quarta-feira, 30 de novembro de 2011

evento - musica - Orquestra de Câmara encerra com música latino-americana



Orquestra de Câmara encerra com música latino-americana a temporada 2011 de concertos



A música latino-americana é a atração do concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba, neste fim de semana, quando interpreta um repertório composto por obras de Carlos Zamora (Chile – 1968), Liduino Pitombeira (Brasil – 1962), Aldemaro Romero (Venezuela / 1928 – 2007) e Alberto Ginastera (Argentina / 1916 – 1983). O espetáculo, que encerra a temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo, terá como convidados o maestro chileno Victor Hugo Toro e o violoncelista paraíbano Raïff Dantas Barreto. As apresentações acontecem às 20h de sexta-feira (2), na Igreja Bom Jesus, e às 18h30 de sábado (3), na Capela Santa Maria.

Uma novidade, neste programa musical da primeira semana de dezembro, é que o ensaio geral da Orquestra de Câmara, na quinta-feira (1º), das 10h às 12h, na Capela Santa Maria, será aberto ao público. Num encontro com entrada franca, o maestro Victor Hugo Toro conversará com a plateia sobre as composições selecionadas, realizando um passeio pela produção da música latino-americana, além de ressaltar a importância dos compositores escolhidos para integrar o repertório do espetáculo.

A presença de convidados ilustres enriquece a atuação da Orquestra de Câmara de Curitiba, que desenvolve um trabalho reconhecido nacionalmente. Neste concerto – para executar um programa composto por obras incorporadas ao repertório de importantes orquestras de todo o mundo –, o grupo contará com a participação de músicos renomados.

Nascido em Santiago (Chile), o regente Victor Hugo Toro estudou música em seu país natal, aperfeiçoando técnicas com maestros como Jean Fournet (França), Peter Perret (EUA), Eduardo Browne (Chile), Rodolfo Fischer (Chile), John Neschling (Brasil) e Kurt Masur (Alemanha). É seguidamente convidado a reger as mais representativas orquestras do Chile, Argentina, Uruguai e México.

No Brasil, Toro venceu o II Concurso Internacional de Regência Orquestral, organizado pela Orquestra Sinfônica de São Paulo, na qual assumiu o cargo de diretor artístico assistente, em 2008. Pelo seu trabalho em prol da música e da aproximação cultural entre Chile e Brasil, o maestro foi homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo, em 2009. Atualmente, é diretor artístico assistente e regente residente da Companhia Brasileira de Ópera.

O violoncelista Raïff Dantas Barreto nasceu em João Pessoa (Paraíba), onde iniciou seus estudos musicais. De 1989 a 1992 aprimorou conhecimentos no Conservatório Arrigo Boito, em Parma (Itália), além de ter realizado cursos com o pianista Dario De Rosa e com o “Nuovo Quarteto Italiano”. Ao voltar ao Brasil, foi por três anos o primeiro violoncelo da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Em 1994 produziu e lançou o CD “Carrapicho”, de música brasileira, que conquistou sucesso da crítica especializada, no Brasil e na Europa.

Em 1996, Dantas Barreto assumiu a cadeira de primeiro violoncelo da Orquestra do Norte, em Portugal. Fez recitais no Brasil, Espanha e Itália, tendo atuado como solista sob as batutas de Eleazar de Carvalho, Fred Gerling, Lutero Rodrigues, Günter Arglebe, entre outros. Em 1999, gravou o CD “Clara Crocodilo ao vivo” e, desde então, colabora com o compositor Arrigo Barnabé. Desde 1998 tocando no violoncelo “Príncipe do Brasil”, construído pelo “luthier” Saulo Dantas-Barreto, o instrumentista atualmente integra a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo.



Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba com o programa “Música Latino-americana”, tendo como convidados o maestro chileno Victor Hugo Toro e o violoncelista paraíbano Raïff Dantas Barreto, no encerramento da temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo.

Agenda:

Dia 1º de dezembro de 2011 (quinta-feira), ensaio geral aberto ao público, das 10h às 12h, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com entrada franca.

Dia 2 de dezembro de 2011 (sexta-feira), às 20h, na Igreja Bom Jesus (Praça Rui Barbosa – Centro), com entrada franca

Dia 3 de dezembro de 2011 (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com ingressos a R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada).



