quinta-feira, 21 de abril de 2011

EVENTOS - Música e Dança - bailarino Joaquín Sánchez


Instituto Cervantes traz o bailarino Joaquín Sánchez Guerrero a Belo Horizonte



Apresentação gratuita mescla teatro e dança contemporânea no Teatro Marília



Na quinta-feira, 28 de abril, às 20h, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte, órgão oficial do Governo da Espanha e referência mundial na difusão da cultura hispânica, traz à capital mineira o bailarino Joaquín Sánchez Guerrero, considerado um dos grandes nomes da dança internacional. A apresentação será no Teatro Marília, localizado à Av. Prof. Alfredo Balena, 586 – Centro, e a entrada é franca.



Joaquín Sánchez Guerrero vai apresentar o solo de dança contemporânea e teatro “Que siempre mires al mar”, que já passou por diversos festivais internacionais. “Sobreviver é fácil, você só precisa levantar a cada dia, comer no horário e beber água. Viver é o difícil. Um dia, sobreviver não é mais suficiente e você decide que quer e deseja se sentir vivo de verdade. ‘Que siempre mires al mar’ é o resultado desse objetivo”, afirma.



"Que siempre mires el mar" mostra um mundo poético e pessoal, que o bailarino deseja compartilhar abertamente com o público. Texto e dança não lutam entre si e acompanham palavras e sensações, movimentos e gestos conjuntamente. Na peça, Joaquín não utiliza qualquer tipo de cenografia, dança sozinho e sem trocar de figurino.



O espetáculo ganhou o primeiro prêmio de coreografia no 14º Festival Internacional de Solos de Stuttgart, na Alemanha. Foi representado em festivais internacionais como STEPS, na Suíça, e LE REVERIE, na Bélgica.



Joaquín Sánchez Guerrero



Joaquín Sánchez Guerrero começou sua formação em dança contemporânea no Instituto Andaluz de Dança e na Sala Manuel Cañadas Endanza. Continuou seus estudos na Escola de Dança Codarts, uma das mais prestigiadas na Europa, localizada em Rotterdam, na Holanda.



Trabalhou com várias companhias como Meekers, DOX Theater e Ro Theater, na qual leciona para dançarinos e atores atualmente. Com “Que siempre mires el mar”, ganhou o prêmio de melhor coreografia no Concurso Internacional de Solo de Dança em Stuttgart, na Alemanha.



Serviço



Evento: "Que siempre mires al mar" - Apresentação de dança contemporânea com o bailarino Joaquín Sánchez Guerrero

Data: Quinta-feira, 28 de abril

Horário: 20h

Local: Teatro Marília - Av. Prof. Alfredo Balena, 586 – Centro

Informações e reservas: (31) 3789-1600 ou rec1belo@cervantes.es

Entrada Franca. Vagas limitadas.



O Instituto cervantes de Belo Horizonte fica na Pça Milton Campos, 16 – 2º andar - Serra – Belo Horizonte - MG - Tel.: (31) 3789-1600

Musica - D'Jeito Novo "Simplesmente Diferente"


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Evento -Musica - Camerata apresenta concerto especial de Páscoa



Camerata apresenta concerto

especial de Páscoa





A Camerata Antiqua de Curitiba apresenta neste fim de semana, na Capela Santa Maria, um concerto especialmente idealizado para o período de Páscoa. Será apresentada a obra Stabat Mater, de Joseph Haydn, compositor do século 18. Carregada de emoção, esta obra é baseada no texto da liturgia católica que fala sobre o sofrimento da Virgem Maria no momento da crucificação de Jesus. O concerto será apresentado sexta-feira (15), às 20h, sábado e domingo (16 e 17), às 18h30.

A regência será do maestro Luiz Otávio Santos, reconhecido violinista da área de música barroca, sua especialidade. Depois de viver quinze anos na Europa, integrando grupos de câmara e orquestras de vários países, Luiz Otávio Santos voltou ao Brasil e atualmente é professor da Escola de Música do Estado de São Paulo e diretor artístico do Festival de Juiz de Fora (MG). Ele continua com sua carreira internacional, realizando recitais, gravando CDs e participando de conjuntos de câmara da Bélgica e França.

