sexta-feira, 28 de maio de 2010

Isabella Taviani se apresenta no Teatro da CAIXA




Cantora carioca traz à Curitiba o show “Meu Coração não quer Viver Batendo Devagar”



A cantora carioca Isabella Taviani é a atração no Teatro da CAIXA de 04 a 06 de junho. Influenciada por nomes como Dalva de Oliveira, Elis Regina, Maria Calas, Maria Bethânia e Simone, Isabella é uma das vozes da nova MPB.



A cantora vem ocupando um lugar de destaque no cenário musical brasileiro. Nos últimos dois anos foram mais de 70 mil discos vendidos, vários sucessos de rádio, temas de novelas e um público maior a cada dia que vem lotando suas apresentações pelo Brasil. Desde 2007, Isabella vem realizando shows em importantes casas brasileiras como Canecão, Via Funchal e Teatro Castro Alves, em Salvador.





Sobre a artista



Criada em um meio musical, Isabella iniciou sua carreira em bares da noite carioca em 1992. Em 2003, chega à produção independente do primeiro CD, pelo selo Green Songs, e conquista audiência nas rádios do país inteiro com o hit "Foto Polaroid".



No ano de 2005, a cantora fecha contrato com a gravadora Universal Music e grava o CD e DVD “Ao Vivo”. No fim do ano de 2006 realizou gravação especial de “Viramundo” (Gil e Capinam) para a trilha da mini-série global “Amazônia”. Isabella lança o disco “Diga Sim”, em 2007, e emplaca dois temas de novelas da Globo: “Luxúria”, de “Sete Pecados”, e “Ternura”, de “Duas Caras”.



O mais novo cd, “Meu Coração não quer viver batendo devagar”, foi lançado em setembro de 2009 e abriu sua trajetória com o single “Presente-Passado” já bem posicionado nas rádios do Brasil.






Serviço Música: Isabella Taviani Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: de 04 a 06 de junho Ingressos: R$10 e R$5 (meia) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Fernando Deddos é a atração do Solo Música



Eufonista curitibano se apresenta no Teatro da CAIXA



A Série Solo Música apresenta o eufonista curitibano Fernando Deddos nesta terça-feira (01), às 20h30, no Teatro da CAIXA. O músico lançou ano passado “Eufonium brasileiro”, o primeiro CD de eufônio solo no Brasil.



Eufônio é um instrumento da família de metais, de sonoridade mais suave que a do trombone. Conhecido como bombardino, é de uso comum no Brasil em bandas de sopros e fanfarras. A tradição do instrumento em música erudita está presente na Inglaterra e Estados Unidos.



Sobre a apresentação na Série Solo Música, Fernando afirma que “é uma oportunidade de quebrar barreiras. Eu consegui que o instrumento chegasse a uma sala de concertos. É também um desafio estar tocando solo ao mesmo tempo que se está livre em relação ao repertório”. Para este recital, Deddos preparou músicas de compositores contemporâneos descohecidos do grande público, como Cristopher Wiggins, Howard Snell e Torstein Aagaars-Nilsen, além de Carlos da Costa Coelho, músico curitibano e composições próprias escritas para solo, como “Rabecando” e “Imprompus”.



Fernando Deddos



Fernando Deddos iniciou sua prática musical aos quatro anos e aos 12 começou a estudar instrumentos de sopros. Desde 1998 participa de workshops e festivais, tendo estudado com Steven Mead (solista de eufônio - Inglaterra), Charles Vernon (Chicago Symphony), Ronald Bishop (Cleveland Symphony), Marcos dos Anjos (OSESP), Scot Harttman (Solista – EUA) e Andréas Hofmeir (Universidade de Salzburg – Áustria), entre outros. Foi ganhador do prêmio nacional de jovens solistas no programa FURNAS, no Rio de Janeiro (2006). Integra com Danilo Koch o DUOPRIMO, de percussão e eufônio, com o qual obteve 1° lugar no prêmio nacional FURNAS para música de câmara (2009).



É graduando do curso de Composição e Regência pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. No ramo da composição possui obras inéditas e arranjos/releituras escritas para piano, diversas formações de música de câmara, música sinfônica até trilhas para dança contemporânea. Teve arranjos apresentados pela Orquestra de Câmara da PUC, Paranabrass e quarteto Brasax. Atualmente ocupa o cargo de Eufônio Principal da Orquestra Filarmônica de Metais e Percussão do Paraná. É atua como diretor musical e pianista da Soulution Orchestra.



Série Solo Música



A série Solo Música apresenta novidades nesta temporada do projeto. Os músicos apresentarão palestras e workshops como extensão do evento, ultrapassando o limite do show e disseminando conhecimento e informações.



O projeto consiste na apresentação de um recital por mês, em que são exibidas apresentações raras. Os artistas trazem para o projeto instrumentos dificilmente mostrados em outras programações culturais. Nesta temporadada da série já participaram Toninho Ferraguti e sua sanfona, Luhli com seu violão e voz e o inglês Ravi Justin Freeman, que fez um show de canto difônico e kora.



Serviço



Série Solo Música – Fernando Deddos - Eufônio

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 01 de junho

Horários: terça 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a quinta, das 12 às 19h, sexta, das 12 às 21h, sábados das 16 às 21h e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Orquestra À Base de Corda faz show com Consuelo de Paula



A Orquestra À Base de Corda apresenta-se neste fim de semana com a cantora Consuelo de Paula. Os shows acontecem sábado (29), às 20h, e domingo (30), às 19h, no Teatro do Paiol.

A cantora Consuelo de Paula é a convidada do próximo espetáculo da Orquestra À Base de Corda, que acontece neste fim de semana, no Teatro do Paiol. Consuelo de Paula é um dos grandes destaques entre as cantoras brasileiras da atualidade. Neste show, ela apresenta um conjunto de composições feitas em parceria com Rubens Nogueira e que farão parte do seu novo CD. O espetáculo integra a temporada de concertos dos grupos artísticos da Fundação Cultural de Curitiba e conta com o patrocínio do Banco do Brasil.

Cantora, compositora e poeta, Consuelo é uma das poucas artistas da sua geração que possui uma obra autorreferente na forma e no conteúdo. Sua experiência profissional está marcada por uma profunda coerência e dedicação aos elementos da cultura musical brasileira. Nascida em Minas Gerais, está radicada há mais de 20 anos em São Paulo.. Ao longo de sua carreira, lançou três CDs: Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002) e Dança das Rosas (2004). Os três CD foram reeditados recentemente.

Refinamento erudito, elegância popular e boas ideias sãos elementos constantes em sua obra e lhe asseguram profundo respeito e reconhecimento do público e da crítica especializada. Agora está preparando três álbuns, inteiramente de composições próprias. Nesses trabalhos, Consuelo aprofunda as relações sonoras entre a música brasileira e latina e o olhar para o continente africano.

A orquestra – Mantida pela Fundação Cultural de Curitiba, a Orquestra À Base de Corda foi criada por Roberto Gnattali, em 1998. Dedicada à pesquisa e à divulgação da música brasileira, possui formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão –, que confere ao grupo sonoridade bastante particular.

O repertório da orquestra procura abranger diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes. Os arranjos são especialmente elaborados por músicos da orquestra e por nomes como Paulo Belinati, Maurício Carrilho, Leandro Braga, Dante Ozzetti, Jayme Vignoli, Mario Manga, André Abujamra, Paulo Aragão, Josimar Carneiro. Já teve como convidados Mônica Salmaso, Roberto Corrêa, Ceumar, Pedro Amorim, Dominguinhos, Joel Nascimento, Andrea Ernest Dias, Caíto Marcondes, Maurício Carrilho, Zé Renato e Ná Ozzetti.