Programa:

Carlos Zamora (Chile – 1968) – Tres Visiones de un Sikuris Atacameño

Liduino Pitombeira (Brasil – 1962) – Concerto para Violoncelo e Orquestra, Op. 53 (2000)

Aldemaro Romero (Venezuela / 1928 – 2007) – Fuga con Pajarillo (1975)
Alberto Ginastera (Argentina / 1916 – 1983) – Concerto para Cordas, Op.33 (1965)

evento - musica - Letras do álbum "Revolver", dos Beatles, serão analisadas



Letras do álbum "Revolver", dos Beatles, serão analisadas, antes de show com as músicas do disco



O programa Literatura em Revista, do Centro Cultural Banco do Nordeste, analisará a poética das canções do álbum "Revolver", dos Beatles, no próximo sábado, 3, às 16 horas, com entrada franca. "Revolver" completou 45 anos de história na música mundial neste ano de 2011.

As letras das canções do disco - entre elas, os clássicos "Eleanor Rigby", "Yellow Submarine", "Here, There and Everywhere", "Taxman", "Good Day Sunshine", "For No One" e "Got to Get You into My Life" - serão comentadas pelos pesquisadores beatlemaníacos Nelson Augusto, Astrid Miranda Leão e Fábio Parente, que produzem e apresentam o programa "Frequência Beatles", na Rádio Universitária FM (107.9 mHz), de Fortaleza.

Após a análise do cancioneiro dos Beatles, a banda cover "Rubber Soul" subirá, às 18 horas, ao palco do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108), para tocar todas as músicas do álbum "Revolver", exatamente na ordem em que foram gravadas no CD (à época, LP).



Revolver, sétimo álbum dos Beatles

Revolver é o sétimo álbum do grupo de rock inglês The Beatles lançado em 5 de agosto de 1966 , inicialmente no Reino Unido e em 8 de agosto nos EUA. Atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso americana e inglesa. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame .

Considerado ainda mais inovador do que seu antecessor (Rubber Soul , de 1965), Revolver marca a adesão oficial dos Beatles ao Psicodelismo . Passeia desde a música oriental "Love You To", aos apelos vibrantes de "Got to Get You into My Life", da solidão lúgubre de "Eleanor Rigby ", ao experimentalismo psicodélico de "Tomorrow Never Knows " e o ufanismo de "Yellow Submarine ".

Nesta, particularmente, a chave da nova "abertura": "Vamos vivendo uma bela vida/Achamos para tudo uma saída/Céu azul, mar verde e belo/Em nosso submarino amarelo". Com os Beatles, o mundo embarcaria no submarino amarelo da fantasia, pronto para viver toda a loucura dos últimos anos da década.




George Harrison aumenta sua participação como compositor


Pela primeira e única vez, George consegue colocar três músicas de sua autoria em um álbum dos Beatles. "Taxman" é uma crítica aos altos impostos ingleses cobrados de pessoas com altos ganhos como os Beatles. No trecho em que George canta "Mr. Wilson" e sobre "Mr. Heath" ele refere-se especificamente a Harold Wilson (Primeiro Ministro Inglês do Partido Trabalhista) e a Edward Heath (Lìder da oposição do Partido Conservador) políticos da época. "I Want To Tell You" fala sobre a sua dificuldade em se expressar em um momento que vivia uma avalanche de pensamentos. E "Love You To", George traz mais uma vez o uso de instrumentos indianos, a tabla e cítara e ele é o único a participar da gravação da música.





Influências das drogas


Há suposições de que músicas como "She Said, She Said", "Dr. Robert", "Got To Get You Into My Life" tenham sido escritas durante o uso de drogas.

Na música "She Said She Said" John supostamente se inspirou em sua segunda experiênica com LSD . Há um trecho que diz "I know what it's like to be dead" ("Eu sei como é estar morto") frase que Peter Fonda teria lhe dito após tomar ácido. Nela, George assume o baixo após Paul largar as gravações em decorrência de uma briga com John Lennon.

"Dr. Robert" fala sobre um médico que receitava anfetaminas a seus pacientes famosos. Paul reconheceria mais tarde que "Got To Get You Into My Life" falava de sua experiência com a maconha e foi feita inspirada na soul music americana com o uso de metais .





Estilo psicodélico


"Tomorrow Never Knows " foi vuma das primeiras músicas ao estilo do emergente rock psicodélico. A música foi inspirada no livro de Timothy Leary, "O Livro Tibetano da Morte". Inicialmente se chamaria "The Void" ou "Mark I".