Luiz Otávio Santos explica porque escolheu a Stabat Mater de Haydn para este concerto, uma vez que o poema foi musicado por muitos compositores, como Vivaldi, Rossini, Pergolesi, Scarlatti, entre outros. De acordo com o regente, esta é uma das composições de Haydn pouco executadas, tanto que a Camerata fará a sua primeira audição no Brasil. “É uma obra-prima, maravilhosa, que merece ser mais conhecida. Além disso, a sua instrumentação cai como uma luva para a Camerata de Curitiba”, afirma o maestro.

A participação de um quarteto vocal é uma das características da versão escrita por Haydn. Neste concerto, o quarteto é formado por Marília Vargas (soprano), Ariadne Oliveira (mezzo soprano), Sidney Gomes (tenor) e Fernando Klemann (baixo), todos destacados cantores da música lírica no Brasil. A participação dos solistas garante um concerto emocionante. “O Stabat Mater é um texto litúrgico dolorido, que contém um material dramático muito interessante para os compositores. Haydn soube explorá-lo muito bem”, explica Luiz Otávio.

O quarteto vocal junta-se ao coro e aos instrumentistas da Camerata, grupo curitibano mantido pela Prefeitura de Curitiba, cujo trabalho, dirigido pelo maestro Wagner Polistchuk, é reconhecido em todo o país. A história da Camerata tem mais de 35 anos, tempo em que se consolidou como um dos mais importantes da área de música erudita. A Camerata carrega em seu currículo oito elepês, seis CDs gravados e mais de mil apresentações no Brasil e exterior.

“A Camerata é um conjunto prestigioso, não só pela sua longevidade, que já é motivo de muito respeito, mas também pelo seu repertório. Sua longa trajetória pela música barroca e clássica faz dela um grupo único no país”, diz o maestro Luiz Otávio Santos. O concerto deste fim de semana tem aproximadamente uma hora de duração.



Serviço: Camerata Antiqua de Curitiba – Stabat Mater, de Joseph Haydn, com regência do maestro Luiz Otávio Santos. Solistas: Marília Vargas, Ariadne Oliveira, Sidney Gomes e Fernando Klemann Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) Datas e horários: dia 15 de abril (sexta-feira), às 20h; dias 16 e 17 de abril (sábado e domingo), às 18h30. Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada).

EVENTOS - Música - Moacyr Luz



O sambista Moacyr Luz é a atração da Série Solo Música



A voz e violão do músico carioca dominam o palco do Teatro da CAIXA





O Teatro da CAIXA apresenta o sambista carioca Moacyr Luz, na Série Solo Música, no dia 19 de abril. A Série traz, mensalmente, um recital solo com os mais variados estilos musicais. Nesta temporada, a programação conta com samba, choro, jazz, música contemporânea erudita e antiga, além de músicas russa e francesa. Moacyr Luz apresenta um show com grandes sucessos da sua carreira, no formato acústico, além de grandes clássicos da música brasileira.


Moacyr Luz


Carioca nascido em 05 de abril de 1958, Moacyr Luz é um dos grandes nomes do samba contemporâneo. Apaixonado pela cultura carioca e pela cidade maravilhosa, suas canções já foram gravadas por grandes nomes como Maria Bethânia, Nana Caymmi, Gilberto Gil, Leila Pinheiro, Fafá de Belém e outros.



O guitarrista e violonista Hélio Delmiro foi a grande influência para Moacyr aprender a tocar violão, aos 15 anos. Moacyr inicialmente gostava de atuar como instrumentista, mas percebeu o talento para a composição ao lado de Aldir Blanc, que veio a ser um parceiro de longa data. “A Tua Sombra”, “Mico Preto” (tema de novela na voz de Gilberto Gil) e “Coração Agreste” (sucesso na voz de Fafá de Belém e melhor canção do Prêmio Sharp de 1989) são alguns exemplos da parceria de sucesso.



Entre os álbuns lançados estão “Moacyr Luz”, seu disco de estreia; “Vitória da Ilusão”, com participação das Pastoras da Portela (quarteto de cordas e grupo de percussão africana); “Mandingueiro”, com Nei Lopes e Paulo César Pinheiro; “Na Galeria”, em que interpreta Cartola, Noel Rosa e Paulinho da Viola; “Samba da Cidade”, parcerias com grandes compositores cariocas; “A Sedução Carioca do Poeta Brasileiro”, em que transforma a obra de poetas em música, e o disco solo “Violão e Voz”, uma releitura de algumas de suas canções e grandes clássicos da música brasileira. Na sequência, aparece “Sem Compromisso”, com o percussionista Armando Marçal, e o último e nono álbum é “Batucando”, com participações de Alcione, Beth Carvalho, Ivan Lins, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Luiz Melodia, Tantinho da Mangueira e Wilson das Neves.