Desde 2001, a Orquestra À Base de Corda conta com a direção musical do violonista e bandolinista João Egashira. Em 2008, a Orquestra lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa. O trabalho foi indicado para o Prêmio Rival. No ano passado, ao lado de Roberto Corrêa, participou em São Paulo da gravação do programa “Instrumental SESC Brasil”.



Serviço: Orquestra à Base de Corda com Consuelo de Paula Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Data: 29 de maio (sábado), às 20h, e 30 de maio de 2010 (domingo), às 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Fernanda Takai retorna à Curitiba em show homenageando Nara Leão



Sob direção artística de Nelson Motta, Fernanda Takai lançou em dezembro de 2007 seu primeiro trabalho solo, o disco “Onde brilhem os olhos seus”, com músicas que fizeram parte do repertório da saudosa cantora Nara Leão. É esse trabalho que ela apresenta em Curitiba neste domingo, dia 23, no Teatro SESI-CIETEP, às 19 horas.

Do repertório de Nara, entre outras, Fernanda Takai mostra “Luz Negra, de Nelson Cavaquinho e Irani Barros; “Lindonéia”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil; “Com Açúcar, Com Afeto”, de Chico Buarque; e “Insensatez”, de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes.

No show que apresenta neste domingo, além das músicas de Nara Leão, a cantora mineira inclui canções do seu novo trabalho, o CD/DVD, batizado de “Luz Negra”. São músicas que ela sempre quis interpretar, e com as quais tem ligações afetivas, como “There Must Be An Angel”, do Eurythmics; “Ordinary World”, do Duran; "Kobune", a versão japonesa para "O Barquinho", inspirada na banda Pizzicato Five; e “Ben”, de Michael Jackson.

Fernanda também canta “5 Discos”, dela e de John Ulhoa; “Você Já me Esqueceu”, de Fred Jorge; e “Sinhá Pureza”, que fez sucesso na voz de Eliana Pittman; entre outras. Dirigido por Eduardo Zunza e Daniel Veloso com produção musical de John Ulhoa, “Luz Negra” será lançado no final de julho.

No show “Luz Negra” Fernanda Takai é acompanhada pela banda composta por John Ulhoa (guitarra, violão e vocais), Lulu Camargo (teclados), Mariá Portugal (bateria, percussão e vocais) e Thiago Braga (baixo e violão).



Serviço: Show “Luz Negra”, de Fernanda Takai Data: 23/05, domingo Horário: 19 horas Local: Teatro SESI-CIETEP - Auditório Mário de Mari (Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico) Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (à venda nos quiosques do Disk Ingressos, nos shoppings Mueller, Estação e Total e pelo fone 3315-0808)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Lea Freire é a convidada da Orquestra À Base de Sopro




A flautista, compositora e arranjadora Lea Freire é a convidada do show que a Orquestra À Base de Sopro, mantida pela Fundação Cultural de Curitiba, faz neste sábado (22), às 20h, e domingo (23), às 19h, no Teatro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

A maior parte das composições que serão tocadas é da própria Lea Freire. “São arranjos amadurecidos, conhecidos da Orquestra. Isso só é possível com projetos que têm durabilidade e são uma oficina permanente. Essa é a verdadeira forma de fazer cultura. Um trabalho como o que é mantido com a Orquestra de Sopro é essencial”, afirma a flautista.

O público vai ouvir baião, samba, maracatu e maxixe. Uma das músicas foi composta pelo flautista da Orquestra, Gabriel Schwartz, em homenagem à convidada Lea Freire.

A última vez que Lea tocou com a Orquestra À Base de Sopro foi há cinco anos. Um dos recentes trabalhos a que ela vem se dedicando é a formação do Quinteto “Vento em madeira”, com repertório que faz uma fusão da música de câmara com o jazz. O primeiro CD do grupo está em fase de finalização e tem a participação da cantora Mônica Salmaso em oito músicas. “Ficamos uma semana gravando o CD, literalmente internados num estúdio na Fazenda de um amigo em Itapetininga. Cada integrante levou a família toda. Foi um CD gravado num clima muito legal”, comenta Lea.



Serviço:
Show da Orquestra À Base de Sopro – Convidada Lea Freire
Local: Teatro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Av. 7 de setembro, 3165 Data e horário: sábado (22), às 20h, e domingo (23), às 19h Ingressos: R$10 ou R$5 (mais um quilo de alimento não perecível) Informações: 3321-2855

TOM ZÉ É ATRAÇÃO NO TEATRO DA CAIXA




O músico apresenta a retrospectiva da carreira em “Pirulito da Ciência”

Tom Zé domina com excelência o palco do Teatro da CAIXA, de 28 a 30 de maio. O músico vem à Curitiba com o show “Pirulito da Ciência”, uma retrospectiva de sua carreira. A apresentação retrata sua carreira com canções que se popularizaram e também aquelas que marcam suas decisões de percurso e escolhas estéticas. É o registro da produção artística e da viagem de um dos artistas mais singulares do Brasil.



Tom Zé é acompanhado da banda que faz parte de sua história: Lauro Léllis na bateria, Cristina Carneiro no teclado, Daniel Maia na guitarra, Renato Léllis no baixo, Jarbas Maria na percussão e a vocalista Luanda. São músicos à altura das transformações que o artista opera em pleno palco, de surpresa, nas canções e interpretações.



O importante, diz Tom Zé, é “fazer da vivacidade do espetáculo uma companheira que belisque o cognitivo do público. É uma característica nossa, dos brasileiros. Essa tarefa é uma herança da prática nordestina de agir com generosidade com a platéia... E é o meu jeito de ser brasileiro”.



O repertório é formado pelas canções “Augusta, Angélica e Consolação”, “Nave Maria”, “Parque Industria”, “São São Paulo”, “Classe Operária”, ”Faça suas orações”, “Roquenrol Bim-Bom”, “O céu desabou”, além da sempre tão solicitada ”Menina Jesus”, em novos arranjos.





Sobre o artista



Tom Zé é formado pela Universidade de Música da Bahia, fundada por Hans-Joachim Koellreuter, que o orientou junto de Ernst Widmer. Mesclou a música erudita e de vanguarda ao regional e popular, além de incluir sons inusitados como liquidificadores e máquinas de escrever em suas canções.



O músico se uniu a um grupo de artistas que compartilhavam propósitos estéticos, se tornando o líder de um movimento conhecido então por Tropicália. Suas letras são influenciadas pela poesia concreta e privilegiam o essencial e a síntese. Os arranjos originais e a riqueza rítmica de suas composições o transformaram num dos mais irônicos e irreverentes criadores do Brasil. Ampliando os limites da canção popular, expressa a um só tempo o preto e o branco, simplicidade e alta tecnologia, realidade virtual e sonoridade naif. Une o pop à música experimental.



O mundo conheceu Tom Zé por meio de David Byrne, líder do Talking Heads, que o contratou para sua gravadora, a Luaka Bop. Os lançamentos dos CDs do brasileiro foram um sucesso, com resenhas entusiásticas em toda a imprensa mundial. Lançados pela Luaka Bop: “The Best of Tom Zé”, “The Hips of Tradition”, “Com Defeito de Fabricação” e “Post-Modern Platôs” (Platões Pós-Modernos), além de remixes de canções de Tom Zé por músicos jovens como Sean Lennon e Amon Tobin.



Dentre as inúmeras premiações, Tom Zé recebeu o Prêmio Multicultural do Estadão, na categoria Criadores, o Grande Prêmio da Crítica da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, o Prêmio de Criatividade do Festival Composer to Composer, nos Estados Unidos e o Prêmio Shell 2007 pelo conjunto da obra. Foi escolhido como Artista Prime da revista Bravo!. O disco “The Best Of Tom Zé” está entre os 150 escolhidos dos anos 90 na revista Rolling Stone e foi o único brasileiro a se apresentar no MoMA – Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e no super-seletivo Walker Art Center. Criou o sampler brasileiro em 1978, escreveu “Tropicalista Lenta Luta”, autobiografia e comentário sobre seu processo criativo e o documentário “Fabricando Tom Zé”, premiado nas Mostras de Cinema de São Paulo, do Rio de Janeiro e em Israel.