Há ainda grandes influências psicodélicas nas músicas Doctor Robert e She Said She Said, duas músicas que falam sobre drogas, ou mais especificamente o LSD.





Diversidade musical


"Eleanor Rigby" é mais uma música de McCartney com arranjos orquestrados e somente com a participação de Paul (assim como foi feito em Yesterday ). Iria se chamar "Miss Daisy Hawkins". Mas o nome da música foi mudado para "Eleanor Rigby", em homenagem a um túmulo que ficava perto do local onde a antiga banda de John, The Quarrymen , se apresentava. "Yellow Submarine" escrita por Paul e cantada por Ringo, tem em sua letra um tema infantil que depois seria aproveitada para dar título a um desenho animado feito pelos Beatles. Traz sons de bolhas, barulho de água e outros barulhos gravados em estúdio.

Em "And Your Bird Can Sing" os Beatles usaram solo duplo de guitarra e era uma das músicas de John que ele não gostava. Em "I'm Only Sleeping", George fez o solo de guitarra e depois tocou o som ao contrário.





Baladas clássicas


McCartney novamente escreve suas baladas. "For No One", ele escreveu para sua namorada na época (Jane Asher ) e se chamaria inicialmente "What Did I Die?" . E a clássica "Here, There And Everywhere" que era uma das músicas preferidas de John.





Capa do álbum


Criada pelo alemão Klaus Voormann , amigo dos Beatles desde a época em que eles foram tocar em Hamburgo. A capa traz uma ilustração feita com desenhos e colagens de fotos (feitas pelo fotográfo Robert Whitaker).



evento - SÉRIE SOLO MÚSICA FECHA A TEMPORADA 2011 NA FLAUTA








O flautista Artur Andrés, membro fundador do Grupo UAKTI, se apresenta na Caixa Cultural





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (6), o flautista Artur Andrés no último concerto deste ano da Série Solo Música. O músico mineiro, membro fundador do grupo UAKTI, ira realizar uma apresentação solo.



Artur Andrés desenvolve, há 26 anos, um trabalho inovador no panorama da música instrumental brasileira, com o grupo UAKTI, conhecido por utilizar instrumentos musicais não convencionais e construídos pelos próprios músicos, obtendo reconhecimento nacional e internacional.



Com o UAKTI, Andrés participou de trabalhos de artistas como Milton Nascimento, Paul Simon, Stewart Copeland, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Marlui Miranda, The Manhattan Transfer entre outros. Realizou centenas de apresentações no Brasil, EUA, Europa e Japão.



O UAKTI lançou dez álbuns, sendo quatro deles pelo Point Music, renomado selo de Nova Iorque. O trabalho do grupo recebeu importantes premiações, como o Prêmio Ministério da Cultura 1996 e o Prêmio Sharp 1989. A experiência de Andrés, com o grupo, está também registrada no livro “UAKTI – um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos”, de sua autoria.



O músico trabalhou durante sete anos como flautista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Faz duo de flauta e piano com Regina Amaral, há 27 anos, com seis discos lançados: “Encontro Barroco I” (1984), “Encontro Barroco II” (1985), “Duo” (1999), “Cantos e Ritmos do Oriente” (2000), “Músicas dos Sayyids e Derviches” (2002) e “Hinos Preces e Ritos” (2004), estes três últimos trabalhos com obras de George Gurdjieff e Thomas de Hartmann.



Doutor em Música pela Escola de Música da UFMG, há 25 anos é professor das cadeiras de Flauta e Música de Câmara. Paralelamente ao trabalho com o grupo, o flautista desenvolve intensa atividade como concertista, flautista e compositor.



Serviço:

Música: Série Solo Música – Artur Andrés (Flautas e Marimba de Vidro)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 6 de dezembro de 2011 (terça-feira)

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

evento - musica - 14 BIS AO VIVO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA










O grupo mineiro apresenta os grandes sucessos de sua carreira e músicas do álbum “14 Bis ao Vivo”





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 1º a 4 de dezembro (quinta a sábado), um dos grandes nomes da música brasileira: o grupo 14 Bis. A banda mineira, formada por Cláudio Venturini, Hely Rodrigues, Sérgio Magrão e Vermelho, traz sucessos da carreira e o repertório do último disco, intitulado “Ao Vivo”.