Serviço Música: Série Solo Música – Moacyr Luz (samba na voz e violão) Local: Teatro da CAIXA – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR Data: 19 de abril Hora: terça 20h30 Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) Bilheteria: (41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

domingo, 10 de abril de 2011

MIDIANEWS - MUSICA - Cantora Yolanda Soares salta de avião


ORA VEJAM SÓ !
A cantora Yolanda Soares arrisca saltar de um avião a 14 mil pés rumo á sua tournée “7 Metamorphosis”.

(Clique nas imagens para ampliar)


Yolanda Soares é já uma cantora reconhecida no panorama musical português, depois do sucesso do seu primeiro álbum “Music Box – Fado em Concerto” e de ter editado no ano passado o seu novo trabalho “Metamorphosis”, a artista inicia agora a sua nova tournée por vários auditórios de norte a sul do país.

Para marcar o inicio da sua tournée “7 Metamorphosis” Yolanda Soares irá saltar de um avião a 14 mil pés, a 7 mil pés o páraquedas abrir-se-á simbolizando o inicio desta nova digressão.

“Quando nos tiram o tapete dos pés, nos largam no espaço à deriva, nos empurram para o abismo, mesmo assim quero sentir-me a pairar no céu, respirar o ar puro e voar sem limites, sem amarras, sem medos. Ter coragem hoje em dia é a única forma de mudar a nossa perspectiva daquilo que pensamos dominar. Coragem de mudarmos o nosso pensamento e tentarmos arriscar um salto. Um salto para uma metamorfose.Que passa primeiro por uma transformação interior!

Segundo o campeão nacional de skysurf, José Veras, que irá realizar o salto com Yolanda Soares: “este salto Tandem terá algumas características especiais, de forma a ter ligação ao numero 7 das "7 Metamorfoses". Assim a abertura do pára-quedas será realizada a 7.000 Ft. em vez dos 5.500Ft. habituais e para que o salto não fique com menos tempo de queda livre, o mesmo será realizado a uma altitude superior passando assim para os 14.000Ft. em vez dos normais 12.500Ft”.

Este é também um salto com o qual a artista pretende utilizar para alertar o público para a vontade de mudança da sociedade actual começando pelos próprios valores : “Porque não arriscamos nós todos um salto, mas um salto que nos faça realmente diferentes e que nos obrigue a recuar primeiro,respeitar o que nos rodeia, para depois voar mais solto, mais confiante, mais consciente da nossa pequenez, da nossa incapacidade e daquilo que ainda temos de aprender como seres humanos.

Perceber que dependemos uns dos outros e precisamos uns dos outros.

Porque não damos todos um salto arriscado mas consciente. Um salto que realmente faça a diferença e que mude esta sociedade formatada, viciada, de hábitos desnecessários.

Estou a dar um salto consciente do risco que penso poder correr, mas quero fazê-lo como símbolo.Símbolo de coragem, de mudança, de uma metamorfose. É necessário correr riscos .É urgente arriscar novos caminhos.Novos "saltos".

Quando tiver os pés bem assentes na terra quero olhar para cima e saber que afinal posso voar sem medo,com respeito pela vida, pelos outros e que fazer ou ser algo de diferente, é apenas mais um caminho alternativo que pode ajudar a viver com mais entusiasmo.Mais abertura de mentalidade.

Depois deste salto vou seguir numa caminhada por terra com mais 7 Metamorphosis num percurso menos arriscado mas igualmente diferente.A diferença está na atitude.Quero que sete dos meus espectáculos não sejam apenas meus mas dos outros, que haja uma partilha de arte, de ideias, de criatividade. Quero que os jovens sintam vontade de participar na mudança, na diferença. Criando e expressando-se livremente.Vou-lhes dar essa liberdade para darem o seu salto e pintarem, esculpirem,escreverem,dançarem.... o nome Metamorphosis à sua maneira.Quero ficar surpreendida com a diferença, com novas ideias e com aquilo que os outros me mostram.”

Esta tournée tem como tema principal o número sete, considerado não só o número mágico como também um número que simboliza as principais artes (dança, música, escultura, etc.)

