sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ana Cascardo canta no Domingo Onze e Meia



A cantora apresenta o show “Meu Lugar”, às 11h30 deste domingo (2), no Conservatório de MPB de Curitiba, com um repertório de arranjos ousados.

O programa Domingo Onze e Meia, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, tem nova edição neste domingo (2), levando à Praça Jacob do Bandolim do Conservatório de MPB de Curitiba a cantora Ana Cascardo. No espetáculo “Meu Lugar”, que tem início às 11h30, a intérprete reúne músicas de seus compositores prediletos, traçando um panorama do trabalho realizado desde o lançamento do primeiro CD, “Esta noite vai ter sol”, de 2007, aos dias de hoje. A entrada é franca.

No repertório selecionado por Ana Cascardo consta desde a sofisticação da obra de Chico Buarque até o tom “cool” de Paulo Leminski. Ao lado do pianista Fábio Cardoso e do percussionista Vina Lacerda, a cantora promete envolver e empolgar o público, com arranjos ousados e muito balanço, valorizando os grandes nomes da MPB, além de compositores locais.

Ana Cascardo começou a carreira artística na década de 1980. Dos 11 aos 19 anos, ela e os irmãos animavam bailes e bares de Itajubá, no sul de Minas Gerais. Em 1985, Ana iniciou os estudos de teoria musical com a pianista Heloisa Feichas. Em 1993 veio morar em Curitiba e continuou a estudar canto. Participou de oficinas com Elza Soares e grandes nomes da música brasileira, em várias edições da Oficina de Música de Curitiba. Depois, entrou no grupo Vocal Brasileirão, do Conservatório de MPB, onde começou a lecionar.

Em 1995, Ana ficou em primeiro lugar no Festival de Intérpretes do Sesc da Esquina. Em 1998 e 1999 foi indicada como melhor cantora. Em 2000 ganhou o prêmio de melhor intérprete no Festival Estação da Canção e, em 2005, foi semifinalista do Prêmio Visa. Também participou de diversos CDs de compositores e intérpretes paranaenses.




Serviço: Programa “Domingo Onze e Meia”, com o espetáculo “Meu Lugar”, a cargo da cantora Ana Cascardo, com participação do pianista Fábio Cardoso e do percussionista Vina Lacerda. Data e horário: dia 2 de maio de 2010 (domingo), às 11h30 Local: Praça Jacob do Bandolim do Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) Informações: (41) 3321-3208


Zé Renato canta a jovem guarda no Teatro da CAIXA




Show mescla faixas do último lançamento com sucessos da carreira do artista


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 07 a 09 de maio, o show “É Tempo de Amar”, com o músico e intérprete capixaba Zé Renato. A apresentação traz sucessos do CD homônimo no qual o músico faz tributo à jovem guarda. No palco, João Castilho (guitarra), Marcos Nimrichter (teclados) e Rômulo Gomes (baixo) acompanham o cantor.



Serão relembrados os clássicos da geração iê-iê-iê, como "O Tempo vai Apagar" e a faixa-título "É Tempo de Amar", além de outras pérolas como "História de um Homem Mau" e "Namoradinha de Um Amigo Meu". O repertório inclui músicas que foram sucesso ao longo de sua carreira como “Anima", composição dele com Milton Nascimento, e “Quem tem a viola”, além de interpretações brilhantes de clássicos da música brasileira.



A primeira música que Zé Renato aprendeu a tocar no violão foi “Namoradinha de um Amigo meu”, o hit juvenil de Roberto Carlos. Suas férias em Vitória, no Espírito Santo, tinham como trilha sonora o cancioneiro da Jovem Guarda. O fato justifica a inusitada incursão do artista por esse repertório. “Tempo de Amar” reúne 13 pérolas das velhas tardes de domingo dos anos 60, em abordagem requintada.



Idealizado a partir da gravação suntuosa de “O Tempo Vai Apagar” para a trilha da novela da Globo “A Favorita”, o CD inclui ainda a única incursão do poeta Vinicius de Moraes pelo universo do iê-iê-iê. Trata-se de “Por Você”, parceria de Vinicius com Francisco Enoé, lançada em 1967 no filme “Garota de Ipanema”, de Leon Hirszman.



Sobre Zé Renato



O cantor e compositor capixaba Zé Renato iniciou sua carreira se apresentando em festivais de música nas décadas de 60 e 70. No final dos anos 70, alcançou maior reconhecimento como integrante do Boca Livre, conjunto vocal do qual também faziam parte Cláudio Nucci, David Tygel e Maurício Maestro.



Sua carreira solo se construiu paralelamente ao grupo. Em 1982 lançou seu primeiro disco solo, “Fonte de Vida”. Ainda na década de oitenta, integrou a banda Zil. Nos anos 90, consolidou sua carreira de solista e se tornou um dos maiores intérpretes da música brasileira. O cantor já lançou doze discos e teve composições suas interpretadas por Nana Caymmi, Leila Pinheiro, Zizi Possi e Lulu Santos, entre outros.


Participou da Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião em 2000, ao lado de Francis e Olivia Hime, Lenine, Sergio Santos e Leila Pinheiro. Dois anos depois gravou “Memorial”, em dupla com o maestro Wagner Tiso. “Minha Praia” foi lançado em 2003. Consolidando sua carreira internacional esteve na França em 2005, na caravana do Projeto Pixinguinha. Ainda, encerrando as comemorações do Ano do Brasil na França integrou o elenco da Sinfonia do Rio de Janeiro no auditório da Unesco em Paris e realizou shows divulgando seu cd "Cabô" na capital francesa e em Marseille.



Em 2006 realizou 4 projetos: o show "Encontro das Águas", gravou o segundo CD infantil "Forró pras crianças", o dvd “ Zé Renato ao Vivo" e retornou ao Boca Livre, junto com David Tygel, Maurício Maestro e Lourenço Baeta, lançando em 2007 o cd e dvd "Boca Livre e ao vivo". Acaba de lançar o cd “É Tempo de Amar”, que apresenta na CAIXA Cultural Curitiba.



Em 2004 o artista recebeu o Prêmio TIM de Melhor Disco Infantil, com a produção “Samba pras Crianças”. Ainda neste ano recebeu o Prêmio Rival BR de Música, na categoria de melhor cantor com a obra “Minha Praia”. Em 2007 voltou a receber o Prêmio TIM de Melhor CD Infantil com “Encontro das Águas”, indicado inclusive ao Grammy Latino como melhor álbum infantil. Em 2008 o Boca Livre, grupo que deixou em 2000 e retornou seis anos depois, ganha o Prêmio TIM de Melhor Grupo. Foi premiado neste mesmo ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, na categoria Melhor Cantor em 2008 e Prêmio de Música Brasileira em 2009.



Algumas de suas gravações foram trilhas sonoras de novelas e minisséries, como “Pelo sim pelo não“ para “Roque Santeiro”; “Rodrigo meu Capitão” para “O Tempo e o Vento”; “Salmo” para “O Corsário do Rei”; “Mulher” para “Éramos Seis”; “Na Trilha do meu Sonho” para “O Diabo a Quatro”; “Tamborim” para “A pessoa é o que nasce” e “O tempo vai Pagar” para “A Favorita”.



Zé Renato, em 30 anos de carreira, construiu seu nome com um pé fincado na tradição da música brasileira e outro calçado em seu próprio talento de intérprete.



Serviço Música: Zé Renato Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: de 07 a 09 de maio Horários: Sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

sábado, 24 de abril de 2010

Julião Boêmio e Nilze Carvalho se reunem no Teatro da CAIXA




A tradição carioca do samba e choro se mescla com a nova geração de músicos curitibanos

Julião Boêmio e Nilze Carvalho criam a autêntica roda de samba na CAIXA Cultural Curitiba. Os dois grandes nomes se encontram na capital paranaense de 30 de abril a 02 de maio. O espetáculo conta com os arranjos de Vina Lacerda, Thatá Costa e André Prosdóssimo, com o violão de sete cordas de Vinícius Chamorro e a percussão de Luiz Rolim.