Serviço Música: Tom Zé – Pirulito da Ciência Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 28 a 30 de maio Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

terça-feira, 18 de maio de 2010

Concerto da Camerata comemora 300 anos do nascimento de Pergolesi


Com regência de Emílio De Cesar, a Camerata apresenta em seu próximo concerto, neste fim de semana, uma das principais obras do compositor barroco italiano Giovanni Pergolesi.



A obra “Stabat Mater”, composta em 1736, está no programa que a Camerata Antiqua de Curitiba apresenta neste fim de semana, em comemoração aos 300 anos de nascimento do compositor italiano Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736), um dos expoentes da música barroca. Sob o comando do maestro convidado Emílio De Cesar, a Camerata apresenta-se às 20h de sexta-feira (21), na Igreja Bom Jesus, e às 18h30 de sábado (22), na Capela Santa Maria. O espetáculo integra a temporada 2010 de apresentações da Camerata, patrocinada pela Volvo.

O “Stabat Mater” é um poema católico do século 13 que trata do sofrimento de Maria, mãe de Jesus, durante a crucificação. O poema foi musicado por muitos compositores e a versão de Pergolesi é uma das mais executadas. A Camerata também vai apresentar uma versão do poema em canto gregoriano masculino, de autor anônimo.

O programa se completa com duas peças para oboé – o Concerto para Oboé em Ré menor, de Alessandro Marcello (1669-1747), e Gabriel’s Oboe, de Ennio Morricone (1928). Nessas duas composições, a Camerata conta com a participação do oboísta Arcádio Minczuk, integrante da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo desde 1981. Minczuk estudou nos Estados Unidos e atualmente é professor de oboé e de música de câmara na Universidade Estadual Paulista e no Conservatório de Tatuí (SP).

O maestro Emílio De Cesar é natural do Rio de Janeiro, formado em regência, composição e canto pela Universidade de Brasília (1975). Fez curso de aperfeiçoamento no Robert Schumann Institut, em Dusseldorf (1979-1981). Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Regentes de Coros e diretor artístico da Associação Cultural e Educacional de Brasília. É o regente titular do Coral Evangélico de Brasília. Emílio De César foi regente titular da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e da Orquestra Filarmônica de Goiás. Tem regido várias orquestras no Brasil e no exterior.



Serviço:

Apresentações da Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência de Emílio De Cesar, com participação do oboísta Arcádio Minczuk, dentro da temporada 2010 de concertos patrocinada pela Volvo.

Data e horário: 21 de maio de 2010 (sexta-feira), às 20h

Local: Igreja Bom Jesus (Praça Rui Barbosa)

Entrada franca

Data e horário: 22 de maio de 2010 (sábado), às 18h30

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Yolanda Soares, Music Box “Fado em concerto” e Metamorphosis Uma experiência musical inolvidável


Yolanda Soares e By the Music são indissociáveis do panorama artístico nacional sendo nomes que traduzem qualidade, diversidade e surpresa em termos musicais. Music Box “Fado em Concerto” e “Metamorphosis” são uma experiência musical inolvidável que cruza novas tendências, no primeiro trabalho o poder da música clássica e a seriedade do fado, no segundo trabalho radicalmente diferente oferecendo uma sonoridade que é uma verdadeira surpresa, uma aposta Montepio.

O gosto de Yolanda Soares pelas artes vêm de longe, da sua infância, pois cresceu rodeada de músicos e cantores e desde cedo mostrou um dom especial para a dança e para a música. Foi bailarina e cumprido esse sonho, cedeu ao encanto da música tornando-se na directora artística, autora e intérprete da maioria dos fantásticos espectáculos com chancela By the Music.

Eterna insatisfeita, libertou-se do espartilho e decidiu dar asas à sua paixão pelo canto apoiando-se na sua irreverência e na voz versátil que consegue, à vez, ser doce, imponente, agressiva ou ingénua tendo como norte o facto de ser portuguesa. Esta impar capacidade permitiu-lhe reflectir no seu primeiro trabalho as vastas influências que povoam a sua vida artística.

Music Box “Fado em Concerto” é um apelo aos sentidos e ao prazer de ouvir o fado envolvido pelo manto imponente da música clássica. Um trabalho que envolveu uma orquestra, cinco vozes líricas, um cravo, guitarra portuguesa, sintetizadores, bateria e muitos mais instrumentos que deram um colorido surpreendente a este trabalho.

A sonoridade é vibrante e obriga-nos, tal como um bom livro ou um bom filme, a escutá-lo vezes sem conta encontrando a cada visita algo novo que nos deixa surpresos. Exactamente aquilo a que Yolanda Soares se propôs quando partiu para esta aventura musical que nos extasia e desperta emoções que mostram a todos o mundo maravilhoso que existe em cada um de nós.

Com “Metamorphosis”, o novo trabalho de Yolanda Soares ganha uma dimensão mítica que a leva para patamares inexplorados, sendo radicalmente diferente do primeiro trabalho, até pela inclusão de temas originais em exclusivo. Uma sonoridade vibrante e uma mescla de culturas e estilos musicais dão corpo a um trabalho com 14 temas compostos na sua maioria em conjunto com os seus músicos e co-produtores.

Promessa feita pela artista, este trabalho é mais uma demonstração de versatilidade dada por Yolanda Soares com melodias que merecem ser revisitadas vezes sem conta bebendo toda a irreverência e a qualidade inscrita neste novo álbum.

O brilhantismo deste novo trabalho de Yolanda Soares é sublinhado pela presença de um tema cantado em alemão, numa sonoridade diferente mas atraente. A seu lado na composição das letras, a cantora/compositora teve Alex Fan Moniz, Manuel Rebelo e Pedro Rapoula e Abel Chaves como parceiros na orquestração.

Com os trabalhos Music Box “Fado em Concerto” e “Metamorphosis”, Yolanda Soares marca claramente o seu espaço no mundo da cultura musical nacional com qualidade, versatilidade e uma experiência sonora que seduz ao primeiro contacto.

Yolanda Soares: “As minhas influências são tão vastas que dificilmente me consigo enquadrar num só género”

Nome em clara ascensão no panorama musical português, Yolanda Soares é uma agente provocadora das consciências musicais, afirmando-se como alguém “camaleónico” cujas influências tão vastas a impedem de se espartilhar num só estilo.

Depois de Music Box “Fado em Concerto”, Yolanda Soares palmilhou vereda oposta e surge agora com o trabalho “Metamorphosis” onde a sonoridade e o facto de ter apenas trabalhos originais ofereceu novos desafios à artista.

Quando questionado sobre o facto de este ser um trabalho radicalmente diferente do anterior e se foi a necessidade de mudar ou se os novos temas já estavam nos seus planos, Yolanda Soares afirmou que “já estava nos meus planos. Em muitas entrevistas que dei inicialmente avisei exactamente que o meu segundo trabalho iría abordar outros géneros diferentes que tambem fazem parte do meu mundo musical. Já tinha isso em mente. As minhas influências são tão vastas que dificilmente me consigo enquadrar num só género. Sou um pouco "camaleónica" e penso ser essa uma das minhas características mais vincadas.” Acrescentando que “obviamente a música clássica, e por sua vez uma forma muito própria de colocar a voz em que o lírico está quase sempre presente, seja quase uma espécie de "emblema" que me caracteriza.”

