quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

CRISTOVÃO BASTOS E JOÃO LYRA SE ENCONTRAM NO PALCO EM CURITIBA






Os músicos encerram com chave de ouro a programação 2011 da CAIXA Cultural



Dois grandes nomes da música instrumental brasileira se encontram na CAIXA Cultural Curitiba: Cristóvão Bastos e João Lyra. Os músicos se reúnem, de 16 a 18 de dezembro (sexta-feira a domingo), para um passeio pela obra de Paulinho da Viola, Benedito Lacerda, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim e Nelson Alves, além de composições próprias, como “Todo Sentimento” (Cristovão Bastos e Chico Buarque) e “Coringuinha” (João Lyra).



O carioca Cristovão Bastos é compositor, pianista e arranjador. O músico já realizou parcerias com grandes nomes, como Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Abel Silva, Paulinho da Viola e Elton Medeiros, entre outros. Seus arranjos e composições estão eternizados em discos clássicos da MPB. “Todo Sentimento”, “Resposta ao Tempo” e “Suave Veneno” (com Aldir Blanc), são alguns dos sucessos consagrados do artista. Cristovão compôs para o cinema em “Mauá, O Imperador e o Rei”, “Zuzu Angel”, ambos de Sérgio Resende, e “A Suprema Felicidade”, de Arnaldo Jabour. No teatro, com o musical “Tia Zulmira e Nós”, novamente em parceria com Aldir Blanc; e como diretor musical em “Elis - Estrela do Brasil”.



Alagoano de São José da Lage, João Lyra é músico, compositor, arranjador e instrumentista. Participou da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco e da Camerata Carioca, ao lado de Joel Nascimento, Maurício Carrilho, Luís Otávio, Henrique Cazes, Beto Cazes e Paulo Sérgio Santos. Foi integrante das bandas de Elizete Cardoso, Altamiro Carrilho e Sivuca, entre outros. Atualmente, integra as bandas de Nana Caymmi e Fagner. Seu violão está “registrado” nas gravações de nossos maiores intérpretes.



Serviço:

Música: Cristovão Bastos e João Lyra

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 16 a 18 de dezembro de 2011

Hora: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

Camerata encerra temporada com o concerto “Magníficas”









A Camerata Antiqua de Curitiba faz neste fim de semana as suas últimas apresentações do ano, encerrando a temporada de concertos de 2011. A Camerata apresenta o concerto “Magníficas”, com regência de Wagner Polistchuk e solistas convidados. Além das apresentações na sexta-feira (16), às 20h, sábado e domingo (17 e 18), às 18h30, na Capela Santa Maria, haverá um ensaio aberto na sexta-feira (16), das 10h às 12h, quando o regente também se coloca à disposição para uma conversa sobre música com o público. A temporada 2011 da Camerata conta com patrocínio da Volvo.

O concerto deste fim de ano reúne um repertório de composições de autores eruditos contemporâneos, do Brasil e de outros países. Duas das composições escolhidas são versões atuais do tradicional cântico litúrgico Magnificat, criadas pelo inglês Gerald Finzi (1901-1956) e pelo italiano Marco Frisina (1954), ambas executadas em primeira audição pela Camerata. A soprano convidada, Natália Áurea, do Coro da Orquestra Sinfônica de São Paulo, atua como solista na execução do Magnificat de Marco Frisina.

A obra “Acordes Poéticos”, com textos da poeta Júlia da Costa (1844 – 1911), foi encomendada pela Camerata ao compositor cearense Liduíno Pitombeira (1962). Será uma oportunidade para os curitibanos conhecerem o trabalho de um dos mais premiados compositores brasileiros da atualidade. Sua música é reconhecida dentro e fora do Brasil. Tem sido executada por grupos estrangeiros, como Quinteto de Sopros da Filarmônica de Berlim, Louisiana Sinfonietta, Red Stick Saxophone Quartet e New York University New Music Trio, e por brasileiros, como Orquestra Sinfônica do Recife, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

Outras novidades estão programadas para este concerto, que conta ainda com a participação como solistas da pianista Clenice Ortigara e do violoncelista Faisal Hussen. Fazem parte do programa também obras de Dimitri Cervo (Renova-te, Bachiana Brasileira), Stanislav Prokudin (Dois Intermezzos para Orquestra de Cordas) e Stuart McIntosh (A Vida de uma Mulher), todos eles compositores em plena atividade.



Serviço:

Concerto “Magníficas” – Camerata Antiqua de Curitiba

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

Datas e horários:

16 de dezembro (sexta-feira), às 20h; 17 e 18 de dezembro (sábado e domingo), às 18h30

Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50

Ensaio aberto ao público: sexta-feira (16), das 10h às 12h (gratuito)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

evento - musica Nuvens comemora 4 anos de carreira com show Fome de Vida

No próximo dia 09, a Nuvens sobe ao palco para comemorar seus 4 anos de carreira com o show do seu novo disco, o Fome de Vida. O evento, que também comemora o encerramento do ano do projeto Acústico Mundo Livre, da rádio Mundo Livre FM, será no Jokers Pub (R. São Francisco, 164), e a entrada é gratuita até as 21h – após, R$15.

Dessa vez, porém, a apresentação será um pouco diferente do que o público presenciou no lançamento, há um mês no Teatro Paiol. Para reforçar ainda mais o clima festivo da noite alguns convidados especiais participarão do show junto com a banda, que além das músicas do novo disco, tocará também algumas versões gravadas especialmente para o projeto da rádio. Para quem tiver interesse, a banda possui convites limitados que garantem entrada gratuita até as 00h. Para garantir presença é só mandar um email para producao.nuvens@gmail.com com o número de pessoas e os nomes. Os convites estarão disponíveis na portaria.

Fome de Vida

Fome de Vida é um disco conceitual com 10 músicas que abordam um tema amplo, apresentando muito mais que apenas dois opostos: o som e o silêncio, o certo e o errado ou o bem e o mal. Nesse caos, a busca então é estar a vontade para trilhar um caminho, “entre o segundo e a eternidade”. E assim as canções passam de forma, ora passional, ora reflexiva, por um contexto que se torna uma apologia ao ato de estar vivo.

Mais do que um disco, o Fome de Vida é o reflexo de uma renovação artística iniciada em meados de 2010, e que conta também com um novo show. A produção tem direção cênica do ator, autor e diretor de teatro Edson Bueno, e do ator Tiago Luz, e é resultado da união entre a música e a poesia, ambas focadas na essência do Fome de Vida.



Serviço:

Aniversário de 4 anos da Nuvens com o show Fome de Vida + convidados especiais.

Jokers Pub (R. São Francisco, 164)

Entrada livre até às 21h - após R$ 15,00.

Mandando um email para producao.nuvens@gmail.com, você garante sua entrada free até às 0h.

Show, a partir, das 22h.

Convidados confirmados:

. Allan Yokohama - Humanish

. Sandra Piola e Bruno Sguissardi - Anacrônica

. Michele Mara

. Igor Cordeiro - Supercolor

Oficina de Música seleciona tradutores voluntários


A 30ª Oficina de Música de Curitiba está selecionando voluntários tradutores da língua inglesa para trabalhar durante as aulas de professores de 18 países, que vão ministrar 84 cursos de 8 a 28 de janeiro. Os voluntários selecionados receberão uma bolsa de estudos para qualquer curso da oficina (música erudita, música antiga, música popular brasileira, musicalização infantil e construção de instrumentos com material reciclável), à escolha do tradutor, e um crachá que dará direito a entrada livre em todos os shows e concertos desta edição. Os interessados devem mandar currículo resumido para msquiba@fcc.curitiba.pr.gov.br. Informações pelo telefone (41) 3321-2844.

Promovida pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), por meio da Fundação Cultural de Curitiba e com patrocínio da Petrobras, a Oficina de Música de 2012 receberá 27 professores estrangeiros vindos de Portugal, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Polônia, Eslovênia, Luxemburgo, Inglaterra, França, Itália, Rússia, África do Sul, Argentina, Chile, Uruguai, Panamá e Cuba. Uma parte deles integra instituições como a Julliard School (EUA), Royal Academy e Guildhall School (Inglaterra), Schola Cantorum Basilensis e Tonhalle Orchestra (Suíça), Orquestra Filarmônica de Monte Carlo (Mônaco), Orquestra Calouste Gulbenkian (Portugal), Mahler Chamber Orchestra (Alemanha), Theatro Municipal de São Paulo e OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

Como o número de professores estrangeiros aumentou, em 2012 o número de voluntários também sofrerá um acréscimo. Serão 18 tradutores. Na edição passada, em janeiro deste ano, foram 14. Desde que a Oficina começou a selecionar tradutores, em 2009, já trabalharam no evento 41 voluntários.

domingo, 4 de dezembro de 2011

VOCÊ TEM QUE OUVIR ISSO! de Luiz Cesar Pimentel - LANÇAMENTO





VOCÊ TEM QUE OUVIR ISSO!
de Luiz Cesar Pimentel,

Páginas: 128


E se você pudesse pedir para seus artistas favoritos montarem uma lista com as músicas mais importantes e marcantes de suas vidas? Luiz Cesar Pimentel fez isso. E conseguiu listas dos músicos do Skank, Capital Inicial, Pitty, Restart, NX Zero, Pato Fu, Dead Fish, Ira!, Sepultura, Krisiun, César Menotti e Fabiano, Cachorro Grande, Nando Reis... ufa... jornalistas, escritores, atores como Sérgio Marone, apresentadores - Rodrigo Faro e Cristiana Arcangeli -, o estilista Ronaldo Fraga e vários outros artistas. Está tudo aqui em Você tem que ouvir isso!, livro com mais de 1.700 músicas indicadas por quem mais entende do assunto no país. E até fora, já que alguns artistas internacionais montaram listas também. E temos de contar o fi nal do livro, mesmo que estrague a surpresa: várias listas em branco para que você convide seus amigos a montarem as próprias sugestões. Está esperando o quê? Você tem que ler isso!