O motivador deste encontro, que estreou em 2009, é a criação da legítima roda de samba e choro. O músico conta que já conhecia o trabalho de Nilze e após conhecê-la pessoalmente surgiu a idéia da união. “O show vai ser muito interessante, pois é um passeio entre o choro e o samba. Eu e a Nilze temos muito e comum, tanto no jeito de pensar quanto no jeito de tocar”, conta Julião.



O repertório traz composições de Julião e de Nilze, mas para essa reunião não poderiam faltar os clássicos de grandes compositores dos gêneros, como: Paulinho da Viola, Dona Ivone Lara, Mauro Duarte, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo.



Julião Boêmio – O cavaquinista curitibano é compositor de choros, maxixes e polcas e aos 30 anos é um dos músicos de destaque da música paranaense. Apesar de gostar de fazer música desde os nove anos, Julião iniciou a carreira profissional após a entrada no Conservatório de MPB de Curitiba, com 15 anos. Depois disso, galgou seu espaço como instrumentista dividindo o palco com nomes como Nelson Sargento, Guilherme de Brito, Noite Ilustrada, Yamandu Costa, Mônica Salmaso, Ceumar, Dominguinhos, Zé Renato, entre muitos outros. Julião lançou em janeiro deste ano o álbum “Feijão no Dente”, com participações de músicos do samba e do choro de todo o país.



Nilze Carvalho – A sambista e instrumentista carioca começou a carreira aos seis anos de idade e já aparecia na televisão com seu cavaquinho em punho. Aos 14 anos já possuía quatro álbuns gravados, como bandolinista, na série chamada “Choro de Menina”, acompanhada do conjunto Época de Ouro. Posteriormente saltou para a carreira internacional, retornou ao Brasil, cursou a faculdade de música e gravou mais álbuns e participações em projetos de outros artistas. Nilze está em processo de gravação depois de quatro anos do último lançamento.

Ficha Técnica



Músicos: Julião Boêmio e Nilze Carvalho

Arranjos: Vina Lacerda, Thatá Costa e André Prosdóssimo

Violão: Vinícius Chamorro

Percussão: Luiz Rolim



Serviço Música: Julião Boêmio e Nilze Carvalho Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: de 30 de abril a 02 de maio Ingressos: R$10 e R$5 (meia) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

“CHOPINÍSSIMO – Chopin, o Poeta do Piano”



Projeto “Chopin, o poeta do piano” chega a Curitiba

O ator Fernando Eiras, a pianista Linda Bustani e a cantora lírica Carolina Faria estão no espetáculo que acontece na Capela Santa Maria, nesta segunda (26).

O ano de 2010 marca as comemorações mundiais do bicentenário de nascimento do grande compositor polonês Fryderyk Chopin (1810 – 1849), o primeiro poeta do piano e signo do “Grande Romantismo” do século 19. Para comemorar a data, o Comitê Chopin 2010 traz a Curitiba o projeto “CHOPINÍSSIMO – Chopin, o Poeta do Piano”, que estreou com enorme sucesso em fevereiro, no Rio de Janeiro, e agora será apresentado nesta segunda-feira (26), às 20h, na Capela Santa Maria. Na terça-feira (27), às 19h, a Biblioteca Pública do Paraná sedia palestra multimídia sobre Chopin.

Criado e dirigido pela pesquisadora Eli Rocha, “CHOPINÍSSIMO - Chopin, o Poeta do Piano” engloba concerto-cênico, exposição iconográfica e palestra multimídia. O espetáculo na Capela Santa Maria reúne o ator Fernando Eiras (Prêmio Shell de Melhor Ator de 2010), a premiada pianista Linda Bustani e a jovem mezzo-soprano Carolina Faria, que acaba de retornar de turnê pela França.

O concerto-cênico tem como protagonista a música de Chopin, interpretada pela pianista Linda Bustani e pela cantora Carolina Faria. Elas dão vida à obra do compositor, ancoradas na experiência cênica de Fernando Eiras. O ator dialoga com o repertório musical e encena trechos de cartas e diários, que contam a nostalgia da pátria, a chegada e o sucesso nos salões de Paris, a ruptura do noivado com Maria Wodzinska e, o momento mais marcante da sua vida, a paixão avassaladora pela Baronesa de Dudevant, conhecida como George Sand.

A pesquisadora Eli Rocha escolheu para o repertório obras do compositor, pouco tocadas, como Mazurca opus 7 nº 1, Valsas opus 34 nº 2 e opus 69 nº 1, Noturno opus 27 nº 2, Scherzo nº 3, Prelúdio nº 2 e as Variações Brilhantes opus 1, além de três canções do álbum das Melodias Polonesas opus 74, para canto e piano, raramente ouvidas no Brasil.

O crítico musical Rodolfo Valverde encerra a programação com a palestra intitulada Bate-Papo com Chopin, que acontece às 19h de terça-feira (27), na Biblioteca Pública do Paraná. A vida e a obra do genial compositor polonês serão amplamente comentadas no encontro, que também conta com exibição multimídia de apresentações dos maiores intérpretes da atualidade. A palestra completa-se com a exposição de 15 painéis compostos por 32 fotografias e reproduções – algumas inéditas no Brasil – de pinturas, desenhos, gravuras, partituras, documentos e objetos, cedidas pelo Museu Chopin do Instituto Fryderyk Chopin, em Varsóvia.

O projeto “CHOPINÍSSIMO - Chopin, o Poeta do Piano” integra o programa oficial das celebrações internacionais do Ano Chopin, com o objetivo de mostrar ao mundo a imagem da Polônia de hoje, através da música do compositor polonês. Recebeu o apoio do Ministro da Cultura e da Herança Nacional da Polônia, do Ministério das Relações Exteriores da Polônia, da Embaixada da República da Polônia no Brasil, do Consulado Polonês em Curitiba e do Museu Chopin do Instituto Fryderyk Chopin, em Varsóvia.

Para o Embaixador da República da Polônia, Jacek Junosza Kisielewski, “Fryderyk Chopin é motivo de grande orgulho para os poloneses. Nós o consideramos não apenas o mais importante compositor nacional, como também um dos personagens mais marcantes da milenar história da Polônia. Artista cuja obra pertence à herança cultural da humanidade.”

Serviço: Projeto “CHOPINÍSSIMO – Chopin, o Poeta do Piano” Data: dia 26 de abril de 2010 (segunda-feira), às 20h – Concerto-cênico com a participação de Linda Bustani (piano), Carolina Faria (mezzo-soprano) e do ator Fernando Eiras. Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). Ingressos a R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível). O dinheiro e os alimentos arrecadados irão para as vítimas dos desabamentos no Rio de Janeiro. Data: dia 27 de abril de 2010 (terça-feira), às 19h – “Bate-papo com Chopin”, palestra multimídia com o crítico Rodolfo Valverde e exposição de fotografias e reproduções cedidas pelo Museu Chopin do Instituto Fryderyk Chopin, em Varsóvia. Local: Biblioteca Pública do Paraná, Rua Cândido Lopes, 133. Entrada franca

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ravi Justin Freeman apresenta a música de fusão na Série Solo Música




Músico inglês se apresenta na CAIXA Cultural Curitiba

O inglês Ravi Justin Freeman invade o palco do Teatro da CAIXA para uma apresentação singular no dia 27 de abril. Parte da Série Solo Música, o músico irá tocar a kora, uma harpa do oeste africano, e utilizar as técnicas de canto difônico, popular na Ásia Central. Além do recital, o músico fará um workshop sobre a kora, às 19h do dia 28 de abril. O workshop acontece no Teatro da CAIXA e tem entrada franca.