Porém, neste novo trabalho, Yolanda Soares refere que “mantive ainda, e nota-se sempre na minha interpretação, algo de fado. Ou pelo menos algo bem português. Agora, não se poderá comparar ao trabalho anterior que foi muito marcante no que diz respeito ao Fado e á música clássica.”


Composto exclusivamente por temas originais, neste trabalho sobressai a formação lírica da artista. Yolanda Soares concorda que é diferente do primeiro trabalho, referindo que “este novo CD integra apenas originais e quase todos eles feitos por mim em conjunto com os meus músicos/compositores. Também tenho várias letras minhas. E tenho de admitir que sim, neste novo trabalho canto muito mais com voz lírica que no anterior. Mas...enfim...acho que neste novo trabalho utilizei "mais de mim" em todos os sentidos. Pois tratando-se de temas originais procurei muito mais no meu interior a melhor forma de me expressar. Sou muito mais "eu" neste trabalho.”

O conjunto de influências do trabalho “Metamorphosis” acaba por ser mais abrangente que em Music Box. Yolanda Soares confessa que “todos os trabalhos que faço são sempre "mais a meu gosto" (risos) pois costumo dizer que "ponho o bedelho" em tudo. Mas claro que no trabalho anterior estava "presa" ao Fado e quis realmente fazer uma união entre o Fado e a Música clássica. Existia um conceito que neste não se coloca exactamente. Aqui a imaginação e criatividade falaram mais alto. Por isso tornou-se muito mais abrangente. Neste decidi que não poderiam existir "limites".”

Por essa mesma razão, “Metamorphosis” tem um “único conceito e que decidi desde o início, conseguir mostrar ao público uma metamorfose quer musical, quer vocal, quer de personalidade. Porque acho que a mulher de hoje em dia se transforma continuamente para conseguir estar á altura das exigências da sociedade onde o homem "ainda" continua a ser o personagem principal. Claro que a mulher já começou a ter um papel muito mais activo e respeitado mas para isso, e em muitos casos, teve de transformar a sua personalidade "camuflando" a sua sensibilidade característica e tornando-se muito mais fria,mais guerreira. Mais "homem".
Esta metamorfose vai-se sentir e ver em todo este meu novo trabalho.”

Após três anos ausente dos estúdios de gravação, Yolanda Soares sentia algumas saudades, mas o seu espírito livre e desapegado acabou por a fazer sentir cansada. “No inicio sim, tive saudade. Mas no final já não (risos). Este CD levou mais tempo a concluir. E por ser composto por originais tornou-se mais complicado para todos nós estarmos realmente satisfeitos com o resultado (risos). Mas penso que isto acontece a todos os criadores. Parece que há sempre mais para melhorar. Um desespero! (Risos). E sou muito mais artista de palco do que de estúdio.”

Quanto às perspectivas para este novo trabalho, Yolanda Soares não mostra preocupação ao referir que “para mim isso é sempre uma incógnita. É um tipo de pergunta que requer quase uma resposta "isotérica" (risos). Não faço previsões mas posso garantir que de mim terão sempre algo diferente e com qualidade.” Para a artista, “o reconhecimento depende de muitos factores. O principal é estarmos satisfeitos com aquilo que queremos transmitir. A partir daí o que vier é excelente.”

E o que Metamorphosis transmite é uma sonoridade vibrante que encanta e seduz, obrigando-nos a revisita-lo vez após vez.

:
Aqui fica a lista de temas que compõem a discografia de Yolanda Soares e que são, afinal, o mote dos espetáculos da cantora e autora e que são o reflexo “ampliado” de toda a encenação que cada um dos temas transmite.

Music Box

“Fado em Concerto” (2010)

1. Malmequer Pequenino

2. Lágrima

3. Meu Amor, Meu Amor… (inspirado em Handel)

4. Maria Madalena (inspirado em Prelúdio I bwv 840 de Bach)

5. Vou dar de beber à dor (inspirado em Vivaldi)

6. Tema da Zu

Letra: Yolanda Soares

música: Abel Chaves

7. Medo

8. Amanhecer

letra: Yolanda Soares

música: Abel Chaves)

9. É ou não é (inspirado em Carlos Seixas)

10. A tua galera

letra e música Fernando Soares

11. Zanguei-me com o meu amor

12. Meia-Noite uma Guitarra (inspirado em Ravel)

Metamorphosis - 2010

1. Mare Magnificat
Letra: Alex Fan Moniz
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

2. Nem Tudo Me Parece

Letra: Pedro Rapoula
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

3. Keni Inderó
Letra: Alex Fan Moniz
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

4. Rollis Lied (Versão em Alemão)
Letra: Alex Fan Moniz
Música:Abel Chaves e Yolanda Soares

5. Incantésimo
Letra: Alex Fan Moniz e Yolanda Soares
Música: Abel Chaves

6. Olissipo
Letra: Alex Fan Moniz
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

7. Debaixo do Céu, Por Cima do Mar
Letra: Manuel Rebelo
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

8. Olhos distantes
Letra: Yolanda Soares
Música: Abel Chaves

9. Miss Havisham
Letra: Alex Fan Moniz
Música: Abel Chaves

10. Pertenço
Letra: Yolanda Soares
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

11. Segredos Abertos

Letra : Yolanda Soares
Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

12. Fugir
Letra: Yolanda Soares
Música:António Lopes Gonçalves e Yolanda Soares

13. Mundana
Letra: Yolanda Soares
Música:António Lopes Gonçalves e Yolanda Soares


14. Rollis Lied (Versão portuguesa):
Letra: Yolanda Soares e Alex Fan Moniz

Música: Abel Chaves e Yolanda Soares

“Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade” no Teatro da CAIXA







Espetáculo é assinado por um dos autores de Tangos e Tragédias, Nico Nicolaiewsky, e dirigido por Maurício Vogue





De 21 a 23 de maio a CAIXA Cultural Curitiba apresenta “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade”. O espetáculo é uma espécie de uma ópera cômica em quadrinhos que satiriza o exagerado e o caricatural do mundo das óperas.



O autor desta obra inusitada é Nico Nicolaiewsky, um dos autores do clássico “Tangos e Tragédias”. Nesta ópera se revela mais uma vez, tanto na música quanto no texto, o humor característico de Nico, que constrói a história de um matador que descobre um engano ao assassinar sua vítima, que lhe sussurra um segredo antes de morrer.



Segundo Maurício Vogue, que acumula as funções de diretor cênico e ator, o cenário e figurinos são concebidos em preto e branco. “A peça tem a cara daqueles quadrinhos antigos. A estética combina o exagero com um toque 3D, os objetos do cenário parece sair para fora da cena”, conta Maurício. “Quando descobri a obra do Nico me identifiquei, pois sempre fui cantor, fiz musicais e fazia tempo que queria montar um. A obra dá muitas possibilidades cênicas e de imagem, pois a abertura para poder brincar no palco é muito grande”, completa.



O espetáculo foi materializado em conformidade com a ideia de “caricaturar” o mundo da ópera. “O difícil foi montar a peça, pois a gente coreografou tudo nos mínimos detalhes. A brincadeira de fazer uma analogia as óperas, ao drama que a ópera carrega, é um prato cheio”, conclui Maurício.



A montagem conta com um elenco de quatro músicos, quatro cantores e oito coristas. A escolha dos cantores foi feita tendo em mente não apenas a qualidade musical dos profissionais, mas também sua capacidade de interpretação, com o objetivo de somar à proposta musical-cênica diferenciada deste trabalho.



