sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CAIXA Cultural Curitiba apresenta o lançamento do CD “Nanoépicos”



A obra é de Octávio Camargo e ilustração de Luiz Alberto Cruz

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na terça (02) e quarta (03), o lançamento do CD "Nanoépicos", de Octávio Camargo com ilustração de Luiz Alberto Cruz (Foca). O trabalho foi realizado, com o incentivo da Caixa Econômica Federal, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

“Nanoépicos” reúne 16 composições instrumentais de Octávio Camargo, escritas no período de 1999 a 2005, além de ilustrações de Foca que correspondem a cada faixa do CD. As obras, em sua grande maioria, foram compostas para peças de teatro e filmes, como: a peça “Não Perca” (do próprio artista, Sérgio Albach e Rocio Infante) e os filmes “Paisagem de Meninos” (Fernando Severo), “Helena de Curitiba” (Josina Mello) e “Adeus Robinson” (Márcio Abreu).

As ilustrações revelam a parte subjetiva da obra e constituem a sua iconografia e literatura. Referem-se às faixas, como em “Helena”, motivo da guerra de Tróia, é vista sob três diferentes perspectivas: janelas, torres e masmorras. Uma Rapunzel de longos cabelos e não menos exuberantes seios. Alicates, colheres de sopa, discos voadores e rolhas bordam a sua heráldica. Em “Alice” a heroína infantil de Lewis Carrol, observa com susto o seu corpo mudar de tamanho enquanto cresce. “26 de abril” e o mês de “Setembro” permanecem enigmas: o cachorro sem sombra sentado na janela e a bola negra flutuando sobre a cadeira no chão quadriculado.

As composições são executadas por seis instrumentistas paranaenses: Hélio Brandão (saxofone), Sérgio Albach (clarinete), Carmo Bartoloni (vibrafone e percussão), Octavio Camargo (piano e violão), Odacir Mazzarolo (oboé e violão), Ricardo Mardock (Belém - contrabaixo) e Gabriel Schwartz (flauta).

Octávio Camargo - Compositor e dramaturgo, é professor de Composição na Escola de Musica e Belas Artes do Paraná. Criou obras para o cinema, vídeos e o teatro, além de diversos CDs lançados.

Luiz Alberto Borges da Cruz - Desenhista autodidata, sua principal influência são ilustradores e quadrinhistas europeus e argentinos. Participou de salões e mostras em diversos estados brasileiros e no exterior. Foi premiado no Salão de Novos, em quatro edições do Salão Paranaense, no 2º Jovem Arte Sul – América, no Prêmio Colunistas de Propaganda, Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo, no Sillicon Graphics Awards (EUA), dentre outros. Como cenógrafo criou e produziu dezenas de cenários para vídeos, filmes comerciais e peças teatrais, entre 1988 e 2008.


Serviço: Música: Octávio Camargo – lançamento do CD “Nanoépicos” Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: 02 e 03 de fevereiro Horários: terça e quarta 20h Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Aulas da 28ª Oficina de Música encerram amanhã


Aulas da 28ª Oficina de Música encerram amanhã (29), mas programação vai até domingo (31)


Evento teve balanço positivo, mostrando integração entre músicos participantes e a comunidade.

A 28ª Oficina de Música de Curitiba reuniu mais de 1500 músicos, entre alunos e professores. Os cursos encerram suas atividades amanhã, sexta (29), porém a programação do evento se estende até domingo (31), quando acontece o show de encerramento da 2ª fase (MPB) com Antônio Nóbrega.

Foram 89 cursos oferecidos em três semanas e, até o momento, mais de 60 concertos e shows. Com o mote "Quando o erudito encontra o popular e vice-versa", o evento promoveu, além das oficinas e espetáculos, diversas ações sociais, já que músicos tocaram em hospitais e parques, possibilitando envolvimento com a comunidade.

Promovida pela Prefeitura e Fundação Cultural de Curitiba, a Oficina é um dos maiores eventos de música da América Latina. Dentre as atrações apresentadas, destaque para as participações internacionais, presentes nas duas fases - erudita e popular -, como o conjunto americano Fry Street Quartet e o Quarteto de Candombe, do Uruguai. Outra novidade desta edição ficou por conta dos núcleos de Música e Tecnologia e Música Latino-Americana, novidade que agradou, e muito, os alunos participantes.

Marco no calendário cultural de Curitiba, a Oficina de Música contou também com o público, que se fez presente, lotando as apresentações. Com preços acessíveis - entre R$5 e R$10 - a população conferiu uma grande variedade de apresentações, da música antiga a shows de samba. Além disso, nesta edição, a Oficina esteve engajada na causa ambiental e, entre várias ações de defesa da natureza, promoveu, ao som de muita música, o plantio de árvores. O primeiro plantio aconteceu no dia 16, no parque Túlio Vargas da Cidade Industrial. A ação terá sua segunda etapa, neste domingo (31), no Parque Bacacheri.

Confira a programação até domingo (31):



QUINTA, 28

Turi Collura

Local: Café do Paço, às 18h

Ingressos: Gratuito



Cumieira

Local: SESC da Esquina, às 19h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



Noite Latino-Americana

Local: Teatro da Reitoria, às 21h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



SEXTA, 29

Concerto dos alunos da XVIII Oficina de Música Popular Brasileira

Local: SESC da Esquina, a partir das 15h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



Lançamento do livro de Ulisses Quadros de Moraes: "A modernidade em construção - políticas públicas e produção de música popular em Curitiba - 1971 a 1983"

Local: Café do Paço, 18h

Ingressos: Gratuito



Noite do Choro

Local: Teatro da Reitoria, às 21h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



SÁBADO, 30

Concerto dos alunos da XVIII Oficina de Música Popular Brasileira

Local: SESC da Esquina, a partir das 15h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



Concerto dos professores da XVIII Oficina de Música Popular Brasileira

Local: Teatro da Reitoria, a partir das 21h

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível



DOMINGO, 31

Música nos Parques

Big Time e El Merekumbé

Local: Parque Bacacheri, a partir das 15h

Ingressos: Gratuitos

*Plantio de árvores - a partir das 14h30



Show de encerramento da 28ª Oficina de Música de Curitiba, com Antonio Nóbrega

Local: Teatro Guaíra

Data: 31 de janeiro de 2010 (domingo), às 20h30

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível.

Concerto de alunos de vários cursos da Oficina de MPB


Data e horário: dia 29 de janeiro de 2010 (sexta-feira), a partir das 15h Local: Teatro do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Ingresso: R$10 ou R$5 (1kg um quilo de alimento não-perecível) e gratuito (alunos da Oficina)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.