A artista revela ter nos seus “espectáculos diversas escolas de arte numa colaboração saudável de partilha artística.”

Nas suas próprias palavras estes serão “espectáculos imperdíveis porque serão certamente cheios de emoções diversas onde o nosso mundo interior vai dominar o espaço. Neste espectáculo não haverá poderes corruptos nem sociedade formatada.Mas sim toda a beleza do ser humano expressada na Arte”.



Tournée 7 Metamorphosis:

14 de Maio - Alcobaça - Cine-Teatro João D’Oliva Monteiro

21 de Maio – Portimão – Auditório Municipal de Portimão

3 de Junho – Guimarães – CAE São Mamede

11 de Junho – Lagos – Centro Cultural de Lagos

17 de Junho – Aveiro – Centro Cultural e de Congressos

25 de Junho – Estremoz – Teatro Bernardim Ribeiro

22 de Outubro - Lamego – Teatro Ribeiro Conceição

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Evento - Musica - Carla Mattioli apresenta recital de música espanhola


Carla Mattioli apresenta recital de música espanhola no Teatro da Assembleia



Instituto Cervantes promove concerto da mezzo-soprano mineira no projeto “Segunda Musical”



Na segunda-feira, 11 de abril, às 19h, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte, órgão oficial do Governo da Espanha, traz à capital mineira a mezzo-soprano Carla Mattioli para concerto no Teatro da Assembleia, à Rua Rodrigues Caldas, nº30, Santo Agostinho. A apresentação integra o projeto “Segunda Musical”, cujo objetivo é incentivar jovens talentos da música.



O repertório terá obras de alguns dos mais influentes compositores da música espanhola, como Manuel de Falla, Fernando J. Obradors, Xavier Montsalvatge e Enrique Granados. A apresentação contará também com a participação da pianista Rize Lorentz. A entrada é gratuita. Outras informações pelo (31) 3789-1600.



Carla Mattioli



Nascida em Belo Horizonte, Carla Mattioli é Bacharel em Canto Lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, estuda técnica vocal e interpretação com Neyde Thomas em Curitiba, onde reside.



Como solista, tem sido convidada por várias orquestras de renome, como a "Camerata Antiqua de Curitiba". Atuou junto a grandes maestros na execução de importantes obras, como a "Sinfonia nº 2" de Gustav Mahler. Foi solista em óperas como "Il Ballo delle Ingrate" (Monteverdi), "Così Fan Tutte" (Mozart), Suor Angélica (Puccini), L'Enfant et Les Sortilèges (Ravel), L'Occasione fa il ladro (Rossini) e La Didone (Cavalli). Em 2009, obteve o primeiro lugar no concurso “Salvalírico II”, realizado em Salvador.



Programa

1. Enrique Granados

Danza española nº 5



2. Fernando J. Obradors

Canciones clásicas españolas

1. Con amores, la mi madre

2. Aquel sombrero de monte

3. El Vito



3. Manuel de Falla

Siete Canciones Populares Españolas

1. El Paño Moruno

2. Seguidilla Murciana

3. Asturiana

4. Jota

5. Nana

6. Canción

7. Polo





4. Xavier Montsalvatge

Cinco Canciones Negras

1. Cuba dentro de um piano

2. Punto de Habanera (Siglo XVIII)

3. Chévere

4. Canción de cuna para dormir a un negrito

5. Canto Negro



Serviço

Concerto Carla Mattioli - Participação especial da pianista Rize Lorentz

Data: Segunda-feira, 11 de abril

Horário: 19h

Local: Teatro da Assembleia - Rua Rodrigues Caldas, 30 – Santo Agostinho

Ingressos: entrada franca.

Outras informações: (31) 3789-1600

Evento -Musica - Vânia Bastos homenageia a obra de Edu Lobo




Vânia Bastos homenageia a obra de Edu Lobo na CAIXA Cultural O show conta com a participação de Oswaldinho do Acordeon




A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 15 a 17 de abril, o show “Na Boca do Lobo”, primeira apresentação da turnê nacional de Vânia Bastos, com participação especial do grande acordeonista Oswaldinho do Acordeon. O espetáculo, dirigido por Ronaldo Rayol – também violonista do show -, é totalmente dedicado às músicas de Edu Lobo. O baixista Eric Budney, o tecladista Moisés Alves e o baterista Nahame Casseb acompanham a cantora na turnê que, depois de Curitiba, segue para a CAIXA Cultural São Paulo.