Serviço Teatro: “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade” Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 21 a 23 de maio Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Caminho Vaikuntha no dia 26/05



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segunda-feira, 17 de maio de 2010

FORUM MUSIC CAMP




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sexta-feira, 14 de maio de 2010

O sitar de Alberto Marsicano na Série Solo Música




Discípulo de Ravi Shankar promove uma fusão rara das músicas erudita e indiana

Introdutor do sitar indiano no Brasil, Alberto Marsicano é a atração da Série Solo Música no dia 18 de maio, no Teatro da CAIXA. O repertório deste show é singular, pois Marsicano mostrará um trabalho único, pessoal: as transcrições que fez para a estética da música indiana, de músicas conhecidas do movimento impressionista francês. Além de música, o recital terá o artista declamando alguns poemas que traduziu com John Milton de Percy Bysshe Shelley, publicados no livro “Sementes Aladas”.


O músico não se apresenta em Curitiba há cerca de 20 anos e está feliz em mostrar o trabalho que une impressionismo a música clássica indiana, registrado no CD “Impressionismos”. Marsicano apresenta as variações que fez sobre a “Gnosssiene nº 1” e “Gymnopedie nº 1”, de Erik Satie, variações sobre “La fille aux chaveau de lin”, de Claude Debussy e variações sobre “Bolero”, de Ravel, além de dois ragas próprios: “Raga para Debussy” e “Reflexos dourados do sol da manhã”.



Alberto Marsicano é um dos poucos músicos no Brasil a se dedicar exclusivamente ao instrumento indiano, composto por 18 cordas com som metálico e glissandos e cujo formato lembra uma guitarra. Marsicano é músico, compositor, professor de música, escritor e tradutor e possui graduação em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Foi discípulo do grande nome do sitar, Ravi Shankar, que orientou inclusive o beatle George Harrison na incursão pela música indiana. Estudou também com a indiana Krishna Chakravarty.



As referências do músico vêm da natureza e, aliadas ao clássico da música indiana, resultam em uma experiência única. A fusão do som do sitar com os mais variados ritmos permite que Marsicano experimente, produzindo obras únicas. Um exemplo é o “Sitar Hendrix Experience”, gravado com outros músicos, no qual faz uma releitura das músicas de Jimi Hendrix e que foi indicado ao 49º Grammy americano.



A carreira de Alberto Marsicano é composta por cinco CDs solo. “Benares” (1995) traz ragas indianas clássicas. “Impressionismos” (1997), “Raga do Cerrado” (2000), “Quintessência” (2001) e Eletric Sitar (2003). Como escritor publicou “A Música Clássica da Índia” (2006) e os livros experimentais de poesia “Idiomalabarismos” (1979) e “Sendas Solares” (1980).



Na segunda-feira que antecede ao show (17) o músico ministrará, às 19h e com entrada franca, uma palestra na Faculdade de Artes do Paraná, na qual abordará as formas utilizadas na música clássica indiana, especialmente o raga.



Série Solo Música



A série Solo Música apresenta novidades nesta temporada do projeto. Os músicos apresentarão palestras e workshops como extensão do evento, ultrapassando o limite do show e disseminando conhecimento e informações.



O projeto consiste na apresentação de um recital por mês, em que são exibidas apresentações raras. Os artistas trazem para o projeto instrumentos dificilmente mostrados em outras programações culturais. Nesta temporadada da série já participaram Toninho Ferraguti e sua sanfona, Luhli com seu violão e voz e o inglês Ravi Justin Freeman, que fez um show de canto difônico e kora.



Serviço Série Solo Música – Alberto Marsicano – Sitar Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: 18 de maio Horários: terça 20h30 Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

terça-feira, 11 de maio de 2010

“Tangos e Tragédias” e “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade”




As caras de Nico Nicolaiewsky expostas pela Caixa Econômica Federal “Tangos e Tragédias” e “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade” tem patrocínio da CAIXA

A CAIXA apresenta nas próximas semanas duas peças de Nico Nicolaiewsky: “Tangos e Tragédias” e “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade”. Com patrocínio da CAIXA, a primeira peça acontece no Teatro Guaíra, de 14 a 16 de maio, enquanto a segunda será realizada no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba, de 21 a 23 do mesmo mês.


Nico Nicolaiewsky, nascido em Porto Alegre em 1957, é pianista, cantor, compositor e humorista. Até 1974 se dedicou ao piano, e posteriormente fundou a banda Musical Saracura, uma das pioneiras no rock regional. Em meados dos anos 80 o rock gaúcho tomava proporções nacionais, período em que estreou timidamente o espetáculo “Tangos e Tragédias”, um duo de violino e acordeom. Nico escreveu músicas para cinema, teatro, além de lançar discos e espetáculos, como “As Sete Caras da Verdade”, lançando inicialmente o CD e depois a peça. Seu trabalho mais recente é o disco solo “Onde Está o Amor?”.



“Tangos e Tragédias” é o show, em todos os sentidos, de Nico Nicolaiewsky e Hique Gomez. Música, humor, teatro e participação do público são os elementos que tornaram a peça, que estreou em 1984, um clássico. A ficção é construída em torno dos dois personagens: o Maestro Plestkaya (Nico) e o violinista Kraunus Sang (Hique), músicos originários do país inventado chamado Sbornia. Os artistas interpretam músicas do folclore sborniano, canções brasileiras e sucessos da música internacional. É um espetáculo universal por tratar com humor os grandes temas como o amor impossível, a dor-de-cotovelo e outras tragédias do ser humano. A apresentação acontece no Teatro Guaíra, com patrocínio exclusivo da CAIXA.



“Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade” é uma ópera cômica em quadrinhos que satiriza o exagerado e o caricatural do mundo das óperas. Nesta peça, Nico assina o espetáculo e a música, porém não representa. O humor característico do autor é apreciado na peça, cuja história se resume a um matador que descobre um engano ao assassinar a vítima, que lhe sussurra um segredo antes de morrer. A direção cênica, de Maurício Vogue, traz o cenário e figurinos em preto e branco, com o objetivo de retratar a estética dos quadrinhos no palco. A montagem conta com um elenco de quatro músicos, quatro cantores e oito coristas. A escolha dos cantores foi feita tendo em mente não apenas a qualidade musical dos profissionais, mas também sua capacidade de interpretação, com o objetivo de somar à proposta musical-cênica diferenciada deste trabalho.





Serviço Teatro: “Tangos e Tragédias” Local: Teatro Guaíra Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 14 a 16 de maio Horários: sexta e sábado 21h e domingo 20h Ingressos: Consultar bilheteria do Teatro Guaíra. Clientes CAIXA possuem 20% de desconto Classificação etária: Livre para todos os públicos Teatro: “Ópera Atômica – As Sete Caras da Verdade” Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 21 a 23 de maio Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Centro Cultural Banco do Nordeste disponibiliza perfil no Twitter e canal de vídeos no You Tube







O Centro Cultural Banco do Nordeste está disponibilizando dois canais em mídias sociais: um perfil no microblog Twitter e um canal de vídeos no You Tube.

O perfil no Twitter (www.twitter.com/ccbnb) está compartilhando e colhendo - junto aos internautas - informações, sugestões e opiniões sobre a programação dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, na região sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano). O perfil atualmente conta com 363 seguidores.

Recentemente, dentro da programação do IV Festival BNB das Artes Cênicas, a entrevista com o ator, dramaturgo e diretor teatral Ricardo Guilherme foi tuitada ao vivo no perfil do CCBNB, destacando e compartilhando frases emitidas pelo artista sobre sua história de vida e trajetória artística, no decorrer da conversa.

Por sua vez, o canal do Centro Cultural Banco do Nordeste no You Tube (www.youtube.com/user/centroculturalbnb) está exibindo vídeos de entrevistas com os cantores e compositores Raimundo Fagner, Ednardo, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Antônio Nóbrega, com o dramaturgo, romancista e poeta Ariano Suassuna e com o ator Emiliano Queiroz, além de um debate sobre Literatura na Internet e um vídeo institucional sobre o BNB.