Noite do Choro com professores da Oficina de MPB e músicos curitibanos convidados

Data e horário: dia 29 de janeiro de 2010 (sexta-feira), às 21h

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

Noite do Choro e show de alunos na Oficina de MPB


Professores e alunos dividem as atenções do público, nesta sexta-feira (29). O Teatro Sesc da Esquina apresenta, a partir das 15h, espetáculo que reúne participantes de vários cursos. No Teatro da Reitoria, às 21h, acontece a Noite do Choro, com nomes importantes desse tradicional gênero musical brasileiro.

A programação da Oficina de MPB, nesta sexta-feira (29), oferece atrações imperdíveis. A partir das 15h, o Teatro do Sesc da Esquina sedia apresentações de alunos de vários cursos. Depois, às 21h, no Teatro da Reitoria, acontece a Noite do Choro, levando ao palco alguns dos nomes mais representativos da música brasileira. Entre os professores que participam do encontro estão Mário Seve, Rogério Souza, Antonio Rocha e Jorge Cardoso, além de músicos da cidade que mostram como se faz choro em Curitiba.

Outra atração do dia fica por conta de Suely Mesquita, compositora e cantora carioca que ministra o curso de criação e técnica de palco para cantores, o "VOZinVento". Ela realiza uma aula aberta ao público, a partir das 14h, na UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, revelando o uso da voz como porta de entrada para o processo criativo. O curso reúne artistas de várias áreas, principalmente cantores populares, que contam com o acompanhamento do premiado violonista Cláudio Menandro.

Quem for ao Teatro do Sesc da Esquina vai conferir o aprimoramento de alunos de vários cursos instrumentais da Oficina de MPB, entre eles os comandados por Paulo Braga (piano popular contemporâneo) e Rogério Souza (conjunto de samba). Na ocasião, os participantes do curso de canto também sobem ao palco. Sob a orientação de Regina Lucatto, regente, arranjadora, cantora e uma das fundadoras do Grupo Vocal Garganta Profunda, eles mostram como transformar a voz em uma ferramenta expressiva para a interpretação, na busca pela própria sonoridade.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba - 18ª Oficina de MPB

Aula aberta ao público do curso "VOZinVento", com a professora Suely Mesquita

Data e horário: dia 29 de janeiro de 2010 (sexta-feira), a partir das 14h

Local: UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Avenida Sete de Setembro, 3.165)

Entrada franca

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Inspirado em Hermeto Pascoal, Cumieira apresenta-se na Oficina de Música de Curitiba


Alunos da Unicamp formam o grupo Cumieira, que tem Hermeto Pascoal como fonte de inspiração. O grupo apresenta-se nesta quinta-feira, às 19h, no Sesc da Esquina.

Nesta quinta (28), às 19h, no Sesc da Esquina, o grupo Cumieira apresenta um espetáculo que une performance bem-humorada e música de alto nível. Formado por clarinete, voz, saxofone, piano, guitarra, baixo e bateria, Cumieira apresenta composições próprias inspiradas na linguagem criativa de Hermeto Pascoal.

O Cumieira surgiu em 2008, com a reunião de sete estudantes do curso de Música Popular da Unicamp, que tinham como objetivo pesquisar a linguagem de Hermeto Pascoal. Com orientação do professor Mario Campos, o grupo transformou a vivência com a obra de Hermeto e Itiberê Zwarg em releituras e composições próprias.

O grupo destaca-se no meio universitário e já se apresentou em vários eventos da Unicamp, como a Parada Cultural 2008, o Unicamp de Portas Abertas (onde compareceram mais de 3 mil jovens), a recepção ao antropólogo americano Anthony Seeger, o Encontro Brasil-Japão, entre outros. Também participou do Feia (Festival do Instituto de Artes - edições de 2008 e 2009).

Este ano, o grupo foi contemplado pelo edital FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas - SP), e está em fase final de gravação de seu primeiro disco, intitulado "Festa da Cumieira". O disco, que tem previsão de lançamento para janeiro de 2010, conta com direção artística de Mário Campos e participação especial de Tom Zé.

Na 28ª Oficina de Música, o Cumieira apresenta um show de música instrumental peculiar. Brincando com a mistura de erudição musical e performance carismática, os músicos envolvem o público e torna-o parte integrante do show.

Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba - 18ª Oficina de MPB

Grupo Cumieira

Data e horário: dia 28 de janeiro de 2010 (quinta-feira), às 19h

Local: Teatro do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

Programa:

1. Poré Poré (Hermeto Pascoal)

2. Quando Todos Se Encontram (Fernando Sagawa)

3. Outra Coisa (Mario Campos)

4. Nada É O Que Parece Ser (Gustavo Santos)

5. O Abandono (Maria Beraldo Bastos)

6. Um Chorinho Em Gothan City (Henrique Ensenmann)

7. Montreux (Hermeto Pascoal)

8. Celso (Hermeto Pascoal)

9. Influenza (Gustavo Santos)

10. Caubói (Henrique Eisenmann)

11. Um Olhar a Cada Dia

12. Aguas de Março (Tom Jobim)

13. Morro do Pântano do Sul (Gustavo Santos)

Ficha Técnica:

Voz - Lívia Nestrovski

Clarinete - Maria Beraldo Bastos

Saxofone - Fernando Seiji Sagawa

Guitarra - Gustavo de Medeiros

Piano - Henrique Eisenmann

Baixo - Júlio Melo

Bateria - Dhieego Andrade


Sons da América Latina em show no Teatro da Reitoria


A Oficina de MPB promove uma Noite Latino-Americana com apresentação de professores, às 21h desta quinta-feira (28). O brasileiro Benjamin Taubkin, os argentinos Mariana Baraj e Willy Gonzalez, mais o uruguaio Hugo Fattoruso tomam conta do palco para mostrar a diversidade de linguagens musicais.

A Noite Latino-Americana que a Oficina de MPB promove nesta quinta-feira (28) leva ao Teatro da Reitoria, às 21h, o brasileiro Benjamin Taubkin, os argentinos Mariana Baraj e Willy Gonzalez, mais o uruguaio Hugo Fattoruso e seu grupo Rey Tambor, para um espetáculo de ritmos variados. Nas salas de aula, os músicos revelaram aos alunos a diversidade de linguagens musicais que agora apresentam no palco. A união dessas facetas sonoras resultou num panorama do que é produzido na América Latina.

O brasileiro Benjamin Taubkin surpreende pela multiplicidade de atuações. Pianista, compositor, arranjador e produtor musical, é um dos nomes mais requisitados para a curadoria de festivais de música e seleção de concursos – como Prêmio Visa Instrumental, Prêmio Sérgio Mota e Mercado Cultural da Bahia –, além de comandar a gravadora Núcleo Contemporâneo, que tem um catálogo com mais de 30 CDs lançados.