Vânia Bastos canta sucessos de Edu Lobo, criados em parceria com Chico Buarque, Guarnieri, Vinícius de Moraes, Paulo César Pinheiro, Capinan, Joyce e Cacaso. Entre os clássicos estão “Upa Neguinho”, “Circo Místico”, “Cordão da Saideira” e “Vento Bravo”. As canções menos conhecidas, como “Glória”, “Tempo Presente” e “Meia-Noite”, também têm lugar neste show.



O som do acordeon de Oswaldinho será presenciado em “Gingado Dobrado”, “Canção do Amanhecer”, “Viola Fora de Moda” e “Circo Místico”, além de um número solo. Vânia Bastos está em seu décimo primeiro trabalho registrado em CD e como intérprete já gravou discos inteiramente voltados às obras de Tom Jobim, Caetano Veloso e ao "Clube da Esquina".

Vânia Bastos

A cantora nasceu em Ourinhos, no interior do estado de São Paulo. Iniciou a carreira em festivais, como grandes ícones da música popular brasileira. Na faculdade, já morando em São Paulo, conheceu Arrigo Barnabé, realizando parcerias como a banda Sabor de Veneno e o disco “Tubarões Voadores”, com turnês pelo Brasil e Europa. Com Itamar Assumpção, Vânia esteve na banda Isca de Polícia.

Em 1985, Vânia parte para a carreira solo, gravando um ano depois o seu primeiro disco solo, a convite de Eduardo Gudin. Quatro anos depois participou do disco em homenagem a Cartola, na companhia de Gal Costa, Caetano Veloso e outros. Vânia cantou em Paris, no aniversário de 200 anos da Revolução Francesa, e gravou a música “Paulista”, considerada um hino à cidade de São Paulo. Foi a primeira cantora a se apresentar com a Orquestra Jazz Sinfônica, em seu concerto inaugural, no Memorial da América Latina.

Homenageou Caetano Veloso, em “Cantando Caetano”, com a participação do próprio cantor, e Tom Jobim em “Vânia Bastos e Cordas – Canções de Tom Jobim”, uma homenagem póstuma, com piano e orquestração de Francis Hime. Gravou músicas para as novelas “Éramos Seis“ e “Fera Ferida”. O álbum “Diversões não eletrônicas” rendeu à cantora o Prêmio Movimento de Música na categoria “melhor disco vocal do ano”.

“Belas e Feras” reuniu composições de mulheres brasileiras, como Marina Lima, Rita Lee, Ângela Ro Ro, entre outras. Dividiu o palco com Ivan Lins e Toquinho. Gravou ainda com Hermeto Pascoal, Ná Ozzetti, Mônica Salmaso, Jane Duboc e Tetê Espíndola. Apresentou-se recentemente no show “Por um amor maior” ao lado de Francis Hime , Olívia Hime e Eduardo Gudin.

Oswaldinho do Acordeon



O carioca Oswaldo de Almeida e Silva tocava sanfona profissionalmente já aos 12 anos com ajuda de Pedro Sertanejo, precursor do forró em São Paulo e seu pai. Estudou no Conservatório Dante, em Milão e foi atração no Festival do Campeonato Mundial de Acordeon. Teve a oportunidade de abrir o show de All Jarreau, na França e participar de projetos como Pixinguinha, USTOP, Free Jazz Festival, Festival de Montreal, Rock in Rio, Festival de Jazz de Montreux (Suíça), Festival de Jazz de Chateauvallon (França), Juan Les Piñs (França), Blue Note (Nova Iorque), Ball Room (Nova Iorque), Show de 500 anos de Descobrimento, Acústico MTV Rita Lee e Festival de Amiens (França).



Oswaldinho executa, com excelência, Astor Piazzola, John Lennon, Bach e Beethoven, além do repertório de música popular brasileira e nordestina. Atualmente, com 22 discos gravados, está lançando pela gravadora Kuarup, seus mais novos CDs: “Asa Branca Blues” e “Um Bom Forró”. Seu currículo registra gravações com estrelas como Elba Ramalho, Edson Cordeiro, Caetano Veloso, Jackson do Pandeiro, Lobão, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão e Milton Nascimento, até Paul Simon, Manu Di Bango, Didier Lockwood e Cassiopéia.


