas foi mixada por Victor Rice. A veia musical do trabalho transita por diferente territórios, como reggae, dub, hip hop e elementos brasileiros. Faixas de seu disco de estréia, como “Bola com os Amigos” e “Estrela Cadente” também não devem ficar de fora do repertório.

Anelis sobe ao palco acompanhada por Zé Nigro (teclados), Cris Scabello (guitarra), Mau (baixo), Lelena Anhaia (guitarra e violão), Edy Trombone (trombone) e Bruno Buarque (bateria).
Curumin é atração do Festival Timbre Cultural na cidade de Uberlândia.

Acon­tece entre os dias 19 e 23 de setem­bro de 2012 a 1ª Edi­ção do Fes­ti­val Tim­bre.

Com 21 ban­das de vários can­tos do Bra­sil, o Fes­ti­val Tim­bre traz diver­sos esti­los musi­cais e rea­quece a cidade de Uber­lân­dia como uma das prin­ci­pais vitri­nes da cena inde­pen­dente atual, tra­zendo o inte­rior de Minas mais uma vez para a rota dos prin­ci­pais fes­ti­vais do país.

Ofi­ci­nas e deba­tes dão iní­cio ao fes­ti­val, apre­sen­tando con­vi­da­dos de des­ta­que na cena cul­tu­ral. Entre eles o Terence Machado, jor­na­lista e apre­sen­ta­dor do pro­grama Alto-Falante na Rede Minas.

A casa de shows Acró­pole e a Praça Sér­gio Pacheco ser­vem de cená­rio para uma pro­gra­ma­ção musi­cal de peso. Ban­das como Van­guart (MT), Mundo Livre S/A (PE), UDR 666 (MG), Curu­min (SP), Flora Matos (SP), Vivendo do Ócio (BA), Los Poron­gas (AC), The Bag­gios (SE) entre diver­sas outras, com des­ta­que para as ban­das mine­ras Tram-Panumbras (UDI), Por­cas Bor­bo­le­tas (UDI), O Berço (Patos) e Desor­ques­tra (BH) garan­tem os 03 dias de shows do Festival.

O evento é uma rea­li­za­ção da agên­cia Tim­bre Cul­tu­ral em par­ce­ria com o tra­di­ci­o­nal pro­jeto Arte na Praça.

Mis­tura de sons, rit­mos, tim­bres e cores. O Fes­ti­val Tim­bre é o momento em que a nova música bra­si­leira se mistura!
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Domingo 23/09
Lucas Santtana apresenta seu show acústico no SESC Consolação.

Mais de uma década depois de apresentar seu trabalho de estreia, o cantor, compositor e multiinstrumentista Lucas Santtana dá sequencia a turnê de lançamento do seu quinto disco “O Deus que Devasta mas Também Cura”. O Show traz versões eletro-acústicas do repertório do ultimo disco mas também revisita os discos anteriores, como Sem Nostalgia, 3 sessions in a greenhouse, Parada de Lucas e Eletro Ben Dodô. No palco Lucas Santtana conta com a participação dos músicos Bruno Buarque (MPC/percussões leves) e Caetano Malta (violão e baixo). Local: Teatro Anchieta.

Livre para todos os públicos

R$ 20,00 [inteira]
R$ 10,00 [usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 5,00 [trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes]

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

VI Mostra da Canção Brasileira Independente apresenta 49 shows de bandas de três regiões do Brasil






Sem o aporte técnico e financeiro das grandes gravadoras, os artistas musicais independentes são responsáveis por todas as etapas necessárias, da produção à comercialização, para ter o prazer de ver seus trabalhos nas mãos dos fãs.

Destaca-se também a união de esforços entre os artistas independentes e pequenos produtores ou coletivos, formando uma rede capaz de facilitar a circulação dos seus produtos (shows, CDs, DVDs, camisetas, bottons, entre outros). Essa é a saída. Essa é a resposta de uma gama de artistas talentosos e sabedores de que, sem uma grande equipe de produção, fica bem difícil encontrar espaço nas rádios e na programação das TVs.

Aliando-se a esses artistas, o Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB-Fortaleza – rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: 3464.3108) avança de suas dependências e chega até ao anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC – rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema – fone: (85) 3488.8600) para realizar, juntos, a sexta edição da Mostra da Canção Brasileira Independente. A programação acontece também nos CCBNB-Cariri/CE (rua São Pedro, 337 – Centro – fone: (88)  3512.2855), em Juazeiro do Norte, de 18 a 29 deste mês, e no CCBNB-Sousa/PB (rua Cel. José Gomes de Sá, 7 – fone: (83) 3522.2980), de 19 a 30. Ao todo, será uma maratona de 49 shows de bandas dos nove estados do Nordeste, mais Pará, Espírito Santo e São Paulo.