O AUTOR
LUIZ CESAR PIMENTEL (São Paulo, 22/01/1971) é jornalista, escritor e chefe de redação do portal R7. Jornalista desde 1992, é autor do livro Sem Pauta -Reportagens, Histórias e Fotos de um Jornalista pelo Mundo (Ed. Seoman, 2005), compilado de reportagens em 18 países como correspondente. Possui experiência em cobertura internacional em países como Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca, Holanda, Rússia, Polônia, China, Vietnã, Camboja, Equador, índia, Nepal e Bangladesh. Trabalhou em alguns dos principais veículos de comunicação do país, como Folha de S. Paulo, Editora Abril, revista Trip, os portais Starmedia, Zip.net, UOL e Virgula, além de ser colunista e colaborador de Caros Amigos, Carta Capital, Playboy, Revista da Folha, Rolling Stone, Sexy, Jornal da Tarde, revista Um e Superinteressante. É colunista da revista Elle sobre cultura pop e web. Criou e foi diretor de redação das revistas Radar e Zero, considerada por três anos consecutivos a melhor publicação de cultura pop e música do Brasil. Foi responsável pela introdução no país e pela versão brasileira do MySpace, quando esta era a rede social mais visitada do mundo. Foi diretor de conteúdo e primeiro profissional da rede social no país.


A ESCOLHA DO EDITOR - "essa foi por anos, na época da dura dita, a minha música"



UM LANÇAMENTO

Guitarrista Mimi Rocha e compositor Chico Pio apresentam shows consecutivos no CCBNB-Fortaleza







O guitarrista Mimi Rocha e o cantor e compositor Chico Pio apresentam-se na próxima quarta-feira, 7, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108). Com entrada franca, os dois shows são consecutivos: primeiro Mimi Rocha toca às 18 horas, e em seguida Chico Pio canta às 19 horas.



Mimi Rocha

Músico, arranjador, compositor e produtor musical de maior destaque no cenário local, Mimi Rocha é um grande expoente da guitarra jazz. Seu estilo sofre influência de ícones, como: The Beatles, Aldo Sena, Pat Metheny, Ennio Morricone e Santana.

Mimi Rocha é, sob vários aspectos, um produto dos vários gêneros musicais que ouve e que inspiraram sua formação musical. Com isso, tornou-se uma figura chave na música instrumental, e é inegável sua participação em shows de artistas que são ícones da música brasileira, como: Fagner, Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Belchior, entre outros.

Planejou sua carreira com sabedoria, tornou-se proprietário do Studio MR, de grande prestígio na cidade, onde produz e cria arranjos para vários artistas. Atua na produção musical de alguns trabalhos de caráter mais comercial, ainda que agradáveis e perfeitamente bem executadas. Lidera a Banda Marajazz e dirige musicalmente vários festivais de música no estado.

Apresenta o show intitulado "Influências", como o próprio nome sugere, trata-se de uma síntese bem produzida de sua história musical, revelando assim sua inspiração e formação como instrumentista.



Repertório

A.D/D.A (Mimi Rocha)

Crianças (Mimi Rocha)

Alegria Final (Mimi Rocha)

Baião para Lyle e Pat (Mimi Rocha)

El farol (Carlos Santana)

While my guitar gently weeps (The Beatles)

Cinema paradiso (Ennio Morricone)

Lambada complicada (Aldo Sena)

Purple haze (Jimi Hendrix)



Músicos:

Guitarra: Mimi Rocha

Teclados: Herlon Robson

Bateria: Denilson Lopes



Chico Pio

Músico e compositor piauiense, Chico Pio consolidou sua trajetória em terras alencarinas, tendo destaque em nossos bares e festivais, tornando-se um verdadeiro ícone da música popular feita pelos cearenses nas últimas décadas. Iniciou sua carreira apresentando-se ao lado de Fagner, Ivan Lins, Lucinha Lins, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Maurício Tapajós e Carmen Costa, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, 1975, o músico se apresentou em São Paulo e Minas Gerais, entre shows e grandes festivais. Em 1977, venceu o Festival Universitário do Rio de Janeiro, com "Calmaria".

No começo dos anos 1980, o cantor e compositor tinha parcerias com Fausto Nilo e Stélio Valle, respectivamente, "Água - jardim do olhar" e "O que foi que você viu?", gravadas no álbum "Massafeira Livre". Chico Pio também teve canções registradas por Zé Ramalho ("Forrobodó"), Paulo Rossglow e Lúcio Ricardo ("Sorvete") e Ângela Linhares ("Água"). Sua atuação nos festivais é uma de suas características. A parceria com Amilton Melo, "Silêncio", foi premiada no Festival Credimus da Canção, em 1980. Em 1999, Chico Pio lançou o álbum "Beira do Mundo", em que apresenta parcerias com Fausto Nilo. No início dos anos 2000, Chico também teve bastante atuação, em destaque tem o Festival de Camocim, onde em 2003 esteve na final com uma canção em parceria com o compositor Wagner Castro.

Para comemorar seus 45 anos de estrada, com três CDs gravados, Chico Pio fará o show, intitulado: "Vivo cantando e não quero parar", onde apresentará os clássicos que o destacaram na cena musical e para abrilhantar ainda mais o espetáculo interpretará pérolas dos ícones ovacionados nacionalmente, como: Fagner, Belchior, Zé Ramalho e Ednardo.



Repertório:

Solitudine (Chico Pio e Totonho Laprovítera)

Forró da minha serra (Chico Pio e Totonho Laprovítera)

Cantando no bar (Chico Pio e Alano Freitas)

Forrobodó (Chico Pio e Totonho Laprovítera)

Sorvete (Chico Pio e Stélio Valle)

Alfa e beta (Chico Pio e Francis Vale)

Sol e mariana (Chico Pio e Alano Freitas)

Agua (Chico Pio, Fausto Nilo e Stélio Valle)

Aquarela japonesa (Chico Pio, Fausto Nilo)



Músicos:

Voz e violão: Chico Pio

Guitarra: Mimi Rocha.

Bateria: Denilson Lopes

Prorrogado prazo de inscrições para a Oficina de Música 2012



As inscrições para os cursos da 30ª Oficina de Música de Curitiba, que acontece de 8 a 28 de janeiro de 2012, foram prorrogadas até o próximo dia 16 de dezembro. Alguns cursos já estão com as vagas preenchidas, mas ainda há opções que podem ser consultadas no site www.oficinademusica.org.br, onde os interessados encontram todas as informações sobre o evento.

Uma das marcas culturais da cidade, a Oficina de Música é promovida pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), por meio da Fundação Cultural de Curitiba. Nesta edição histórica, quando completa três décadas de sucesso, a Oficina conta com o patrocínio da Petrobras e oferta 84 cursos, divididos entre as fases de Música Erudita e Antiga e Música Popular Brasileira, que também contempla os núcleos de Música Latino-americana e de Música e Tecnologia.

Os alunos podem escolher entre 31 cursos de música erudita, dez de música antiga e 41 da fase popular, além dos dois cursos de musicalização infantil e construção de instrumentos com material reciclável, que acontecerão nas Regionais da cidade. A taxa de inscrição varia de acordo com o número de cursos e a modalidade: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases), R$ 50 (minicursos), R$ 15 (Prática de Coro / adulto e infantil) e R$ 10 (cursos nas Regionais).