Folclore argentino As melodias e os ritmos da Argentina encontram analogia com repertórios folclóricos de diferentes lugares do mundo, a partir do trabalho desenvolvido pela cantora e percussionista Mariana Baraj. A artista apresenta um repertório de clássicos populares latino-americanos, ao lado de novos timbres e texturas que surgem a partir de uma fusão de estilos. A pesquisa de Mariana Baraj levou a uma inovadora visão do folclore tradicional, gerando novos significados para os sons.

Acompanhar o desenvolvimento da música popular, ao mesmo tempo em que resgata toda a riqueza da música latino-americana, é a proposta de Willy Gonzalez. O compositor e baixista argentino, que teve seu disco mais recente vencedor dos prêmios Gardel à Música 2008 – como melhor álbum de folclore e melhor álbum novo artista de folclore –, foi declarado pela imprensa de seu país como uma das “contribuições mais originais do folclore local, nos últimos dez ou vinte anos”.

Ritmo uruguaioNo show desta quinta-feira (28), Fattoruso e o grupo Rey Tambor dividem com o público a cadência e versatilidade do candombe. Com uma vitoriosa carreira solo, Fattoruso também compartilhou palcos e gravações com músicos conhecidos, entre eles os brasileiros Chico Buarque de Holanda, Milton Nascimento, Djavan, Fafá de Belém, Miucha, Maria Bethânia e muitos outros.

A paixão de Hugo pelo candombe o levou a formar, em 2001, o grupo Rey Tambor, junto com os percussionistas Diego Paredes (tambor piano), Fernando Núñez (tambor chico) e Noé Núñez (tambor repique). Os três percussionistas não são apenas descendentes de africanos, mas também filhos de construtores de tambores, tocadores, cantores e compositores do gênero. O repertório do grupo é composto por clássicos do candombe de vários autores uruguaios, alguns transmitidos de geração em geração e que nunca haviam sido registrados em disco.

Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba – 18ª Oficina de MPB

Noite Latino-Americana

Data e horário: dia 28 de janeiro de 2010 (quinta-feira), às 21h

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro na Oficina de MPB


Lançamento de CD e livro completa o programa do concerto duplo que os violonistas apresentam às 19h desta terça-feira (26). Reconhecidos internacionalmente, Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro interpretam composições próprias e de autores consagrados.



A noite desta terça-feira (26) começa com um espetáculo de destaque na programação da Oficina de MPB, segunda fase da 28ª Oficina de Música de Curitiba. O palco do Teatro do Sesc da Esquina será ocupado, a partir das 19h, pelo virtuosismo dos violonistas Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro. No repertório, composições dos próprios instrumentistas e de autores consagrados, além do lançamento do CD e livro “Origens do Violão Brasileiro – Levino Albano da Conceição, o cego Levino (1883-1955)”, de Ezequiel Piaz, que resgata a vida e obra de um dos precursores do violão brasileiro.

O programa tem início com a apresentação de Cláudio Menandro, que interpreta composições próprias na rabeca e no bandolim, ao lado dos músicos convidados Marcelo Ijaille (violão), Luciano Lima (violão), Aglaê Frigeri (percussão) e Iê dos Santos (percussão). Nascido em Salvador, na Bahia, Menandro iniciou ainda muito jovem a carreira de violonista. Depois, realizou estudos de música barroca e renascentista, aperfeiçoando-se no Conservatório de Música Antiga de Genebra, na Suíça.

Com temporadas regulares pela Alemanha, onde gravou três CDs de música brasileira, e concertos por países da América Latina, o instrumentista já dividiu o palco com o cravista Edmundo Hora, o pianista João Carlos Assis Brasil, Dominguinhos, Roberto Correa, Luiz Otávio Braga, Mônica Salmazo, Toninho Carrasqueira, entre outros. O músico também tem dois CDs com obras próprias – Sombra e Água Fresca (2002) e Descansado (2006), com participações dos clarinetistas Paulo Sérgio Santos e Proveta. Em 2007, fez turnê pelo Brasil com o clarinetista Paulo Moura, dentro do projeto Circular Brasil, patrocinado pela Petrobrás.



Violão solo e lançamento – O violonista Ezequiel Piaz, que atualmente vive em Berlim (Alemanha), onde mantém uma intensa agenda de shows e produção musical por toda Europa, participa da Oficina de MPB com o espetáculo de lançamento do CD e livro “Origens do Violão Brasileiro – Levino Albano da Conceição, o cego Levino (1883-1955)”. O projeto patrocinado pela Petrobras resgata a vida e obra de um dos principais precursores do violão brasileiro. Piaz registra obras inéditas desse compositor que foi mestre de Dilermando Reis e um dos criadores do jeito brasileiro de tocar violão, ao lado de Quincas Laranjeira e João Pernambuco.

Na apresentação desta terça-feira (26), o instrumentista executa no violão solo composições próprias e de Levino Albano da Conceição. De família de músicos, Piaz começou com seu pai, aos quatro anos de idade, a tocar cavaquinho, bandolim, violão e acordeom. Seu trabalho de composição está registrado nos CDs “Violão Brasileiro–1998”, “Native Brasil Guitar–2003” e “NATURAL–2006”. No CD “Ezequiel Piaz live in Berlin”, gravado ao vivo em outubro de 2009, numa sala de concertos em Berlim, o músico interpreta obras de compositores brasileiros como Villa-Lobos, Tom Jobim, Luiz Bonfá e Luiz Gonzaga.

Piaz já tocou com inúmeros músicos no Brasil e no mundo, entre eles Waltel Branco, Lucinha Lins, Zezé Motta, Jair Rodrigues, Sandra de Sá, André Geraissati, Sebastião Tapajós, Zé Renato, Thomas Clausen e Leny Andrade. O violonista também trilha caminhos musicais que refletem os sons das raízes do Brasil, conectados à música universal. Em suas composições, faz do violão de sete cordas uma luneta musical, mostrando toda a riqueza e diversidade da música brasileira, com melodias, ritmos e harmonias que passam pelo baião, maracatú, samba, choro, forró, afoxé, fandango, chamamê, cateretê, catira e muitos outros.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba – 18ª Oficina de MPB

Concerto duplo dos violonistas Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro

Data e horário: dia 26 de janeiro de 2010 (terça-feira), às 19h

Local: Teatro do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.