Serviço Música: Vânia Bastos e Oswaldinho do Acordeon Local: Teatro da CAIXA – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR Data: de 15 a 17 de abril Hora: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) Bilheteria: (41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

quinta-feira, 7 de abril de 2011

EVENTOS - Música - Richard Wagner



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Evento - Musica - Carlinhos Perdigão, a banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior



Programação do CCBN-Fortaleza destaca Carlinhos Perdigão, a banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior


O fortalezense Carlinhos Perdigão (foto) e o seu poemário musical, Os paraibanos da banda Pegado e a Peleja e o caririense Geraldo Júnior são as atrações do programa de música vocal do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza nas quartas-feiras de abril. Carlinhos Perdigão se apresentará no dia 13 (ao meio-dia), Pegado e a Peleja no dia 20 (às 12h e 18h), e Geraldo Júnior no dia 27 (às 12h e 18h). Todos os shows têm entrada franca.

Veja a seguir a sinopse sobre cada um dos shows:



CARLINHOS PERDIGÃO EM POEMÁRIO MUSICAL

Dia 13, quarta-feira, às 12h.

A palavra poesia, no universo literário, é tida como a mais refinada das paixões. Em torno desse aspecto, imagina-se que poetas, assim como leitores de poesia, sejam indivíduos singulares, com a mania de cultivar as letras. E isso significa querer saber das coisas, cultivar o intelecto e a força do entendimento. Em suma: ganhar capital cultural!

Toda linguagem tem seu quê de poesia. Mas a poesia é onde o "quê" da linguagem está mais em pauta. A poesia brinca com a linguagem. Chama atenção para as possibilidades de sentido. Explora coincidências sonoras entre palavras.

Ocorre que a palavra "poesia" abrange sentidos que vão além da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela também se refere a um universo muito mais amplo e menos exclusivo que o do livro e da leitura. É o lado além-livro da poesia, que se relaciona com o universo da cultura musical, por exemplo. Portanto, na sua face de arte brasileira da palavra, a poesia está fortemente presente nas letras da música popular, seja esta de que gênero for. E em nenhum outro país do mundo a canção popular atingiu um status tão intelectual quanto no Brasil.

Deste modo, em torno de toda essa contextura, tem-se como certo que a música feita em nosso país alimenta-se fortemente da literatura poética. E este é o principal mote do espetáculo Poemário Musical, que deseja unir os belos universos poéticos e musicais ao tocar composições estruturadas através das poesias presentes no primeiro livro publicado de Carlinhos Perdigão: "Fragmentos: poemas e ensaios".

Assim, neste espetáculo em foco, o instrumentista-poeta-professor cearense explorará didática, poética e musicalmente a palavra, cantando-a, realizando performances literárias (inclusive interagindo com o público presente!) e, sobretudo, contextualizando-a dentro da música pop brasileira moderna.



Programa

1. Sangue (Marcelo Justa, C. Perdigão)

2. Sabe (Níguer, C. Perdigão)

3. Punhal de defesa (Júnior Boca, C. Perdigão)

4. Solidão (Cleison Mattza, C. Perdigão)

5. Tenho um amor (Marcelo Justa, C. Perdigão)

6. Somos tons? (Marcelo Justa, C. Perdigão)

7. Andanças (Marcelo Justa, C. Perdigão)

8. A noite (Marcelo Justa, C. Perdigão)

9. Meu canto (Marcelo Justa, C. Perdigão)

10. E agora? (Marcelo Justa, C. Perdigão)



Ficha Técnica

Violão, guitarra, voz: Marcelo Justa

Contrabaixo: Edmundo Júnior

Bateria: Carlinhos Perdigão



PEGADO E A PELEJA

Dia 20, quarta-feira, às 12h e 18h.

Os primeiros lampejos surgiram na mente criativa de Wandemberg Pegado: após sair das bandas Cabeça Chata e Tocaia da Paraíba, firmou propósito de começar um trabalho autoral e solo. Remexendo em seus arquivo,s encontrou o que precisava para dar o pontapé inicial gravando no final de 2008, o CD demonstrativo "Pegado e a Peleja" produzido, arranjado e composto com as músicas garimpadas em seus guardados preciosos.

"Sossego" tornou-se um hit e a execução nas rádios locais, como a Cajazeirense 94.5 FM, abriu caminho para novas perspectivas. Caindo no gosto popular, chegou a diversos lugares desde bares e restaurantes a espaços culturais alternativos, conquistando críticas positivas de artistas, músicos e a empatia com o público.