Em Fortaleza, o Festival acontece de 20 a 28, sendo de 20 a 23 no anfiteatro do CDMAC, e em 27 e 28 no CCBNB-Fortaleza. No dia 21, às 20h, haverá a gravação ao vivo de um DVD com artistas cearenses de renome (Fernando Rosa, Carol Oliveira, Serrão Castro, David Duarte, Isaac Cândido, Ciribah Soares, Melquíades, Fabíola Liper, André Marinho e Glairton Santiago). Após a gravação do DVD, sob a direção musical de Aroldo Araújo, haverá o lançamento CD do Grupo Academia.

No dia 20 (quinta-feira), apresentam-se Nigroover (CE), às 19h30, Glad Azevedo (MA), às 20h30, Nosly (MA), às 21h30, e Flávia Bittencourt (MA), às 22h30. No dia 22 (sábado), Paulo Matricó (PE), às 19h30, Verônica decide morrer (CE), às 20h30, Panda (CE), às 21h45, e Verona (CE), às 22h45. No dia 23 (domingo), participam Mobília (CE), às 19h30, Maglore (BA), às 20h30, Roraima e Terê Groove (PI), às 21h45, e Os Transacionais, às 22h45.

Nos dias 27 e 28, às 18h, em Fortaleza, haverá duas apresentações que acontecem no cineteatro do CCBNB-Fortaleza: Fepaschoal – Comando Guatemala (PI), no dia 27 (quinta-feira), e Léo Cavalcanti (SP), no dia 28 (sexta-feira).



Rio Sou Francisco

Tanto em Sousa como no Cariri, o cantor, compositor e escritor paraibano Chico César lançará o livro de poesias “Rio Sou Francisco”. No dia 25, no CCBNB-Cariri, às 19h30, e no CCBNB-Sousa, no dia 26, às 18h30.

Conheça a seguir a programação de shows no CCBNB-Cariri e no CCBNB-Sousa:

Programação no Cariri (CE)

Dia 18 – Nathalia Ferro (MA) – 19h30

Dia 19 – Maglore (BA) – 19h30

Dia 20 – Paulo Matricó (PE) – 19h30

Dia 21 – Lysia Condé (RN) – 19h30

Dia 22 – Luciano Brayner – 19h

Dia 22 – Vavá Ribeiro (PI) – 20h20

Dia 25 – Lançamento do livro “Rio Sou Francisco” – 19h30

Dia 26 – The Baggios (SE) – 19h30

Dia 27 – Eek (AL) – 19h30

Dia 28 – Fepaschoal – 19h30

Dia 29 – O Jardim das Horas – 19h

Dia 29 – Léo Cavalcante (SP) – 20h20



Programação em Sousa (PB)

Dia 19 – Nathalia Ferro (MA) – 20h

Dia 20 – Maglore (BA) – 20h

Dia 21 – Vavá Ribeiro (PI) – 19h

Dia 21 – Paulo Matricó (PE) – 20h30

Dia 22 – Lysia Condé (RN) – 19h

Dia 22 – Júnior Cordeiro (PB) – 20h30

Dia 26 – Rio Sou Francisco – 18h30

Dia 26 – Eek (AL) – 20h

Dia 27 – The Baggios (SE) – 20h

Dia 28 – O Jardim das Horas (CE) – 19h

Dia 29 – Fepaschoal (ES) – 20h

Dia 29 – Camila Honda (PA) – 20h

Dia 30 – Camila Honda (PA) – 19h

Dia 30 – Léo Cavalcanti (SP) – 20h30

Madhava É a Voz de uma Nova Geração?






por Vyenkata Bhatta Dasa



Kirtaniya se destaca mundialmente, não apenas por seu talento como musicista, mas por uma maturidade espiritual quase inegável.

 


Vendo um grande tufo de cabelo dreadlock brotando do meio de sua cabeça raspada, um cavanhaque modelado e vários piercings e tatuagens, você espera que Madhava Dasa seja mais um roqueiro do que um cantor Hare Krsna. Até, é claro, que ele feche seus olhos, abra sua boca e comece a cantar. Antes que ele termine até mesmo um mantra completo, bem, ele te arrebata. E uma vez que você esteja repetindo o refrão, você é dele – até os ossos. Se você tinha algum plano para as próximas horas, cancele-os e tenha seu encontro com os santos nomes de Krsna.



Bem-vindo ao um kirtana ao estilo Madhava.



Natural de Mauritius, Madhava – nascido Joy Naidoo – mudou-se para Vrndavana aos 18 anos. Lá, passou todos os dias dos próximos sete anos participando de kirtanas com o Krsna Balarama 24 Hour Kirtan Mandali, sob a direção do lendário cantor Hare Krsna Aindra Dasa. Hoje, casado e vivendo na Suíça, Madhava lidera um grupo eclético de devotos musicistas chamado Gaura Prema Bhajan Band. Seu programa Mantra Dance, uma experiência de kirtana multimídia, é realizado no templo da ISKCON aos domingos e em outros locais mediante agendamento.