Programa da apresentação de Cláudio Menandro (rabeca e bandolim), com músicas próprias e acompanhamento dos instrumentistas convidados Marcelo Ijaille (violão), Luciano Lima (violão), Aglaê Frigeri (percussão) e Iê dos Santos (percussão):

1. Choro do Braga

2. Maxixando

3. Capelinha

4. Descascando Uva

5. Choro Pro Villa

6. Mestre Waltel

7. Polca Pro Paulo

8. Rabeca Assanhada



Programa da apresentação em violão solo de Ezequiel Piaz, com lançamento do CD e livro “Origens do Violão Brasileiro – Levino Albano da Conceição, o cego Levino (1883-1955)”:

1. Chorinho (Levino Albano da Conceição)

2. Rei da boemia (Levino Albano da Conceição)

3. Violão Brasileiro (Ezequiel Piaz)

4. Choro da liberdade (Ezequiel Piaz)

5. Hamburg Garten (Ezequiel Piaz)

6. Soluçando (Levino Albano da Conceição)

7. Há quem resista? (Levino Albano da Conceição)

8. Marciano no choro (Levino Albano da Conceição)

9. Tema de Carnaval (Ezequiel Piaz)

Confira a programação desta terça-feira, dia 26


Confira a programação desta terça-feira, dia 26 na 28ª Oficina de Música de Curitiba


Concertos no café

Dante Ozzetti

Dante Ozzetti é compositor, arranjador e violinista. Com sua irmã, a cantora Ná Ozzetti, tem desenvolvido extenso trabalho de criação. Foi produtor artístico e arranjador do primeiro disco solo da irmã, pela gravadora Continental, e produtor executivo e arranjador do CD Ná (1994).

Data: 26 de janeiro Horário: 18h Local: Café do Paço

Ingressos: Gratuito


Concerto Duplo com Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro

Lançamento do CD de Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro e lançamento de livro de partituras

Programa: Cláudio Menandro e Levino Albano da Conceição

Data: 26 de janeiro Horário: 19h Local: SESC da Esquina

Ingressos: R$10 ou R$5 mais um quilo de alimento não perecível



Lançamento do CD solo de Paulo Braga

Piano: Paulo Braga| Violão: Weber Lopes | Viola Caipira: João Paulo Amaral

Data: 26 de janeiro Horário: 21h Local: Teatro da Reitoria

Ingresso: R$10 ou R$5 mais um quilo de alimento não perecível

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

MINHAS DUAS ESTRELAS



MINHAS DUAS ESTRELAS
BIOGRAFIA DE DALVA DE OLIVEIRA E HERIVELTO MARTINS

de Pery Ribeiro e Ana Duarte


Número de páginas: 360

Minhas duas estrelas é um extenso depoimento do cantor Pery Ribeiro sobre a vida e a relação turbulenta de seus pais, o genial compositor e também cantor Herivelto Martins e uma das maiores cantoras brasileiras Dalva de Oliveira, personalidades definitivas da época de ouro da música popular brasileira que, durante décadas, imperaram nos palcos, nos discos e no rádio. Com a ajuda de sua esposa, Ana Duarte, Pery compartilha um testemunho desafiador ao revelar “detalhes quase inconfessáveis” – como repara Ruy Castro no prefácio – da vida e obra de Herivelto e Dalva.

Nascido na pobreza do cortiço em 1937 e filho mais velho do casal, Pery descreve a trajetória de suas duas estrelas, da ascensão à glória até a traumática separação do casal. Mesclando o decorrer de su
a vida com a transformação da de seus pais, Pery fala sobre os seus primeiros trabalhos para ganhar a vida, o início da carreira como cantor, a sua visão crítica sobre a união de Herivelto e Lurdes, a terceira mulher de seu pai, e o alcoolismo e os casamentos desfeitos de Dalva. Herivelto Martins foi responsável por vários feitos pioneiros, que mudaram definitivamente o rumo da música no Brasil, como a introdução do apito na escola de samba e sua batalha pela regulamentação do direito autoral no Brasil.

Criador de pérolas do nosso cancioneiro como Ave-Maria no morro, Segredo, Isaura, A Lapa, Cabelos brancos, Praça Onze, Caminhemos, Lá em Mangueira,
Herivelto, ao lado de Dorival Caymmi, foi um dos primeiros compositores brasileiros a gravar sua própria obra. Com uma capacidade natural de liderança, sendo um crítico cruel e um homem de “temperamento e gênio irascível”, Herivelto mantinha um relacionamento pouco afetivo com os filhos, revela Pery. Se na família era rigoroso com a seriedade das obrigações e deveres, com os amigos deixava aflorar a alegria, o companheirismo e a compreensão. Foi com a mãe que Pery desenvolveu uma “cumplicidade e uma amizade maior”. A sensibilidade, a generosidade, o carisma e o brilhantismo da cantora Dalva de Oliveira são qualidades sempre destacadas pelo autor. Não foram somente a boa voz e a técnica vocal primorosa que colocaram Dalva no patamar mais alto das cantoras brasileiras.

O filho a define como aquela que “cantava com soltura e liberdade de estar consigo mesma, sem medo ou vergonha de demonstrar sua emoção”.
A união de Dalva com Herivelto e Nilo Chagas (a Dupla Preto e Branco), fez surgir o trio mais famoso da história do rádio: o Trio de Ouro. Não são poucas as histórias de briga entre Dalva e Herivelto durante o percurso de sucesso do trio. Dalva brilhou ainda mais depois de sua saída do grupo e do traumático desquite com Herivelto. Segundo Pery, este sucesso deixou o autor de Senhor do Bonfim desnorteado. Em 1951, Dalva foi eleita Rainha do Rádio e “entrou definitivamente para a história da música popular brasileira”, afirma. É deflagrada então uma briga musical inédita nos meios de comunicação do Brasil.

De um lado, sambas polêmicos como Caminho certo e Teu exemplo serviram de “artilharia pesada” de Herivelto e seu parceiro, o jornalista David Nasser. Do outro lado, Dalva, amparada pelos compositores que a adoravam, respondia à altura com Errei sim, de Ataulfo Alves, e Calúnia, de Marino Pinto e Paulo Soledade. Essas e outras letras ilustram a narrativa.
Mesmo sendo absolutamente desmoralizada, não só nas músicas, mas também no jornal Diário da Noite, com artigos ditados por Herivelto e escritos por David Nasser, a intérprete conseguiu conduzir sua carreira de forma majestosa.

Em 1952, viajou para Londres e gravou um disco com o pianista inglês Roberto Ingles. Seguiu em excursão para Lisboa, Madri e Barcelona. Vendeu muitos discos pela Odeon, no auge da polêmica musical. Fez sucesso em países como Argentina, Uruguai e Chile cantando tangos. Este foi o auge da cantora comprovado por Pery em uma declaração definitiva: “Dalva era lembrada para tudo o que fosse considerado importante no meio”.