Pesquisador pioneiro na música de fusão, popularmente chamada de world music, Freeman já se apresentou em festivais como o WOMAD, Festival Musicale Del Mediterrâneo, Glastonbury Festival e o Edinburgh International Harp Festival. Já fez parcerias com Marlui Miranda, na música Neuneuneu-Humanity, e no Afrobrasilian Project, em que participam Armando Marçal, Paulo Moura, Marlui Miranda e Robertinho Silva.

A kora de Ravi possui 24 cordas e tarraxas de violão e desde 1985 tem desenvolvido uma nova sonoridade ao instrumento. "A primeira vez que eu realmente vi uma (a kora) foi no festival WOMAD, no Cleveden (Bristol), com a Gâmbia Nacional Troupe. Eram quatro tocadores de kora. Este foi um primeiro encontro maravilhoso, especialmente porque havia uma chance de participar de uma oficina e depois ver a kora de perto. Em seguida foi em uma viagem à Gâmbia, onde obtive minha primeira kora, do antigo e lendário músico Jali Nayma Suso”, explica Ravi.

A singularidade

Ravi Justin Freeman irá apresentar um concerto único, pois reúne a kora e o canto difônico, em uma apresentação solo, práticas incomuns no ocidente. A kora é um instrumento africano similar à harpa e possui 21 cordas. Feita de uma cabaça, couro de vaca, linha de pesca e madeira, é encontrada em países como Senegal, Mali e Gâmbia, além de outras áreas da África Ocidental. Apenas o polegar exige apenas o polegar e o indicador das duas mãos são necessários para dedilhar as suas cordas. Músicos africanos como Toumani Djabate, Foday Musa Suso e Jali Musa Jawara são os expoentes da kora.

O canto difônico, também conhecido como “canto de garganta”, é uma técnica originária de país asiáticos. O cantor faz intervalos harmônicos e acordes em uma só voz, ou seja, é possível cantar duas notas ou entoar uma escala ascendente e descendente ao mesmo tempo. A realização desta técnica exige muita concentração e esforço, fundindo a mente e corpo em um estado único.

O projeto

O Solo Música apresenta um recital por mês, sempre às terças-feiras, nos quais são exibidas apresentações raras, com artistas solo tocando instrumentos que dificilmente são mostrados em outras programações culturais. A série foi desenvolvida a partir de uma observação dos espaços culturais da cidade. Segundo o produtor Álvaro Collaço, a série é exclusiva, pois diversifica os instrumentos e gêneros na mesma programação.

A Série não privilegia um gênero musical definido, mas a diversidade cultural em solo, promovendo assim uma aproximação entre a música instrumental e erudita, sendo que a única ligação entre os recitais apresentados é o fato de estar no palco um único músico, cuja característica principal é ter absoluta segurança na sua qualidade como instrumentista e intérprete.

Serviço

Projeto Solo Música – Ravi Justin Freeman – Kora e Canto Difônico

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 27 de abril

Horários: terça 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Workshop sobre a kora

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 28 de abril

Horários: quarta 19h

Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro uma hora antes do evento.

"Abril Jazz MiL" 2010



Sociedade Filarmónica Humanitária | Conservatório Regional de Palmela apresentam “Abril Jazz Mil” 2010



"Abril Jazz MIl" é um projecto que começou em 2009 e pressupõe ser uma iniciativa de cariz pedagógico, que através de um Workshop e Concertos proporcione à Comunidade Educativa e ao público em geral um contacto próximo com esta linguagem musical - o Jazz. A programação é composta por alguns artistas Portugueses de topo nesta àrea musical.

Programa:


WORKSHOP | Dia 24 de Abril, 15h – Sala Polivalente CRP

- inscrições na secretaria do Conservatório Regional de Palmela -

................................................................................................................................................................


“Improvisação – Primeiros passos”
Por Paulo Gaspar

CONCERTOS | Dia 24 de Abril, 21h30 – Auditório SFH

................................................................................................................................................................


Jazz Pictórico - Zé Soares e POLITONIA convidam São Nunes

Para activar a visualização de imagens nesta mensagem, utilize a opção disponibilizada pelo seu programa de email
Quatro músicos | Uma artista plástica | Uma tela | Sombra chinesa | Pintura/música improvisada

Simbiose entre pintura e música, sempre com uma base de improvisação muito forte, ou não fosse o jazz o improviso por excelência. Desta feita há, no entanto, um elemento novo: a componente cénica – mímica e luz, considerada fundamental na “composição” deste concerto.
Este happening, no sentido conceptual da palavra, é um momento artístico efémero, improvisado que os artistas pretendem partilhar com o público, em que poderemos assistir, “ao vivo e a cores”, ao processo artístico desde o início até ao fim. Ou seja, desde o momento em que o artista se encontra face a uma tela branca, a uma pauta de música ou a uma cena, até ao momento em que aquilo que foi criado passa a “ser” do público.

Se na primeira parte o espectador vive uma experiência sensitiva na “Arte Global” numa estética baseada no “Work in Progress”, na segunda parte deste espectáculo é o jazz que o convida para embarcar na sonoridade contemporânea dos Politonia.


José Soares – Guitarra | Mário Franco – Contrabaixo | Gonçalo Prazeres – Saxofone | João Lencastre – Bateria | São Nunes – Artes Plásticas


"Tributo a Benny Goodman" - Paulo Gaspar and friends

Para activar a visualização de imagens nesta mensagem, utilize a opção disponibilizada pelo seu programa de email
Paulo Gaspar clarinete | Jeffery Davis vibrafone | Óscar Graça piano | Eduardo Lopes bateria


O clarinetista pôs de pé um quarteto destinado a prestar homenagem ao rei das pistas de dança de antigamente.

Nesta viagem sonora aos anos 1930, acompanham-no Óscar Graça, Jeffery Davis e Eduardo Lopes




JAM SESSION | Dia 24 de Abril, 23h30 – Bar SFH

................................................................................................................................................................


Org.: Sociedade Filarmónica Humanitária | Conservatório Regional de Palmela

Apoios: Câmara Municipal de Palmela

Para activar a visualização de imagens nesta mensagem, utilize a opção disponibilizada pelo seu programa de email


Soc. Filarmónica Humanitária - Palmela Av. Dr. Godinho de Matos, Palmela - Tel. 21 235 0235 - www sfh pt

Orquestra de Câmara de Curitiba reúne convidados ilustres



O maestro norte-americano Christopher Morris Whiting, mais as instrumentistas Betina Stegmann (violino) e Ana Valéria Poles (contrabaixo), integram o espetáculo musical deste fim de semana.

O destaque da programação musical do fim de semana fica por conta do concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba, grupo mantido pela Prefeitura Municipal, com apresentações às 20h de sexta-feira (23), na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, e às 18h30 de sábado (24), na Capela Santa Maria. O espetáculo, que integra a temporada 2010 patrocinada pela Volvo, tem como convidados ilustres o maestro Christopher Morris Whiting e as instrumentistas Betina Stegmann (violino) e Ana Valéria Poles (contrabaixo).

O repertório diversificado evidencia a versatilidade dos músicos, na execução de obras de compositores marcantes. O programa selecionado pelo maestro Christopher Morris Whiting abre com o “Concerto para Violino em Sol menor”, de Johann Sebastian Bach (1685 – 1750), prosseguindo com “Andante expressivo”, de Pedro Cameron (1948); “Ponteio nº 46” e “Dança Brasileira para Orquestra de Cordas”, de Camargo Guarnieri (1907 – 1993); e “Gran Duo Concertante para Violino e Contrabaixo”, de Giovanni Bottesini (1821 – 1889). Para encerrar, “Rikudim (Danças)”, de Jan Van der Roost (1956).