O grupo foi fundado no final de 1979, por músicos que nutriam admiração por bandas internacionais, como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin e Pink Floyd, entre outras. A influência, no entanto, não se resumiu à música criada fora do Brasil. O “Clube da Esquina” foi a prova que poderia ser criada, no Brasil, uma nova música brasileira - original, popular e, ao mesmo tempo, sofisticada.



O Brasil, da época, estava em processo de redemocratização e a formação de uma banda era vista com desconfiança pelas gravadoras. Foi com o aval de Milton Nascimento (produtor do primeiro disco) que o grupo foi contratado pela multinacional EMI Odeon, para gravar o “14bis I”, disco que rapidamente galgou as paradas com canções como Natural e Canção da América, esta última, uma composição inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant.



Na sequência, lançaram o clássico “14bis II”, que consolidou o sucesso da banda no cenário musical brasileiro. Nesse disco, se destacam as canções “Planeta Sonho”, “Nova Manhã” e “Caçador de Mim”. Depois, vieram, “Espelho das Águas”, em que foram apresentados novos ritmos e arranjos; “Além Paraíso”, com o hit “Linda Juventude”; “A Idade da Luz”, com o grande sucesso “Todo Azul do Mar”; e “A Nave Vai”, um flerte com a música new age.



“Sete”, o sétimo disco e último com canções inéditas, marcou a saída de Flávio Venturini do grupo. A parceria com Renato Russo em “Mais uma Vez” é um grande sucesso desse trabalho. Foram lançados, então “Quatro por Quatro”, disco raro no mercado; “Siga o Sol”, quase todo gravado e mixado em Nova Iorque; “Bis acústico”; e “14 Bis e Boca Livre ao vivo”.



Em 2004, o grupo lançou “Outros Planos”, retomando com músicas inéditas. O trabalho que será apresentado na CAIXA Cultural é o “14 Bis ao vivo”. A banda pretende comemorar os 30 anos de carreira, com a volta de Flávio Venturini, na gravação de um CD e DVD de inéditas do grupo, compostas especialmente para o aniversário, além de sucessos consagrados.



Ficha Técnica:

Guitarra e vocal: Cláudio Venturini

Bateria: Hely Rodrigues

Baixo e vocal: Sergio Magrão

Teclados e vocal: Vermelho



Serviço:

Música: 14 Bis

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 1º a 4 de dezembro de 2011 (quinta-feira a domingo)

Hora: de quinta e sexta às 21h / sábado às 19h e 21h / domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

evento - musica - Jean Garfunkel leva a sonoridade da poesia ao Paiol







A poesia cantada e falada marca o espetáculo “Poemia”, que Jean Garfunkel – poeta, compositor, intérprete, violonista e contador de histórias – apresenta neste domingo (13), às 19h, no Teatro do Paiol. Trata-se de um concerto temático, com música e texto, que leva o espectador a percorrer as possibilidades sonoras da poesia. Na ocasião, o artista lança seu primeiro livro de poemas e letras de música, que tem o mesmo nome do show e conta com prefácio do compositor Paulo César Pinheiro.

No palco, Jean Garfunkel revela o resultado de sua longa experiência com as palavras. Com 30 anos de carreira e quatro discos gravados – três em dupla com o irmão Paulo Garfunkel –, tem composições consagradas nas vozes de importantes nomes da MPB, entre eles Elis Regina, Maria Rita, Zizi Possi, Renato Braz e a dupla Pena Branca e Xavantinho. O show no Paiol tem a participação de dois convidados curitibanos: a atriz Pagu e o poeta Ricardo Carvalho que, juntamente com o autor, falarão poemas do livro.

Jean Garfunkel traçou em poema o espetáculo em Curitiba: “Poesia e boemia / São roupas do mesmo rol / Poesia, estrela guia / Que nos serve de farol / Quando a noite é o nosso dia / E a lua nosso sol / Um gole de boemia / Aquece igual cachecol / Poesia e boemia / É Poemia no Paiol “.