Considerando que ele é muito conhecido pela longa duração de seus bhajans – ele canta uma mesma melodia por horas – e considerando que sua voz é frequentemente comparada à seda, a popularidade de Madhava não surpreende. O que é notável, entretanto, é a velocidade e a força com que sua fama se dissemina.



Atualmente, se você der consigo em uma conversa sobre kirtana, espere que o nome de Madhava apareça mais de uma vez. Inspecione o aparelho MP3 de seu amigo aficionado por kirtana e há grande chance de que você se deparará com algumas faixas de Madhava em seu playlist. Mesmo Jayadvaita Swami, possivelmente a pessoa mais crítica aos vocais de kirtana da ISKCON, tem este jovem cantor em alta estima. Com efeito, o Swami toca vídeos musicais de Madhava de modo a ilustrar um kirtana feito corretamente em seu seminário “Reforma do Kirtana” – um grande endossamento, haja vista que o seminário oferece muito mais proibições do que direções positivas.



É claro, os entendidos do assunto já são fãs de Madhava há anos. Alguns dos maiores líderes da ISKCON (Sivarama Swami, Niranjana Swami, Radhanatha Swami, para citar apenas alguns) chamam-no para liderar o cantar em festivais que eles organizam. Contudo, o mais provável é que tenha sido seu canto durante a instalação em 2004 das imensas Deidades do Pancha Tattva em Mayapur o ponto crucial em que o nome de Madhava passou a ser um nome familiar na ISKCON.





Hoje, Madhava encontra-se entre um punhado de rapazes e moças – alguns dos quais aprenderam seus primeiros toques de mridanga antes de comerem alimentos sólidos – cada vez mais reconhecidos como os líderes espirituais de um renascimento do kirtana na ISKCON. É um raciocínio convincente. Combine uma formação Hare Krsna com a paixão e inovação da juventude e você tem a receita para criar uma história musical.



Contudo, os mais céticos entre nós estão adotando uma postura “aguardar para conferir”, temerosos que, por trás das habilidades técnicas e promoção empolgante, esses kirtaniyas careçam de maturidade espiritual e prática regulada da consciência de Krsna. Com efeito, em alguns círculos mais conservadores, a percepção que persiste sobre a nova escola de kirtana é que seus líderes são mais astros de rock do que espiritualistas; fortes em diversão e fracos em princípios.



A crescente popularidade de Madhava entre os devotos em geral indica que a ISKCON finalmente está pronta para aposentar esse esteriótipo? Talvez. Se você conseguir passar pelos dreadlocks e tatuagens, é difícil negar que seu canto transmite uma magia que vem unicamente com sinceridade, prática espiritual séria e – ousaríamos dizer – humildade. Talvez seja cedo para afirmar, mas se é verdadeiro o ditado de que se conhece os méritos de uma árvore por seus frutos; nos kirtanas de Madhava, a nova geração talvez encontre sua melhor resposta para seus críticos mais severos.



Adquira CDs de mantras em:




Macaco Bong lança o disco “This is Rolê”






O trio Macaco Bong lançou seu novo àlbum This is Rolê na ultima terça-feira, 4 de setembro. Maturidade, diversidade e pressão sonora aparecem como características de “This is Rolê”.

Gravado e produzido na capital mineira - onde o grupo reside atualmente, o disco está disponível para download no novo site da banda: macacobong.com.br e a venda nos pontos de distribuição do Fora do Eixo.


Leia a crítica do disco por Alex Antunes


Um universo criativo muito próprio, que ignora os modismos; uma visão política de mundo; uma opção pela música instrumental. Esse é o tripé em que se assenta, mais do que a estética, o caráter do Macaco Bong.

Segundos álbuns costumam ser uma passagem essencial para a trajetória de uma banda. Porque já não há aquela explosão de repertório e energia acumulados, contra as dificuldades iniciais de produção. Para as bandas que importam, um segundo álbum traz em geral uma segurança maior (quanto ao domínio dos meios técnicos) e ao mesmo tempo um autoquestionamento de identidade: quem se é, como se faz e, provavelmente o mais importante, porque se faz.

Ainda mais se o primeiro álbum foi um sucesso (caso de Artista Igual Pedreiro, melhor disco nacional de 2008 pela Rolling Stone e presente em várias listas), e a pressão por resultados começa a aparecer. Mas desde o primeiro momento essa não era uma banda “normal”: um trio instrumental virtuose de Cuiabá, misturando referências locais ao rock pesado.