Os convidados – Parte instrumental da Camerata Antiqua de Curitiba, a Orquestra de Câmara de Curitiba também desenvolve carreira própria e é considerada um dos principais grupos do país. A participação de músicos convidados fortalece a orquestra e a regência do norte-americano Christopher Morris Whiting evidencia a importância do grupo. Com uma extensa carreira orquestral, as atividades de Whiting englobam atuações como primeiro violino na orquestra da Deutsche Oper Berlin, no Festival de Cordas de Lucerna, na Rádio de Berlim, na Ópera de Zurique e na Orquestra Tonhalle de Zurique.

Exibindo no currículo gravações efetuadas em toda a Europa e artigos publicados em revistas especializadas, Whiting é um entusiasmado comunicador musical, responsável pela fundação e regência da Orquestra Prima Vista da Universidade de Artes de Zurique, onde também leciona. Na condução de renomadas orquestras, em vários países europeus, firmou-se como destacado maestro e assumiu, em março passado, a regência da Winterthurer Symphoniker, na Suíça.

O concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba conta ainda com a violinista Betina Stegmann e a contrabaixista Ana Valéria Poles, que desenvolvem carreira internacional. Iniciando estudos musicais no Brasil, a argentina Betina Stegmann diplomou-se pela Escola Superior de Música de Colônia (Alemanha), aperfeiçoou técnicas do violino em Israel e se apresentou em várias cidades da Europa, além de realizar gravações nas rádios WDR (Alemanha) e na RAI – Trieste (Itália). Atualmente, a instrumentista é o primeiro violino da Orquestra de Câmara Villa-Lobos e do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.

A paulista Ana Valéria Poles começou a estudar contrabaixo aos 12 anos de idade e, depois de vencer importantes prêmios nacionais e tocar como solista em destacadas orquestras brasileiras, foi para a Áustria, em 1982, aperfeiçoar conhecimentos na Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Viena. Na Europa, a instrumentista conquistou premiações e integrou conjuntos, entre eles a Primeira Orquestra de Mulheres da Áustria. Hoje, é primeira contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba, sob a regência do maestro norte-americano Christopher Morris Whiting, dentro da temporada de concertos 2010 patrocinada pela Volvo.

Datas e horários: dia 23 de abril de 2010 (sexta-feira), às 20h, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Av. Nossa Senhora Aparecida, 1.637 – Seminário), com entrada franca; dia 24 de abril de 2010 (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). Ingressos a R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) / promoção não cumulativa.

LIKE A ROLLING STONE - Bob Dylan na encruzilhada de Greil Marcus


Robert Allen Zimmerman nasceu em Duluth, Minessota, em 24 de maio de 1941. Ele aprendeu a tocar harmonica e piano na adolescência além de tocar violão, o instrumento que junto com a gaita se tornou sua marca registrada. Ele foi muito influenciado pela musica de Hank Williams e Little Richard e aprendeu a tocar o rock and roll. Nos anos de escola, montou alguns grupos de blues com colegas de turma. Ele entra para a Universidade de Minessota onde larga a guitarra elétrica por um violão influenciado por musicos folk, principalmente pelo musico Woody Guthrie. Em dezembro de 1960, vai para Nova York onde passa a se apresentar em bares e onde se destaca na cena folk da região, principalmente no Greenwich Village. Um grande momento para sua carreira foi em 11 de Abril de 1961, onde abriu o show do cantor de blues John Lee Hooker. Após tocar harmonica numa sessão de Carolyn Hester, Dylan é procurado pelo produtor John Hammond para um contrato com a Columbia Records. o primeiro disco de Bob Dylan não conseguiu muita repercursão, mas o álbum seguinte "The Freewheelin" alcançou grande repercursão. Nesse disco estão primeiros clássicos de Dylan como "Blowin in the Wind", "It´s Alright", "A Hard Rain´s Gonna Fall".

Em 1963, Dylan se apresenta no Newport Folk Festival junto com outros cantores como Pete Seeger, Joan Baez e Phil Ochs. Em 1964, lança dois álbums "The Times They Are a-Changin" e "Another Side of Bob Dylan". Ainda nesse ano, a musica dos Beatles se tornava febre mundial e Bob Dylan conhece John, Paul, George e Ringo. Num desses encontros, Dylan teria apresentado a maconha para os Fab-Four, mas teoria é muito questionada pois segundo alguns relatos, os Beatles já teriam experimentado a droga quando estavam tocando em Hamburgo em 1960. Seja boato ou não, Bob Dylan chegou a influenciar o conjunto principalmente John Lennon em suas letras( "I´m a Loser" do album Beatles for Sale do meu ponto de vista, lembra muito o estilo do Bob). Outro conjunto bastante influenciado por Dylan foram os The Byrds. Bob Dylan havia lançado o hit "Mr Tambourine Man" e o conjunto regravou essa musica se tornando muito conhecida mais pelo The Byrds do que por Bob Dylan( A versão de Dylan foi lançada em Junho de 1965 atingindo o topo das paradas). Nesse ano ainda, seria lançado "Bringing It All Back Home" e faria sua primeira turnê no Reino Unido onde foi assistido por muitas bandas inglesas como os Beatles, os Rolling Stones, os Animals e etc. Também em 65 ele tocaria novamente no Newport Festival desta vez tocando também uma guitarra elétrica na qual tocou 3 musicas, voltando em seguida para o violão. Dylan tocando guitarra elétrica não agradou os fãs de folk mais conservadores, sendo assim, ele tocou a musica "It´s All over Now, Baby Blue" uma resposta a esses conservadores.


Discografia em
http://www.bobdylan.com/#/albums

O LIVRO

LIKE A ROLLING STONE

- Bob Dylan na encruzilhada

de Greil Marcus

Em todo e qualquer período histórico, há sempre um momento-chave a partir do qual os eventos subsequentes mudam seu curso e todos os elementos envolvidos são alterados para sempre. Neste livro, o jornalista Greil Marcus consegue nos levar ao dia 15 de junho de 1965, quando Bob Dylan entrou no Studio A, da gravadora Columbia Records, para registrar "Like a Rolling Stone", música que melhor iria lhe representar enquanto ícone da contracultura. Fazendo mais do que uma "biografia" da canção sessentista, o autor se aprofunda em uma análise meticulosa do gênio criador de Dylan, tendo como pano de fundo a situação política e cultural dos Estados Unidos.

Mas ao invés de se encerrar no passado, o referencial narrativo de Marcus está centrado nos dias de hoje. Ele consegue resgatar as raízes da música pop em artistas seminais como Robert Johnson e Hank Williams, atento aos percalços de como o legado de Dylan sobreviveu ao tempo através de músicos influenciados por ele, como Jimi Hendrix, Frank Zappa, Village People e até alguns participantes do programa American Idol. Mais do que saudar a estrondosa repercussão do hino de uma geração, Marcus avalia, sob diversos ângulos, por que ela continua atual. Atestando assim, de uma vez por todas, sua condição de clássico.

A CRÍTICA
"Greil Marcus é simplesmente incomparável, não apenas enquanto jornalista de rock, mas também como historiador cultural." - Nick Hornby, autor de Alta fidelidade




UM LANÇAMENTO




domingo, 18 de abril de 2010

Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana lançam DVD


Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana lançam DVD “Africanita” com show no SESC Pinheiros

Data: 21 de abril, às 18hs

Com espetáculo no Sesc Pinheiros dia 21 de abril, às 18hs, Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana lançam o DVD “Africanita”, gravado ao vivo no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. O resultado é um trabalho vivo, alegre, rico em timbres, nuances, melodias e ritmos do Brasil e do mundo. No show, haverá participações especiais de Romy Martinez - canto guarani (Paraguai); Fanta Konatê - cantos africanos (Guiné); Deborah Nefussi e Ursula Correa (baile flamenco).