A obra – O livro “Poemia” é dividido em três capítulos, com trabalhos criados sob três olhares poéticos diferentes. No capítulo “Solaris” estão poemas que abordam a natureza, com suas inspirações diurnas. Em “Lunaris” encontram-se os poemas de amor, nos quais a mulher aparece como a musa plenamente identificada com o arquétipo lunar. Finalmente, em “Etílicus”, reúnem-se poemas embriagados de humor e crítica social, tendo o bar como cenário e personagem do poeta, que extrai da lucidez feérica da boemia a matéria-prima de seus versos. Grande parte desses poemas foi musicada por parceiros ilustres, como Júlio Medaglia, Léa Freire, Sizão Machado, Natan Marques, além do próprio autor.

A publicação é obra de um poeta que também é músico, filiado às mais antigas manifestações poéticas, quando música e poesia eram inseparáveis. “Poemia é um livro de menestrel. Quem possui um mínimo de sensibilidade musical já o lê cantando”, registra Paulo César Pinheiro, no prefácio da obra.



Serviço: Show “Poemia”, com Jean Garfunkel, que lança o livro de mesmo nome do espetáculo. Participações da atriz Pagu e do poeta Ricardo Carvalho. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Data e horário: dias 13 de novembro de 2011 (domingo), às 19h Ingressos R$ 20 Classificação livre Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

evento - Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



Dia 9 | quarta-feira




Piano-bar

21h30







Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



O prazer de um encontro

Uma ligação perfeita

Charutos e Aguardentes

Juntos. Numa experiência de prazer.

Acompanhe-nos nesta viagem pelos sentidos, sinta o momento e deixe o tempo parar.



Participantes:

Moderador:

Manuel Serrão



Convidados:

Júlio Magalhães,

Sérgio Oliveira (Casa Havaneza)

Manuel Soares (enólogo da Aveleda)



Parceria Aveleda e Casa Havaneza





Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/



Dia 9 | quarta-feira




Piano-bar

21h30







Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



O prazer de um encontro

Uma ligação perfeita

Charutos e Aguardentes

Juntos. Numa experiência de prazer.

Acompanhe-nos nesta viagem pelos sentidos, sinta o momento e deixe o tempo parar.



Participantes:

Moderador:

Manuel Serrão



Convidados:

Júlio Magalhães,

Sérgio Oliveira (Casa Havaneza)

Manuel Soares (enólogo da Aveleda)



Parceria Aveleda e Casa Havaneza





Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

evento - musica - Sax tenor de Thiago Rocha e vocal das Allices são destaques na quarta-feira, 9



Sax tenor de Thiago Rocha e vocal das Allices são destaques na quarta-feira, 9, no CCBNB-Fortaleza


O sax tenor de Thiago Rocha e o vocal da dupla Allices são os destaques na programação musical gratuita do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza na próxima quarta-feira, 9. Thiago Rocha apresentará o show instrumental "Dama" às 12h30, e as Allices sobem ao palco do CCBNB-Fortaleza às 18 horas.

Veja a seguir as sinopses, o programa e a ficha técnica dos dois shows:



Thiago Rocha é um músico experiente, com uma trajetória consistente, pautada no profissionalismo e carisma. Excelente instrumentista, também é um compositor sensível e talentoso. Possui reconhecimento na cena local, entre os colegas de profissão e o público cada vez mais crescente em suas apresentações. A música instrumental faz parte do cotidiano desde a infância: ao lado de sua mãe, ouvia discos de Bach, Mozart, Beethoven e Haendel, entre outros. Aos 13 anos já era integrante da banda do Colégio Pe. João Piamarta, sob a regência do maestro Costa Holanda, viajando para o norte da Itália em turnê por um mês, em 2006. Participou do Festival de Música Popular da Ibiapaba (2005-2008) como monitor do Curso de Saxofone, em parceria com os professores Carlinhos Ferreira e Márcio Resende. Tem como referenciais John Coltrane, Michael Brecker, Bob Mintzer, Marcelo Martins, Márcio Resende e seu amigo Bob Mesquita. Atualmente, toca com Groovytown, Marajazz, Mesura e Paulo José Big Band, além de trabalhos instrumentais solo e com artistas locais. O Show "Dama" é uma mostra do CD homônimo em fase de gravação que mescla músicas autorais e de outros compositores.