Com duração média total de 55 minutos, cada uma dessas entrevistas e debate disponível no canal do CCBNB no You Tube está dividida em cinco a sete blocos. Ao todo, são 44 vídeos publicados no referido canal, segmentados em sete programas especiais (entrevistas e debate), mais o vídeo institucional.

Entre os diferenciais interessantes do acesso a esses vídeos publicados no canal do CCBNB no You Tube, o designer gráfico do Ambiente de Comunicação do BNB, Gabriel Ramalho, aponta: "os vídeos podem ser vistos na Internet, no momento e na ordem em que o internauta desejar e, também, através de dispositivos móveis, em qualquer lugar, como Ipod, Iphone e demais smartphones; além disso, os usuários podem optar por se inscrever no canal de vídeos, recebendo, assim, todas as atualizações em primeira mão; e todos os vídeos podem ser compartilhados em blogs, redes sociais ou enviados aos amigos".

As entrevistas foram gravadas no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, dentro dos programas Nomes do Nordeste, Literato e Papo XXI. O Nomes do Nordeste mostra a trajetória de vida e a atuação artístico-cultural dos principais nomes da cultura nordestina, por meio de depoimentos de profissionais e artistas reconhecidos nacional e internacionalmente.

Já o Literato contempla a realização de palestras com autores nordestinos, além de debates sobre temas ligados à literatura regional. Nesses encontros, os leitores são apresentados às idéias dos autores, discutindo obras ou temas.

Além do Nomes do Nordeste e do Literato, o CCBNB realiza o Papo XXI. Nesse programa de debates, o tema central são as tendências da cultura para o Século XXI. O objetivo é discutir e aprofundar os conhecimentos sobre temas emergentes da atualidade, com forte repercussão no Nordeste.

Editados no formato DVD, as entrevistas, debates, depoimentos e palestras referentes a esses três programas são veiculados na rede de TVs públicas brasileiras. Organizadas em cinco coleções de dez volumes, esses DVDs são distribuídos gratuitamente pelo Centro Cultural Banco do Nordeste para bibliotecas e estabelecimentos de ensino públicos, equipamentos culturais e organizações não-governamentais, mediante solicitação por ofício. A íntegra das entrevistas com os cantores e compositores Alceu Valença e Geraldo Azevedo também está disponível em forma de livro.

Veja a seguir a sinopse de cada uma dessas entrevistas disponíveis no canal do Centro Cultural Banco do Nordeste no You Tube (www.youtube.com/user/centroculturalbnb):



Raimundo Fagner - Capaz de misturar Luiz Gonzaga, Beatles e Roberto Carlos e fundir com desenvoltura as culturas árabe, ibérica, caribenha e nordestina em sua própria música, ele se autodefine como um "liquidificador ambulante". O personagem é o cantor, compositor, instrumentista, ator e produtor musical cearense Raimundo Fagner Cândido Lopes, nascido em 13 de outubro de 1949, em Fortaleza. Entrevistador: Valdo Siqueira - produtor audiovisual, pesquisador, colecionador musical e radialista. Programa gravado no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, no dia 09/05/2006. Duração: 55 minutos.



Ednardo - Ednardo é integrante da geração de músicos que deixou o Ceará no início dos anos 1970, com o objetivo de tentar carreira profissional em nível nacional. Nessa busca, o músico acabou por levar, não apenas ao "sul maravilha", mas a todo o País, o canto das coisas de seu terra: das dunas brancas à aldeia Aldeota. Do primeiro disco ao lado de Téti e Rodger de Rogério em 1973, o LP "Meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem", que ficou conhecido como "Pessoal do Ceará", às trilhas para cinema e TV - incluindo seu maior sucesso nacional, "Pavão Mysteriozo", da fonte do cordel para o folhetim global em 1976. Três anos depois, foi um dos articuladores da "Massafeira Livre", evento cultural que deu origem a um disco, compondo novo retrato da música cearense. Desde então, Ednardo segue produzindo, compondo, lançando discos, fazendo shows, refletindo sobre sua arte e as coisas de seu tempo e seu lugar. Entrevistador: Nelson Augusto - jornalista e pesquisador musical. Programa gravado no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, no dia 30/01/2007. Duração: 53 minutos.



Alceu Valença - Nascido em 1946, Alceu Valença é um dos mais expressivos nomes da música brasileira, um artista que atingiu o maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Nesta entrevista, esse pernambucano compositor, cantor, mago, anjo avesso, nascido na terra dos Quatro Cantos, reconhecido e aplaudido em todos os cantos do mundo, monta em seu cavalo-de-pau, aguça os sentidos e galopa na fala da infância prodigiosa; das referências e influências musicais; das canções e dos sucessos. Filosofa, defende as raízes nordestinas e conta causos. Este é nosso convite para a reflexão no espelho cristalino do artista, para a folia em torno da vida do eterno menino e brincante. Entrevista realizada pelo ator, apresentador, diretor teatral e dramaturgo Ricardo Guilherme, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, no dia 05/02/2004. Duração: 55 minutos.



Geraldo Azevedo - Nascido em 1945, Geraldo Azevedo é mais um dos grandes artistas brasileiros que deixa registrada, com seu timbre de voz e seu sotaque tipicamente nordestino, a grandiosidade das cantigas bem arranjadas. Nesta entrevista, esse pernambucano das margens do Rio São Francisco, rincões de Petrolina, defende as águas de sua infância e de sua juventude. Ele, que cedo descobre a bossa nova e experimenta tocar e cantar, apenas como uma forma de estar no mundo. Lembra do tempo que queria ser engenheiro ou arquiteto; dos tempos difíceis, de prisões e torturas. Mas também se enternece com a vida e canções dos inúmeros parceiros. De Jatobá para o mundo, eis aqui circunstâncias desse cantor-passarinho, desse bicho de sete cabeças, desse caravaneiro da vida cigana... Entrevista realizada pelo ator, apresentador, diretor teatral e dramaturgo Ricardo Guilherme, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, no dia 15/07/2004. Duração: 55 minutos.



Ariano Suassuna e Antonio Nóbrega - Os Romanceiros Ibérico e Brasileiro: Este programa apresenta o encontro de dois dos mais expressivos e autênticos nomes da cultura nordestina: o escritor, dramaturgo, poeta e gravurista Ariano Suassuna e o pesquisador, músico, dançarino e ator Antonio Nóbrega, abordando o tema "Os Romanceiros Ibérico e Brasileiro". Romanceiros é um conjunto de poemas narrativos, unidos por um tema central, onde cada poema é um romance. Romanceiros também pode ser entendido como uma coleção de poesias e canções populares, de um país ou de uma região, que andam na boca do povo. Mediadora: Eleuda de Carvalho - jornalista. Programa gravado no auditório do Centro de Convenções do Ceará, durante a 6ª Bienal Internacional do Livro, em Fortaleza, no dia 29/08/2004. Duração: 55 minutos.



Emiliano Queiroz - Nascido em Aracati (CE), o ator Emiliano Queiroz atuou no teatro e na televisão cearenses (final dos anos 1950 e início da década de 60, respectivamente). Depois transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde desde 1965 integra o elenco da TV Globo - emissora na qual consagrou-se nacionalmente, interpretando personagens marcantes em novelas (Juca Cipó em "Irmãos Coragem" e Dirceu Borboleta em "O Bem Amado") e em filmes como "O grande mentecapto", "Madame Satã", "O Xangô de Baker Street", "Navalha na carne", "Dois perdidos numa noite suja" e "Independência ou morte". Entrevistador: Ricardo Guilherme - ator, apresentador, diretor teatral e dramaturgo. Programa gravado no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, no dia 30/03/2007. Duração: 55 minutos.