O resultado agradou ao idealizador do projeto e nasceu a vontade de somar mais gente a ele, começando aí "a peleja de Pegado"... A idéia era circular em vários ambientes com um grupo itinerante que atendesse a especificidade do momento e lugar. Ou seja, uma banda que não tivesse estilo definido, sob a influência das mais diversas vertentes musicais, indo da MPB ao rock, do eletrônico ao brega, sem esquecer as suas raízes ao passear pela musica regional.

O título do CD demonstrativo deu nome à banda "Pegado e a Peleja", que tem por norma primar pela liberdade musical, sem o temor de ousar, de receber rótulos ou se preocupar em seguir modismos, sempre buscando uma forma inusitada e singular de compor o repertório apresentado em seus shows, de certa maneira, também retribuir o carinho, a boa aceitação do trabalho e conquistar novos horizontes Brasil afora.

Da Paraíba para o mundo... "Esta é a nova onda da música cajazeirense!"



Programa

1. A marcha do marinheiro (Domínio Público)

2. Beijo etílico (Pegado)

3. Sossego (Pegado)

4. Conselho (Pegado)

5. Cavalo de pau (Alceu Valença)

6. Saga (Pegado)

7. Carraspana (Pegado)

8. Enquanto engoma a calça (Ednardo)

9. Costumes (Pegado)

10. Universo Cinza (Pegado)

11. Vício (Pegado)



Ficha Técnica

Guitarra: Pegado

Contrabaixo: Novinho

Bateria: Saul



Geraldo Júnior

Dia 27, quarta-feira, às 12h e 18h


Segundo o cineasta Rosemberg Cariry, a região do Cariri cearense é um oásis, o verde coração do semi-árido nordestino, com uma grande quantidade de grupos e mestres de cultura popular tradicional: reisados, lapinhas, pastoris, bandas cabaçais, forró pé-de-serra, maracatu, coco, maneiro-pau, embolada e cantoria. Centro geográfico com equidistância para as principais capitais do Nordeste, desde meados do século XVII até os dias de hoje, continuam a chegar multidões sertanejas, em um fluxo constante, atraídas pela fertilidade e pela sagração do território como espaço mítico.


O trabalho do cantor e compositor Geraldo Júnior desenvolve-se nesse contexto como um aglutinador das artes populares, utilizando elementos tradicionais como ferramenta para fundir e ressignificar todas essas linguagens através de uma leitura contemporânea.

A misticidade que gira em torno do imaginário popular, é apresentada nos diversos aspectos que envolvem o espetáculo, performances munidas de figurino característico que representam suas tradições, lendas, folguedos, história e personagens locais.

Seguindo numa trajetória evolutiva, desde o "Dr. Raiz" - 2005 e "Calendário (O Tempo e o Vento)" - 2007, sempre processando e assimilando outras influências a partir da sua identidade cultural, o cantor e compositor Geraldo Junior, em seu novo show e álbum homônimo, "Warakidzã - Senhor do Sonho" - 2010, apresenta-se maduro e equilibrado entre todas as suas mais diversas e contrastantes influências, que vão desde as tradicionais até as mais contemporâneas.

A formação da banda conta com teclado, bateria e guitarras, alem da sanfona, viola, rabeca, flautas e percussões. Timbres e efeitos sugerindo um clima um tanto psicodélico. No repertório, canções inéditas que estão sendo gravadas, músicas do Dr. Raiz e do Calendário, canções de compositores da região como Patativa do Assaré, Abidoral Jamacaru, Luiz Fidélis, Dudé Casado e Ermano Morais, e ainda, a referência às músicas dos grupos de cultura popular tradicional. Com performances de teatro e dança entremeando as músicas. Tudo isso com os arranjos da nova formação do grupo.



Ficha Técnica


Geraldo Junior: Voz, flauta, trompete, percussão e performances


Beto Lemos: Violão, viola, rabeca, violoncelo e vocal


Gabriel Pontes: Sax tenor, soprano, flauta e vocal


Ranier Oliveira: Sanfona, piano e vocal


Eduardo Karranka: Guitarras e vocal


Filipe Muller: Violão, baixo e vocal


Francisco Gomide: Percussão


Cláudio Lima: Bateria e vocal