Uma das características mais interessantes de Minhas duas estrelas é o número expressivo de grandes nomes da cultura nacional que passaram pelo caminho de Herivelto, Dalva e Pery, fesde Heitor dos Prazeres, um dos integrantes da escola de samba de Herivelto, até Mané Garrincha, que antes de qualquer parente ou amigo chegou ao hospital quando Dalva foi internada, após o acidente que a desfigurou. Outras histórias envolvem também Grande Otelo, Flávio Cavalcanti, Chacrinha, Silvio Santos, Noel Rosa, Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha, Lupicínio Rodrigues, Radamés Gnatalli, Francisco Alves, Nat King Cole, Orson Welles, Carmen Miranda, Procópio Ferreira e muitos outros.






UM LANÇAMENTO




Filmes sobre MPB na Cinemateca


A segunda fase da Oficina de Música de Curitiba tem uma programação especial de cinema, com filmes que falam da história da MPB.

O documentário Guilherme de Brito, de André Sampaio, que conta a história de um dos maiores poetas da música brasileira, parceiro de Nelson Cavaquinho e autor dos versos imortais de clássicos como "A flor e o espinho" ("Tire o seu sorriso do caminho, que eu quero passar com a minha dor"), integra a mostra de cinema brasileiro, em cartaz na Cinemateca, dentro da programação da segunda fase da 28ª Oficina de Música de Curitiba.

O curta-metragem Samba de Quadra, de Gustavo Mello e Luiz Ferraz, que registra a memória do samba caipira paulista, é outro filme da mostra. Também na relação das obras, o documentário Cantoras do Rádio, de Gil Baroni e Marcos Avellar. Produzido no Paraná em 2008, o filme resgata a Era de Ouro do rádio brasileiro e teve como ponto de partida o show Estão voltando as flores, criado e dirigido pelo pesquisador Ricardo Cravo Albin, em 2005. No espetáculo, Carmélia Alves, Violeta Cavalcante, Ellen de Lima e Carminha Mascarenhas fazem uma homenagem a dez grandes divas daquela época, cantando sucessos de Aurora Miranda, Aracy de Almeida, Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, Dircinha Batista, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Isaura Garcia, Linda Batista e Nora Ney.

Música Subterrânea, de Luciano Coelho, que mostra a história do jazz curitibano a partir da década de 1950, é outro longa recentemente produzido em Curitiba. Representando a produção de curtas-metragens paranaenses, a Oficina de Música apresenta também Viva Volta, de Heloísa Passos, e Booker Pittman, de Rodrigo Grota, que terá sua primeira exibição em 35mm na cidade.

"Fizemos esforços para projetar as cópias disponíveis em 35mm. Buscamos filmes que dialogassem com o universo musical e ao mesmo tempo fossem interessantes do ponto de vista cinematográfico, sempre privilegiando boas cópias e boa exibição, no caso dos filmes mais antigos", comenta o curador da mostra, Alexandre Garcia. Para isso a curadoria procurou cópias raras e de acervo, como no caso da Ópera do malandro (1986), de Ruy Guerra; Corações a mil (1981), de Jom Tob Azulay; e Buena Vista, documentário de 1999, dirigido por Wim Wenders

Cada programa é composto de um longa-metragem ou curtas aglutinados. A intenção é promover também um bate-papo a respeito das obras, do ponto de vista musical e cinematográfico. As sessões acontecem em dois horários, às 14h30 e às 19h, sempre com reprise da programação do dia anterior.

Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba - 18ª Oficina de MPB

Mostra de Cinema Brasileiro

Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 - Centro)

Data e hora: até 31 de janeiro de 2009, às 14h30 e 19h

Informações: (41) 3321-3252

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Banda Liquespace e Trio Quintina levam multiplicidade de sons à Oficina de MPB

Nesta segunda-feira (25), grupos curitibanos mostram produções criativas. O show "Lique Cidade Estrangeira" acontece no Sesc da Esquina, às 19h. No Teatro da Reitoria, às 21h, lançamento do CD "Quintina Orquestra Trio".

A programação de shows da Oficina de MPB, nesta segunda-feira (25), tem dois grupos curitibanos em destaque. Músicas do compositor Lique e sua banda Liquespace inundam o Teatro do Sesc da Esquina, a partir das 19h, com o espetáculo "Lique Cidade Estrangeira". Mais tarde, às 21h, no Teatro da Reitoria, será a vez do Trio Quintina levar ao público o som de seu mais novo CD, o "Quintina Orquestra Trio", no qual os músicos tocam todos os instrumentos: do cavaquinho ao violão de 7 cordas, além de sopros, bateria e percussão.

A orquestra de três músicos reúne Gabriel Schwartz (flauta, sax, clarinete, bateria, percussão e voz), Fabiano Silveira (violão de 7 cordas e voz) e Gustavo Schwartz (guitarra, cavaquinho, percussão e voz). O show do Trio Quintana conta com os instrumentistas convidados Graciliano Zambonim (bateria), Victor Gabriel Castro (sax tenor e clarinete), Jairo Wilkens (clarinete) e Sérgio Freire (sax alto e soprano).

Sambas, choros, baladas e influências que vão de Noel e Cartola a Chico, Gil e Caetano, sem deixar de lado a formação rock'n'roll, estão no repertório do Trio Quintina, que imprime sua maneira peculiar de interpretar outros autores. Com pouco mais de dez anos de carreira, o trio lançou seu primeiro CD, "A Caixinha Mágica", em 1998, e desde então é reconhecido pela multiplicidade de sons de seu trabalho.

Musicalidade intensa - O espetáculo "Lique Cidade Estrangeira" tem o mesmo nome do CD recentemente lançado pela banda Liquespace. Formado por Lique (guitarra e voz), Fernando Rischbieter (guitarra), Alonso Figueroa (acordeom, teclado e voz), Denis Nunes (baixo) e Fábio Charvet (bateria), o grupo desenvolve música autoral com influências da música brasileira contemporânea, do rock e do jazz.

A banda reúne velhos amigos. O compositor Lique, que há mais de 30 anos vive no Paraná, encontrou-se com músicos conhecidos de muito tempo e disto nasceu o CD, revelando profissionais de intensa musicalidade. O trabalho apurado nos arranjos e a combinação de instrumentos explorados em todas as suas possibilidades criam um clima de sedução nostálgica, que mistura várias vertentes musicais.