Literatura na Internet - A Internet tem se apresentado como um espaço democrático para a nova e boa literatura feita no Brasil. Como utilizar com sabedoria e criatividade a Internet e manter um canal de diálogo entre escritores e o público? Apresentador do tema: Edson Cruz - editor do site de literatura & arte Cronópios (www.cronopios.com.br ) e da revista eletrônica Mnemozine. Debatedor: Daniel Glaydson - poeta, tradutor e editor da revista virtual de literatura & adjacências Famigerado (www.famigerado.com ), webeditada a partir de Sobral (CE). Mediador: Carlos Augusto Barreto Corrêa Lima - escritor, poeta, editor, ensaísta e antidesigner. Programa gravado no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza (CE), no dia 21/02/2006. Duração: 55 minutos.

Grupo pernambucano homenageia o Rei do Baião




A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o grupo pernambucano Quinteto Violado, de 14 a 16 de maio. O show “Quinteto Violado canta Luiz Gonzaga” é um passeio pela obra de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que é a fonte de inspiração suprema do grupo. Além dos clássicos do homenageado, serão exibidas imagens suas que completam o clima da cultura nordestina.

O Quinteto Violado surgiu como uma proposta cultural de valorização da cultura regional na música brasileira. O grupo viveu três momentos: o resgate e leitura dos temas dos folguedos populares; a elaboração de uma nova interpretação dos clássicos da música nordestina e a composição autoral. “O Quinteto surgiu com o encontro de músicos que participaram de movimentos culturais de Pernambuco e que já estavam recebendo influência das mais diversas correntes musicais da época”, conta o músico Marcelo Melo. “O cancioneiro de Luiz Gonzaga faz parte da identidade cultural nordestina e para nós é a influência mais autêntica desta cultura, tanto que está impregnada na história de vida do grupo”, completa Marcelo.

Com arranjos sofisticados, cuidadosa elaboração cênica e agregando as experiências individuais de seus integrantes na pesquisa da cultura tradicional nordestina, o grupo atraiu a atenção do público e da crítica. Percorreu as estradas do país de norte a sul, inspirado nos folguedos populares, cantando o universo das feiras no interior, influenciando a música do amanhã.

O Rei do Baião expressou como ninguém as riquezas da “região problema” do Brasil. Em sua crônica do homem do sertão, revelou a religiosidade do vaqueiro, a astúcia do sertanejo, o flagelo das secas periódicas, sem deixar de lado a denúncia do assistencialismo inócuo. Sua obra é o mais completo inventário da cultura nordestina, que o grupo pernambucano revisita no espetáculo ”Quinteto Violado Canta Luiz Gonzaga”.


Quinteto Violado


O grupo pernambucano Quinteto Violado surgiu em 1971, logo após a irrupção do movimento tropicalista. Com uma proposta fundamentada em elementos da cultura regional, o grupo traçaria a partir de então um novo caminho para a música popular brasileira. Com as mais simples manifestações populares, a essência rítmica e melódica do grupo é uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interação entre o erudito e o popular, sem desfiguração e reafirmando a idéia de que toda arte é sempre a universalização do popular.

Em seu disco de estreia o grupo talvez nem sequer imaginasse que, muito mais que uma nova roupagem orquestradora, estava produzindo a semente de uma mudança no modo de sentir e expressar a música brasileira. Em 39 anos de estrada se intercalam pesquisas, espetáculos, discos, festivais e excursões internacionais. A saga do Quinteto Violado está hoje registrada em livro, vídeo e mais de 47 discos lançados no Brasil e no exterior.

O amadurecimento cultural e profissional cresce a cada dia no grupo, que se mantém dinâmico em seu trabalho e com a consciência crítica de que não se acomodou ou fez concessões aos modismos da indústria cultural.

Ficha Técnica

Marcelo Melo: Violão, viola e voz

Dudu Alves: Teclado e piano

Roberto Menescal: Bateria e Voz

Ciano: Flauta e Violão

Sandro: Baixo

Raminho: Percussão (participação especial)

Direção e Coordenação Geral: Ângelo Filizola

Produção: Afonso Oliveira

Vídeos (Luiz Gonzaga): Raul Henry (arquivo pessoal)



Serviço



Música: Quinteto Violado

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: de 14 a 16 de maio

Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ópera de Bolso no espetáculo da Orquestra de Câmara




Concerto no fim de semana, sob a regência de Wagner Polistchuk e participação dos cantores Rita Marques e Sandro Bodilon, reúne obras de compositores italianos.

A Orquestra de Câmara de Curitiba, grupo musical mantido pela Prefeitura Municipal, dá sequência à temporada 2010 patrocinada pela Volvo com um programa de Ópera de Bolso. Sob a regência do maestro Wagner Polistchuk e com a participação dos cantores Rita Marques (soprano) e Sandro Bodilon (barítono), as apresentações acontecem na sexta-feira (7), às 20h, e no sábado (8), às 18h30, na Capela Santa Maria.

O espetáculo reúne peças de compositores italianos. Tomam conta da Capela Santa Maria os sons da “Sonata Nº 5”, de Gioacchino Rossini (1792 – 1868); da composição “I crisantemi”, de Giacomo Puccini (1858 – 1924); e da obra “O Telefone”, de Gian Carlo Menotti (1911 – 2007). A direção cênica está a cargo de José Brazil, músico, cantor lírico e produtor carioca que vive em Curitiba desde 1986. Discípulo de Leopoldo Carelli e Ernani Aguiar, nas áreas de teoria musical e piano, também teve envolvimento com teatro.

Bacharel em Canto pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde se iniciou no universo da produção e da direção cênica, José Brazil integrou o Coral de Curitiba e o Coral Teatro Guaíra, tendo participado de diversas óperas e obras sinfônicas. Trabalhou com alguns dos nomes consagrados da direção cênica, como Sergio Brito, Marcelo Marchioro, Oswaldo Loureiro, Carlos Harmuch e Roberto Innocente. Colaborou nas produções de várias óperas e dirigiu, em 2006, a ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart, no teatro Universitário de Cuiabá. Em 2009, respondeu pela direção da ópera “Cosi fan Tutte”, de Mozarte, dentro do programa “Ópera Ilustrada”.

Atualmente, José Brazil faz parte do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba e, além das atividades de músico e cantor, também leciona no Conservatório Musical de Ponta Grossa (PR), ensinando canto lírico para iniciantes e novos talentos.



Os convidados – O concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba, neste fim de semana, tem como convidados os cantores paulistas Rita Marques (soprano) e Sandro Bodilon (barítono). Vencedora de importantes concursos, Rita Marques já se apresentou sob a regência de destacados maestros brasileiros e tem atuação marcante em várias óperas, sendo presença constante nos vesperais líricos e concertos didáticos do Theatro Municipal de São Paulo.

Também exibindo no currículo a conquista de expressivos prêmios, o barítono Sandro Bodilon desenvolve temporadas líricas cantando com as melhores orquestras do país, sob o comando de reconhecidos maestros. Recentemente, foi solista das estreias mundiais das óperas Olga, de Jorge Antunes, e A Tempestade, de Ronaldo Miranda. Integrante do Coral Lírico do Theatro Municipal de São Paulo, Bodilon trabalha, ainda, com um vasto repertório camerístico, com canções de várias épocas e estilos, dando ênfase à canção brasileira.



O grupo e o maestro – Parte instrumental da Camerata Antiqua de Curitiba, que este ano completa 36 anos de atividades, a Orquestra de Câmara de Curitiba também desenvolve carreira própria e é considerada um dos principais grupos do país. Por um período, a Camerata trabalhou sem a presença de um maestro titular, realizando concertos com regentes e solistas convidados. Desde 2009, a Camerata Antiqua conta com a direção artística do maestro Wagner Polistchuck, dentro da estratégia da Fundação Cultural de Curitiba para fortalecer o grupo, seguindo caminhos de modernização trilhados por orquestras de todo o mundo.