Com direção artística e musical de Carlinhos Antunes (violão, viola, cuatro, charango, kora n’goni e tiple), a Orquestra Mundana também é integrada por; Laura Sokolowicz (oboé, corne inglês), da Argentina; Thomas Rohrer (rabeca, saxofone, flauta irlandesa), da Suíça; Danilo Penteado (piano, cavaquinho, bandolim, baixo acústico); Beto Angerosa (bateria, percussão); Luis Cabrera (saxofone, flauta), de Cuba; Luiz Kinugawa (percussão africana); Rui Barossi (baixo acústico); Gabriel Levy (acordeom); Sergio Machado (bateria)

Repertório do show: Africanita (Carlinhos Antunes); Baião de cinco (Gabriel Levy); Xaxados y perdidos (Carlinhos Antunes); Nandus Dance-(Mynta- tema indiano); Balafon (Carlinhos Antunes); Calicaribe (Carlinhos Antunes); Músicas guaranis (temas populares do Paraguai); Sombras da Romãzeira (Carlinhos Antunes); Choro da Anita (Carlinhos Antunes); Madalen (tema popular basco, adaptação Carlinhos Antunes).

A instrumentação da orquestra é original e variada, com uma gama de timbres e sons. A seguir, alguns deles e sua origem: kora n’goni (harpas africanas), rabeca (violino rústico), flautas da Irlanda e da África, cuatro venezuelano (espécie de cavaco da Venezuela), percussão africana (djembe e balafon), percussão latina (cajón), percussão brasileira (pandeiro, berimbau), percussão árabe (derbak), percussão africana (djembe).

O repertório do DVD é eclético. O tango e o chamamé se misturam ao choro brasileiro. A música klesmer e a cigana do Leste Europeu se mesclam ao frevo. Os ritmos, as vozes e instrumentos africanos se juntam ao baião e à capoeira. O flamenco dialoga com a catira, e a ginga, a bossa e o samba brasileiros mostram porque nossa música se tornou símbolo de respeito e consideração em todo mundo. Um verdadeiro mergulho em nossas raízes.

O DVD foi realizado a partir da gravação de três concertos, realizados no início do ano passado e aplaudidos por 1.200 pessoas, que contaram com a participação especial de Badi Assad, Barbatuques, Mawaca, ator Paulo Betti, Petit Mamadi Keita, da Guiné, e das bailarinas flamencas Deborah Nefussi e Úrsula Correa. Na contracapa há textos de Badi Assad e Tom Zé.

“Carlinhos e eu nos completamos musicalmente... Ele tem o talento de reunir músicos, associado a um conhecimento profundo em tudo que faz. Fico muito feliz por participar desse DVD”- Badi Assad

“Como esse malandro Carlinhos Antunes... tem contato direto com as musas, eu exijo que ele continue sendo sempre muito rigoroso em todo trabalho artístico que faz, a exemplo desse DVD”- Tom Zé

Repertório DVD: Africanita (Carlinhos Antunes), tema incidental Mungu (Lokua Kanza); Sarau o Quê (Carlinhos Antunes), tema incidental Tango Apasionado, de A. Piazzolla; Baião de Cinco (Gabriel Levy); Xaxados y Perdidos (Carlinhos Antunes); perfomance de Barbatuques; Sombras da Romãzeira (Carlinhos Antunes) com dança de Deborah Nefussi e Úrsula Correa; Bulgar (folclore Leste Europeu, adaptação de Carlinhos Antunes); Tungue Lê (Mateo) e Lo Fep (Gema y Pavel; Ya Big Neeré (folclore africano), cantadas por Badi Assad; Bispo do Rosário (Carlinhos Antunes), interpretada por Paulo Betti e Luizinho Gonzaga; Arenita Azul (popular mexicano); Balafon Kalimba e Kora (de Carlinhos Antunes), cantadas pelo grupo Mawaca; Nandus Dance (tema indiano), Mynta.

Em janeiro de 2010 Carlinhos Antunes esteve na Escócia para representar o Brasil no Celtic Connetions Festival e, em Tilburg, na Holanda. Em julho de 2008, a Orquestra participou do Festival Nuits Atypiques de Langon, na França, e em novembro de 2007 e 2008 foi representar o Brasil na África, no Festival Nuits Atypiques de Koudougou, em Burkina Faso.

Para comemorar os 25 anos de carreira, o multiinstrumentista e historiador Carlinhos Antunes formalizou em 2005 a fundação da Orquestra Mundana em concerto realizado no Sesc Pompéia em São Paulo, onde gravou um CD com o nome da formação. A orquestra surge como resultado dos trabalhos de pesquisa e sons realizados por Carlinhos Antunes desde 1996 com o título de “São Paulo de Todos os Povos”, que fusiona a cultura brasileira com várias culturas que direta ou indiretamente constituem nossas raízes mais profundas.

Os trabalhos mais recentes que ilustram essa experiência sonora estão registrados no CD e DVD “Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana”, gravados ao vivo, no Auditório Ibirapuera e no Sesc Pompéia em São Paulo. As críticas escritas por Carlos Calado, da Folha de S. Paulo, e Lauro Lisboa, de O Estado de S. Paulo, elogiam o grupo por suas misturas e arranjos inusitados. Também são representativos do trabalho o CD e o DVD “Orquestra Mediterrânea”, gravado ao vivo no Sesc Pinheiros, selo Sesc São Paulo, que estão à venda nas unidades da instituição de todo o país.

A Orquestra Mundana é uma formação original e atípica por vários motivos. Está mais enquadrada nos padrões de uma orquestra popular e utiliza uma série de elementos (instrumentos musicais, dialetos, modos, ritmos), que não são comuns ao dia a dia musical, e nos remetem às nossas profundas ancestralidades, indígenas, européias, africanas e mouras.

A Orquestra Mundana fez apresentações em importantes espaços como Sala São Paulo, Museu da Casa Brasileira, Auditório Ibirapuera, nos espaços da rede Sesc de São Paulo e interior, além de outras cidades brasileiras. Foram realizadas turnês para Inglaterra, Suriname, Turquia, Holanda, França, Suíça, Burkina Faso e Espanha, nas quais havia uma união com instrumentistas e cantores destes países.

www.myspace/carlinhosantunes (síntese do DVD de 10 minutos)

www.carlinhosantunes.com.br

www.musicosdobrasil.com.br/carlinhosantunes



Serviço

Sesc Pinheiros - Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana fazem show e lançam DVD “Africanita”

Data: 21 de abril, às 18hs

Endereço: Rua Paes Leme, 195 Pinheiros Tel. 3095-9400

Duração: 1h30

Nº lugares: 1010

Ingresso: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada)

Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana lançam DVD


Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana lançam DVD “Africanita” com show no SESC Pinheiros

Data: 21 de abril, às 18hs

Com espetáculo no Sesc Pinheiros dia 21 de abril, às 18hs, Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana lançam o DVD “Africanita”, gravado ao vivo no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. O resultado é um trabalho vivo, alegre, rico em timbres, nuances, melodias e ritmos do Brasil e do mundo. No show, haverá participações especiais de Romy Martinez - canto guarani (Paraguai); Fanta Konatê - cantos africanos (Guiné); Deborah Nefussi e Ursula Correa (baile flamenco).

Com direção artística e musical de Carlinhos Antunes (violão, viola, cuatro, charango, kora n’goni e tiple), a Orquestra Mundana também é integrada por; Laura Sokolowicz (oboé, corne inglês), da Argentina; Thomas Rohrer (rabeca, saxofone, flauta irlandesa), da Suíça; Danilo Penteado (piano, cavaquinho, bandolim, baixo acústico); Beto Angerosa (bateria, percussão); Luis Cabrera (saxofone, flauta), de Cuba; Luiz Kinugawa (percussão africana); Rui Barossi (baixo acústico); Gabriel Levy (acordeom); Sergio Machado (bateria)

Repertório do show: Africanita (Carlinhos Antunes); Baião de cinco (Gabriel Levy); Xaxados y perdidos (Carlinhos Antunes); Nandus Dance-(Mynta- tema indiano); Balafon (Carlinhos Antunes); Calicaribe (Carlinhos Antunes); Músicas guaranis (temas populares do Paraguai); Sombras da Romãzeira (Carlinhos Antunes); Choro da Anita (Carlinhos Antunes); Madalen (tema popular basco, adaptação Carlinhos Antunes).