Programa

1. The night has thousand eyes (Weisman / Garret / Wayne)

2. Chegar (Thiago Rocha)

3. Talk (Pat Metheny)

4. Dama (Thiago Rocha)

5. Nardis (Miles Davis)

6. De ponto (Thiago Rocha)

7. Bananeira (João Donato)



Ficha Técnica:

Sax tenor: Thiago Rocha

Trompete: Ricardo Abreu

Piano elétrico: Tito Freitas

Baixo: Miquéias dos Santos

Bateria: Adriano Azevedo



Participações especiais:

Guitarra: Cainã Cavalcante

Sax tenor: Lucas Mardem



As Allices

Patrícia Alice é uma intérprete de voz marcante, muito elogiada e requisitada para shows e gravações em estúdios por seu timbre, potência vocal, desenvoltura e postura em cena. É também compositora e licenciada em Música pela Universidade Estadual do Ceará.

Priscila Alice é cantora autodidata e produtora artística. Igualmente talentosa, possui uma voz "brasileiríssima", título bem aplicado a ela por sua versatilidade vocal e atributos profissionais que são peculiares à sua trajetória como autenticidade, originalidade e irreverência em tudo o que se propõe a fazer, sejam as criações, os figurinos e produções.

As irmãs Patrícia e Priscila se uniram também na música resultando em "Allices" - um encontro de habilidades diversificadas, desde os timbres fortes às performances de palco que se completam num espetáculo de arte, técnica e emoção. O show privilegia a "Dance music", através de novos arranjos, trazendo à platéia os grandes hits das décadas de 1960, 70, 80, 90 e atualidade.



Programa

1. Perigosas (Nelson Motta)

2. Guerra dos sexos (The Fevers)

3. Debaixo do Equador (Chico Buarque)

4. Chega mais (Rita Lee)

5. Sweet dreams (Annie Lennox)

6. Girls just wanna have fun (Cindy Lauper)

7. Like a prayer (Madonna)

8. Chega disso (Patrícia Alice)



Ficha Técnica:

Voz: Patrícia Alice

Voz: Priscila Alice

Guitarra: Lú de Souza

Baixo: Miquéias dos Santos

Bateria: Rafael Costa

Produção artística: Flávio Oliveira

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

evento - musica - Recital de bandolim acontece na Série Solo Música


Daniel Migliavacca se apresenta sozinho no palco da CAIXA Cultural





A CAIXA Cultural apresenta o show do paulistano radicado em Curitiba, Daniel Migliavacca, no dia 08 de novembro. O músico apresenta um concerto solo de bandolim na Série Solo Música.



Daniel começou a tocar cavaquinho aos 12 anos se interessando inicialmente pelo samba, mas ao conhecer o bandolim por um amigo passou a se dedicar ao instrumento, com foco no choro. O músico definiu o bandolim como seu principal instrumento por conseguir tocar um repertório variado na afinação desejada.



De 2006 a 2009 integrou como bandolinista a Orquestra à Base de Corda de Curitiba, participando do CD “Antiquera”, gravado com o violeiro Roberto Corrêa. Participou do álbum do grupo Clube do Choro de Curitiba, com composições inéditas de seus integrantes. Em 2008 se apresentou em Viena, na Áustria, e realizou shows na sede da ONU com seu trio.



“Bandolim” (2009), seu primeiro álbum solo, conta com composições próprias e releituras de clássicos da música brasileira, além das participações especiais de Rogério Souza, Alessandro Penezzi, do flautista Toninho Carrasqueira e do bandolinista Pedro Amorim.



No ano passado, Daniel participou do II Festival Curitiba no Choro, conquistando o segundo lugar de composição, além dos prêmios de voto popular e de melhor instrumentista do festival. É integrante do Trio de Ouro Catuaba Brasil, grupo de música instrumental criado em 2005, com o qual participou do CD “Clarineteando”, de Sérgio Albach (2010).



O bandolinista já se apresentou com a Camerata Antiqua de Curitiba, Altamiro Carrilho, Hamilton de Holanda, Edmar Castaneda, Marcel Powell, Elizabeth Fadel, Carmen Célia Fregonese, entre outros artistas.



Série Solo Música



Em seu terceiro ano de existência, a Série Solo Música se consolidou como realizadora de grandes shows na CAIXA Cultural. Os aspectos que consagraram o projeto vão da diversidade cultural e qualidade musical a ousadia em apresentar recitais raros e em formação solo. Artus Andrés irá fechar a temporada 2011, com flauta e marimba de vidro.