É aí que o caráter começa a fazer diferença. Primeiro, por não abrir mão de seu timing. Nesses 4 anos só soltaram um outro registro de estúdio, o EP Verdão Verdinho, de três faixas, no ano passado.



Na verdade, a banda esteve muito ativa no período – coerente com o discurso de que sua prioridade costuma ser, mais do que os registros de estúdio, as apresentações ao vivo. Ou, melhor dizendo, os registros de estúdio são uma espécie de conclusão da depuração pela qual o repertório passa ao vivo, sem concessões para uma visão “estratégica” da carreira.

Isso, e mais a militância do Macaco Bong nos circuitos alternativos, em sintonia com o movimento Fora do Eixo, transformaram a banda numa referência – mas uma referência nada óbvia.

De fato, foram fenomenais as experiências por que o Macaco Bong passou: o show Futurível em colaboração com Gilberto Gil; a gravação de um dvd (ainda inédito) com a participação do pianista erudito Vitor Araújo, do rabequeiro Siba, do percussionista-performer Jack e do naipe de metais dos metais dos Móveis Coloniais de Acajú, show que ainda teve um repeteco com o rapper Emicida.

This Is Role é o primeiro disco da banda depois da nova formação com o baixista mineiro

Com essa expansão de horizontes estéticos, uma mudança na formação – a saída do baixista Ney Hugo e a entrada de Gabriel Murilo –, e a mudança para Belo Horizonte como base de operações (depois da natal Cuiabá e de um período em São Paulo), a curiosidade sobre o segundo álbum foi ficando acirrada. O que viria por aí?

E, ouvindo This Is Rolê, a primeira resposta é... um álbum de rock’n’roll. Não a caricatura misógina em que o rock pesado se transformou nas últimas décadas (ou sua antimatéria flácida, o indie), mas uma adesão à linha que passa pelo hard, pelo thrash, pelo grunge e pelo stoner rock. O que seria um lado A, a primeiras cinco faixas (“Otro”, “O Boi”, “This is Rolê”, “Broken Chocobread”, “Copa dos Patrão”), tem essa qualidade básica e viril. Segundo o guitarrista Kayapy, “a banda esta mais pronta e forte do que nunca” – o que, no caso do Macaco Bong, é muito forte.

Mas sem abdicar da criação de climas intrigantes e abstrações que flertam às vezes com a outra grande linhagem do rock, que passa pela psicodelia, pelo prog e chega ao pós-rock. Soa às vezes como a fase mais urbana e experimental do metal, com bandas como o Helmet ou o Prong.

E é então que, subitamente, nas quatro faixas do que seria o lado B, This Is Rolê se lança em experiências ainda menos ortodoxas. “Mullets”, antes de alcançar suas passagens mais pesadas, começa com uma base tecno, quase chocante no contexto da banda. A eletrônica também está presente em um dos timbres do baixo de “Summer Seeds”, cuja psicodelia tem um quê de música mineira com indie britânico.

Primeira audição pública do disco para convidados em Belo Horizonte no SESC Paladium

“Seu João” tem um clima jazzy, delicado e de horizontes amplos, mais ou menos como a trilha para uma nevasca sobre a Chapada dos Guimarães, com o piano e o órgão Hammond de Túlio Mourão (da formação progressiva dos Mutantes). E em “Dedo de Zombie” Túlio volta quebrando tudo ao piano num rock dramático e intenso, mais ou menos como Keith Tippett fazia no King Crimson no início dos anos 70.

Em This Is Rolê o Macaco Bong resolveu se jogar simultaneamente em duas frentes estéticas – e agora é esperar para ver como esses elementos serão refundidos nos próximos trabalhos. Segundo o batera Ynaiã, “o primeiro álbum foi a ‘primeira transa’ de jovens cabaços, mas agora nesse já sabemos o que queremos, e quais sonoridades vamos buscar”.

Gabriel, que além da destreza como instrumentista tem uma percepção aguda do que o Macaco Bong já representou até aqui, diz que “para uma banda que tem um primeiro disco esteticamente inovador e com uma ideologia provocante e subversiva, o This is Rolê é mais uma camada de acabamento. Ele é a ocupação dessas plataformas moldadas com sons, e com práticas políticas em disputa de espaço. Esse é o rolê, as tecnologias da solidariedade e das diferentes dimensões estéticas”.

É interessante que, com esse seu olhar para dentro de seu universo pessoal, e para o ambiente político da produção musical, o Macaco Bong acabe se relacionando e recontando tanto da história do rock. Muito mais do que as bandas que se pretendem “artísticas” (como se o termo fosse uma antítese de política) e “antenadas”. O Macaco Bong simplesmente redescobriu como enxergar o meme “rock” de dentro pra fora, e tirar um novo e bom caldo disso.