Os cursos serão ministrados por 99 professores de todo o Brasil e de 18 países convidados. São 27 mestres estrangeiros, vindos de Portugal, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Polônia, Eslovênia, Luxemburgo, Inglaterra, França, Itália, Rússia, África do Sul, Argentina, Chile, Uruguai, Panamá e Cuba. Muitos desses professores integram instituições como Julliard School (EUA), Royal Academy e Guildhall School (Inglaterra), Schola Cantorum Basilensis e Tonhalle Orchestra (Suíça), Orquestra Filarmônica de Monte Carlo (Mônaco), Orquestra Calouste Gulbenkian (Portugal), Mahler Chamber Orchestra (Alemanha), Theatro Municipal de São Paulo e OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

A programação da 30ª Oficina de Música de Curitiba ainda oferece 90 concertos, que serão realizados em diferentes espaços para alcançar todos os públicos. Paralelamente, será desenvolvido o programa Cidadania Musical, com apresentações em asilos, penitenciárias e hospitais, numa iniciativa que privilegia a inclusão social.

A música também invade a tela da Cinemateca de Curitiba, que exibirá uma programação especial sobre o tema. Nos parques e praças, música e responsabilidade ambiental se completam, em shows que contam com o plantio de árvores nativas, contribuindo para a neutralização da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) produzida no evento. A ação será realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Serviço:

Prorrogação do prazo de inscrições para a 30ª Oficina de Música de Curitiba, que acontecerá de 8 a 28 de janeiro de 2012.

Período de inscrições: até 16 de dezembro de 2011, no site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases), R$ 50 (minicursos), R$ 15 (Prática de Coro / adulto e infantil) e R$ 10 (cursos nas Regionais).

Contato: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

evento - musica - Orquestra de Câmara encerra com música latino-americana



Orquestra de Câmara encerra com música latino-americana a temporada 2011 de concertos



A música latino-americana é a atração do concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba, neste fim de semana, quando interpreta um repertório composto por obras de Carlos Zamora (Chile – 1968), Liduino Pitombeira (Brasil – 1962), Aldemaro Romero (Venezuela / 1928 – 2007) e Alberto Ginastera (Argentina / 1916 – 1983). O espetáculo, que encerra a temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo, terá como convidados o maestro chileno Victor Hugo Toro e o violoncelista paraíbano Raïff Dantas Barreto. As apresentações acontecem às 20h de sexta-feira (2), na Igreja Bom Jesus, e às 18h30 de sábado (3), na Capela Santa Maria.

Uma novidade, neste programa musical da primeira semana de dezembro, é que o ensaio geral da Orquestra de Câmara, na quinta-feira (1º), das 10h às 12h, na Capela Santa Maria, será aberto ao público. Num encontro com entrada franca, o maestro Victor Hugo Toro conversará com a plateia sobre as composições selecionadas, realizando um passeio pela produção da música latino-americana, além de ressaltar a importância dos compositores escolhidos para integrar o repertório do espetáculo.

A presença de convidados ilustres enriquece a atuação da Orquestra de Câmara de Curitiba, que desenvolve um trabalho reconhecido nacionalmente. Neste concerto – para executar um programa composto por obras incorporadas ao repertório de importantes orquestras de todo o mundo –, o grupo contará com a participação de músicos renomados.

Nascido em Santiago (Chile), o regente Victor Hugo Toro estudou música em seu país natal, aperfeiçoando técnicas com maestros como Jean Fournet (França), Peter Perret (EUA), Eduardo Browne (Chile), Rodolfo Fischer (Chile), John Neschling (Brasil) e Kurt Masur (Alemanha). É seguidamente convidado a reger as mais representativas orquestras do Chile, Argentina, Uruguai e México.

No Brasil, Toro venceu o II Concurso Internacional de Regência Orquestral, organizado pela Orquestra Sinfônica de São Paulo, na qual assumiu o cargo de diretor artístico assistente, em 2008. Pelo seu trabalho em prol da música e da aproximação cultural entre Chile e Brasil, o maestro foi homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo, em 2009. Atualmente, é diretor artístico assistente e regente residente da Companhia Brasileira de Ópera.

O violoncelista Raïff Dantas Barreto nasceu em João Pessoa (Paraíba), onde iniciou seus estudos musicais. De 1989 a 1992 aprimorou conhecimentos no Conservatório Arrigo Boito, em Parma (Itália), além de ter realizado cursos com o pianista Dario De Rosa e com o “Nuovo Quarteto Italiano”. Ao voltar ao Brasil, foi por três anos o primeiro violoncelo da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Em 1994 produziu e lançou o CD “Carrapicho”, de música brasileira, que conquistou sucesso da crítica especializada, no Brasil e na Europa.

Em 1996, Dantas Barreto assumiu a cadeira de primeiro violoncelo da Orquestra do Norte, em Portugal. Fez recitais no Brasil, Espanha e Itália, tendo atuado como solista sob as batutas de Eleazar de Carvalho, Fred Gerling, Lutero Rodrigues, Günter Arglebe, entre outros. Em 1999, gravou o CD “Clara Crocodilo ao vivo” e, desde então, colabora com o compositor Arrigo Barnabé. Desde 1998 tocando no violoncelo “Príncipe do Brasil”, construído pelo “luthier” Saulo Dantas-Barreto, o instrumentista atualmente integra a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo.



Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba com o programa “Música Latino-americana”, tendo como convidados o maestro chileno Victor Hugo Toro e o violoncelista paraíbano Raïff Dantas Barreto, no encerramento da temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo.

Agenda:

Dia 1º de dezembro de 2011 (quinta-feira), ensaio geral aberto ao público, das 10h às 12h, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com entrada franca.

Dia 2 de dezembro de 2011 (sexta-feira), às 20h, na Igreja Bom Jesus (Praça Rui Barbosa – Centro), com entrada franca

Dia 3 de dezembro de 2011 (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com ingressos a R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada).



Programa:

Carlos Zamora (Chile – 1968) – Tres Visiones de un Sikuris Atacameño

Liduino Pitombeira (Brasil – 1962) – Concerto para Violoncelo e Orquestra, Op. 53 (2000)

Aldemaro Romero (Venezuela / 1928 – 2007) – Fuga con Pajarillo (1975)
Alberto Ginastera (Argentina / 1916 – 1983) – Concerto para Cordas, Op.33 (1965)

evento - musica - Letras do álbum "Revolver", dos Beatles, serão analisadas



Letras do álbum "Revolver", dos Beatles, serão analisadas, antes de show com as músicas do disco



O programa Literatura em Revista, do Centro Cultural Banco do Nordeste, analisará a poética das canções do álbum "Revolver", dos Beatles, no próximo sábado, 3, às 16 horas, com entrada franca. "Revolver" completou 45 anos de história na música mundial neste ano de 2011.

As letras das canções do disco - entre elas, os clássicos "Eleanor Rigby", "Yellow Submarine", "Here, There and Everywhere", "Taxman", "Good Day Sunshine", "For No One" e "Got to Get You into My Life" - serão comentadas pelos pesquisadores beatlemaníacos Nelson Augusto, Astrid Miranda Leão e Fábio Parente, que produzem e apresentam o programa "Frequência Beatles", na Rádio Universitária FM (107.9 mHz), de Fortaleza.

Após a análise do cancioneiro dos Beatles, a banda cover "Rubber Soul" subirá, às 18 horas, ao palco do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108), para tocar todas as músicas do álbum "Revolver", exatamente na ordem em que foram gravadas no CD (à época, LP).



Revolver, sétimo álbum dos Beatles

Revolver é o sétimo álbum do grupo de rock inglês The Beatles lançado em 5 de agosto de 1966 , inicialmente no Reino Unido e em 8 de agosto nos EUA. Atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso americana e inglesa. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame .

Considerado ainda mais inovador do que seu antecessor (Rubber Soul , de 1965), Revolver marca a adesão oficial dos Beatles ao Psicodelismo . Passeia desde a música oriental "Love You To", aos apelos vibrantes de "Got to Get You into My Life", da solidão lúgubre de "Eleanor Rigby ", ao experimentalismo psicodélico de "Tomorrow Never Knows " e o ufanismo de "Yellow Submarine ".

Nesta, particularmente, a chave da nova "abertura": "Vamos vivendo uma bela vida/Achamos para tudo uma saída/Céu azul, mar verde e belo/Em nosso submarino amarelo". Com os Beatles, o mundo embarcaria no submarino amarelo da fantasia, pronto para viver toda a loucura dos últimos anos da década.




George Harrison aumenta sua participação como compositor


Pela primeira e única vez, George consegue colocar três músicas de sua autoria em um álbum dos Beatles. "Taxman" é uma crítica aos altos impostos ingleses cobrados de pessoas com altos ganhos como os Beatles. No trecho em que George canta "Mr. Wilson" e sobre "Mr. Heath" ele refere-se especificamente a Harold Wilson (Primeiro Ministro Inglês do Partido Trabalhista) e a Edward Heath (Lìder da oposição do Partido Conservador) políticos da época. "I Want To Tell You" fala sobre a sua dificuldade em se expressar em um momento que vivia uma avalanche de pensamentos. E "Love You To", George traz mais uma vez o uso de instrumentos indianos, a tabla e cítara e ele é o único a participar da gravação da música.





