sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Homenagem a Tom Capone



Homenagem a Tom Capone
ORappa, Raimundos, Tico Santa Cruz, Érika Martins e Peter Perfeito
Festival Cerrado Virtual
Elevado do Mané Garrincha
27 de novembro de 2009, 21:00h
Brasília- DF


Dando prosseguimento ao ciclo de homenagens ao produtor TOM CAPONE, a TOCA DO BANDIDO reúne os artistas ORAPPA, RAIMUNDOS, TICO SANTA CRUZ, ÉRIKA MARTINS e PETER PERFEITO no festival CERRADO VIRTUAL, hoje, 27 de novembro, no Elevado Mané Garrincha, em Brasília-DF. O festival propôs o tributo, dedicando uma de suas noites ao nosso mentor. Nesta oportunidade, reuniremos pela primeira vez no palco artistas em homenagem a Tom. No evento, também será apresentado vídeo inédito sobre sua vida, produzido por FUZO PRODUÇÕES, além de projeções - nos túneis tecnológicos do festival - de registros de sua carreira.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Começam neste domingo os shows do programa Música nos Parques




As primeiras apresentações acontecem no Parque Barigüi, com a banda Big Time e com o duo João Egashira e Julião Boêmio. O programa conta com o patrocínio da OI.



Com a chegada do verão, a Fundação Cultural de Curitiba dá início a mais uma edição do programa Música nos Parques, levando atrações musicais aos espaços de lazer da cidade. Os primeiros espetáculos acontecem neste domingo (29), às 15h e às 17h, no Parque Barigüi. As atrações são o duo de chorinho formado por João Egashira (violão) e Julião Boêmio (cavaquinho), e a Banda Big Time. Nesta edição, o Música nos Parques conta com o patrocínio da OI.

João Egashira e Julião Boêmio fazem o primeiro show, às 15h, levando ao público uma amostra do choro que é produzido em Curitiba. Eles apresentam músicas de própria autoria, mas também tocam alguns dos choros mais conhecidos, feitos por Pixinguinha, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim. A dupla representa a geração que está preocupada em preservar esse gênero musical. Até o ano 2000, os grupos regionais dedicaram-se exclusivamente a interpretar choros de autores não paranaenses. A partir da última década, surgiu em Curitiba um grupo de compositores de choro, do qual o duo faz parte.

Às 17h, o palco no Parque Barigüi será tomado pela banda Big Time, que apresenta todos os atributos de uma “big band”. Com um repertório de clássicos da música internacional, a banda promete um espetáculo divertido e irreverente. Seus 12 integrantes se dividem entre saxofones, trombones, trompetes, teclado, guitarra, baixo e bateria, sob o comando do vocalista Zorba Mestre.

A Big Time é uma das principais bandas em atividade em Curitiba, mas também tem sido destaque em festivais e programas da televisão brasileira. Apresentou-se em festivais em Búzios (RJ), Guarujá (SP), Juiz de Fora (MG), Brasília (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e realizou mais de 50 shows em São Paulo.

Serviço: Música nos Parques Local: Parque Barigüi Data: 29 de novembro de 2009 (domingo) Às 15h – Duo João Egashira e Julião Boêmio Às 17h – Banda Big Time Entrada franca

Vocal Brasileirão canta Zé Rodrix



O grupo apresenta-se neste fim de semana, no Teatro do MON, com a participação especial de Bárbara Rodrix, filha do compositor.


No show que apresenta neste fim de semana, no Teatro do Museu Oscar Niemeyer, o Vocal Brasileirão, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, faz um tributo ao cantor e compositor Zé Rodrix, que faleceu em maio deste ano, aos 61 anos. O grupo faz duas apresentações – sábado (28), às 20h, e domingo (29), às 19h – com a participação especial da filha do compositor, a cantora Bárbara Rodrix.

Integrante do trio Sá, Rodrix e Guarabyra, o músico foi autor de sucessos como “Casa no Campo” e “Mestre Jonas”. No espetáculo serão interpretados alguns dos clássicos de Zé Rodrix e canções da nova safra surgida a partir da retomada de sua carreira de compositor, em 2001.

O Vocal Brasileirão é composto por Suzie Franco, Renildes Chiquito e Cida Airam (sopranos), Fernanda Sabbagh, Beth Lopes e Carol Pacheco (contraltos), Bruno Mazanek, Levi Brandão e Reginaldo Nascimento (tenores), André Dittrich, Marcos Appel e Freddy Branco (baixos). O grupo instrumental é formado por Beth Fadel (piano), Glauco Solter (baixo), Vicente Ribeiro (violão), Denis Mariano e Ricardo Janotto (percussão).

Criado em 1994 pelo maestro e compositor Marcos Leite (1953-2002), o grupo foi quatro vezes vencedor do prêmio Saul Trumpet de Melhor Grupo Vocal do Paraná (1997, 1998, 1999 e 2002). Durante quatro anos, o grupo esteve sob a coordenação de Reginaldo Nascimento. Há três anos, sob a direção de Vicente Ribeiro, o Brasileirão passou a dedicar-se à montagem de shows homenageando grupos vocais brasileiros, como o Quarteto em Cy e o Boca Livre.

Serviço: Vocal Brasileirão – “As canções – Vocal Brasileirão canta Zé Rodrix” Local: Teatro do MON (Museu Oscar Niemeyer) – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico. Data: 28 e 29 de novembro de 2009. Sábado às 20h e domingo às 19h. Ingressos – R$ 10 e R$ 5 (promoção não cumulativa) Telefone: (41) 3350-4441

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Eu, Você e Maria pode ir a Feira da Música


26/11 - Carlos Careqa + Eu, Você e Maria

Eu, Você e Maria abre o show de Carlos Careqa

Local: SESC da Esquina
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10 (comerciários), R$ 20 (não comerciários)

"Eu, Você e Maria", está concorrendo para participar na Feira da Música, uma das maiores feiras de música do país.

Para isso, precisamos ser bem votados no perfil da Conexão Vivo!

Se você é fã da banda, é só entrar no link abaixo e votar.