Alex Antunes é crítico musical, têm publicações na Rolling Stone, Folha Ilustrada, Veja e Pasquin, é um dos fundadores da revista Bizz e participou do movimento punk dos anos 80.

Espetáculo musical para crianças no Portão Cultural



As cantoras Viviana Mena e Andréa Bernardini apresentam neste fim de semana, no auditório Antonio Carlos Kraide – Portão Cultural, o espetáculo “Ave, Crianças!”, que reúne músicas do repertório popular infantil. São cantigas de roda, canções folclóricas brasileiras e composições de Andréa Bernardini. Os temas abordados nas canções promovem por meio de mitos e lendas uma identificação com aspectos da identidade cultural brasileira. As apresentações acontecem sábado e domingo (15 e 16), às 16h, com entrada gratuita.



Serviço:

Show “Ave, crianças!”, com Viviana Mena e Andréa Bernardini

Local: Auditório Antonio Carlos Kraide – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3430)

Datas: 15 e 16 de setembro (sábado e domingo), às 16h

Entrada franca

Informações: (41) 3229-4458

15/09 - DJ EVERTON RIBEIRO NO PORTÃO


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Projeto Mixando leva shows de DJs aos bairros de Curitiba










            O projeto Mixando, idealizado pela Mix FM e Yellow DJ Academy com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba, inicia neste sábado (15) uma série de apresentações de DJs nos bairros da cidade. Voltado a jovens entre 15 e 26 anos, o projeto tem objetivo de levar música eletrônica de qualidade para esse público e incentivar a formação de novos DJs, mostrando as possibilidades dessa carreira musical. As apresentações acontecem até novembro, sempre aos sábados, a partir das 14h30, e com entrada gratuita.

            A primeira apresentação, neste sábado (15), será na Escola Municipal Papa João XXIII, no bairro Portão, com o DJ Heverton Ribeiro. Na sequência, os shows serão levados aos bairros Boa Vista, Santa Felicidade, Cajuru e Bairro Novo. O público presente nas apresentações, que tenha interesse em aprender e desenvolver uma carreira como DJ, poderá preencher um cadastro e concorrer a uma bolsa de estudo integral para um dos cursos da Yellow DJ Academy.

            Confira os locais e as datas do projeto Mixando:



REGIONAL PORTÃO

15 de setembro (sábado)

Com DJ Heverton Ribeiro
Local: Escola Municipal Papa João XXIII – Rua Itacolomi, 700 - Portão



REGIONAL BOA VISTA

20 de outubro (sábado)

Com DJ Danúbio Rocha
Local: CEI Augusto César Sandino – Rua Mobral, 413 – Santa Cândida



REGIONAL BOA VISTA

3 de novembro (sábado)

Com DJ Dyego Jhulio
Local: Parque Bacacheri - Rua Canadá – Bacacheri



REGIONAL SANTA FELICIDADE

10 de novembro (sábado)

Com DJ Júnior Sá
Local: Escola Municipal Jardim Santos Andrade – Rua Luiz Zilli, 20 – Campo Comprido



REGIONAL CAJURU

11 de novembro (domingo)

Com DJ Sander Teodoro
Local: Escola Municipal Maria Marli Piovesan – Rua Velcy Bolívar Grandó, s/nº - Uberaba



REGIONAL BAIRRO NOVO

24 de novembro (sábado)

Com DJ Alex Lima

Local: CEI Carlos Drummond de Andrade – Rua Jandaia do Sul, 50, Vila Osternack – Sítio Cercado

CURSOS GRATUITOS!


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Orquestra de Câmara apresenta a obra “A morte e a donzela”





            Em concerto neste fim de semana, a Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba apresenta a obra “A morte e a donzela”, de Franz Schubert, sob a direção do regente alemão Stefan Geiger. As apresentações acontecem sexta-feira (14), às 20h, na Igreja Santo Agostinho, com entrada franca, e sábado (15), às 18h30, na Capela Santa Maria, com ingressos a R$ 20 e R$ 10.

            A obra musical escrita por Schubert em 1982 é baseada no poema do poeta alemão Matthias Claudius. Em seu conjunto, a composição pode ser interpretada como um espelho do sofrimento do compositor pelo seu próprio destino, pois foi concebida depois de Schubert ter descoberto que estava com sífilis. O compositor morreu aos 31 anos, deixando uma produção lírica e melódica que marca a passagem do estilo clássico para o romântico. “A morte e a donzela” tem quatro andamentos, sendo que o terceiro é o mais lírico de todos. No concerto será apresentada a versão da obra de Schubert feita por Gustav Mahler para orquestra de cordas.

Para conduzir o grupo, a Fundação Cultural de Curitiba convidou o maestro Stefan Geiger, que é professor de trombone e música de câmara na Universidade de Música e Teatro de Hamburgo, e diretor artístico da “Landesjugendorchester”, em Bremen, na Alemanha. Seus compromissos já o levaram até a China, onde em 2002 se apresentou com a Filarmônica de Câmara de Bremen.