Influências das drogas


Há suposições de que músicas como "She Said, She Said", "Dr. Robert", "Got To Get You Into My Life" tenham sido escritas durante o uso de drogas.

Na música "She Said She Said" John supostamente se inspirou em sua segunda experiênica com LSD . Há um trecho que diz "I know what it's like to be dead" ("Eu sei como é estar morto") frase que Peter Fonda teria lhe dito após tomar ácido. Nela, George assume o baixo após Paul largar as gravações em decorrência de uma briga com John Lennon.

"Dr. Robert" fala sobre um médico que receitava anfetaminas a seus pacientes famosos. Paul reconheceria mais tarde que "Got To Get You Into My Life" falava de sua experiência com a maconha e foi feita inspirada na soul music americana com o uso de metais .





Estilo psicodélico


"Tomorrow Never Knows " foi vuma das primeiras músicas ao estilo do emergente rock psicodélico. A música foi inspirada no livro de Timothy Leary, "O Livro Tibetano da Morte". Inicialmente se chamaria "The Void" ou "Mark I".

Há ainda grandes influências psicodélicas nas músicas Doctor Robert e She Said She Said, duas músicas que falam sobre drogas, ou mais especificamente o LSD.





Diversidade musical


"Eleanor Rigby" é mais uma música de McCartney com arranjos orquestrados e somente com a participação de Paul (assim como foi feito em Yesterday ). Iria se chamar "Miss Daisy Hawkins". Mas o nome da música foi mudado para "Eleanor Rigby", em homenagem a um túmulo que ficava perto do local onde a antiga banda de John, The Quarrymen , se apresentava. "Yellow Submarine" escrita por Paul e cantada por Ringo, tem em sua letra um tema infantil que depois seria aproveitada para dar título a um desenho animado feito pelos Beatles. Traz sons de bolhas, barulho de água e outros barulhos gravados em estúdio.

Em "And Your Bird Can Sing" os Beatles usaram solo duplo de guitarra e era uma das músicas de John que ele não gostava. Em "I'm Only Sleeping", George fez o solo de guitarra e depois tocou o som ao contrário.





Baladas clássicas


McCartney novamente escreve suas baladas. "For No One", ele escreveu para sua namorada na época (Jane Asher ) e se chamaria inicialmente "What Did I Die?" . E a clássica "Here, There And Everywhere" que era uma das músicas preferidas de John.





Capa do álbum


Criada pelo alemão Klaus Voormann , amigo dos Beatles desde a época em que eles foram tocar em Hamburgo. A capa traz uma ilustração feita com desenhos e colagens de fotos (feitas pelo fotográfo Robert Whitaker).



evento - SÉRIE SOLO MÚSICA FECHA A TEMPORADA 2011 NA FLAUTA








O flautista Artur Andrés, membro fundador do Grupo UAKTI, se apresenta na Caixa Cultural





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (6), o flautista Artur Andrés no último concerto deste ano da Série Solo Música. O músico mineiro, membro fundador do grupo UAKTI, ira realizar uma apresentação solo.



Artur Andrés desenvolve, há 26 anos, um trabalho inovador no panorama da música instrumental brasileira, com o grupo UAKTI, conhecido por utilizar instrumentos musicais não convencionais e construídos pelos próprios músicos, obtendo reconhecimento nacional e internacional.



Com o UAKTI, Andrés participou de trabalhos de artistas como Milton Nascimento, Paul Simon, Stewart Copeland, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Marlui Miranda, The Manhattan Transfer entre outros. Realizou centenas de apresentações no Brasil, EUA, Europa e Japão.



O UAKTI lançou dez álbuns, sendo quatro deles pelo Point Music, renomado selo de Nova Iorque. O trabalho do grupo recebeu importantes premiações, como o Prêmio Ministério da Cultura 1996 e o Prêmio Sharp 1989. A experiência de Andrés, com o grupo, está também registrada no livro “UAKTI – um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos”, de sua autoria.



O músico trabalhou durante sete anos como flautista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Faz duo de flauta e piano com Regina Amaral, há 27 anos, com seis discos lançados: “Encontro Barroco I” (1984), “Encontro Barroco II” (1985), “Duo” (1999), “Cantos e Ritmos do Oriente” (2000), “Músicas dos Sayyids e Derviches” (2002) e “Hinos Preces e Ritos” (2004), estes três últimos trabalhos com obras de George Gurdjieff e Thomas de Hartmann.



Doutor em Música pela Escola de Música da UFMG, há 25 anos é professor das cadeiras de Flauta e Música de Câmara. Paralelamente ao trabalho com o grupo, o flautista desenvolve intensa atividade como concertista, flautista e compositor.



Serviço:

Música: Série Solo Música – Artur Andrés (Flautas e Marimba de Vidro)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 6 de dezembro de 2011 (terça-feira)

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

evento - musica - 14 BIS AO VIVO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA










O grupo mineiro apresenta os grandes sucessos de sua carreira e músicas do álbum “14 Bis ao Vivo”





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 1º a 4 de dezembro (quinta a sábado), um dos grandes nomes da música brasileira: o grupo 14 Bis. A banda mineira, formada por Cláudio Venturini, Hely Rodrigues, Sérgio Magrão e Vermelho, traz sucessos da carreira e o repertório do último disco, intitulado “Ao Vivo”.



O grupo foi fundado no final de 1979, por músicos que nutriam admiração por bandas internacionais, como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin e Pink Floyd, entre outras. A influência, no entanto, não se resumiu à música criada fora do Brasil. O “Clube da Esquina” foi a prova que poderia ser criada, no Brasil, uma nova música brasileira - original, popular e, ao mesmo tempo, sofisticada.



O Brasil, da época, estava em processo de redemocratização e a formação de uma banda era vista com desconfiança pelas gravadoras. Foi com o aval de Milton Nascimento (produtor do primeiro disco) que o grupo foi contratado pela multinacional EMI Odeon, para gravar o “14bis I”, disco que rapidamente galgou as paradas com canções como Natural e Canção da América, esta última, uma composição inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant.



Na sequência, lançaram o clássico “14bis II”, que consolidou o sucesso da banda no cenário musical brasileiro. Nesse disco, se destacam as canções “Planeta Sonho”, “Nova Manhã” e “Caçador de Mim”. Depois, vieram, “Espelho das Águas”, em que foram apresentados novos ritmos e arranjos; “Além Paraíso”, com o hit “Linda Juventude”; “A Idade da Luz”, com o grande sucesso “Todo Azul do Mar”; e “A Nave Vai”, um flerte com a música new age.



“Sete”, o sétimo disco e último com canções inéditas, marcou a saída de Flávio Venturini do grupo. A parceria com Renato Russo em “Mais uma Vez” é um grande sucesso desse trabalho. Foram lançados, então “Quatro por Quatro”, disco raro no mercado; “Siga o Sol”, quase todo gravado e mixado em Nova Iorque; “Bis acústico”; e “14 Bis e Boca Livre ao vivo”.



Em 2004, o grupo lançou “Outros Planos”, retomando com músicas inéditas. O trabalho que será apresentado na CAIXA Cultural é o “14 Bis ao vivo”. A banda pretende comemorar os 30 anos de carreira, com a volta de Flávio Venturini, na gravação de um CD e DVD de inéditas do grupo, compostas especialmente para o aniversário, além de sucessos consagrados.



Ficha Técnica:

Guitarra e vocal: Cláudio Venturini

Bateria: Hely Rodrigues

Baixo e vocal: Sergio Magrão

Teclados e vocal: Vermelho



Serviço:

Música: 14 Bis

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: de 1º a 4 de dezembro de 2011 (quinta-feira a domingo)

Hora: de quinta e sexta às 21h / sábado às 19h e 21h / domingo às 19h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

evento - musica - Jean Garfunkel leva a sonoridade da poesia ao Paiol







A poesia cantada e falada marca o espetáculo “Poemia”, que Jean Garfunkel – poeta, compositor, intérprete, violonista e contador de histórias – apresenta neste domingo (13), às 19h, no Teatro do Paiol. Trata-se de um concerto temático, com música e texto, que leva o espectador a percorrer as possibilidades sonoras da poesia. Na ocasião, o artista lança seu primeiro livro de poemas e letras de música, que tem o mesmo nome do show e conta com prefácio do compositor Paulo César Pinheiro.

No palco, Jean Garfunkel revela o resultado de sua longa experiência com as palavras. Com 30 anos de carreira e quatro discos gravados – três em dupla com o irmão Paulo Garfunkel –, tem composições consagradas nas vozes de importantes nomes da MPB, entre eles Elis Regina, Maria Rita, Zizi Possi, Renato Braz e a dupla Pena Branca e Xavantinho. O show no Paiol tem a participação de dois convidados curitibanos: a atriz Pagu e o poeta Ricardo Carvalho que, juntamente com o autor, falarão poemas do livro.