Coro da Camerata interpreta obras sobre a Virgem Maria



A venezuelana Maria Guinand é a convidada internacional para reger o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, neste fim de semana, no encerramento da temporada 2009 de apresentações, patrocinada pela Volvo. O concerto, que reúne obras do repertório universal sobre o mistério do nascimento e da pureza da Virgem Maria, conta com peças de Vic Ness, Cristóbal de Morales, Pedro de Cristo, Tomás Luis de Victoria, Giovanni da Palestrina, William Byrd, Giovanni Gabrieli, Francis Poulenc, Peter Maxwell Davies, Morten Lauridsen, Alberto Grau.


Em 2009, paralelamente a vários concertos sob a regência de importantes nomes nacionais e internacionais, o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba foi citado pela imprensa europeia entre os dez melhores coros do mundo e participou, no mês de junho, do 18º Festival Corale Internazionale “La Fabbrica Del Canto”, na Itália.

As apresentações, nesta sexta-feira, na Igreja Bom Jesus, e sábado, na Capela Santa Maria, encerram a temporada 2009 de concertos.

Milocovik faz show no 15° Goiânia Noise Festival



A banda independente paulista é convidada do festival em Goiânia

Pela primeira vez a banda Milocovik se apresenta em Goiânia. Sexta-feira, dia 27/11, o quarteto paulista será uma das atrações convidadas do 15° Festival Goiânia Noise.

A banda se apresenta no terceiro dia do evento, ao lado de Móveis Coloniais de Acaju (DF), Vivendo do Ócio (BA) e muito mais atrações. O Festival se destaca como um dos eventos musicais mais importantes do Brasil e completa 15 edições. Realizado pela Monstro, promove a cena musical independente apostando em novos nomes da música atual.

A banda acaba de se apresentar em Belém, no Festival Se Rasgum. Milocovik vem ganhando rápido destaque na cena musical brasileira, reconhecimento pela qualidade do trabalho do quarteto. No começo de dezembro, estará no Cena Musical Independente - II Mostra Paulista de Bandas, festival/concurso promovido pela Secretária de Cultura do Estado de São Paulo. O concurso paulista selecionou apenas 10 bandas, entre cerca de 500 inscrições.

Para finalizar o ano, Milocovik estará na Feira Música Brasil 2009, em Recife, maior evento do gênero na América Latina. O júri contou com profissionais experientes e respeitados da música brasileira e internacional, e recebeu o número surpreendente de 800 inscrições. Foram selecionados apenas 24 artistas, Milocovik está na lista.

Motivos é o que não faltam para o quarteto comemorar!

+ sobre o Milocovik
Na cena paulista desde 2006, Milocovik traz um rock moderno, com melodias e acordes dançantes. Seu primeiro EP “Sex Pack”, com seis músicas autorais, está disponível para download gratuito no myspace da banda. O quarteto aposta ainda na união da imagem e som em projeções feitas nos shows por VJ’s do coletivo Televisão de Cachorro. Milocovik também inova na forma nada convencional para a divulgação do trabalho. O que dizer de uma banda que entrega uma bolacha de chopp super estilizada no lugar do cartão de visitas? Eficiente e diferenciada, a ação já rendeu pautas e faz muito sucesso entre os fãs. Milocovik é rock e para se divertir: simples, criativos e originais.

SERVIÇO
Milocovik

15° Festival Goiânia Noise.

Dia: 27/11

Hora: 21h30
Local: Centro Cultural Martim Cererê
Rua 94-A, Setor Sul Goiânia - Goiás.

Lotação: 1000 pessoas

Informações: (62) 3281- 5358

www.goianianoisefestival.com.br

O Festival acontece de 25 a 29/11, em diversos locais

Ingressos: Monstro Discos
Hocus Pocus
Ambiente Skate Shop
Tribo do Açaí
Site da Monstro Discos www.monstrodiscos.com.br/loja


Milocovik?
Toni no vocal e guitarra
Claudio na guitarra
Gus no baixo
Tonini na bateria

Acesse: www.myspace.com/milocovik
Assista o clipe Bitter Plum

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dupla de violonistas chilenos se apresenta em BH em evento gratuito



Músicos apresentam música erudita chilena e latinoamericana para violão, no dia 28 novembro, no Museu Histórico Abílio Barreto

A dupla Orellana&Orlandini, integrada pelos renomados músicos chilenos Romilio Orellana e Luis Orlandini, vai apresentar canções clássicas para violão, em evento aberto ao público. A apresentação faz parte do Guitarríssimo, projeto idealizado pelo Instituto Cervantes que traz mensalmente a capital mineira renomados violonistas internacionais, oriundos de países que falam a língua espanhola. O projeto Guitarríssimo teve início no Brasil em 2007, no Instituto Cervantes de São Paulo. Na língua espanhola, guitarra significa violão.

Com vasta experiência internacional e reconhecidos por sua excelência e qualidade artística, o dueto de concertistas irá interpretar composições eruditas chilenas e latinoamericanas. Eles já se apresentaram nos mais importantes salões de concerto do Chile e do exterior. Em 2008, Romilio e Luis realizaram, com grande êxito, uma turnê internacional pelas principais cidades europeias, como Berna, Londres, Paris, Berlim e Madrid. Além de se apresentarem como dupla de violonistas, os músicos também já fizeram participações como solistas em orquestras.

Desde 2005, a dupla Orellana&Orlandini realiza um projeto chamado “Dois Violões para o Bicentenário”, no qual desenvolvem uma série de atividades como concertos, encomendas de novas obras a compositores, gravações e intercâmbios com os países irmãos do Bicentenário: Argentina, Colômbia e México.

Os músicos já apresentaram obras compostas especialmente para a dupla, assinadas pelos compositores chilenos Juan Antonio Sánchez, Javier Farías y Oscar Ohlsen. Em 2008, como uma forma de contribuição ao valioso trabalho de criação musical chilena e latinoamericana para a dupla, os músicos finalizaram seu primeiro CD, chamado “Dúo Orellana&Orlandini, Obras de Compositores Latinoamericanos”.

Esta edição do Guitarríssimo está sendo realizada em parceria com o Museu Histórico Abílio Barreto, que viabiliza o espaço para as apresentações que fazem parte do projeto. A próxima apresentação também acontecerá no museu, no dia 14 de dezembro, e contará com a participação do violonista argentino Víctor Pellegrini.

Romilio Orellana

Aclamado intérprete de violão clássico chileno, Romilio Orellana nasceu em Santiago e realizou estudos musicais na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Foi premiado em importantes concursos internacionais de violão, no Chile e no exterior. Desenvolveu uma destacável trajetória como solista e músico de câmara, tocando em mais de 20 países.