Serviço:

Shows da 28ª Oficina de Música de Curitiba - 18ª Oficina de MPB

"Lique Cidade Estrangeira", com a Banda Liquespace

Data e horário: 25 de janeiro de 2010 (segunda-feira), às 19h

Local: Teatro do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

Programa:

1) Enchente (Lique e Amarildo Anzolin)
2) Carne de Pescoço (Lique e Amarildo Anzolin)
3) Mulata em Chamas (Lique e Amarildo Anzolin)
4) Choro Leve (Lique e Amilton de Lócco)
5) Paz e Amor (Lique e Amarildo Anzolin)
6) Jazzofilia (Lique e Alessandro Martins)
7) Porta-Boleros (Lique)
8) Névoa (Lique)
9) Canção Perfeita (Lique e Amarildo Anzolin)
10) Vingador (Lique e Rafa Barreto)
11) Todo mundo precisa ( depoimentos com edição de Denis Nunes)
12) Pasárgada (Lique e Amarildo Anzolin)

"Quintina Orquestra Trio", com o Trio Quintina

Data e horário: 25 de janeiro de 2010 (segunda-feira), às 21h

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

Programa:

1. Cuidado - Gabriel Schwartz

2. Ela me abandonou - Fabiano Silveira

3. Vai te catá - Gabriel Schwartz e Fabio Rigoni

4. Amor e flô - Fabiano Silveira

5. Aruanda - Fabiano Silveira, Gabriel e Gustavo Schwartz

6. Enquanto a chuva cai - Gabriel Schwartz

7. Culpa - Gustavo Schwartz

8. Jarubeira Fabiano Silveira, Gabriel Schwartz e Gustavo Schwartz

9. Partido Alto - Chico Buarque

10. Arroz, feijão - Fabiano Silveira

11. Dedinho nervoso - Gustavo Schwartz e Fabiano Silveira

12. Catuaba Brasil - Fabiano Silveira e Gabriel Schwartz

13. Água de beber (tom Jobim e Vinícius de Morais)

14. Balão Azul - Fabiano Silveira

15. Falando em seu ouvido - Fabiano Silveira

(Todos os arranjos feitos pelo Trio Quintina. Arranjos de sopro por Gabriel Schwartz)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Vocal Brasileirão canta Zé Rodrix na Oficina de Música


Um tributo ao cantor e compositor Zé Rodrix. Este é o espetáculo que o Vocal Brasileirão, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, apresenta nesta sexta-feira (22), às 21h, no Teatro da Reitoria, dentro da programação da 28ª Oficina de Música de Curitiba. Zé Rodrix faleceu em maio do ano passado, aos 61 anos. Integrante do trio Sá, Rodrix e Guarabyra, o músico foi autor de sucessos como "Casa no Campo" e "Mestre Jonas".

O espetáculo contará com a participação especial da filha do compositor, Bárbara Rodrix. Serão interpretados alguns dos clássicos de Zé Rodrix e canções da nova safra surgida a partir da retomada de sua carreira de compositor, em 2001. A regência é de Vicente Ribeiro, que dirige o vocal há três anos. Ribeiro é também responsável maior parte dos arranjos.

O Vocal Brasileirão é composto por Suzie Franco, Renildes Chiquito e Cida Airam (sopranos), Fernanda Sabbagh, Beth Lopes e Carol Pacheco (contraltos), Bruno Mazanek, Levi Brandão e Reginaldo Nascimento (tenores), André Dittrich, Marcos Appel e Freddy Branco (baixos). O grupo instrumental é formado por Beth Fadel (piano), Glauco Solter (baixo), Vicente Ribeiro (violão) e Endrigo Bettega (bateria).

Criado em 1994 pelo maestro e compositor Marcos Leite (1953-2002), o grupo foi quatro vezes vencedor do prêmio Saul Trumpet de Melhor Grupo Vocal do Paraná (1997, 1998, 1999 e 2002). Durante quatro anos, o grupo esteve sob a coordenação de Reginaldo Nascimento. Há três anos o Brasileirão passou a dedicar-se à montagem de shows homenageando grupos vocais brasileiros, como o Quarteto em Cy e o Boca Livre.

Programa

1. As canções (Zé Rodrix)

2. Primeira canção da estrada (Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix)

3. Muito triste (Zé Rodrix)

4. Casca de caracol (Zé Rodrix)

5. Soy latino americano (Zé Rodrix e Livi)

6. Te conheço, tubarão (Zé Rodrix)

7. Dono da verdade (Zé Rodrix e Livi)

8. Onde os anjos não ousam pisar (Zé Rodrix e Etel Frota)

9. Jesus numa moto (Zé Rodrix)

10. Primeira canção da estrada / Penúltima canção da estrada (Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix / Zé Rodrix)

11. As canções / Se o cantor calar (Zé Rodrix / Zé Rodrix e Felipe)

12. Coisas pequenas (Tavito e Zé Rodrix)

13. Blues Riviera (Luiz Carlos Sá, Guarabyra e Zé Rodrix)

14. Arca de Noé (Zé Rodrix)

15. Mestre Jonas (Luiz Carlos Sá, Guarabyra e Zé Rodrix)

Serviço:

Show do Vocal Brasileirão - Brasileirão canta Zé Rodrix

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299)

Data: 22 de janeiro de 2010 (sexta-feira), às 21h

Ingresso - R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível. Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

BOSQUE DE PORTUGAL TERÁ SHOWS NOS PARQUES

Bosque de Portugal terá shows do Música nos Parques

O programa Música nos Parques do próximo domingo (24) acontece no Bosque de Portugal (bairro Jardim Social). As atrações são os shows “Samba Paraná”, do músico André Prodóssimo, e “Flor de Araucária”, do grupo Rosa Flô. Promovido pela Fundação Cultural de Curitiba em parceria com a OI, o projeto é realizado durante o verão para garantir uma opção de cultura e lazer aos curitibanos. Em janeiro, os espetáculos do Música nos Parques integram a programação da 28ª Oficina de Música de Curitiba.

Uma das revelações da cena instrumental curitibana, André Prodóssimo mostrará com seu trio o repertório do CD “Samba Paraná”. Ele se apresenta às 15h, ao lado do guitarrista Rodrigo Simões e do baterista Márcio Rosa. Violonista, compositor e arranjador, André integra a Orquestra À Base de Corda do Conservatório de MPB e o Clube do Choro. O CD “Samba Paraná” é seu primeiro solo e reúne composições próprias.