Jean Garfunkel traçou em poema o espetáculo em Curitiba: “Poesia e boemia / São roupas do mesmo rol / Poesia, estrela guia / Que nos serve de farol / Quando a noite é o nosso dia / E a lua nosso sol / Um gole de boemia / Aquece igual cachecol / Poesia e boemia / É Poemia no Paiol “.



A obra – O livro “Poemia” é dividido em três capítulos, com trabalhos criados sob três olhares poéticos diferentes. No capítulo “Solaris” estão poemas que abordam a natureza, com suas inspirações diurnas. Em “Lunaris” encontram-se os poemas de amor, nos quais a mulher aparece como a musa plenamente identificada com o arquétipo lunar. Finalmente, em “Etílicus”, reúnem-se poemas embriagados de humor e crítica social, tendo o bar como cenário e personagem do poeta, que extrai da lucidez feérica da boemia a matéria-prima de seus versos. Grande parte desses poemas foi musicada por parceiros ilustres, como Júlio Medaglia, Léa Freire, Sizão Machado, Natan Marques, além do próprio autor.

A publicação é obra de um poeta que também é músico, filiado às mais antigas manifestações poéticas, quando música e poesia eram inseparáveis. “Poemia é um livro de menestrel. Quem possui um mínimo de sensibilidade musical já o lê cantando”, registra Paulo César Pinheiro, no prefácio da obra.



Serviço: Show “Poemia”, com Jean Garfunkel, que lança o livro de mesmo nome do espetáculo. Participações da atriz Pagu e do poeta Ricardo Carvalho. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Data e horário: dias 13 de novembro de 2011 (domingo), às 19h Ingressos R$ 20 Classificação livre Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

evento - Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



Dia 9 | quarta-feira




Piano-bar

21h30







Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



O prazer de um encontro

Uma ligação perfeita

Charutos e Aguardentes

Juntos. Numa experiência de prazer.

Acompanhe-nos nesta viagem pelos sentidos, sinta o momento e deixe o tempo parar.



Participantes:

Moderador:

Manuel Serrão



Convidados:

Júlio Magalhães,

Sérgio Oliveira (Casa Havaneza)

Manuel Soares (enólogo da Aveleda)



Parceria Aveleda e Casa Havaneza





Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/



Dia 9 | quarta-feira




Piano-bar

21h30







Tertúlia sobre Charutos e Aguardentes



O prazer de um encontro

Uma ligação perfeita

Charutos e Aguardentes

Juntos. Numa experiência de prazer.

Acompanhe-nos nesta viagem pelos sentidos, sinta o momento e deixe o tempo parar.



Participantes:

Moderador:

Manuel Serrão



Convidados:

Júlio Magalhães,

Sérgio Oliveira (Casa Havaneza)

Manuel Soares (enólogo da Aveleda)



Parceria Aveleda e Casa Havaneza





Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

evento - musica - Sax tenor de Thiago Rocha e vocal das Allices são destaques na quarta-feira, 9



Sax tenor de Thiago Rocha e vocal das Allices são destaques na quarta-feira, 9, no CCBNB-Fortaleza


O sax tenor de Thiago Rocha e o vocal da dupla Allices são os destaques na programação musical gratuita do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza na próxima quarta-feira, 9. Thiago Rocha apresentará o show instrumental "Dama" às 12h30, e as Allices sobem ao palco do CCBNB-Fortaleza às 18 horas.

Veja a seguir as sinopses, o programa e a ficha técnica dos dois shows:



Thiago Rocha é um músico experiente, com uma trajetória consistente, pautada no profissionalismo e carisma. Excelente instrumentista, também é um compositor sensível e talentoso. Possui reconhecimento na cena local, entre os colegas de profissão e o público cada vez mais crescente em suas apresentações. A música instrumental faz parte do cotidiano desde a infância: ao lado de sua mãe, ouvia discos de Bach, Mozart, Beethoven e Haendel, entre outros. Aos 13 anos já era integrante da banda do Colégio Pe. João Piamarta, sob a regência do maestro Costa Holanda, viajando para o norte da Itália em turnê por um mês, em 2006. Participou do Festival de Música Popular da Ibiapaba (2005-2008) como monitor do Curso de Saxofone, em parceria com os professores Carlinhos Ferreira e Márcio Resende. Tem como referenciais John Coltrane, Michael Brecker, Bob Mintzer, Marcelo Martins, Márcio Resende e seu amigo Bob Mesquita. Atualmente, toca com Groovytown, Marajazz, Mesura e Paulo José Big Band, além de trabalhos instrumentais solo e com artistas locais. O Show "Dama" é uma mostra do CD homônimo em fase de gravação que mescla músicas autorais e de outros compositores.



Programa

1. The night has thousand eyes (Weisman / Garret / Wayne)

2. Chegar (Thiago Rocha)

3. Talk (Pat Metheny)

4. Dama (Thiago Rocha)

5. Nardis (Miles Davis)

6. De ponto (Thiago Rocha)

7. Bananeira (João Donato)



Ficha Técnica:

Sax tenor: Thiago Rocha

Trompete: Ricardo Abreu

Piano elétrico: Tito Freitas

Baixo: Miquéias dos Santos

Bateria: Adriano Azevedo



Participações especiais:

Guitarra: Cainã Cavalcante

Sax tenor: Lucas Mardem



As Allices

Patrícia Alice é uma intérprete de voz marcante, muito elogiada e requisitada para shows e gravações em estúdios por seu timbre, potência vocal, desenvoltura e postura em cena. É também compositora e licenciada em Música pela Universidade Estadual do Ceará.

Priscila Alice é cantora autodidata e produtora artística. Igualmente talentosa, possui uma voz "brasileiríssima", título bem aplicado a ela por sua versatilidade vocal e atributos profissionais que são peculiares à sua trajetória como autenticidade, originalidade e irreverência em tudo o que se propõe a fazer, sejam as criações, os figurinos e produções.

As irmãs Patrícia e Priscila se uniram também na música resultando em "Allices" - um encontro de habilidades diversificadas, desde os timbres fortes às performances de palco que se completam num espetáculo de arte, técnica e emoção. O show privilegia a "Dance music", através de novos arranjos, trazendo à platéia os grandes hits das décadas de 1960, 70, 80, 90 e atualidade.



Programa

1. Perigosas (Nelson Motta)

2. Guerra dos sexos (The Fevers)

3. Debaixo do Equador (Chico Buarque)

4. Chega mais (Rita Lee)

5. Sweet dreams (Annie Lennox)

6. Girls just wanna have fun (Cindy Lauper)

7. Like a prayer (Madonna)

8. Chega disso (Patrícia Alice)



Ficha Técnica:

Voz: Patrícia Alice

Voz: Priscila Alice

Guitarra: Lú de Souza

Baixo: Miquéias dos Santos

Bateria: Rafael Costa

Produção artística: Flávio Oliveira

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

evento - musica - Recital de bandolim acontece na Série Solo Música


Daniel Migliavacca se apresenta sozinho no palco da CAIXA Cultural





A CAIXA Cultural apresenta o show do paulistano radicado em Curitiba, Daniel Migliavacca, no dia 08 de novembro. O músico apresenta um concerto solo de bandolim na Série Solo Música.



Daniel começou a tocar cavaquinho aos 12 anos se interessando inicialmente pelo samba, mas ao conhecer o bandolim por um amigo passou a se dedicar ao instrumento, com foco no choro. O músico definiu o bandolim como seu principal instrumento por conseguir tocar um repertório variado na afinação desejada.



De 2006 a 2009 integrou como bandolinista a Orquestra à Base de Corda de Curitiba, participando do CD “Antiquera”, gravado com o violeiro Roberto Corrêa. Participou do álbum do grupo Clube do Choro de Curitiba, com composições inéditas de seus integrantes. Em 2008 se apresentou em Viena, na Áustria, e realizou shows na sede da ONU com seu trio.



“Bandolim” (2009), seu primeiro álbum solo, conta com composições próprias e releituras de clássicos da música brasileira, além das participações especiais de Rogério Souza, Alessandro Penezzi, do flautista Toninho Carrasqueira e do bandolinista Pedro Amorim.



No ano passado, Daniel participou do II Festival Curitiba no Choro, conquistando o segundo lugar de composição, além dos prêmios de voto popular e de melhor instrumentista do festival. É integrante do Trio de Ouro Catuaba Brasil, grupo de música instrumental criado em 2005, com o qual participou do CD “Clarineteando”, de Sérgio Albach (2010).



O bandolinista já se apresentou com a Camerata Antiqua de Curitiba, Altamiro Carrilho, Hamilton de Holanda, Edmar Castaneda, Marcel Powell, Elizabeth Fadel, Carmen Célia Fregonese, entre outros artistas.



Série Solo Música



Em seu terceiro ano de existência, a Série Solo Música se consolidou como realizadora de grandes shows na CAIXA Cultural. Os aspectos que consagraram o projeto vão da diversidade cultural e qualidade musical a ousadia em apresentar recitais raros e em formação solo. Artus Andrés irá fechar a temporada 2011, com flauta e marimba de vidro.