Luis Orlandini

Também nascido em Santiago, Luis Orlandini estudou na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Além de ser concertista, também é professor na faculdade de artes da universidade onde estudou e na Pontifícia Universidade Católica do Chile. Após ganhar seu primeiro prêmio em Munique, no ano de 1989, Orlandini desenvolveu uma carreira internacional atuando em importantes salões de vários países.

Serviço

Orellana&Orlandini

Data: Dia 28 de novembro, sábado

Horário: 20 horas

Local: Museu Abílio Barreto - Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim

Informações: Secretaria do Instituto Cervantes, (31) 3789-1600

Entrada Franca

Diretor da Oficina vence prêmio Bravo de música erudita



O CD “Neukomm no Brasil” é uma parceria do regente Ricardo Kanji, diretor de Música Antiga da Oficina de Música 2010, com a cravista Rosana Lanzelotte, que já ministrou aulas de cravo em oficinas anteriores.

“Neukomm no Brasil”, da gravadora Biscoito Fino, que recebeu da Revista Bravo! o prêmio de melhor CD de música erudita de 2009, traz a marca de dois nomes importantes no cenário nacional e que estão ligados à Oficina de Música de Curitiba. O flautista Ricardo Kanji, diretor de Música Antiga da Oficina e a cravista Rosana Lanzelotte, que já ministrou aulas de cravo em oficinas anteriores, interpretam no CD composições de Sigismund Neukomm (1778 – 1858), o aluno predileto de Haydn, quase um desconhecido, apesar da qualidade de sua música e do sucesso de que desfrutava na época.

O primeiro CD/DVD erudito brasileiro com som surround é resultado de uma pesquisa de cinco anos, realizada em bibliotecas européias pela cravista Rosana Lanzelotte, que executa as obras ao pianoforte, em duo com a flauta clássica de madeira do concertista e regente Ricardo Kanji. A diferença mais acentuada entre os timbres agudos e graves do instrumento antigo faz a música soar mais autêntica.

“É um resgate da história, da linguagem pré-romântica, rica em certas harmonias dissonantes desse período que vai do final do século XVIII até meados do XIX”, explica Kanji, músico que se especializou na interpretação do barroca e clássico ao longo dos 25 anos de sua estada na Holanda, onde foi professor no renomado Conservatório Real de Haia, de 1973 a1995. Foi também diretor artístico da orquestra Concerto Amsterdam de 1991 a 1996 e é membro da Orquestra do Século XVIII, dirigida por Frans Brüggen, desde sua fundação em 1980.

Desde seu retorno ao Brasil, em 1995, Ricardo Kanji tem atuado no meio musical brasileiro como concertista, regente, professor e luthier. Como regente, apresentou-se com orquestras e coros de renome por todo o país. Criou, em 1997, o Coro e Orquestra Vox Brasiliensis, conjunto com o qual se dedicou, como diretor artístico, ao projeto História da Música Brasileira, que resgatou, com uma série de programas de televisão e CDs, a rica e desconhecida produção musical brasileira. Por esse trabalho foi premiado como o melhor regente de 1999 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).Tem difundido a música colonial brasileira no Brasil e na Europa, como regente convidado na Holanda, Bélgica, Portugal, França e Polônia.
Em novembro de 2006 dirigiu a ópera Don Pasquale, de Donizetti, na Holanda, Bélgica e Polônia, numa produção do Teatro de Ópera de Cracóvia. Esta produção foi repetida na Europa em novembro de 2008.

O prêmio de melhor CD erudito de 2009, concedido pela Revista Bravo!, que todo ano escolhe os melhores da cultura, acrescenta ao currículo de Ricardo Kanji mais um trabalho de puro refinamento, ao revelar o talento do compositor austríaco, responsável por inaugurar a prática que se tornou uma marca registrada da produção musical brasileira: a mistura de gêneros clássicos e populares. Neukomm inspirou-se na modinha “A Melancolia” , de Joaquim Manoel da Câmara para escrever “L’Amoureux”, e em um lundu para compor “O Amor Brasileiro”.

Cine-Re-Sonar no Teatro da CAIXA



Projeto reúne imagens das décadas de 20 e 40 com música atual

Não é somente um show de música. Não é apenas uma exibição de filmes antigos e remasterizados. É tudo isso, e mais um pouco, ao mesmo tempo. A definição do espetáculo Cine-Re-Sonar que será apresentado entre os dias 26 e 29 de novembro, de quinta-feira a domingo, no Teatro da CAIXA revela para o público um projeto criativo e pioneiro no Brasil. Idealizado pelo compositor Vadeco, a produção traz para o palco a exibição de trechos de filmes mudos realizados nas décadas de 20 e 40 por alguns desbravadores do cinema paranaense (Luis Baptista Groff, Annibal Requião e João Botelho), remasterizados e editados numa projeção de 40 minutos, que será apresentada com o suporte de uma trilha sonora inédita, interpretada ao vivo por um sexteto musical com a participação especial do músico Jr. Tolstoi (produtor do último disco do Lenine).

Afastado dos palcos há dois anos, Vadeco conta que esse projeto começou a ser desenhado no início da carreira com sua banda Vadeco e os Astronautas. Depois de um longo tempo de amadurecimento, somado a experiência de quase uma década junto ao cinema, como sound designer e compositor de trilhas ("O Poeta", "Brichos"), o músico e compositor teve a ideia de reunir parte do acervo dos primeiros registros filmados da capital paranaense, recuperar esse material, remasterizar e, finalmente, compor uma música para ser apresentada simultaneamente no palco com a projeção das imagens.

Na prática o público vai ter uma experiência sensorial inédita. Os seis músicos – Vadeco (direção musical), Jorge Falcón (guitarras e violões), Vina Lacerda (percussão), Fábio Cardoso (piano), Iriz Knopfholz (violino), Thomas Jucksch (violoncelo) – vão interpretar a trilha sonora sem aparecer para a plateia. Eles estarão ocultos por uma grande tela que vai exibir imagens da Curitiba de outrora com cenas da Rua das Flores, de uma nevasca na capital e, quem diria, até da passagem do dirigível Zepelim sobre a cidade. Tudo isso embalado e sincronizado por uma música instrumental, de influência minimalista e com muitos efeitos sonoros. "Nós estamos fazendo algo que seja contemporâneo e ao mesmo tempo que seja de fácil assimilação, pois temos certeza que o projeto vai atrair pessoas de todas as idades. Ou seja, queremos fazer algo gostoso de assistir por todos", define o compositor.