O grupo Rosa Flô, que se apresenta às 17h, é um dos principais representantes da música instrumental paranaense. O repertório do show “Flor da Araucária” é integralmente dedicado a compositores paranaenses ou a músicos que residem no estado. É o caso de Waltel Branco, Rogério Gulin e Julião Boêmio. O grupo também apresenta músicas próprias. Formado só por mulheres, o Rosa Flô dedica-se desde 2003 à pesquisa do choro e do samba, dando ênfase à interpretação de obras de compositoras representativas do universo musical brasileiro. O show que será apresentado no parque Tingui revela uma nova fase do grupo, voltada a aprofundar o conhecimento sobre a atual produção da música paranaense.

Serviço:

Música nos Parques

Local: Bosque de Portugal (bairro Jardim Social - entre as ruas Fagundes Varella e Osório Duque Estrada)

Data: 24 de janeiro de 2010 (domingo)

Às 15h – André Prodóssimo Trio, com o show “Samba Paraná”

Às 17h – Grupo Rosa Flô, com o show “Flor de Araucária”

Entrada franca


CAIXA Cultural Curitiba apresenta Circuito OFF 2010



Circuito de Música proporciona a realização de grandes parcerias

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o Circuito OFF 2010, de terça (26) a sábado (30). Inspirado no Montreux Jazz Festival, o Circuito OFF foi criado como uma extensão da Oficina de Música e tornou-se um evento tradicional em Curitiba. As apresentações oficiais do festival no Teatro da CAIXA acontecem simultaneamente a uma intensa programação paralela em bares da cidade.

Com a criação de festivais de artes em várias partes do mundo o conceito de uma mostra paralela tornou-se tão habitual quanto imprescindível. Aproveitando o movimento criado por estes eventos artísticos, estas mostras alternativas partem da iniciativa de artistas que não estão no palco principal, mas tem muito talento para mostrar.

Chico Saraiva, Wille Gonzáles, Edu Neves Sexteto, Hugo Fatoruzo, Raul de Souza são os músicos que se apresentam durante a semana no Teatro da CAIXA. Alessandro Kramer, Ricardo Herz, Julio Herrlein, Chumbinho, Endrigo Bettega e Glauco Solter fecham as apresentações no sábado, último dia do Circuito.

A novidade deste ano são os bate-papos após as apresentações, mediados por Sergio Albach e Glauco Solter. O público poderá se aproximar ainda mais da obra e dos artistas que acabou de assistir. O bate-papo tem entrada franca e inicia às 20h, logo após as apresentações.

Programação CIRCUITO OFF 2010

Teatro da CAIXA

Terça (26) - Chico Saraiva (SP) – Após o concerto, bate-papo com Chico e Sérgio Albach

Quarta (27) - Wille Gonzales (Argentina) – Após o concerto bate-papo com Wille e Glauco Solter

Quinta (28) - Edu Neves Sexteto (SP/RJ) – Após o concerto bate-papo com Edu e Sérgio Albach

Sexta (29) - Hugo Fatoruzo e Raul de Souza (Uruguai/SP) – Após o concerto, bate-papo com Hugo, Raul e Glauco Solter

Sábado (30) - Alessandro Kramer convida Ricardo Herz (SP), Julio Herrlein - Chumbinho (POA), Endrigo Betega e Glauco Solter (PR)

Programação Paralela – Bares

Wonka Bar
Quinta (21) - Trio ELF (Alemanha) convida Marco Lobo e Helinho Brandão

Full Jazz Hotel
Sexta (22) - Endrigo Bettega, Eduardo Neves, Paulo Braga e André Vasconcelos
Sábado (23) - Trio ELF (Alemanha) convida Marco Lobo e Helinho Brandão
Sexta (29) - Gabriel Grossi Trio (lançamento de CD)
Sábado (30) - Jeff Sabbag, André Vasconcelos, Edu Ribeiro e Jùlio Herrlein

Beto Batata Alto da XV
Sábado (23) - Francesco Mauro (Itália), Endrigo Bettega e Glauco Solter
Quinta (28) - Gabriel Grossi Trio (lançamento de CD)

Hermes Bar

Sexta (22) - Trio ELF convida Marco Lobo e Helinho Brandão
Sexta (29) Mariana Baraj, Willy Gonzales, Alessandro Krammer , Endrigo Bettega, Cris Julian, Gilson Silveira, Jeff Sabbag e Mário Conde


Sociedade 13 de Maio
Sexta (22) - Grupo de Maracatu + DJ
Sábado (23) - Marco Lobo convida Trio ELF
Quarta (27) - Grupo Combo + DJ
Sábado (30) - Encantados e Trio Quintina

Serviço:

Música: Circuito OFF

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: de 26 a 30 de janeiro

Horários: de terça a sábado 19h

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Concertos No Café: Quarteto Sinergia apresenta Música Erudita


Nesta terça-feira, dia 19, o Quarteto Sinergia apresenta repertório de música erudita para piano, violinos e violoncelos, com a direção do pianista Herculano Araújo Jr. O concerto acontece no Café do Paço da Liberdade, às 18h. A entrada é gratuita.



Serviço:



Data: 19 de janeiro

Local: Café do Paço - Paço da Liberdade

Horário: 18h

Ingresso: Gratuito

Oficina de Música apresenta ópera de Rossini


O resultado do trabalho realizado pelos alunos e professores da classe de Ópera Studio da 28ª Oficina de Música de Curitiba poderá ser conferido em duas apresentações nesta terça e quarta-feira (19 e 20), no Guairinha. O grupo fará a encenação da ópera "A ocasião faz o ladrão", de Gioachino Rossini, com direção cênica de Carlos Harmuch e preparação musical e vocal de Enza Ferrari. A orquestra que acompanha o espetáculo tem regência de Osvaldo Ferreira.

O grupo de 13 alunos, todos jovens profissionais do canto lírico, vindos de vários estados do Brasil, encenará uma das óperas mais populares de Rossini, composta ainda na sua juventude. "É uma peça curta e muito divertida", conta o diretor Carlos Harmuch. A produção é completa, inclusive com cenários e figurinos.

Divididos em dois elencos (um para cada apresentação), os cantores passaram por um intenso processo de preparação. "É uma verdadeira ousadia montar uma ópera de Rossini em tão pouco tempo. Mas isso faz parte do nosso trabalho, que é propiciar um pouco dessa vivência na produção de uma ópera", diz Harmuch, que participa da Oficina desde 1992, quando criou o curso de Ópera Studio, ao lado de Neyde Thomas.

Carlos Harmuch é brasileiro, mas vive há muito anos na Suíça, onde divide suas atividades entre a direção de espetáculos e a formação profissional de cantores cênicos. Reconhecido no meio musical europeu como especialista em óperas barrocas, Harmuch dirigiu em 2009 a obra "La descente d'Orphée aux enfers", de Marc-Antoine Charpentier, na noite de gala dos 50 anos do Festival de Flandres, na Bélgica. No ano passado também foi professor convidado da Academia Europeia de Música Antiga de Ambronay (França). Este ano ele conclui seu mestrado em Ópera e Dramaturgia na Universidade de Sorbonne, em Paris.