Serviço:



Música: Série Solo Música – Daniel Migliavacca (Bandolim)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 08 de novembro – terça-feira

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural



01/11/2011

Caixa Econômica Federal

Assessoria de Imprensa – CAIXA Cultural Curitiba (PR)

(41) 3544-5641

evento - musica - Carlinhos Vergueiro homenageia 100 anos de Nelson Cavaquinho







Em homenagem aos 100 anos de Nelson Cavaquinho, Carlinhos Vergueiro apresenta-se no Teatro do Paiol nesta sexta-feira e sábado (4 e 5), às 21h. O show integra a turnê que o cantor e compositor paulista faz pelo Brasil para lançar seu novo álbum “Para sempre como os diamantes”, que é um tributo ao sambista carioca, torcedor da Mangueira.

Acompanhado pelos músicos Ítalo Perón (violão e arranjos), Adriano Busko (bateria e percussão), Pratinha (flautas), Ildo (cavaquinho) e Fabio Perón (bandolim), Vergueiro faz um passeio pelas criações de Nelson Cavaquinho, que transcendem modas e costumes.

No show de lançamento, o músico, que foi companheiro de Nelson Cavaquinho na arte e nas memoráveis andanças pelas noites brasileiras, canta “Quando eu me chamar saudade” e “Folhas secas”, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, “Deus não me esqueceu”, de Nelson Cavaquinho, Armando Bispo e Sidney Silva, entre outras.

Nesse CD, que é uma reverência ao mestre, estão artistas do calibre de Chico Buarque, Wilson das Neves, Cristina Buarque e Marcelinho Moreira, além dos inspirados arranjadores Afonso e Tiago Machado, que escreveram para músicos de primeira linha.



Serviço:

Carlinhos Vergueiro interpreta Nelson Cavaquinho

Data: 4 e 5 de novembro (sexta-feira e sábado)

Horário: 21h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingresso: R$ 20 e R$ 10

Grupo Eu, Você e Maria no Teatro Coletivo, Grátis, 6ª, 11/11, 23h



Grupo Eu, Você e Maria no Teatro Coletivo, Grátis, 6ª, 11/11, 23h


Evento Grátis

Grupo Eu, Você e Maria

11/11/11 – sexta - 23h - Grátis (retirar ingresso meia-hora antes do show)

Teatro Coletivo (Rua da Consolação, 1623, t.: 3255-5922)

Capacidade: 120 lugares - Acesso para deficientes – Faixa Etária: 12 anos

www.teatrocoletivo.com.br – Est. conveniado: R. da Consolação 1681 (R$ 8,00)

Apoio Cultural: Governo do Estado de São Paulo - Programa de Ação Cultural 2011

Eu, Você e Maria é atração do Música Para Todos no Teatro Coletivo

O grupo Eu, Você e Maria é a atração do projeto Música Para Todos, shows gratuitos que acontecem desde agosto e vão até novembro. Uma parceria do Teatro Coletivo com a Cooperativa de Música de S. Paulo, o evento tem reunido uma gama variada de músicos, entre eles, Arrigo Barnabé, Virgínia Rosa, Nhocuné Soul, Vânia Bastos, Emiliano Castro, Ione Papas e Tereza Gama.

Eu, Você e Maria circula no cenário musical independente desde 2009. É integrado por Fabio Raesh (voz, teclados e programações), Nani Barbosa (voz, ipad e flauta transversal), Ju Fiorezi (voz e synth), Thiago Chaves (guitarra e ipad).

Nascido em Curitiba e apresentando-se frequentemente em São Paulo, o grupo tem levado aos palcos uma sonoridade particular, resultado da combinação de elementos aparentemente distantes: a experimentação vocal e a tecnologia. No repertório, canções que retratam as diversas faces das relações humanas, o cotidiano e o amor.

Equipados com computadores, guitarra, teclados, ipads e flauta transversal, mostram uma mistura de ritmos: samba, maracatu e ciranda; música brasileira relida com batidas e timbres eletrônicos, somados a três vozes que são exploradas em loops gravados ao vivo.

No roteiro, músicas próprias como Botão, Puxada da Ciranda e A Minha, além de músicas de Dominguinhos (Tenho Sede), Milton Nascimento (Paula e Bebeto) e Tom Zé (Menina Amanhã de Manhã).

Lançamento -O Livro dos Mortos do Rock



O Livro dos Mortos do Rock
Revelações sobre a vida e a morte de sete lendas do Rock'n'Roll
de David Comfort



O LIVRO

Elvis, Janis, Cobain, Hendrix, Morrison, Garcia, Lennon.
Um motorista de caminhão, uma garçonete pista de boliche, um zelador, um pára-quedista, um poeta sem-teto, um professor de guitarra hippie, um estudante de arte sem um tostão: todos tiveram origens humildes. Mas os sete estavam destinados a ser os pioneiros do rock and roll moderno. Ícones culturais. Apóstolos do Vaticano pop.

Muito tem sido escrito sobre os fundadores da música pop moderna, mas nenhum título explora seus mistérios. As suas viagensno escuro para finais trágicos.
O Livro Rock and Roll of the Dead é a destilação de cada biografia existente, tecendo diversos pontos de vista -, bem como a letra e a música das estrelas em si - em uma tapeçaria única e dramática. A riqueza de fatos geralmente desconhecidos e chocantes são revelados. Elvis cometeu suicídio. Ambos Hendrix e Kurt Cobain foram assassinados. Outras revelações são abundantes e conclusivamente documentadas embora os encobrimentos oficiais persistam.

O livro traça a traumas de infância a atração fatal de cada artista. A mãe de Lennon foi morta em um acidente de carro. Tanto a de Elvis e a mãe de Hendrix morreram de tanto beber. Garcia viu seu pai se afogar. Cobain insistiu que tinha "genes suicidas", devido ao número de parentes que tinham tirado suas próprias vidas. Aos quatro anos, Morrison testemunhou um massacre na estrada que mais tarde chamou de "maior evento na minha vida."

Assim como muitos artistas atuais, todos os sete eram obcecados com as estrelas que haviam se tornado. Mas, uma vez alcançado, o estrelato tornou-se uma gaiola dourada para cada um.

Quatro morreram na idade de 27, formando "Club 27". A maioria tinha premonições de um fim precoce. 'Eu vou ser morto em dois anos ", declarou Morrison com naturalidade aos 25. "Eu não tenho certeza de que vai viver a 28", disse Hendrix.

Destrutividade é o lado misterioso e escuro de muitos gênios criativos. Cada um dos sete tinha uma atração fatal. Todos tentaram ou ameaçaram suicidio. Todos ficaram viciados. A maioria morreu de abuso de drogas. Nem todos fatalmente baleado, mas a muito bem poderiam ter encontrado o mesmo fim.


O Livro dos Mortos do Rock é a primeira obra a comparar em profundidade as vidas conturbadas e as mortes trágicas dos sete maiores ícones do rock ‘n’ roll: Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morisson, Elvis Presley, John Lennon, Kurt Cobain e Jerry Garcia. O autor apresenta fatos reveladores e surpreendentes sob um ponto de vista inédito, analisando as ambições e lutas que estes artistas tinham em comum. Carismáticos e talentosos, mas isolados e cheios de conflitos, eles não foram exatamente os ídolos que pensávamos conhecer. Para além de sua genialidade, este livro revela o lado humano e dramático destas sete lendas do rock. Uma jornada frenética ao outro lado da fama. Uma viagem às fantásticas histórias de inquietação e excessos que culminaram em suas mortes prematuras e os elevaram à condição de Imortais.


Leia um trecho do livro aqui http://www.editoraaleph.com.br/site/media/catalog/product/f/i/file_52.pdf


Veja o site oficial o livro http://rockandrollbookofthedead.com/

O AUTOR
David Comfort

Formado em Literatura, David Comfort é autor de três best sellers. Seus contos de ficção foram publicados em diversas revistas, incluindo Eclectic Literary Forum, Pacific Review, Coe Review e Belletrist Review. Comfort recebeu diversos prêmios literários e foi finalista de prêmios de renome como o Nelson Algren Award e o America’s Best. Ex-músico de rock, passou mais de 30 anos estudando o estilo, em especial os revolucionários e fatalistas pioneiros da década de 1960. Atualmente mora em Santa Rosa, Califórnia.

Após graduar-se com um BA em Literatura pelo Reed College, o autor iniciou a sua carreira literária como um romancista e escritor de ficção curta. Ele estava entre os onze finalistas (de um grupo de 3400) para o Nelson Algren Award Chicago Tribune (juízes: Mona Simpson, Scott Turow). Foi um dos finalistas para o Fellowship Heekin / GrayWolf e o Helicon Nine Award em ficção curta, bem como para os Prêmios Faulkner.