O projeto

A idéia inicial de Vadeco – após um período de pesquisa sobre o material do cinema mudo paranaense – era compor uma trilha e tocar em cima dos filmes montados e prontos. Só que a medida que o projeto foi se desenvolvendo, músico e equipe perceberam que isso poderia prejudicar a dinâmica da apresentação. Assim, ao mesmo tempo em que a trilha estava sendo composta, o material cinematográfico passava por um processo de edição, elaborado cuidadosamente pelo diretor de imagens André de Souza.

Souza explica que partiu da ideia de um projeto artístico multimídia e, após a seleção do material, houve uma certa liberdade na manipulação dos filmes utilizando a tecnologia moderna a favor da imagem. Ou seja, uma manipulação com ferramentas tecnológicas usadas para apresentar as imagens de uma maneira diferente, com outro olhar. "Logicamente que não vamos tirar a essência do original. O que fizemos foi um corte do material e nós usamos as imagens em parte para contar um pouco a história que foi filmada - como a escolha de pessoas, ruas, casas... - e, em outros momentos como representação daquilo que está sendo tocado no palco", adianta.

Vadeco completa e diz que o material é reeditado em cima das ideias sonoras. "Isso vai permitir uma linearidade das imagens diferente do original. Então acaba se tornando uma ‘releitura’ por temas. Isso permite outro olhar. Quando você está com a imagem aberta, por exemplo, da Rua XV, é possível aproximar no rosto das pessoas, com closes. Mostrar a roupa, rostos, a maneira de andar... Tudo isso serve de material para climatizar o público no que estava acontecendo naquela época", considera.

Sobre o critério de seleção dos filmes, o mais importante foi a estética das imagens. Vadeco confessa que o material mais acessível que eles encontraram também teve um peso na hora da escolha, mas chama atenção ao fator não-bairrista do projeto: "É claro que o público da cidade vai reconhecer seus espaços de hoje nas imagens filmadas há muito tempo como Praça Osório, Rua XV, Santos Andrade... Mas uma pessoa que não conhece a cidade vai se envolver da mesma maneira. É importante notar que independente de serem imagens do Paraná não existe nenhum intuito bairrista nesse projeto".

Trilha minimalista

As músicas do projeto Cine-Re-Sonar foram compostas livremente por Vadeco. Ele lembra que a única preocupação foi amarrar o "set" de piano, violões, guitarra, percussão violoncelo e violino. "O grupo é formado por músicos de diversas áreas: popular, erudita, eletrônica... cada um tem uma identidade de linguagem bem definida. A maior dificuldade quando se compõe para um grupo deste é como conseguir amarrar para que os músicos toquem juntos", diz. A solução veio na forma do metrônomo – aparelho de marcação de ritmo - que também resolveu a questão da sincronia da imagem. "Utilizamos uma fusão de métodos na qual, hierarquicamente, a música não é mais importante que a imagem, mas sim linguagens complementares".

O resultado final gerou 40 minutos de música, dividida em oito movimentos, com uma dinâmica própria. "São temas independentes com imagens que serão distribuídas e separadas entre si. Como se fossem oito clipes. É importante dizer que todos os músicos exercem uma influência muito grande no acabamento dessa obra. Depois da música composta nós também colocamos efeitos, experimentos eletrônicos e sonorizamos, sem música, determinadas partes das imagens para ambientar o público naquilo que está sendo exibido", comenta Vadeco, que enxerga nesse projeto uma maneira diferente de trabalhar. "Isso para mim é um fator fundamental para se desenvolver artisticamente. Essa experiência é uma volta arriscada, mas necessária para a inspiração", finaliza.

Ficha Técnica:

Direção musical: Vadeco

Guitarras e violões: Jorge Falcón

Percussão:Vina Lacerda

Piano: Fábio Cardoso

Violino: Iriz Knopfholz

Violoncelo: Thomas Jucksch

Participação especial: Jr. Tosltói

Produção: Luciana Falcon

Serviço:

Espetáculo de som e imagens: “Cine-Re-Sonar”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: de 26 a 29 de novembro

Horários: quinta a sábado 21h e domingo 19h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Eu, Você e Maria no projeto Pauta Criativa



Eu, Você e Maria no projeto Pauta Criativa

O grupo fala sobre suas composições

No próximo dia 24 de novembro (terça –feira) o grupo Eu, Você e Maria convida o público para um show um pouco diferente, mais intimista, no qual o grupo dialoga com o público sobre suas composições e produção de suas músicas, conta também sobre a formação do grupo e a idéia inicial que resultou nesta nova sonoridade.

Uma grande oportunidade para o conhecer mais sobre o trabalho do grupo e perguntar sobre curiosidades deste novo trabalho.

Este formato de show faz parte do projeto Projeto Pauta Criativa, desenvolvido pro Candiê Marques, e patrocinado pela Prefeitura de Curitiba através do Fundo Municipal da Cultura.

O projeto abrange desde shows interativos até oficinas de composição musical e acontece na Cia dos Palhaços.

O show inicia as 21h e o ingresso pode ser retirado GRATUITAMENTE a partir das 20h no mesmo local.

Os integrantes estarão também ministrando oficinas a utilização dos recursos eletrônicos na composição musical. Além desta oficina outros músicos falarão sobre composição instrumental e composição de canção. Ao final das oficinas os alunos apresentarão uma canção criada durante o curso.

A oficina também é gratuita e a inscrição pode ser feita pelo telefone (41) 9126-3471.