A orquestra - A Orquestra de Câmara de Curitiba é um dos grupos integrantes da Camerata Antiqua de Curitiba, fundada em 1974. Ao longo desses 38 anos, a orquestra, sob a direção de importantes regentes convidados, acompanhou renomados solistas brasileiros e estrangeiros, obtendo reconhecimento nacional. Poucos anos depois de sua criação, motivada pelo grande crescimento técnico dos seus instrumentistas, a orquestra passou a se dedicar também à música clássica, romântica, contemporânea e à música brasileira de todos os tempos. O repertório amplo e original, que inclui diversas primeiras audições mundiais, tornou-se uma das características do grupo. E grande parte desse repertório, com obras de compositores brasileiros contemporâneos, está registrada em CD.



Serviço:

Concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba – “A morte e a donzela”, de Franz Schubert, dentro da temporada 2012 de concertos patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo.

Regente convidado: Stefan Geiger (Alemanha).

Igreja Santo Agostinho (R. Eurípedes Garcez do Nascimento, 1035 – Ahú) – dia 14 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 20h, com entrada franca

Capela Santa Maria Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) – dia 15 de setembro de 2012 (sábado), às 18h30, ingressos a R$ 20 e R$ 10.

Informações: (41) 3321-2840

DOCTOR’S BAND NO ESPAÇO OFF SET


Banda formada por oftalmologistas

faz show beneficente em prol da  APOS

Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco



DOCTOR’S BAND

NO ESPAÇO OFF SET



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Dia 20 de outubro, às 21h



O Oftalmo Music nasceu da ideia de criar uma noite diferente para reunir oftalmologistas e amigos, regada a diversão e música, com convites beneficentes.



Em sua terceira edição, este ano a renda será revertida para a APOS- Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco. Os ingressos são limitados e começam a ser vendidos no Stand da APOS no Congresso Brasileiro de Oftalmologia que acontece de 12 a 15 de setembro no Anhembi.  Para maiores informações sobre a compra dos ingressos estão disponíveis um endereço eletrônico e um número celular. São eles: oftalmomusic@gmail.com / 99906.4443





O terceiro Oftalmo Music irá acontecer no Espaço Off Set, e contará novamente com a apresentação da Doctor’s Band, com participação especial da cantora Vanessa Jackson.



Médicos por profissão, músicos por paixão. A Doctor's Band nasceu do encontro do instinto musical com a dedicação em busca da música de qualidade. Tocando há 6 anos o que há de melhor na MPB, Bossa Nova e no Jazz os "médicos - músicos"  Otávio Gali (Baixo Acústico), Fernando Chaves (Piano/ Teclado), Marcelo Macedo (Sax/Flauta) junto com o músico André Travagin (Bateria) saem do consultório para trazer arranjos surpreendentes  para ouvintes atentos. Temas como "Wave", "Isn't she lovely"e "Cantaloup Island" figuram entre as opções do cardápio da noite, que muitas ganha um toque especial com a participação de músicos convidados.
Terceiro Oftalmo Music

Show da Doctor’s Band

Dia 20 de outubro, às 21h

Ingressos: R$ 40,00

vendidos no Stand da APOS no Congresso Brasileiro de Oftalmologia

que acontece de 12 a 15 de setembro no Anhembi e também no dia do evento

Parte da renda obtida com os

 ingressos será revertida para a APOS

Espaço Off Set

Rua Ferreira de Araújo, 589 – Pinheiros

Maiores informações:

oftalmomusic@gmail.com / 99906.4443



Sobre a APOS

A Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco - APOS foi criada no dia 15 de julho de 2004, pela iniciativa de portadores de olho seco, familiares, médicos e apoio de empresas da área farmacêutica. A APOS tem parceria com os principais hospitais e universidades brasileiras e o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, SOBLEC e apoio internacional do The Cornea Society e International e Ocular Surface Society.



A doença do olho seco afeta cerca de 30% da população em todo o mundo, mas  dados de uma pesquisa japonesa, americana cerca de 10% dos pacientes que chegam ao consultório. Muitas delas sofrem desnecessariamente porque não sabem que o problema tem solução, são incorretamente diagnosticadas ou não chegam a receber um tratamento adequado. Hoje, um diagnóstico correto com tratamento adequado pode ajudar a pessoa portadora da doença do olho seco a ter uma melhor qualidade de vida.



APOS

Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco

www.apos.org.br

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Vote Bixiga70 para artista da semana na MTV Internacional!


O Bixiga70 está concorrendo ao melhor artista da semana pela MTV International.