Twitter de david comfort
@RRBOOKOFDEAD san francisco, CA


UM LANÇAMENTO

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lançamento -O Livro dos Mortos do Rock



O Livro dos Mortos do Rock
Revelações sobre a vida e a morte de sete lendas do Rock'n'Roll
de David Comfort



O LIVRO

Elvis, Janis, Cobain, Hendrix, Morrison, Garcia, Lennon.
Um motorista de caminhão, uma garçonete pista de boliche, um zelador, um pára-quedista, um poeta sem-teto, um professor de guitarra hippie, um estudante de arte sem um tostão: todos tiveram origens humildes. Mas os sete estavam destinados a ser os pioneiros do rock and roll moderno. Ícones culturais. Apóstolos do Vaticano pop.

Muito tem sido escrito sobre os fundadores da música pop moderna, mas nenhum título explora seus mistérios. As suas viagensno escuro para finais trágicos.
O Livro Rock and Roll of the Dead é a destilação de cada biografia existente, tecendo diversos pontos de vista -, bem como a letra e a música das estrelas em si - em uma tapeçaria única e dramática. A riqueza de fatos geralmente desconhecidos e chocantes são revelados. Elvis cometeu suicídio. Ambos Hendrix e Kurt Cobain foram assassinados. Outras revelações são abundantes e conclusivamente documentadas embora os encobrimentos oficiais persistam.

O livro traça a traumas de infância a atração fatal de cada artista. A mãe de Lennon foi morta em um acidente de carro. Tanto a de Elvis e a mãe de Hendrix morreram de tanto beber. Garcia viu seu pai se afogar. Cobain insistiu que tinha "genes suicidas", devido ao número de parentes que tinham tirado suas próprias vidas. Aos quatro anos, Morrison testemunhou um massacre na estrada que mais tarde chamou de "maior evento na minha vida."

Assim como muitos artistas atuais, todos os sete eram obcecados com as estrelas que haviam se tornado. Mas, uma vez alcançado, o estrelato tornou-se uma gaiola dourada para cada um.

Quatro morreram na idade de 27, formando "Club 27". A maioria tinha premonições de um fim precoce. 'Eu vou ser morto em dois anos ", declarou Morrison com naturalidade aos 25. "Eu não tenho certeza de que vai viver a 28", disse Hendrix.

Destrutividade é o lado misterioso e escuro de muitos gênios criativos. Cada um dos sete tinha uma atração fatal. Todos tentaram ou ameaçaram suicidio. Todos ficaram viciados. A maioria morreu de abuso de drogas. Nem todos fatalmente baleado, mas a muito bem poderiam ter encontrado o mesmo fim.


O Livro dos Mortos do Rock é a primeira obra a comparar em profundidade as vidas conturbadas e as mortes trágicas dos sete maiores ícones do rock ‘n’ roll: Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morisson, Elvis Presley, John Lennon, Kurt Cobain e Jerry Garcia. O autor apresenta fatos reveladores e surpreendentes sob um ponto de vista inédito, analisando as ambições e lutas que estes artistas tinham em comum. Carismáticos e talentosos, mas isolados e cheios de conflitos, eles não foram exatamente os ídolos que pensávamos conhecer. Para além de sua genialidade, este livro revela o lado humano e dramático destas sete lendas do rock. Uma jornada frenética ao outro lado da fama. Uma viagem às fantásticas histórias de inquietação e excessos que culminaram em suas mortes prematuras e os elevaram à condição de Imortais.


Leia um trecho do livro aqui http://www.editoraaleph.com.br/site/media/catalog/product/f/i/file_52.pdf


Veja o site oficial o livro http://rockandrollbookofthedead.com/

O AUTOR
David Comfort

Formado em Literatura, David Comfort é autor de três best sellers. Seus contos de ficção foram publicados em diversas revistas, incluindo Eclectic Literary Forum, Pacific Review, Coe Review e Belletrist Review. Comfort recebeu diversos prêmios literários e foi finalista de prêmios de renome como o Nelson Algren Award e o America’s Best. Ex-músico de rock, passou mais de 30 anos estudando o estilo, em especial os revolucionários e fatalistas pioneiros da década de 1960. Atualmente mora em Santa Rosa, Califórnia.

Após graduar-se com um BA em Literatura pelo Reed College, o autor iniciou a sua carreira literária como um romancista e escritor de ficção curta. Ele estava entre os onze finalistas (de um grupo de 3400) para o Nelson Algren Award Chicago Tribune (juízes: Mona Simpson, Scott Turow). Foi um dos finalistas para o Fellowship Heekin / GrayWolf e o Helicon Nine Award em ficção curta, bem como para os Prêmios Faulkner.

Twitter de david comfort
@RRBOOKOFDEAD san francisco, CA


UM LANÇAMENTO

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

evento - Leitura contemporânea dos poemas de Homero



Grátis na Escola São Paulo

Leitura contemporânea dos poemas de Homero

ILÍADA E ODISSÉIA - RITMO E POESIA

com Cacilda Teixeira da Costa e Marcos Moraes



Participações especiais do professor André Malta,

na seleção de textos, e dos rapper Max BO e Dj Babão

ligados ao Hip Hop,

que partem de Homero para a realização

de uma performance experimental.



Dia 10 de novembro, das 20h às22h





rapper Max BO e Dj Babão





Os poemas homéricos foram compostos há mais de 3 mil anos. Estão na base da civilização grega que nos legou diferentes formas de expressão. Entre elas poética, literatura, teatro, filosofia, artes plásticas entre outras manifestações culturais.

Embora de uma época remota, os temas da Ilíada e Odisséia podem ser reconhecidos no nosso cotidiano:



· a ira de Aquiles e a violência de Agamenon, em um confronto selvagem entre os dois heróis

· a perdição amorosa de Ares e Afrodite e a reação humorada dos deuses;

· o desafio impensado de Odisseu ao Ciclope

· as provocações reivindicatórias de Tersites em seu desacato aos reis.



Mas será possível uma leitura contemporânea dessa obra? Quem seria na sociedade atual o equivalente ao aedo, poeta cantor da epopéia grega? Que interesse esses poemas podem despertar no publico atual?



Em busca dessas respostas, Cacilda Teixeira da Costa convidou Max BO para realizar uma performance com trechos de cantos da Ilíada e Odisséia de Homero em português, recriados e musicados em rap pelo poeta-cantor.



Selecionados pelo professor André Malta e musicados em parceira com DJ Babão, Max BO interpreta os poemas por meio de sua palavra cantada e ritmada que retoma a tradição oral da poesia na antiguidade.



O MC e o DJ, ligados ao Hip Hop, partem de Homero para a realização de uma performance experimental, diante de um público contemporâneo. Os trechos dos poemas recortam alguns dos momentos mais significativos da Ilíada e Odisséia.



O espetáculo será complementado pela cenografia virtual de Libero Malavoglia explorando aspectos gráficos da arte grega.



SERVIÇO

Data: 10 de Novembro (5ª)

Horário: das 20h às 22h

1 aula | 2 horas

Evento gratuito

Informações e reservas:

Escola São Paulo

Rua Augusta, 2239

Informações e Reservas: (11) 3060.3636

www.escolasaopaulo.org

evento - musica - Desafio de DJs na Virada Cultural


Durante a Virada Cultural, o Solar dos Guimarães será o palco da música eletrônica. No sábado (5), a partir das 19h30, além da exibição de DJs mais conhecidos, como Raul Aguilera, Dante, Ilan Kriger e James Feeler, acontece o Desafio de DJs, com a performance de 15 artistas que se apresentam durante seis minutos cada. O vencedor retorna ao palco por volta das 23h para um set de uma hora.

Os 15 DJs que participarão do desafio na Virada Cultural estão sendo selecionados por uma comissão formada por professores do Centro Europeu - AIMEC e profissionais da Fundação Cultural de Curitiba. Mais de 40 artistas já se inscreveram e enviaram seus arquivos ou links de set mixado para concorrer às vagas da etapa final.

De acordo com o coordenador do desafio, Ilan Kriger, cinco quesitos serão avaliados pelos especialistas: criatividade, resposta do público, repertório, carisma e técnica de mixagem. Os sets contemplam os mais variados estilos da música eletrônica: house, techno, trance, breaks, drum n’ bass, hip hop, chill out e dub step. “Com certeza, durante a Virada, vamos ter muita gente curtindo e se divertindo com os DJs”, garante Ilan.

A Virada Cultural, nos dias 5 e 6 de novembro, terá mais de 24 horas ininterruptas de uma intensa programação artística em todo o centro de Curitiba. Confira a programação completa no site www.correntecultural.com.br.