Para saber mais sobre Eu, Você e Maria: www.myspace.com/euvcemaria

Para saber mais sobre o Projeto Pauta Criativa: http://sites.google.com/site/pautacriativa

Show interativo com “Eu, Você e Maria”

Dia: 24 de novembro

Horário: 20h

Local: Cia dos Palhaços (Rua Amintas de Barros, 307 – Próximo a Reitoria)

Ingressos: Gratuito (os ingressos devem ser retirados a partir das 20h no local)


Oficinas

30 de novembro – Composição instrumental (Tiago Portela)

01 de dezembro – Composição de canção (Doriane Conceição)

02 de dezembro – Composição de música eletrônica (Fabio Raesh e Ju Fiorezi)

03 de dezembro – Composição coletiva

04 de dezembro – Apresentação dos alunos

sábado, 21 de novembro de 2009

MUSICA EM CURITIBA




24/11 - Pauta Criativa

Evento promovido por Candiê Marques. Acontece entre os dias 20/nov e 10/dez, com muitos espetáculos e oficinas. Confira a programação www.correntecultural.com.br

Local: Cia dos Palhaços (Amintas de Barros, 307)
Horário: 21h
Ingressos: Retirar GRATUITAMENTE as 20h no local


26/11 - Carlos Careqa + Eu, Você e Maria

Eu, Você e Maria abre o show de Carlos Careqa

Local: SESC da Esquina
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10 (comerciários), R$ 20 (não comerciários)



Inscrições para Oficina de Música encerram domingo


As inscrições para os cursos da Oficina de Música de Curitiba 2010 podem ser feitas no site www.oficinademusica.org.br

Encerram no domingo (22/11) as inscrições para a 28ª Oficina de Música de Curitiba, que acontece de 10 a 31 de janeiro de 2010. É possível se inscrever pelo site www.oficinademusica.org.br. Promovida pela Prefeitura e pela Fundação Cultural de Curitiba, a Oficina é um dos maiores eventos de música da América Latina, que reúne todos os anos em seus cursos mais de 1.500 participantes do Brasil e de outros países. Durante o evento, uma série de concertos toma conta da cidade. A próxima edição trará muitas atrações internacionais em suas duas fases – erudita e popular –, como o conjunto americano Fry Street Quartet e o Quarteto de Candombe, do Uruguai.

O tema desta edição é “Quando o erudito encontra o popular e vice-versa”. A proposta é estabelecer um diálogo entre estes dois estilos musicais, mostrando como os compositores eruditos encontram a música popular e vice-versa. “Na primeira fase, teremos obras de Villa-Lobos, Bela Bartók, Igor Stravinsky, entre outros. Já na segunda, encontraremos a música de Tom Jobim, Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga em uma grande celebração musical”, diz a diretora geral da Oficina de Música, Janete Andrade.

A 28ª Oficina terá quase uma centena de cursos de instrumentos, técnica vocal, composição, práticas de orquestra e de conjuntos, além de alguns núcleos especializados, como o de música antiga, que integra a programação do evento há vários anos. Desta vez, as novidades ficam por conta dos núcleos de Música e Tecnologia e Música Latino-Americana.

O corpo docente é formado por renomados músicos internacionais, daí a razão da grande afluência de estudantes de todo Brasil e de outros países. Eles enxergam na Oficina a oportunidade única de aprender e se aperfeiçoar com os maiores mestres em seus instrumentos. É o caso do violinista Yang Liu (China), do oboísta Isaac Duarte (Brasil/Suíça), do clarinetista Étienne Lamaison (França) e do clarinetista Gabrielle Mirabassi (Itália) que, além de ensinar suas melhores técnicas e descobrir talentos, fazem apresentações e proporcionam espetáculos inéditos.

Novidades - Novos convidados também propiciam experiências inéditas para os alunos e para o público. Em 2010, o quarteto americano Fry Street Quartet, além de fazer um concerto especial durante a Oficina, participa dos cursos como grupo residente. Seus integrantes – William Fedkenheuer, Rebecca Mc Faul, Brant Bayless e Anne Francis – darão aulas de violino, viola e violoncelo. O grupo é um dos mais aclamados conjuntos de cordas dos Estados Unidos. Representante da nova geração, o quarteto recebeu em 2000 um dos mais importantes prêmios de música de câmara (Millenium Grand Prize at the Fischoff National Chamber) e, desde então, vem realizando concertos pelo mundo inteiro.

Outro convidado é o Quarteto de Candombe do Uruguai, liderado por Hugo Fattoruso. Dentro da proposta de estabelecer o encontro da música brasileira com a música latino-americana, Hugo Fattoruso apresentará ao público da Oficina esse ritmo afro-uruguaio, suas origens e seus sons. O candombe, que faz uso de diferentes tipos de tambores (o tambor piano, o tambor chico e o repique), é um elemento importante da cultura uruguaia e Hugo tem sido um dos seus principais difusores.

Presenças inéditas na Oficina de Música são também Christine Hoock (contrabaixo/Alemanha), Sérgio Carolino (tuba/Portugal), Jan Krzystof Broja (piano/Polônia), Enza Ferrari (ópera/Itália), Juan Miguel Quintana (viola da gamba/Argentina), Gilson Silveira (percussão/Itália), Júlio Barreto (bateria/Cuba), Javier Domingues (sonoplastia da imagem/ Argentina), Jorge Cardoso (bandolim e cavaquinho/Brasília), Weber Lopes (violão/Minas Gerais), Dante Ozzetti (letra e canção/São Paulo) e Fernando Barba (música infantil/ São Paulo).

Novo espaço – A próxima edição da Oficina de Música acontecerá em um novo espaço. Tradicionalmente ocupando o Colégio Estadual do Paraná, em 2010 a sede oficial do evento será a UTFPR, numa parceria firmada entre a Fundação Cultural e a Universidade. Os alunos inscritos saem ganhando por vários motivos: vão poder fazer as refeições no restaurante universitário ao preço de R$3,20. Além disso, a UTFPR fica próxima da Rodoferroviária, do Mercado Municipal e também de dois shoppings centers da cidade. A parceria integra as comemorações dos 100 anos da instituição.

Serviço:

Inscrições para a 28ª Oficina de Música de Curitiba encerram 22 de novembro de 2009 e podem ser feitas no site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases) e R$ 50 (minicursos).

Contato: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br

Poesia e música no Teatro do Paiol



Estrela Leminski e Téo Ruiz fazem o pré-lançamento do CD “São Sons”, com espetáculo nesta terça-feira (24), às 20h.

A edição do dia 24 de novembro do programa Terça Brasileira, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, leva ao Teatro do Paiol, às 20h, os compositores Estrela Leminski e Téo Ruiz, no espetáculo de pré-lançamento do CD “São Sons”. Música e poesia unem-se nas canções que divulgam uma nova ideia: a de que a cultura brasileira se renova profissionalmente fora da grande indústria cultural e se torna cada vez mais proeminente e indispensável para a manutenção de sua riqueza e diversidade.