A instrumentação da orquestra é original e variada, com uma gama de timbres e sons. A seguir, alguns deles e sua origem: kora n’goni (harpas africanas), rabeca (violino rústico), flautas da Irlanda e da África, cuatro venezuelano (espécie de cavaco da Venezuela), percussão africana (djembe e balafon), percussão latina (cajón), percussão brasileira (pandeiro, berimbau), percussão árabe (derbak), percussão africana (djembe).

O repertório do DVD é eclético. O tango e o chamamé se misturam ao choro brasileiro. A música klesmer e a cigana do Leste Europeu se mesclam ao frevo. Os ritmos, as vozes e instrumentos africanos se juntam ao baião e à capoeira. O flamenco dialoga com a catira, e a ginga, a bossa e o samba brasileiros mostram porque nossa música se tornou símbolo de respeito e consideração em todo mundo. Um verdadeiro mergulho em nossas raízes.

O DVD foi realizado a partir da gravação de três concertos, realizados no início do ano passado e aplaudidos por 1.200 pessoas, que contaram com a participação especial de Badi Assad, Barbatuques, Mawaca, ator Paulo Betti, Petit Mamadi Keita, da Guiné, e das bailarinas flamencas Deborah Nefussi e Úrsula Correa. Na contracapa há textos de Badi Assad e Tom Zé.

“Carlinhos e eu nos completamos musicalmente... Ele tem o talento de reunir músicos, associado a um conhecimento profundo em tudo que faz. Fico muito feliz por participar desse DVD”- Badi Assad

“Como esse malandro Carlinhos Antunes... tem contato direto com as musas, eu exijo que ele continue sendo sempre muito rigoroso em todo trabalho artístico que faz, a exemplo desse DVD”- Tom Zé

Repertório DVD: Africanita (Carlinhos Antunes), tema incidental Mungu (Lokua Kanza); Sarau o Quê (Carlinhos Antunes), tema incidental Tango Apasionado, de A. Piazzolla; Baião de Cinco (Gabriel Levy); Xaxados y Perdidos (Carlinhos Antunes); perfomance de Barbatuques; Sombras da Romãzeira (Carlinhos Antunes) com dança de Deborah Nefussi e Úrsula Correa; Bulgar (folclore Leste Europeu, adaptação de Carlinhos Antunes); Tungue Lê (Mateo) e Lo Fep (Gema y Pavel; Ya Big Neeré (folclore africano), cantadas por Badi Assad; Bispo do Rosário (Carlinhos Antunes), interpretada por Paulo Betti e Luizinho Gonzaga; Arenita Azul (popular mexicano); Balafon Kalimba e Kora (de Carlinhos Antunes), cantadas pelo grupo Mawaca; Nandus Dance (tema indiano), Mynta.

Em janeiro de 2010 Carlinhos Antunes esteve na Escócia para representar o Brasil no Celtic Connetions Festival e, em Tilburg, na Holanda. Em julho de 2008, a Orquestra participou do Festival Nuits Atypiques de Langon, na França, e em novembro de 2007 e 2008 foi representar o Brasil na África, no Festival Nuits Atypiques de Koudougou, em Burkina Faso.

Para comemorar os 25 anos de carreira, o multiinstrumentista e historiador Carlinhos Antunes formalizou em 2005 a fundação da Orquestra Mundana em concerto realizado no Sesc Pompéia em São Paulo, onde gravou um CD com o nome da formação. A orquestra surge como resultado dos trabalhos de pesquisa e sons realizados por Carlinhos Antunes desde 1996 com o título de “São Paulo de Todos os Povos”, que fusiona a cultura brasileira com várias culturas que direta ou indiretamente constituem nossas raízes mais profundas.

Os trabalhos mais recentes que ilustram essa experiência sonora estão registrados no CD e DVD “Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana”, gravados ao vivo, no Auditório Ibirapuera e no Sesc Pompéia em São Paulo. As críticas escritas por Carlos Calado, da Folha de S. Paulo, e Lauro Lisboa, de O Estado de S. Paulo, elogiam o grupo por suas misturas e arranjos inusitados. Também são representativos do trabalho o CD e o DVD “Orquestra Mediterrânea”, gravado ao vivo no Sesc Pinheiros, selo Sesc São Paulo, que estão à venda nas unidades da instituição de todo o país.

A Orquestra Mundana é uma formação original e atípica por vários motivos. Está mais enquadrada nos padrões de uma orquestra popular e utiliza uma série de elementos (instrumentos musicais, dialetos, modos, ritmos), que não são comuns ao dia a dia musical, e nos remetem às nossas profundas ancestralidades, indígenas, européias, africanas e mouras.

A Orquestra Mundana fez apresentações em importantes espaços como Sala São Paulo, Museu da Casa Brasileira, Auditório Ibirapuera, nos espaços da rede Sesc de São Paulo e interior, além de outras cidades brasileiras. Foram realizadas turnês para Inglaterra, Suriname, Turquia, Holanda, França, Suíça, Burkina Faso e Espanha, nas quais havia uma união com instrumentistas e cantores destes países.

www.myspace/carlinhosantunes (síntese do DVD de 10 minutos)

www.carlinhosantunes.com.br

www.musicosdobrasil.com.br/carlinhosantunes



Serviço

Sesc Pinheiros - Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana fazem show e lançam DVD “Africanita”

Data: 21 de abril, às 18hs

Endereço: Rua Paes Leme, 195 Pinheiros Tel. 3095-9400

Duração: 1h30

Nº lugares: 1010

Ingresso: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Fundação Cultural seleciona grupos para o programa Música nos Parques 2010


Os grupos e artistas interessados em se apresentar nos parques da cidade, na próxima temporada de verão, devem se inscrever no edital do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba.

A Fundação Cultural de Curitiba já está selecionando cantores e grupos musicais para participar da próxima edição do programa Música nos Parques, desenvolvido durante a temporada de verão. Serão selecionados 13 grupos por meio do edital do Fundo Municipal da Cultura. Cada um fará duas apresentações em parques da cidade, segundo o agendamento que será feito pela Fundação Cultural, no período de setembro de 2010 a abril de 2011. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o próximo dia 15 de maio. O formulário de inscrição está disponível no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, no link “Lei de Incentivo”, menu “Editais de Inscrições”.

O programa Música nos Parques é financiado pelo Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba, com o objetivo de garantir lazer, entretenimento e cultura para a população. Ao mesmo tempo, o programa contribui para a divulgação dos músicos e artistas curitibanos. Para a sua realização, o Fundo disponibiliza o total de R$ 175 mil. Os artistas contemplados devem dar a sua contrapartida social, realizando shows gratuitos em espaços abertos ao público, situados nos bairros de Curitiba.



Sucesso no último verão - A última edição do Música nos Parques, realizada entre os meses de novembro de 2009 e março de 2010, demonstra o sucesso do programa. Foram promovidos 26 shows nos fins de semana, levando animação para os parques Barigüi, São Lourenço, Cambuí, Tingüi, Bacacheri, Tanguá, Jardim Botânico, Bosque do Papa, Bosque de Portugal e Bosque da Fazendinha.

Cerca de 4 mil pessoas assistiram aos espetáculos. Os shows atraíram público da comunidade local e também de outros bairros. O último show, no dia 21 de março, animado pelos grupos Cobras & Lagartos e El Merekumbê, foi um dos mais prestigiados. “Esse programa, além de valorizar os parques da cidade, é um incentivo à música curitibana”, disse Bruno Oliveira, 22 anos, morador de Campo Largo. “Os shows atraem um público diferente e são músicas boas de ouvir”, afirmou Renata Couto, 33 anos, moradora do bairro Tingüi. Giuliano Cardoso, 25 anos, morador do Uberaba, elogiou a produção. “É uma ótima estrutura, que valoriza os artistas paranaenses”, disse.