Serviço:



Música: Série Solo Música – Daniel Migliavacca (Bandolim)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 08 de novembro – terça-feira

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural



01/11/2011

Caixa Econômica Federal

Assessoria de Imprensa – CAIXA Cultural Curitiba (PR)

(41) 3544-5641

evento - musica - Carlinhos Vergueiro homenageia 100 anos de Nelson Cavaquinho







Em homenagem aos 100 anos de Nelson Cavaquinho, Carlinhos Vergueiro apresenta-se no Teatro do Paiol nesta sexta-feira e sábado (4 e 5), às 21h. O show integra a turnê que o cantor e compositor paulista faz pelo Brasil para lançar seu novo álbum “Para sempre como os diamantes”, que é um tributo ao sambista carioca, torcedor da Mangueira.

Acompanhado pelos músicos Ítalo Perón (violão e arranjos), Adriano Busko (bateria e percussão), Pratinha (flautas), Ildo (cavaquinho) e Fabio Perón (bandolim), Vergueiro faz um passeio pelas criações de Nelson Cavaquinho, que transcendem modas e costumes.

No show de lançamento, o músico, que foi companheiro de Nelson Cavaquinho na arte e nas memoráveis andanças pelas noites brasileiras, canta “Quando eu me chamar saudade” e “Folhas secas”, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, “Deus não me esqueceu”, de Nelson Cavaquinho, Armando Bispo e Sidney Silva, entre outras.

Nesse CD, que é uma reverência ao mestre, estão artistas do calibre de Chico Buarque, Wilson das Neves, Cristina Buarque e Marcelinho Moreira, além dos inspirados arranjadores Afonso e Tiago Machado, que escreveram para músicos de primeira linha.



Serviço:

Carlinhos Vergueiro interpreta Nelson Cavaquinho

Data: 4 e 5 de novembro (sexta-feira e sábado)

Horário: 21h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingresso: R$ 20 e R$ 10

Grupo Eu, Você e Maria no Teatro Coletivo, Grátis, 6ª, 11/11, 23h



Grupo Eu, Você e Maria no Teatro Coletivo, Grátis, 6ª, 11/11, 23h


Evento Grátis

Grupo Eu, Você e Maria

11/11/11 – sexta - 23h - Grátis (retirar ingresso meia-hora antes do show)

Teatro Coletivo (Rua da Consolação, 1623, t.: 3255-5922)

Capacidade: 120 lugares - Acesso para deficientes – Faixa Etária: 12 anos

www.teatrocoletivo.com.br – Est. conveniado: R. da Consolação 1681 (R$ 8,00)

Apoio Cultural: Governo do Estado de São Paulo - Programa de Ação Cultural 2011

Eu, Você e Maria é atração do Música Para Todos no Teatro Coletivo

O grupo Eu, Você e Maria é a atração do projeto Música Para Todos, shows gratuitos que acontecem desde agosto e vão até novembro. Uma parceria do Teatro Coletivo com a Cooperativa de Música de S. Paulo, o evento tem reunido uma gama variada de músicos, entre eles, Arrigo Barnabé, Virgínia Rosa, Nhocuné Soul, Vânia Bastos, Emiliano Castro, Ione Papas e Tereza Gama.

Eu, Você e Maria circula no cenário musical independente desde 2009. É integrado por Fabio Raesh (voz, teclados e programações), Nani Barbosa (voz, ipad e flauta transversal), Ju Fiorezi (voz e synth), Thiago Chaves (guitarra e ipad).

Nascido em Curitiba e apresentando-se frequentemente em São Paulo, o grupo tem levado aos palcos uma sonoridade particular, resultado da combinação de elementos aparentemente distantes: a experimentação vocal e a tecnologia. No repertório, canções que retratam as diversas faces das relações humanas, o cotidiano e o amor.

Equipados com computadores, guitarra, teclados, ipads e flauta transversal, mostram uma mistura de ritmos: samba, maracatu e ciranda; música brasileira relida com batidas e timbres eletrônicos, somados a três vozes que são exploradas em loops gravados ao vivo.

No roteiro, músicas próprias como Botão, Puxada da Ciranda e A Minha, além de músicas de Dominguinhos (Tenho Sede), Milton Nascimento (Paula e Bebeto) e Tom Zé (Menina Amanhã de Manhã).