O mais recente trabalho de Estrela Leminski e Téo Ruiz – autores do livro “Contra-Indústria” – marca um novo ciclo na carreira desses jovens compositores. O CD “São Sons” reúne composições mais amadurecidas, mostrando também influências da música eletrônica, além dos ritmos brasileiros e diversos outros. A variedade sonora contribui para valorizar a suavidade e delicadeza expressas na poesia das letras.

A dupla figura entre os representantes da nova MPB e possui parcerias com Alice Ruiz, Makely Ka, Iara Rennó, Ceumar, Flávio Henrique, Kleber Albuquerque, Rogéria Holtz, Alzira Espíndola, Fernando Koproski, entre outros. Os músicos não integram somente a nova geração de compositores, mas também uma geração que não espera ser contemplada pela grande indústria fonográfica e passa a produzir seus próprios trabalhos.

Neste novo disco, as canções feitas por Estrela Leminski e Téo Ruiz – e também as compostas em parceria com outros nomes – contam com a interpretação e participação especial de artistas como Rubi, Kléber Albuquerque, Carlos Careqa, Miriam Maria, Natalia Mallo, Anelis Assumpção, Ceumar, Renato Villaça, André Abujamra e Ná Ozzetti.

A produção musical de “São Sons”, marcada pela diversidade de tendências e instrumentos, é de Fred Teixeira e Du Gomide, num disco que tem a assinatura do selo Sete Sóis, responsável por nomes importantes da cena independente brasileira, como Fred Martins e Alzira Espíndola.

Serviço:

Programa Terça Brasileira no Paiol com o show de pré-lançamento do CD “São Sons”, de Estrela Leminski e Téo Ruiz.

Data e horário: dia 24 de novembro de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

Classificação livre

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Carlos Careqa e Maxixe Machine cantam em “portunhol”




O show com músicas inéditas vai ser gravado pelo estúdio móvel da “Grande Garagem Que Grava” e é a fase final de um projeto de gravação de CD Virtual.


Carlos Careqa e Maxixe Machine, dois expoentes da música popular curitibana, apresentam nos dias 13 e 14 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h, no Teatro do Paiol, canções em “portunhol” que vão fazer parte do projeto “Nosotros que somos nós mesmos”. Com iluminação do consagrado “light designer” curitibano Beto Bruel, o show vai ser gravado em dezesseis canais pelo estúdio móvel da “Grande Garagem Que Grava”, e terá duas músicas compostas exclusivamente para a ocasião.

A apresentação dá continuidade ao projeto de gravação de um CD com dez músicas, que será postado gratuitamente na internet, com capa e letras. As primeiras cinco canções em “portunhol”, despretensiosas e divertidas, também foram gravadas pela “Grande Garagem Que Grava”, dia 18 de novembro de 2005, no teatro SESC da Esquina, e eram inéditas até então. “Duella a quem Duella” foi composta em parceria por Douglas Diegues, Clarah Averbuck, Marcelino Freire, Ronaldo Bressane, Indigo, Wilson Bueno, Sylvio Back e Xico Sá, “numa demonstração de sincronia perfeita”, comentam os produtores. Os músicos costumam dizer que o “portunhol selvagem” é a língua oficial do disco.

A ideia do CD ao vivo partiu da intenção de Rodrigo Barros e Luiz Ferreira, idealizadores da “Grande Garagem que Grava”, de registrar o trabalho de Carlos Careqa. Ao ser convidado, Careqa solicitou a colaboração do Maxixe Machine, por terem uma afinidade musical comprovada por anos de parcerias.

O CD virtual será disponibilizado no site do programa radiofônico Radiocaos, no endereço eletrônico www.radiocaos.com.br e também pelo site da Rádio Stereotoaster: www.stereotoaster.com.br .


Serviço: Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n Data e horário: 13 e 14 de novembro de 2009 (sexta-feira e sábado), às 21h. Ingressos: R$ 15

domingo, 8 de novembro de 2009

Magical Mystery Tours


Magical Mystery Tours

minha vida com os Beatles

de TONY BRAMWELL com

ROSEMARY KINGSLAND


PÁGINAS: 520 + 16 de fotos

Imagine ser amigo de infância de George Harrison, Paul McCartney e John Lennon e, além de crescer com eles, ser convidado para trabalhar junto com a banda mais famosa do mundo, os BEATLES! Isso aconteceu com Tony Bramwell, que encontrou com George no segundo andar de um ônibus em Liverpool, em 27 de dezembro de 1960, a caminho de um show dos ”Beatles – Direto de Hamburgo“. Desse momento mágico em diante, ele se tornou parte da história do grupo e acompanhou a ascensão meteórica dos quatro rapazes que se tornaram astros do rock and roll.

De modo direto e articulado, Tony compartilha suas memórias e conta novos fatos sobre a infância, a família e o dia-a-dia da banda. Os passeios de bicicleta e trocas de discos com George Harrison, os shows, as primeiras gravações e composições, as bebedeiras e farras com mulheres, a crescente influência de Yoko Ono sobre John Lennon e como ela afetou o grupo - Tony Bramwell não deixou nenhum detalhe de fora. Você também irá conhecer uma faceta pouco comentada sobre a vida do Fab Four: os bastidores das negociações empresariais. E descobrir como a falta de experiência de Brian Epstein, o empresário dos Beatles, fez a banda deixar de ganhar muitos e muitos milhões de dólares.

”SE QUISER SABER ALGO SOBRE OS BEATLES, PERGUNTE A TONY BRAMWELL. ELE SE LEMBRA DE MAIS COISAS DO QUE EU“. - Sir Paul McCartney

”O universo dos Beatles era povoado por vários intrusos que tentavam se aproximar da banda. Tony Bramwell era um dos pouquíssimos habitantes daquele universo - tinha a confiança do grupo e era o homem de quem os Beatles dependiam desde os primeiros dias. Ele viu tudo. E também se lembra de tudo. Abençoado com o mesmo humor sarcástico de Liverpool dos amigos famosos, seu livro é um dos relatos mais ansiosamente esperados sobre a era dos Beatles.“ – Martin Lewis, estudioso sobre os Beatles

O AUTOR
TONY BRAMWELL conheceu George, Paul e John, e cresceu com eles em Liverpool. Depois do fim dos Beatles, tornou-se o primeiro promotor independente de gravações do Reino Unido, representando artistas como Bruce Springsteen e coordenando e promovendo trilhas de vários filmes, como os de James Bond (incluindo "Live and Let Die" de Paul McCartney), Carruagens de Fogo, Dirty Dancing e Ghost.