Wagner Polistchuk tem comandado importantes orquestras, entre elas a Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), a Sinfônica da Universidade de São Paulo, a Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, a Sinfônica de Mendoza (Argentina) e a Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, além da Hermitage São Petersburgo Orchestra, na Suíça. Em seu currículo constam premiações em diversos concursos nacionais e internacionais e, como trombonista, participações de solista convidado em orquestras da Europa.

O maestro, que já regeu a Camerata Antiqua em várias ocasiões e respondeu pela condução do Coro da Camerata em concerto cênico, também participou da gravação de um dos CDs do grupo.



Serviço: Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba, sob a regência do maestro Wagner Polistchuk, com espetáculo de Ópera de Bolso, dentro da temporada de concertos 2010 patrocinada pela Volvo. Datas e horários: dia 7 de maio (sexta-feira), às 20h, e dia 8 de maio de 2010, às 18h30 Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) / promoção não cumulativa

domingo, 2 de maio de 2010

Eu, Você e Maria



Eu, Você e Maria

Caipirinha Appreciation Society e Acústico Mundo Livre



Gostaríamos de compartilhar com vocês algumas novidades de “Eu, Você e Maria” em 2010.

Na última segunda-feira (27/04) a versão da canção “Tenho Sede” (Dominguinhos e Anastácia), produzida pela banda tocou no Caipirinha Appreciation Society, programa produzido para a rádio inglesa Open Air Radio - University of London - e difundido na internet como podcast.

O Caipirinha Appreciation Society (CAS) oferece à sua audiência internacional duas horas de música brasileira pouco explorada pela mídia, de todos os estilos, regiões e períodos, de sambas antigos a mixes modernos. Vale a pena conferir a programação.

Segue link do programa com a música da banda:

http://cas.podOmatic.com/entry/eg/2010-04-30T21_27_13-07_00



Continuando com as novidades Eu, Você e Maria participará do Acústico Mundo Livre, programa que busca gerar uma maior visibilidade e um diferencial aos artistas locais independentes, já que todo o repertório do programa é feito de versões acústicas e exclusiva, gravadas ao vivo para o mesmo.

Serão gravadas 6 canções do repertório da banda e o show acontecerá dia 11 de junho no Jokers Pub. Maiores informações em breve.



Para acompanhar mais novidades da banda: @euvcemaria

Programa Rock-Cordel seleciona banda cearense



Programa Rock-Cordel seleciona banda cearense para o maior festival de heavy metal do mundo

A seletiva cearense para o megaevento alemão Wacken Open Air - o maior festival de heavy metal do mundo - acontecerá no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro - fone (85) 3464.3108), dentro do programa Rock-Cordel, no próximo dia 8 (sábado), de 14h às 20h, com entrada franca.

Após palestra do presidente do júri, Luiz Carlos Vieira, às 14 horas, participam da seletiva cinco bandas selecionadas pela revista musical Roadie Crew: Clamus (15h), Hostile Inc. (15h45), My Fair Lady (16h30), S.O.H. (17h15) e Warbiff (18h). Também se apresenta a banda cearense vencedora da seletiva estadual no ano passado, a Roadsider (18h45).

Para propulsar as turbinas da seletiva no sábado, 8, a programação do Rock-Cordel já terá início na terça-feira, 4 (prosseguindo na quarta-feira, 5, e na sexta-feira, 7), com a exibição de clipes do gênero e a apresentação de 18 bandas, sendo seis shows por dia, de 14h às 20h.



Oficina de Myspace

E no período da manhã, de terça-feira, 4, até sexta-feira, 7, de 10h30 às 12h30, acontecerá a oficina gratuita de Myspace, ministrada pelo jornalista, cineasta e produtor cultural carioca Marcelo Paes de Carvalho, no auditório do CCBNB-Fortaleza (3º andar). Para participar da oficina, basta chegar ao CCBNB-Fortaleza às 10 horas da terça-feira, 4, e adquirir um ingresso gratuito na recepção. Ao todo, são 80 vagas disponíveis.

O conteúdo programático da oficina abrange tópicos como: modalidades de conta no Myspace; adicionando contatos; divulgando seu trabalho; personalização; design específico; trabalhando com vídeo no myspace; colocando música no myspace - com e sem download; divulgação do seu endereço; inserindo imagens; usando o blog do Myspace; interação com outras redes sociais; e dicas valiosas.

Integram o júri da seletiva estadual do Wacken Open Air, edição 2010, os seguintes cinco componentes: Luiz Carlos Vieira (presidente) - músico e redator da revista Roadie Crew há 10 anos, colaborou com as revistas portuguesas Blast! e Metal Heart; Marcelo Paes de Carvalho - jornalista, professor, cineasta, produtor cultural e coordenador de audiovisual do projeto Rock.Doc; Jolson Ximenes - vice-presidente da Associação Cultural Cearense do Rock, baixista das bandas Alegoria da Caverna, Os Transacionais e Obskure - esta, vencedora da seletiva estadual em 2008; Luiz Eduardo Silva - produtor musical, há 11 anos, do programa Cidade do Rock, na rádio Cidade FM 99.9, participou de diversos júris de seleção de bandas para o Palco Nativo do Festival Ceará Music; e Fernando Pessoa - colecionador de CDs e DVDs de Rock há 35 anos, produtor musical, assistente de Comunicação e Cultura do Banco do Nordeste, ativista na cena roqueira de Fortaleza.



Grupos de 22 países de quatro continentes

O festival Wacken Open Air acontece anualmente na cidade de Wacken (norte da Alemanha), um dos mais importantes eventos musicais ao ar livre do mundo. A edição deste ano será realizada durante o verão europeu no período de 5 a 7 de agosto próximo. A atração principal deste ano será o show da banda Iron Maiden. Esta é a 21ª edição do festival.

Mais importante festival de heavy metal do mundo, o megaevento germânico reunirá grupos de 22 países de quatro continentes (Europa, América, Ásia e Oceania), com público previsto em torno de 100 mil pessoas de todas as partes do mundo.

Do Wacken Open Air, participam bandas de heavy metal da Europa (Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Irlanda, Noruega, Polônia, Portugal, Suécia e Suíça), América (Brasil, Canadá, México e EUA), Ásia (Israel e Japão) e Oceania (Austrália).



Programação



04/05/2010 (TERÇA)

10:30 - Oficina de Myspace

14:00 - SOUL AGONY

15:00 - COLDNESS

16:00 - ENCÉFALO

17:00 - SOAD

18:00 - FACADA

19:00 - BETRAYAL



05/05/2010 (QUARTA)

10:30 - Oficina de Myspace

14:00 - MOTHER'S MILK

15:00 - 13 ROCK DALE

16:00 - SELVAGENS À PROCURA DE LEI

17:00 - ONE

18:00 - CAIO CHAGAS

19:00 - KAME RIDER



07/05/2010 (SEXTA)

10:30 - Oficina de Myspace

14:00 - HOLLYWOOD ROSES

15:00 - DIRTY VICE

16:00 - THE KNICKERS

17:00 - END OF SILENCE

18:00 - CONTAINER

19:00 - SLEEPING AWAKE



08/05/2010 (SÁBADO)

SELETIVA DO WACKEN OPEN AIR

14:00 - Palestra do Presidente do Júri

15:00 - CLAMUS

15:45 - HOSTILE INC.

16:30 - MY FAIR LADY

17:15 - S.O.H.

18:00 - WARBIFF

18:45 - ROADSIDER