Serviço:

Música Eletrônica na Virada Cultural

Solar dos Guimarães – R. Mateus Leme, 66

Data: 5 de novembro, a partir das 19h30

19h30 às 20h30 - Raul Aguilera e Dante

20h30 às 22h - Desafio de DJs - 15 DJs se apresentam por 6 minutos cada

22h às 23h - Webbep - DJCom (Ilan Kriger e James Feeler)

23h às 24h - Set do Campeão do Desafio de DJS

evento - musica - Hamilton de Holanda e Orquestra Sinfônica do Paraná se apresentam no Palco Riachuelo







Espetáculo faz parte da Virada Cultural e terá no repertório a Sinfonia Monumental



O virtuoso músico bandolinista Hamilton de Holanda e sua banda se apresentam na Virada Cultural de Curitiba com a Orquestra Sinfônica do Paraná, sob a regência do maestro Osvaldo Ferreira. O concerto gratuito será realizado no Palco Riachuelo (Paço da Liberdade) no dia 6 de novembro, às 11 horas. O espetáculo apresenta no repertório a “Sinfonia Monumental”, de Hamilton de Holanda e do violonista Daniel Santiago. Serão apresentados também trechos de MPB.

Holanda tem o dom de contagiar plateias em suas apresentações por onde passa. O músico acumula inúmeros prêmios em sua carreira que teve início bem cedo, quando ele tinha apenas 5 anos. Hoje é um músico conhecido internacionalmente.

A obra "Sinfonia Monumental" foi dedicada aos 50 anos de Brasília, cidade onde ele cresceu, e reflete a história da transferência da capital para o interior do Brasil, a epopeia da construção, quando milhares de famílias trocaram suas terras de origem atrás da novidade, da aventura que criou a obra monumental, a cidade de Brasília.



Serviço:

Concerto “Sinfonia Monumental”, com o músico Hamilton de Holanda e a Orquestra Sinfônica do Paraná.

Dia 6 de novembro, às 11 horas.

Local: Palco Riachuelo (Paço da Liberdade).

Evento gratuito.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

evento - musica -Sons do Báltico nos acordes da Orquestra de CâmaraCultural




A Capela Santa Maria Espaço Cultural abriga, neste fim de semana, o concerto “Sons do Báltico”, quando a Orquestra de Câmara de Curitiba interpreta obras de compositores da Alemanha, Rússia, Suécia, Estônia e Finlândia. A direção musical estará a cargo do violinista Wiston Ramalho, tendo como solista o contrabaixista chileno Pablo Güinez, ambos integrantes da Camerata Antiqua de Curitiba. As apresentações acontecem às 20h de sexta-feira (28) e às 18h30 de sábado (29), dentro da temporada 2011 patrocinada pela Volvo.

No programa estão a Sinfonia Nº 13 em Dó Maior para Orquestra de Cordas, do alemão Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809 – 1847); a Serenata para Cordas, do russo Vasily Kalinnikov (1866 – 1901); e o Concertino para Contrabaixo e Cordas Nº 11, do sueco Lars-Erik Larsson (1908 – 1986); sendo que da Estônia vem a composição Insula Deserta, de Erkki-Sven Tüür (1959); e da Finlândia foi selecionada a obra Suíte para Cordas, de Einojuhani Rautavaara (1928).

O repertório permite mostrar ao público o virtuosismo do contrabaixista Pablo Güinez. Nascido no Chile, em 1982, o instrumentista aperfeiçoou seus estudos musicais na Alemanha e já se apresentou em vários países da Europa e América do Sul, além dos Estados Unidos e Japão. Vencedor de importantes concursos internacionais, Güinez tocou na World Youth Orchestra, composta por músicos escolhidos nos festivais mais importantes do mundo, sendo o único latino-americano a integrar a orquestra.

Ao longo de sua carreira, Güinez trabalhou com grandes maestros e importantes solistas, entre eles Christoph Esccenbach, Yutaka Sado, Christopher Hogwood, Ivan Fischer, Midori, Lang Lang e Mischa Maisky. Em 2008, foi convidado pela Orquestra de Câmara de Stuttgard para realizar turnê pela América Latina, como solista de contrabaixo. Atualmente, é primeiro contrabaixo solista da Camerata Antiqua de Curitiba.

Outro integrante da Camerata Antiqua de Curitiba, o violinista Wiston Ramalho, responde pela direção musical do espetáculo. O instrumentista foi membro e violinista convidado da Grazer Synphonishes Orchester, Recreation Orchester Graz, Orquestra Filarmônica de Viena, Orquestra de Câmara de Viena e das orquestras sinfônicas do Paraná e de São Paulo.

Em 2008, Ramalho esteve na direção artística da série Concertos Internacionais, no Mosteiro de São Bento e, no ano seguinte, foi curador da série de concertos internacionais “Clássicos dos Clássicos”, realizada no Teatro da União Cultural Brasil-EUA. Em 2011, coleciona apresentações como camerista na série de concertos da Fundação Oscar Americano, em São Paulo, além de concertos no Centro Cultural de São Paulo, Teatro Positivo, Capela Santa Maria e no 31 Festival de Música de Londrina.

Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba com o programa “Sons do Báltico”. A direção musical estará a cargo do violinista Wiston Ramalho, tendo como solista o contrabaixista chileno Pablo Güinez, ambos integrantes da Camerata Antiqua de Curitiba. O espetáculo integra a temporada de concertos 2011 patrocinada pela Volvo.

Datas e horários: dia 28 (sexta-feira), às 20h, e dia 29 de outubro de 2011 (sábado), às 18h30.

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro),

Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada)

evento - musica - Nuvens lança novo trabalho no Teatro Paiol




A banda curitibana Nuvens, faz nos dias 29 e 30 de outubro, no Teatro Paiol, duas apresentações para comemorar o lançamento do seu segundo álbum, intitulado Fome de Vida. O espetáculo, que contará com as novas composições, além de outras já trabalhadas pela banda, é resultado da união entre a música e a poesia, através de uma concepção teatral e das artes visuais, ambas focadas na essência do Fome de Vida. Além da banda, a produção terá direção cênica do ator, autor e diretor de teatro Edson Bueno, e do ator Tiago Luz.
Fome de Vida
Fome de Vida é um disco conceitual com 10 músicas que abordam um tema amplo, apresentando muito mais que apena dois opostos: o som e o silêncio, o certo e o errado ou o bem e o mal. Nesse caos, a busca então é estar a vontade para trilhar um caminho, “entre o segundo e a eternidade”. E assim as canções passam de forma, ora passional, ora reflexiva, por um contexto que se torna uma apologia ao ato de estar vivo.
As músicas foram compostas na certeza de que tudo se transforma o tempo todo, entre viagens, paixões, perdas, e alegrias. Além das experiências do dia a dia, três obras foram fundamentais nas composições e no conceito do trabalho: “O poder do mito” de Joseph Campbell, “Lobo da estepe” de Herman Hesse e “A alma imoral” de Nilton Bonder.
Já a sonoridade do disco surgiu da busca pela energia do ao vivo, ou do máximo que podia ser alcançado em estúdio. Na riqueza dos arranjos, o tempo todo a banda buscou valorizar os climas e intenções das letras. Num disco que cita Cazuza, Jimi Hendrix e Renato Russo, é perceptível a influência do rock 70, da psicodelia e também da música brasileira, sempre presente nas harmonias e temas. Um trabalho com personalidade única, sem medo de buscar a fundo cada som e palavra.
Mais do que um disco, o Fome de Vida é o reflexo de uma renovação artística iniciada em meados de 2010. O trabalho, que tem direção artística de Raphael Moraes, conta também com a produção de Alvaro Alencar, produtor e engenheiro de som que já trabalhou com Maria Rita, Lenine, Lobão e O Rappa. Além dele, o artista visual e designer Juliano Domingues foi o responsável pela identidade visual de todo o projeto.
Ficha técnica do show:
Nuvens é:
Rapha Moraes – guitarra, violão e voz
Amandio Galvão – guitarra e backings
Marcos Nascimento – baixo e backings
Guima Scartezini – bateria e backings
Marcus Pereira – percussão
Direção artística: Rapha Moraes
Direção cênica: Edson Bueno e Tiago Luz
Projeções: Cia de Canalhas
Direção técnica: Dinilson Ishicava
Produção executiva: Singélida Produção Cultural
Grafismos: Juliano Domingues
Serviço:
Show de lançamento do Fome de Vida – banda Nuvens
29 e 30/10 (sábado e domingo)
sábado – 21h / domingo – 19h
- Local: Teatro Paiol
- Ingressos:
R$20 (meia: R$10)
Meia-entrada: Disponível para crianças e jovens até 14 anos, estudantes (mediante apresentação da carteirinha), professores da rede estadual e privada (apresentação de contracheque, holerite ou carteirinha), pessoas acima de 60 anos e doadores de sangue (Lei Estadual Nº 13.964, de 20 de dezembro de 2002)
- Pontos de venda:
Bilheteria do Teatro Paiol
Terça a sexta: 13h30 às 19h, ou até o horário do evento em dias de eventos.
Sábado e domingo: 15h até o horário do evento
Guimadrum (R. Visconde de Nacar, 231, Mercês)
Segunda a sexta: 14h às 20h