UM LANÇAMENTO

Um chorinho de ontem, um maxixe pra agora



O choro e os chorões de Curitiba.

Dom 08 nov 6 da tarde

Uma resenha de um dos principais gêneros musicais do Brasil vivenciado pelos músicos de Curitiba. Dos mais antigos e autodidatas aos jovens de formação acadêmica.

O show terá um formato de narração breve dos personagens e episódios pitorescos e um grupo base com destacados músicos da cena local:

Julião Boêmio no cavaquinho,

Vina Chamorro no violão 7 cordas,

Vina Lacerda, percussão

Daniel Miranda nos sopros.

Representando os chorões da cidade oito convidados de 18 a 80 anos.

No repertorio choros e maxixes de Antonio Callado, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, e compositores de Curitiba: Juliao Boêmio, Daniel Miranda, Wilson Moreira, Daniel Migliavacca, Pedrinho da Viola, Janguito do Rosário (+).

- projeto Som da Cidade - Sesc da Esquina e Cimples Ócio.

Dia 08 de novembro 2009 - 18h00 - domingo

Teatro sesc da Esquina – 41 3304-2222

Rua Visconde do Rio Branco, 969 - centro

Curtiba – PR

ingressos: R$ 12,00 e R$ 6,00 - estudantes, idosos e comerciários.

+ informações: cimples.ocio@gmail.com

(041) 9172-7407 - 3209-8802

www.cimples-ocio.blogspot.com

Oficina de Música terá curso de dança barroca


O curso é uma introdução à linguagem escrita e gestual que compõe as suítes de danças francesas, como Minuetos, Bourrés, Sarabandas, Gavotas e Gigas.

A 28ª Oficina de Música, um dos maiores eventos de música da América Latina, que acontece de 10 a 31 de janeiro de 2010 e reúne todos os anos em seus cursos mais de 1.500 participantes do Brasil e de outros países, traz mais uma novidade nesta edição: a dança barroca para músicos. Do dia 10 a 20 de janeiro, os alunos vão estudar e treinar passos, além de movimentos de mãos e braços que caracterizam o estilo barroco na dança, o que proporciona elementos importantes para aqueles que interpretam a música do século XVIII.

Ministrado pela professora Raquel Aranha, o curso é uma solicitação antiga da comunidade musical e com ele pretende-se mostrar a complexidade das danças barrocas, que estão presentes em grande parte do repertório instrumental.

O curso foi dividido em módulos que vão abordar o sistema de notação Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse (Paris, 1700), a identificação da estrutura rítmica da dança, e a distinção entre compasso musical e compasso coreográfico, juntamente com o estudo do gestual. Logo na primeira etapa os alunos já começam a praticar passos-base nas coreografias de Minuetos. O restante dos dias vai ser dedicado à prática de mais passos que compõem as suítes de danças francesas.

O masterclass terá como material didático uma apostila que traz informações sobre as danças e coreografias trabalhadas em aula, além do CD que contém os principais tratados de dança barroca do século XVIII.



Raquel Aranha - Raquel Aranha estudou dança barroca sob orientação de Maria Angard Gaur, na Holanda, e com Cecília Gracio Moura e Christine Bayle, na França. Os estudos de violino barroco tiveram início nos Festivais Internacionais de Música Antiga de Juiz de Fora (com Luis O. Santos) e Curitiba (com Manfred Kraemer). Foi membro da “Armonico Tributo”, da “Orquestra Barroca do Mercosul” e da orquestra da “Academia Barroca Européia de Ambronay” (2004 e 2005), sendo que integra a “Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga”, “Den Haag Baroque Orchestra” (direção de Luis O. Santos), e a “Companhia de Música” (direção de Cláudio Ribeiro).

A artista participou de diversos projetos em vários países, como Holanda, Portugal, Espanha, Alemanha e Coréia do Sul. Em 2006 concluiu o Bacharelado em Violino Barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda), onde foi aluna de Ryo Terakado. Promoveu cursos no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, Semana de Música Barroca da UFMG, Encontro de Música Antiga de Olinda e também cursos e palestras em várias universidades brasileiras como a USP. Atualmente oferece uma disciplina de Dança Barroca na Universidade Estadual de Campinas. Em 2008 ingressou no Mestrado em Musicologia na mesma universidade, com estudos sobre a presença dos balés nas Óperas Portuguesas do século XVIII.

As inscrições para o curso de Dança Barroca e outros cursos da 28ª Oficina de Música de Curitiba já estão abertas. É possível se inscrever pelo site www.oficinademusica.org.br até o dia 22 de novembro.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba (de 10 a 31 de janeiro de 2010)

Período de inscrições: 9 de outubro a 22 de novembro de 2009, no site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases) e R$ 50 (minicursos).

Contato: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br



Confira o programa do curso de Dança Barroca:



07 a 10. Introdução / Minueto / Passepied

· Conhecimento da notação Beuchamp-Feuillet (Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse. Paris, 1700).

· Identificação da estrutura rítmica da dança e relação com os movimentos dos passos-base; distinção entre compasso musical e compasso coreográfico.

· Gestual barroco

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-minuet à 1 mouvement, pas-de-minuet à 2 mouvements, pas-de-menuet `a la bohémienne, pas-de-menuet à 3 mouvements (pas de passepied)



11 e 12. Bourré / Gavotte

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografias: pás-de-bourré, jeté, balancé, coupé



13, 14, 15. Sarabande

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: demi-tour, pás grave, coupé, contretemps, pás-de-bourré



16 e 17. Giga

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-bourré, contretemps, pás-de-sissone, assemblé

Terça Brasileira em clima de roda de choro no Paiol





Os músicos curitibanos João Egashira e Daniel Migliavacca executam um repertório que mistura composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.



O show “Bate-Pronto”, com o bandolim de Daniel Migliavacca e o violão de João Egashira, é a atração da próxima edição do programa Terça Brasileira, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba. O encontro acontece às 20h desta terça-feira (10), no Teatro do Paiol, com um repertório que traz composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.