O Música nos Parques também ganhou o patrocínio da empresa OI, que distribuiu brindes em todas as apresentações. O público foi presenteado com bonés, cangas, lenços e porta saquinhos de lixo. “A música é muito boa e de qualidade. Os brindes foram de grande utilidade para as pessoas que estavam lá assistindo aos shows”, disse Luciana Miranda, moradora da CIC.



Serviço:

Edital de inscrições para o programa Música nos Parques

Até 15 de maio de 2010

Regulamento e formulário de inscrição disponível no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, no link “Lei de Incentivo”, menu “Editais de Inscrições”.

Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail paic.atendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br .

Inscrições abertas para seleção de talentos


As bandas de rock das Regionais Cajuru e Bairro Novo têm até o dia 20 de abril para fazer a inscrição. Os selecionados irão participar do Curitiba 12 horas, no dia 8 de maio.



Estão abertas até dia 20 de abril as inscrições para a seleção de bandas de rock que queiram participar do Curitiba 12 horas, no próximo dia 08 de maio, evento que vai levar a dois palcos simultâneos, montados no Parque do Semeador (Bairro Novo) e no Parque dos Peladeiros (Cajuru), atrações de música, teatro, literatura, dança, circo, entre outras atividades.

A seleção é destinada a bandas de rock, de música própria, que vão ter uma chance para mostrar o seu talento tocando no mesmo palco em que estarão nomes consagrados como Os Mutantes, Blindagem e Relespública, que já confirmaram presença no evento.

As inscrições devem ser feitas diretamente nos Núcleos da Fundação Cultural de Curitiba, localizados nas regionais do Bairro Novo e Cajuru. Serão selecionadas 04 bandas de cada regional, e pelo menos um dos músicos do grupo deverá ser residente na área da regional em que será feita a apresentação. Entre os critérios para escolha das bandas está possuir repertório próprio, onde serão levados em conta a letra, a melodia e o arranjo. Quanto à interpretação, será avaliado o ritmo e a afinação.

Para a efetivação da inscrição é necessária a apresentação da ficha de inscrição, devidamente preenchida, acompanhada de um CD com o registro das músicas que vão compor o show e um arquivo no formato Word, com a relação dos nomes das músicas na sequência da gravação, juntamente com os nomes dos compositores e letras na íntegra. As faixas devem ser gravadas em formato MP3 e não devem ultrapassar vinte minutos. Serão admitidas composições inéditas ou não. O regulamento está disponível no site da FCC www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br

O evento – O Curitiba 12 horas vai acontecer no dia 08 de maio, das 10 às 22 horas na Parque do Semeador (Bairro Novo) e no Parque dos Peladeiros (Regional Cajuru). Realizado pela Homem de Ferro Produções Artísticas, por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura, serão doze horas de atrações que envolvem música, teatro, literatura, dança, circo, artes visuais entre outras atividades, em dois palcos simultâneos. Já estão confirmadas as presenças das bandas Blindagem, Os Mutantes, Relespública, Maxixe Maxine, além do grupo circence Trip Circo.



Serviço

Seleção de talentos para o Curitiba 12 horas

Local das inscrições: Núcleos da Fundação Cultural de Curitiba das Regionais Bairro Novo (Rua Tijucas do Sul, 1.700) e Cajuru (R. Luiz França, 2032)

Período e horários: de 05 a 20 de abril – 9h às 12h / 14h às 18h

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bach e Haydn em concerto da Camerata Antiqua de Curitiba




Música antiga é o destaque do fim de semana, em apresentações sob a regência do maestro convidado Luís Otávio Santos, com participação da cravista Elizabeth Fadel.

O Concerto para cravo em Ré Maior, de Johann Sebastian Bach (1685 – 1750), e a Missa Lord Nelson, de Franz Joseph Haydn (1732 – 1809), estão no programa que a Camerata Antiqua de Curitiba executa neste fim de semana. Sob o comando do maestro convidado Luís Otávio Santos – regente brasileiro que desenvolve carreira internacional –, o grupo mantido pela Prefeitura Municipal apresenta-se às 20h de sexta-feira (9), na Paróquia Bom Pastor, e às 18h30 de sábado (10), na Capela Santa Maria.

O espetáculo de música antiga integra a temporada 2010 de apresentações da Camerata, patrocinada pela Volvo, e leva ao público obras de difícil execução. O Concerto para cravo em Ré Maior, originalmente escrito para violino, foi transcrito pelo próprio Bach e tem raras apresentações. A peça faz parte do repertório do maestro Luís Otávio Santos, formado em violino barroco e especialista em música dos séculos 17 e 18. O maestro destaca a importância de unir sua experiência ao talento de um grupo moderno, numa aproximação que busca o máximo de autenticidade possível na execução das composições.

Luís Otávio enfatiza ainda a dificílima interpretação da Missa Lord Nelson, de Haydn, datada de 1798 e que marca a maturidade do compositor. Considerada de grande virtuosismo, é uma peça extremamente dramática em seu contexto melódico e rítmico, valorizando todas as emoções. O regente revela uma das curiosidades da Missa: o seu título original, em latim, era “Missa para os tempos difíceis”, pois foi composta na época das guerras contra Napoleão. Segundo comentários históricos, o general inglês Lord Nelson visitou o local onde Haydn trabalhava, logo após ter vencido Napoleão em uma batalha, e o compositor o homenageou com a obra.

O programa tem a participação da cravista Elizabeth Fadel, vencedora de diversos concursos de piano. A instrumentista iniciou-se no cravo com Nicolau de Figueiredo e aperfeiçoou conhecimentos com importantes professores da França, Itália, Holanda e Estados Unidos. Atuando também na área de música popular brasileira, Elizabeth foi pianista do Vocal Brasileirão e atualmente integra a Orquestra À Base de Corda do Conservatório de MPB de Curitiba, além de ser pianista do Coral da Universidade Tuiuti do Paraná.

O regente – O regente convidado para este concerto da Camerata Antiqua de Curitiba é Luís Otávio Santos, formado em violino barroco pelo Koninklijk Conservatorium Den Haag (Holanda). Desde 1992, o músico atua como spalla e solista da renomada orquestra barroca belga “La Petite Bande”, dirigida por Sigiswald Kuijken, com a qual já realizou turnês por toda Europa, China, Japão, México, Argentina, Colômbia e Chile, além de gravar dezenas de CDs e programas de televisão para as televisões belga, francesa e japonesa.

Luís Otávio Santos também lidera outros grupos na Europa, entre eles “Ricercar Consort” (direção de Philippe Pierlot), “Le Concert Français” (direção de Pierre Hantai), “Nederlandse Bachverening” (direção de Gustav Leonhardt) e “Den Haag Baroque Orchestra”. Foi professor de violino barroco na “Scuola di Musica di Fiesole” em Florença (Itália), de 1997 a 2001, e no “Conservatoire Royal de Musique de Bruxelles”, de 1998 a 2005.

Na sua discografia solo destacam-se a integral das Sonatas de Johann Sebastian Bach, ao lado do cravista Peter-Jan Belder, para o selo holandês Brilliant; As Quatro Estações de Vivaldi com La Petite Bande, pelo selo belga Accent; e as Sonatas para violino de J. M. Leclair, para o selo alemão Ramée, gravação que recebeu o prêmio “Diapason d´Or”, a maior distinção francesa concedida a um registro fonográfico.

No Brasil, Luís Otávio Santos responde pela direção artística do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (MG), que tem 19 anos de história. Neste evento é também regente da Orquestra Barroca do Festival, que já gravou nove CDs e um DVD com obras brasileiras e européias, em registros inéditos no Brasil. Em 2007, Luís Otávio Santos foi agraciado com o título de Comendador da Ordem do Mérito Cultural, concedido pelo Governo Federal e o Ministério da Cultura por seu envolvimento com a cultura nacional e reconhecimento à carreira internacional.