Lançamento -O Livro dos Mortos do Rock



O Livro dos Mortos do Rock
Revelações sobre a vida e a morte de sete lendas do Rock'n'Roll
de David Comfort



O LIVRO

Elvis, Janis, Cobain, Hendrix, Morrison, Garcia, Lennon.
Um motorista de caminhão, uma garçonete pista de boliche, um zelador, um pára-quedista, um poeta sem-teto, um professor de guitarra hippie, um estudante de arte sem um tostão: todos tiveram origens humildes. Mas os sete estavam destinados a ser os pioneiros do rock and roll moderno. Ícones culturais. Apóstolos do Vaticano pop.

Muito tem sido escrito sobre os fundadores da música pop moderna, mas nenhum título explora seus mistérios. As suas viagensno escuro para finais trágicos.
O Livro Rock and Roll of the Dead é a destilação de cada biografia existente, tecendo diversos pontos de vista -, bem como a letra e a música das estrelas em si - em uma tapeçaria única e dramática. A riqueza de fatos geralmente desconhecidos e chocantes são revelados. Elvis cometeu suicídio. Ambos Hendrix e Kurt Cobain foram assassinados. Outras revelações são abundantes e conclusivamente documentadas embora os encobrimentos oficiais persistam.

O livro traça a traumas de infância a atração fatal de cada artista. A mãe de Lennon foi morta em um acidente de carro. Tanto a de Elvis e a mãe de Hendrix morreram de tanto beber. Garcia viu seu pai se afogar. Cobain insistiu que tinha "genes suicidas", devido ao número de parentes que tinham tirado suas próprias vidas. Aos quatro anos, Morrison testemunhou um massacre na estrada que mais tarde chamou de "maior evento na minha vida."

Assim como muitos artistas atuais, todos os sete eram obcecados com as estrelas que haviam se tornado. Mas, uma vez alcançado, o estrelato tornou-se uma gaiola dourada para cada um.

Quatro morreram na idade de 27, formando "Club 27". A maioria tinha premonições de um fim precoce. 'Eu vou ser morto em dois anos ", declarou Morrison com naturalidade aos 25. "Eu não tenho certeza de que vai viver a 28", disse Hendrix.

Destrutividade é o lado misterioso e escuro de muitos gênios criativos. Cada um dos sete tinha uma atração fatal. Todos tentaram ou ameaçaram suicidio. Todos ficaram viciados. A maioria morreu de abuso de drogas. Nem todos fatalmente baleado, mas a muito bem poderiam ter encontrado o mesmo fim.


O Livro dos Mortos do Rock é a primeira obra a comparar em profundidade as vidas conturbadas e as mortes trágicas dos sete maiores ícones do rock ‘n’ roll: Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morisson, Elvis Presley, John Lennon, Kurt Cobain e Jerry Garcia. O autor apresenta fatos reveladores e surpreendentes sob um ponto de vista inédito, analisando as ambições e lutas que estes artistas tinham em comum. Carismáticos e talentosos, mas isolados e cheios de conflitos, eles não foram exatamente os ídolos que pensávamos conhecer. Para além de sua genialidade, este livro revela o lado humano e dramático destas sete lendas do rock. Uma jornada frenética ao outro lado da fama. Uma viagem às fantásticas histórias de inquietação e excessos que culminaram em suas mortes prematuras e os elevaram à condição de Imortais.


Leia um trecho do livro aqui http://www.editoraaleph.com.br/site/media/catalog/product/f/i/file_52.pdf


Veja o site oficial o livro http://rockandrollbookofthedead.com/

O AUTOR
David Comfort

Formado em Literatura, David Comfort é autor de três best sellers. Seus contos de ficção foram publicados em diversas revistas, incluindo Eclectic Literary Forum, Pacific Review, Coe Review e Belletrist Review. Comfort recebeu diversos prêmios literários e foi finalista de prêmios de renome como o Nelson Algren Award e o America’s Best. Ex-músico de rock, passou mais de 30 anos estudando o estilo, em especial os revolucionários e fatalistas pioneiros da década de 1960. Atualmente mora em Santa Rosa, Califórnia.

Após graduar-se com um BA em Literatura pelo Reed College, o autor iniciou a sua carreira literária como um romancista e escritor de ficção curta. Ele estava entre os onze finalistas (de um grupo de 3400) para o Nelson Algren Award Chicago Tribune (juízes: Mona Simpson, Scott Turow). Foi um dos finalistas para o Fellowship Heekin / GrayWolf e o Helicon Nine Award em ficção curta, bem como para os Prêmios Faulkner.

Twitter de david comfort
@RRBOOKOFDEAD san francisco, CA


UM LANÇAMENTO