Para votar é só clicar AQUI e selecionar "Bixiga70" na enquete que está no final da página. Sem registro nem nada, rapidinho…

A votação vai até sexta-feira (07set) e pode votar mais de uma vez, então, fique a vontade para votar quantas vezes quiser! ;)

Conservatório de MPB promove curso especial para professores






         Estão abertas as inscrições para o “Música na prática – Curso intensivo de música para professores”, que será realizado nos dias 24 e 25 de setembro, no Conservatório de MPB de Curitiba, da Fundação Cultural de Curitiba, sob a orientação do saxofonista André Deschamps. O curso é destinado a professores de arte e de outras áreas que queiram aumentar seu repertório de atividades relacionadas ao ensino de música. São duas aulas com três horas de duração cada, das 19h às 22h. O investimento é de R$ 100, com direito a uma apostila que será entregue em formato digital (PDF).

            De acordo com o professor André Deschamps, o curso pode ser feito mesmo por aqueles que não saibam tocar instrumentos musicais. “Muitos professores de arte se queixam da sensação de insegurança que os acomete na hora de ensinar música. Esse é um dos motivos que me levaram a conceber este curso intensivo: gerar ferramentas, que contenham conhecimentos relacionados ao ensino de música, para serem utilizadas pelos professores em suas práticas diárias”, explica Deschamps.

A apostila do curso, que estará disponível aos participantes, exemplifica de várias maneiras como as atividades podem ser ministradas de acordo com a matéria e com a disponibilidade de tempo do professor. Algumas dessas atividades serão desenvolvidas durante o curso. André Deschamps reitera que não é necessário ter profundo conhecimento de música para participar. “O que vale é a percepção de que certas atividades, quando empregadas com propriedade, carregam em si mesmas os elementos e fundamentos da música”, afirma.



Serviço:

“Música na prática – Curso intensivo de música para professores”, com André Deschamps

Local: Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba (R. Mateus Leme, 66)

Datas e horários: dias 24 e 25 de setembro, das 19h às 22h

Investimento: R$ 100

Informações: (41) 3321-3318

SONS de MAYAPUR no BRASIL





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Deva Dharma Das nasceu na região sudeste da Índia onde a tradição milenar em realizar "kirtans" (canto congregacional dos santos nomes de Krishna) é uma prática passada de gerações em gerações. Deva faz parte de uma família de músicos e desde sua infância conectou-se na arte de tocar tabla, mrdanga (instrumentos de percussão) e também harmônio. Após mais de 22 anos de experiência com música tradicional bengali, Deva Dharma tornou-se uma grande referência musical na região de Navadvip, mas precisamente em Mayapur Dhama, onde diariamente lidera belos kirtans.



Pela primeira vez Deva esta vindo ao Brasil e chegará no dia 15 OUT para uma turnê de 35 dias. Ele visitará São Paulo, Rio, BH e Recife e ministrará workshops de mrdanga, harmônio e canto. Uma oportunidade incrível para quem gosta de kirtans. Não importa se seu nível é básico, intermediário ou mesmo avançado. O MAYAPUR KIRTAN WORKSHOP trará um aperfeiçoamento importante para sua prática.



Além dos workshops, Deva Dharma realizará o espetáculo SONS DA ÍNDIA em teatros das cidades citadas acima.



Visite o website (www.festivaldaindia.com.br) e siga para MAYAPUR KIRTAN WORKSHOPS para obter mais informações!

domingo, 2 de setembro de 2012

Cursos da Fundação Cultural fazem sucesso e têm fila de espera





As atividades do Núcleo Regional da Fundação Cultural de Curitiba em Santa Felicidade tiveram início em 1999 e a partir do ano 2000 foram implantados diversos cursos que atendem cerca de 570 pessoas da comunidade por mês. Com exceção da turma de viola caipira, que ainda oferece vagas, os demais cursos permanentes ofertados estão lotados, mas têm fila de espera para aqueles que têm interesse.

A Fundação Cultural de Curitiba estabelece termos de adesão com professores da comunidade, que ministram aulas de guitarra, violão, teclado, violino, viola caipira, desenho artístico, pintura em tela, ateliê de artes e teatro infantil, uma vez por semana, de segunda a sexta-feira das 8h30 às 21h e aos sábados das 8h30 ao meio-dia. O valor da mensalidade é de R$ 42,00, com exceção das aulas de violino, que custam R$ 50,00 por serem individuais. 



Bolsistas

Em todas as turmas tem aluno bolsista, indicado por outras secretarias municipais e, principalmente, pela Fundação de Ação Social (FAS). Roseleide Slompo, coordenadora da Regional de Santa Felicidade, explica que para a seleção de bolsistas são seguidos os critérios da FAS, pois geralmente o indicado está seguindo medida socioeducativa. “Muitas vezes trata-se de um jovem que vem de família desestruturada e precisa de apoio”, conta. Outros alunos são selecionados na própria comunidade com prioridade para o talento. “São crianças que a gente percebe que têm vocação, mas que não teriam condições financeiras para pagar pelas aulas. Então negociamos com os professores e conseguimos a vaga”, afirma.