Serviço: Apresentações da Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência de Luís Otávio Santos, com participação da cravista Elizabeth Fadel, dentro da temporada 2010 de concertos patrocinada pela Volvo. No programa, obras de Johann Sebastian Bach (1685 – 1750) e Franz Joseph Haydn (1732 – 1809) Data e horário: 9 de abril de 2010 (sexta-feira), às 20h Local: Paróquia Bom Pastor (Rua Victório Viezzer, 810 – Vista Alegre) Entrada franca Data e horário: 10 de abril de 2010 (sábado), às 18h30 Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

ORQUESTRA SOPRÂNICA ZUMBI DOS PALMARES


ORQUESTRA SOPRÂNICA ZUMBI DOS PALMARES DÁ ESPETÁCULO E EMOCIONA NO NORDESTE

Emoção, alegria e uma sinfonia de afetos. As apresentações da Orquestra Soprânica Zumbi dos Palmares, em várias cidades do Nordeste, estão despertando atenções para o conceito da educação integral e em tempo integral. A Orquestra Soprânica nasceu na Escola Municipal “Zumbi dos Palmares”, do Bairro Mangabeira, em João Pessoa (PB), no contexto do Projeto Educando na Diversidade e continua suas performances em 2010, como parte do Rede de Saberes, um dos projetos em curso na Paraíba dentro da Terceira Edição do Programa pela Educação em Tempo Integral.

Iniciativa do Fundo Juntos pela Educação, constituído por Instituto Arcor Brasil, Instituto C&A e Vitae, o Programa pela Educação em Tempo Integral visa a formação de redes locais de aprendizagem, compostas por escolas públicas, organizações não-governamentais e outras instituições comunitárias, de modo que crianças e adolescentes em condição de vulnerabilidade tenham educação o tempo todo.

O Programa está na Terceira Edição, com quatro projetos ou redes locais de aprendizagem apoiados em Campinas e cinco na Paraíba, nos municípios de João Pessoa, Lucena e Santa Rita. A Orquestra Soprânica Zumbi dos Palmares está agora vinculada ao Projeto Rede de Saberes, que além da Escola Municipal Zumbi dos Palmares tem como parceiros as Aldeias Infantis SOS Brasil, Bamidelê – Organização de Mulheres Negras na Paraíba, Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (Ação Fraternal de Educação Integrada – AFEI) e Centro de Referência da Juventude Ylton Veloso Filho.

Integrada por alunos da região do Mangabeira, que interpretam vários estilos musicais e assim ampliam horizontes culturais, a Orquestra Soprânica Zumbi dos Palmares se apresentou, apenas no final de 2009, no município paraibano de Caiçara e, em João Pessoa, na abertura da IV Conferência Estadual de Educação (preparatória à Conferência Nacional de Educação), em evento de juízes e promotores, na Ação Fraternal de Educação Integrada e vários concertos natalinos.

A posição da poesia é oposição



Poeta e letrista Celso Borges apresenta espetáculo poético-musical nos três Centros Culturais BNB

A posição da poesia é oposição Celso Borges Participação especial Christian Portela (guitarra)

8 de abril (quinta-feira) - CCBNB-Cariri, em Juazeiro do Norte (CE), às 19h 9 de abril (sexta-feira) - CCBNB-Sousa (PB), às 19h 10 de abril (sábado) - CCBNB-Fortaleza (CE), às 18h

Espetáculo poético-musical do poeta e letrista maranhense Celso Borges, dentro do programa Literatura em Revista, dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, na região sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano), em que ele interpreta 20 poemas de seus três livros-CDs, XXI (2000), Música (2006) e Belle Époque (2010). A POSIÇÃO DA POESIA É OPOSIÇÃO tem trilhas e interferências sonoras executadas pelo guitarrista Christian Portela.

Voz e guitarra proporcionam uma estrutura sonora ao poema além da sua própria musicalidade, ampliando o texto para além da página do livro. A idéia é valorizar a linguagem falada em diversas possibilidades.

A POSIÇÃO DA POESIA É OPOSIÇÃO investe em experimentações em torno da palavra dita, saída do papel, ganhando vida em voz e arranjos instrumentais. Em síntese: música da palavra, palavra musicada, música falada, palavra cantada, música celebrada, poesia a toda prova!

Após o show haverá sessão de autógrafos.

Percussão brasileira no palco do Paiol




O show Pandeirada Brasileira Convida, que acontece nesta sexta e sábado(9 e 10), no Teatro Paiol, faz parte de um projeto de divulgação do trabalho autoral de percussionistas brasileiros e de músicos de Curitiba.

Uma homenagem à percussão brasileira e em especial aos percussionistas acontece no Teatro Paiol, nos dias 9 e 10 de abril, às 21h. O projeto “Pandeirada Brasileira Convida”, selecionado pelo edital Música no Paiol, do Fundo Municipal da Cultura, tem a participação do percussionista e pesquisador de música brasileira Vina Lacerda, que traz como convidados para esse show Marcos Suzano e Caíto Marcondes. Os três músicos também participam de um bate-papo musical, na sexta-feira (9), às 17h, no Conservatório de MPB.

Marcos Suzano e Caíto Marcondes apresentam sólidos trabalhos autorais, de forte identificação com o pandeiro, e sempre utilizaram um tipo de linguagem musical que coloca a percussão no plano frontal. Revelam, assim, a diversidade e a riqueza da percussão brasileira, evidenciando os instrumentos através de um repertório selecionado.

Além de performaces solo, cada convidado apresentará suas músicas acompanhadas por um quinteto de músicos curitibanos composto por Glauco Solter (contrabaixo), Gabriel Schwartz (sopros), André Prodóssimo (violão), Sérgio Justen (piano) e Vina Lacerda (percussão). O espetáculo irá trazer ainda a execução da obra “Concerto para Dois Pandeiros”, do compositor Tim Rescala, que é uma das únicas obras compostas para pandeiro solo, nunca executada em Curitiba em sua versão reduzida, e que colocará juntos como solistas Marcos Suzano, Caíto Marcondes e Vina Lacerda.

CD, DVD e documentário - O concerto irá mesclar o repertório solo dos músicos convidados com as músicas gravadas no CD que acompanha o material “Pandeirada Brasileira”, escrito, concebido e produzido por Vina Lacerda. De alcance internacional, o livro está presente em mais de 15 países, sendo considerado um dos mais completos trabalhos já publicados relacionados ao pandeiro brasileiro. Referência para o ensino da percussão e da música brasileira, o material é também um importante meio de divulgação da música produzida em Curitiba, pois traz um CD com diversas obras de compositores da capital. Como forma de consolidar e expandir o trabalho autoral dos percussionistas brasileiros, este projeto realiza simultaneamente aos concertos o lançamento do segundo volume do livro “Pandeirada Brasileira”, em versão “Pocket Edition”, revisado, bilíngue (português e inglês), trazendo um DVD aula para os estudantes. No evento, ainda, será exibido um documentário de curta duração do diretor americano Scott Feiner intitulado “Meu coração é um pandeiro”.

Serviço: Pandeirada Brasileira - Vina Lacerda convida Marcos Suzano e Caíto Marcondes Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Rebouças Data e horário: 9 e 10 de abril de 2010 (sexta e sábado), às 21h Ingresso: R$ 15 e R$ 7,50 Informações: 3213-1340

Bate-Papo Musical com Vina Lacerda, Marcos Suzano e Caíto Marcondes
Local: Conservatório de Música Popular Brasileira – R. Mateus Leme, 66 Data e horário: 9 de abril (sexta-feira), às 17h Entrada franca Informações: 3321-3208

domingo, 4 de abril de 2010