Os músicos prometem um show com muita descontração e também improvisos. Algumas das músicas próprias são frutos do trabalho de pesquisa e composição realizado pelos músicos no Clube do Choro de Curitiba, que reúne vários músicos amantes do ritmo na cidade.


Serviço: Terça Brasileira no Paiol com Daniel Migliavacca (bandolim) e João Egashira (violão) no show “Bate-Pronto” Local: Teatro do Paiol - Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data e horário: 10 de novembro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 Informações: 3213-1340



Repertório:



1. Armando a confusão – Daniel Migliavacca

2. Espinhoso – Daniel Migliavacca

3. De bandolim pra bandolim – Daniel Migliavacca

4. Rindo à toa – Daniel Migliavacca

5. Oito horas – João Egashira

6. Albachiano – João Egashira

7. Daniel no Choro – João Egashira

8. Singela – João Egashira

9. Lamentos do morro (Garoto)

10.Feia (Jacob do Bandolim)

11.A ginga do Mané (Jacob do Bandolim)

12.Vibrações (Jacob do Bandolim)

Caíto Marcondes é atração na CAIXA Cultural Curitiba



Percussionista carioca encerra em grande estilo a primeira temporada do projeto Solo Música

O palco do Teatro da CAIXA será de Caíto Marcondes na próxima terça (10). O percussionista carioca encerra a primeira temporada da série Solo Música, que estreou na CAIXA Cultural Curitiba em abril de 2009. Nesta apresentação, Caíto Marcondes mostra um resumo de seu trabalho como instrumentista, arranjador e compositor, sempre fazendo uso da improvisação para personalizar o espetáculo.

“Caíto une a tradição e a modernidade em suas composições e sua performance é deslumbrante, tendo a platéia participação importantíssima”, afirma Álvaro Collaço, produtor da série. O percussionista apresenta seu mais recente trabalho solo, “Auto-Retrato”, no qual se reveza entre diversos instrumentos como o xilofone, a marimba, o pandeiro e até mesmo o suíço hang.

Solo Música

A série Solo Música, iniciada em abril no Teatro da CAIXA, encerra em novembro seu primeiro ciclo de apresentações. Patrocinada pela CAIXA, a série não possui um gênero definido, mas é característica por apresentar somente concertos solo.

Delineada pela Álvaro Collaço Produções, especialmente para a CAIXA Cultural Curitiba, a série Solo Música foi desenvolvida a partir de uma observação dos espaços culturais da cidade. Segundo o produtor Álvaro Collaço, a série é exclusiva, pois diversifica os instrumentos e gêneros na mesma programação.

A estreia da série ocorreu com o norte-americano Tracy Silverman (violino elétrico). Posteriormente se apresentaram Marlui Miranda (música indígena), Zoltan Paulinyi (viola pomposa), Pereira da Viola (viola brasileira), Ângelo Esmanhotto (sarod), Cristina Braga (harpa), Rodrigo Capistrano (saxofone) e finaliza com Caíto Marcondes (percussão).

O projeto foi um sucesso comprovado pelo público presente, que lotou o teatro nas apresentações de Marlui Miranda, Pereira da Viola e Cristina Braga. A última edição de 2009 apresenta o percussionista carioca Caíto Marcondes, que já fez parceria com grandes nomes como Jaques Morelenbaum, Tracy Silverman, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Francis Hime, Chico César, Airto Moreira, Joyce e Rita Lee.

Sobre Caíto Marcondes

Caíto Marcondes estudou percussão sinfônica e lançou em 1995 seu primeiro disco solo “Porta do Templo”, nos Estados Unidos, trabalho que foi incluído nos 150 melhores lançamentos de 1998 na Europa pelo World Music Charts Europe. Fez arranjos para Marlui Miranda e para a Orquestra Jazz Sinfônica. Em 2002 lançou “Sul Encontra o Norte”, um duo de violino e percussão gravado com Tracy Silverman. Realizou em 2003 turnê pela Europa e lançou “Danças, Jogos e Canções” com a Orquestra Popular de Câmera.

Neste ano e no seguinte realizou concertos com Tracy Silverman, com a Orquestra Sinfônica do Paraná e com a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, resultando em mais dois trabalhos gravados. Em 2005 gravou o disco “Auto-Retrato”, seu mais recente trabalho, que teve a participação de Marlui Miranda e Mônica Salmaso, além de efeitos sonoros produzidos pelo público presente. Apresentou-se na Alemanha, Holanda e Bélgica.

Serviço: Projeto Solo Música – Caíto Marcondes - Percussão Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: 10 de novembro Horários: terça 20h30 Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

AVEduo faz homenagem a cantoras importantes de todo o continente




Andréa Bernardini e Viviana Mena idealizaram o show “Ave, Mujeres!”, com repertório composto por canções consagradas pelas vozes de cantoras da América do Sul.

O show “Ave, Mujeres!”, com as cantoras Andréa Bernardini e Viviana Mena, que acontece no Teatro do Paiol nos dias 6 e 7 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h, é uma homenagem a Mercedes Sosa, Violeta Parra, Clara Nunes, Elis Regina e outras vozes marcantes da América do Sul. O repertório do espetáculo é dedicado às canções que foram consagradas por essas e outras artistas do continente.

Essa viagem sonora pelo universo feminino dos países sul-americanos terá um sabor especial. Isso porque a própria dupla já é exemplo da diversidade da América Latina. Andréa é brasileira e Viviana, argentina. Juntas, elas formam o AVEduo, um projeto dedicado à pesquisa tanto da música popular folclórica e tradicional, quanto de cantos sagrados indígenas e de outros povos.

O AVEduo desenvolveu este show a fim de valorizar e divulgar ritmos e melodias representativos do nosso continente para promover alegria, introspecção e harmonia, num show acústico e intimista”, conta a intérprete Viviana, que ainda toca percussão e responde pela direção geral do show. O outro talento do AVEduo, Andrea Bernardini, responsável pelos arranjos e edição musical, também toca violão e percussão.

Para as duas apresentações, a dupla curitibana convidou a cantora, instrumentista, dançarina e atriz Cris Miguel, que vem de São Paulo para uma participação especial, integrando dança e teatro, por meio de performances que dialogam com algumas canções.

Serviço:

Show “Ave, Mujeres!”, com AVEduo

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n (Prado Velho)

Data e horário: 6 e 7 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h

Ingressos: R$15 e R$7,50 (meia-entrada)

Informações: (41) 3213-1340