Canto Coral

Além dos nove cursos, o núcleo de Santa Felicidade, a exemplo das demais regionais, está desenvolvendo o projeto Nosso Canto, com o professor Fernando Klemann, da Camerata Antiqua de Curitiba, que consiste na formação de um coral de 70 vozes em cada Regional, com integrantes de 13 a 80 anos. Os encontros e ensaios do coral, que são gratuitos, acontecem toda segunda-feira, das 19h às 21h, e para participar basta fazer uma audição com o professor e ter vontade de cantar, afirma Roseleide Slompo. Ela conta que a divulgação do coral começou na comunidade, no início de agosto, pelos próprios alunos da Regional. Rapidamente o grupo estava formado. Tem, inclusive, fila de espera.



Terceira idade

Dona Zaíra Marlene Dal Porto de Freitas, de 70 anos, professora primária aposentada que pintava panos de prato quando era mais jovem, decidiu se matricular, há dois anos, no curso de pintura em tela da professora Aidê Zorek. É assídua na Rua da Cidadania de Santa Felicidade há cinco anos e faz parte do coral da FAS. Mas pintura em tela tem sido sua grande paixão. Com orgulho, contabiliza 10 obras acabadas que já estão nas paredes da casa da filha e dos parentes de Presidente Prudente (SP). “Gosto de pintar para presentear as pessoas que amo, mas sempre digo que enquanto eu tiver parede na minha casa, vou continuar pintando”, afirma ela que sonha um dia participar de uma exposição, “mesmo que seja coletiva”. A ideia de fazer uma mostra com os trabalhos dos alunos seduz a professora, que começa a programar uma com o grupo.



Mãe e filha

Laura Gonzalez Farias, de 11 anos, e sua mãe Gizelda Gonzalez, de 50, fazem aula de teclado com a professora Maria Lucia Furukawa. Mesmo com objetivos diferentes, mãe e filha estudam juntas. A mãe conta que não tem outra pretensão a não ser o lazer, por gostar muito de música. Dona de casa, ela conta que mora em Curitiba há apenas dois anos e que sempre ouviu falar bem da cidade, principalmente dos serviços que a prefeitura oferece. “Estou gostando muito das aulas de teclado e bastante interessada em matricular meu filho nas aulas de teatro”, afirma. Laura, além das aulas de teclado, também faz aulas de violão com o professor Flibio Ferreira de Souza, toda quarta-feira. Fã do estilo musical pop rock, ela diz que pretende montar uma dupla com uma amiga. “Mas não queremos seguir carreira profissional. É apenas por diversão e por gostar muito da música”, afirma.

Maria Lúcia Furukawa, de 56 anos, a professora de teclado, está no Núcleo Regional de Santa Felicidade há 10 anos e há 15 anos dá aulas na Regional do Boa Vista. Ela, que já chegou a trabalhar 10 horas por dia, de segunda a sábado, hoje trabalha oito horas (descansa na quarta-feira), e afirma que toda sua renda vem das aulas de música. Somente na Regional Santa Felicidade são 111 alunos que ela atende toda segunda e terça-feira, das 8h30 às 19h. “Música é minha vida. Não sei se saberia fazer outra coisa além de trabalhar com música. Acho que nunca vou me aposentar de verdade”, revela.

Pelas mãos da professora Maria Lúcia já passou muita gente. Fernanda Santos Ferreira, que foi sua aluna, é hoje sua professora auxiliar em Santa Felicidade e também tem sua própria turma na Regional Matriz.  “Posso dizer que já encaminhei muitas pessoas durante esses 15 anos e a Fernanda é uma delas”, comenta Maria Lúcia.



Serviço:

CURSOS PERMANENTES DO NÚCLEO REGIONAL SANTA FELICIDADE

Guitarra – 14h às 20h (toda 2ª e 6ª feira)

Teclado – 8h30 às 19h (toda 2ª e 3ª feira)

Viola caipira – 18h e 19h (toda 2ª feira)

Violino – 9h às 19h (toda 3ª e 5ª feira)

Violão – 13h às 21h (toda 4ª feira) e 8h30 às 20h (toda 5ª e 6ª feira)

Desenho Artístico – 9h às 11h e 14h às 16h (toda 4ª feira)

Pintura em tela (adulto) – 9h e 15h (2ª feira), 16h e 18h (3ª feira), 18h e 20h (4ª feira) e 8h30 e 10h30 (todo sábado)

Atelier de Artes (infantil) – 9h e 14h (toda 3ª feira)



Teatro Infantil – 10h30 às 12h (todo sábado)