A preparadora vocal e também pianista Enza Ferrari participa da Oficina de Música pela primeira vez. Segundo Harmuch, a vinda da artista foi um presente para os alunos de ópera. "A presença dela proporciona uma experiência única para todos nós", afirma. Enza Ferrari é italiana e desenvolveu longa carreira como pianista acompanhadora, especialmente em produções de ópera. Trabalhou e acompanhou cantores líricos como Maria Callas, Giuseppe di Stefano e Renato Capecchi.


Serviço:

Ópera "A ocasião faz o ladrão", de Gioachino Rossini, com alunos de Ópera Studio da Oficina de Música.

Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)

Datas: 19 de janeiro de 2010 (terça-feira), às 20h30, e 20 de janeiro (quarta-feira), às 18h30.

Ingresso - R$ 10 ou R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível. Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.

Concerto Extra: Canto de Música Antiga


Nesta terça-feira, dia 19, ás 12h, acontece concerto de música antiga no SESC da Esquina. Na primeira parte a cravista Lara Tanaka executa repertório acompanhada dos alunos da Oficina. Em seguida, os alunos serão regidos por Marília Vargas e Lara Tanaka e apresentam repertório de Madrigal.

Confira o programa:

Canto na Música Antiga

Cravo: Lara Tanaka

L. Arne

When daisis pied

Carina Assencio - soprano

A. Caldara
Selve amiche

Ornella de Luca - soprano

A. Lotti
Pur dicesti o bocca bella

Dulce Krock - soprano

A. Caldara
Alma del core

Paula Tessarolo - soprano

A. Vivaldi

Servi Volate

Natalie Christine - soprano

Giulio Caccini

Amarilli

Thiago Vaz - tenor

A. Vivaldi

Altra aria del vagante

Anna Cecília Ellendersen - soprano

Telemann

Herr der Gnade

Rafaela Fernandes - soprano
Ana Cristina Fumaneri - flauta doce

Bach

Bist du bei mir

Camila Tatar - soprano

Bach

Et exultavit

Aishá Roriz - mezzo soprano

Bach
Cantata BWV 184
Glück und Segen sind bereit


Ivo Haun - tenor

Alexandre Cruz - violino

Sabrina Passarelli - cello

Bach

Bereite dich Zion

Breno Quinderé - contralto

Bach

Deposuit Potentes

Adjair Cavalcante - tenor

Purcell
Arise ye subterranean winds

Yuri Lima - baixo


Glück

Deh placatevi con me

Jonatas Monteiro - contralto

Händel

Thy Glorious deeds inspire my tongue


Alberto Cecconi - baixo

Eduardo Fonseca - viola da gamba

André S. Coelho - traverso


Händel

Súber Blumen Ambra Flacken

Simone Pessoa - soprano

Sances

Usurpator Tiranno

Viviane Alves Kubo - soprano

Diogo Rodrigues - guitarra baroca
Alexandre Ribeiro - teorba

Pergolesi

Stizzoso, mio stizzoso

Sopranos:

Ariadne S. Melchioretto

Natalie Christine

Loraine Santos

Rafaela Fernandes

Händel

Rejoice

Caroline Brito - soprano

Händel

Ombra mai fu

Kalil Vinícius- contralto

Händel

V´adoro pupille

Keiko Sato - soprano

Händel

Tornami a vagheggiar

Fernanda de Araújo - soprano

Eduardo Fonseca - viola da gamba

Benjamim Saviani - violino

Madrigal



Regentes : Marília Vargas e Lara Tanaka


Claudio Monteverdi

(Livro VIII - Madrigali Guerrieri et Amorosi)

Hor che´l ciel e la terra e´el vento tace
Così sol d´uma chiara fonte viva



Guitarra Barroca - Diogo Rodrigues

Alaúde - Leonardo Takiy

Viola da Gamba - Elimar Plínio Machado

Órgão - Roberto Rossbach

Cravo - Isabel Kanji



Violinos:

Alexandre Cruz

André Costa

Benjamim Saviani



Sopranos:

Aishá Leimera Rorir

Maria Vitória Eregni

Deisi Vânia de Lima Horn

Keico Sato

Ornella M

Caroline Brito

Heloisa Mitiko Tanaka

Suellen Skrepec

Iara Luzia fadel Rodriguez

Ariadne S. Melchioretto

Tatiane C. Souza

Helena Zanin Ramalho

Fernanda de Araújo

Viviane Alves Kubo

Cristiana Pacheco



Contraltos

Breno Quindere

Jônatas Luís Monteiro

Marlene Delfiate

Maria Elisa B. Bonatti

Walkiria Morato

Kalice Vinícius



Tenores:

Ivan Vignola Zuranski

Anderson Roberto Zabrocki Rosa

Bruno Nascimento Cesar

Adjair Cavalcante Costa

Roberto Fabiano Rossbach

Thiago Vaz Cruvinel

Ivo Haun



Baixos:

Yuri de Lima e Souza

Alberto Cecconi

Eli Siliprandi

Yuri Lima



Serviço:

Data: 19 de janeiro

Local: SESC da Esquina

Horário: 12h

TOOOBLUZZZ



Dia 20 | Quarta-feira

Piano-bar

22h00

Concerto

TOOOBLUZZZ

Latin Jazz




Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
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domingo, 17 de janeiro de 2010

HOJE - DOMINGO


Concerto com Pierre Dutot e grupo de metais

no Memorial de Curitiba



O trompetista francês Pierre Dutot e um grupo de alunos de instrumentos de metais da 28ª Oficina de Música de Curitiba fazem um concerto extra neste domingo (17), às 11h30, no Memorial de Curitiba. Pierre Dutot, solista internacional e uma das estrelas Oficina, comanda o espetáculo que reúne 31 músicos tocando trompetes, trombones, trompas, tubas e eufônio. O repertório é erudito, com obras de Haendel, Bach, Mozart e Bizet, mas encerra com uma composição bem popular, a Aquarela do Brasil, de Ary Barroso.

Também com apresentação de alunos da Oficina, na segunda (18), o Sesc da Esquina será palco para a música antiga. Às 11h, divididos em duos, trios ou conjuntos de câmara, alunos de instrumentos antigos apresentam músicas do repertório barroco, compostas nos séculos 17 e 18, utilizando instrumentos da época: cravos, violas da gamba, teorbas, flautas e guitarras barrocas. A entrada é franca.