quinta-feira, 30 de julho de 2009

Castrati e outros virtuoses

Castrati e outros virtuoses:
a prática vocal carioca sob a influência da Corte de D. João VI
de Alberto José Vieira Pacheco


354 páginas + CD ROM

"No inverno de 1807/08, a Família Real e Corte transferiram sua capital de Lisboa para o Rio de Janeiro. Nos anos que se seguiram a Capela Real se foi restabelecendo, conforme orientações do próprio Príncipe Regente, que insistiu numa instituição da mais elevada qualidade e muito especialmente na contratação de castrati, numa época em que estes estavam desaparecendo na Europa. O virtuosismo destes teve um impacto dramático na música composta sobretudo por Marcos Portugal e José Maurício Nunes Garcia, assim como na prática vocal carioca quer na Capela Real, quer fora. Em Castrati e outros virtuoses, Alberto Pacheco descreve e explica esta transformação, apresentando-nos igualmente os muitos protagonistas, através dos quais este processo se realizou. Um texto da maior importância para aqueles que queiram conhecer melhor o meio musical fluminense durante o período joanino, será de interesse tanto para historiadores quanto para músicos em geral." David Cranmer

CONTEÚDO

Prefácio
Adriana Giarola Kayama

Primeira Parte O Meio Musical Luso-Brasileiro

Capítulo 1 Panorama Musical Português
1.1 – D. João VI e a realidade musical portuguesa
1.2 – O ensino musical
1.3 – A prática vocal e o gosto pelos castrati

Capítulo 2 Panorama Musical Carioca
2.1 – O Rio de Janeiro, sede do império
2.2 – D. João VI: o grande mecenas
2.3 – A música carioca
2.3.1 – A música sacra
2.3.2 – A música dramática
2.3.3 – A música de câmara
2.4 – O ensino musical

Capítulo 3 Cantores Em Atividade No Rio De Janeiro
3.1 – Os castrati italianos
3.2 – Cantores brasileiros
3.3 – Demais cantores europeus
3.4 – Cantores de nacionalidade desconhecida
3.5 – Capelães Cantores
3.6 – Cantores Anônimos
3.6.1 – A presença negra e mestiça
3.6.2 – A presença feminina anônima

Segunda Parte A Prática Vocal Carioca

Capítulo 4 A Cantoria
4.1 – Aspectos da técnica vocal
4.2 – Aspectos Interpretativos
Capítulo 5 – Transformações Na Linha Vocal Solo
5.1 – Antes do Rei
5.2 – A chegada do Rei
5.3 – A influência de Marcos Portugal

Capítulo 6 A Execução Do Repertório De Salão 6.1 – A pronúncia do português cantado
6.2 – Adequação aos gêneros: a modinha e o lundu
6.3 – O vocabulário

Apêndice I: Datas importantes

Apêndices no CD-ROM

Apêndice II: Linha vocal solista na obra sacra do Pe José Maurício
Apêndice III: Linha vocal das dedicatórias presentes na obra sacra brasileira de Marcos Portugal
Apêndice IV: Gráficos de tessitura e extensão vocais
Apêndice V: Documentos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro
Apêndice VI: Dezesseis variações sobre o tema Nel cor piú non me sento segundo Domingos Lauretti


UM LANÇAMENTO




segunda-feira, 27 de julho de 2009

Som imaginário

Som imaginário - a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina

de Bruno Viveiros Martins


Coleção: Humanitas

Apoio: Ford Foundation | CRIP – Centro de Referência do Interesse Público

No final da década de 1960, as esquinas de Belo Horizonte tornaram-se o lugar perfeito para que jovens compositores criassem uma nova musicalidade que alterou os rumos da canção popular brasileira. A partir desse local propício para os mais diversos tipos de encontros, o Clube da Esquina lançou também um outro olhar sobre o mundo público. Em suas canções, a cidade – pensada para além de sua materialidade física – voltou a ser imaginada como um espaço essencial para o desenvolvimento humano, devido às suas possibilidades de diálogo, à pluralidade de ideias e, principalmente, ao fortalecimento da amizade.




um lançamento

MCB apresenta “O Voo da Gaivota”, espetáculo com poesia sinfônica de Flavio Romano Scognamiglio



O concerto “O Voo da Gaivota” com músicas de Flavio Romano Scognamiglio, arranjos, orquestração e regência do maestro Rodrigo Vitta, será apresentado no domingo, 2 de agosto, às 11h, no Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Além dos 35 músicos da Orquestra Filarmônica Metropolitana e os 16 cantores do Coral Voz Ativa Madrigal, o público ainda terá a oportunidade de ter como solistas ao piano Carina Mayumi, Marcelo Elias e o próprio compositor Flavio Romano Scognamiglio.

Com o mesmo título do concerto, Flavio Romano Scognamiglio lançou recentemente seu primeiro CD sinfônico, terceiro de sua carreira, com arranjos, orquestração e regência do maestro Rodrigo Vitta. Além de novas leituras do primeiro trabalho do compositor, três músicas inéditas completam o repertório do concerto com um total de 12 peças.

Programa: “A mio figlio”; “O Voo da Gaivota”; “Águas Claras”; “Poema do agradecimento”, solista Carina Mayumi; “A Chegada das Canoas”, solista Carina Mayumi; “Tributo a Jobim”, solista Marcelo Elias; “Pequenos gestos de amor”, solista Marcelo Elias; “Flora”, solista Flavio Romano Scognamiglio; “Violeta e Turquesa”, solista Flavio Romano Scognamiglio; “A grande viagem”, solista Flavio Romano Scognamiglio.

A apresentação faz parte do projeto Música no Museu, consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Flavio Romano Scognamiglio - Paulistano, começou a se interessar pela música ainda criança. Depois dos primeiros estudos musicais, cursou as Faculdades de Direito e de Ciências Econômicas. Seu primeiro CD “O Poema do Agradecimento” foi lançado em 2004 e traz composições próprias, com arranjos do maestro Marcelo Elias, que vão da bossa nova ao pop. O segundo CD “Momentos Preciosos” segue a mesma linha, mesclando o popular e o erudito. Recebeu orientações dos professores Hilton Jorge (Gogô) e Marcelo Elias, e do maestro Rodrigo Vitta. Uma das características da musicalidade do compositor é a contraposição de ritmos e instrumentos aparentemente contrastantes, como violas e sanfonas, soando em primeiro plano, harmonizando-se com um naipe de violinos ao fundo.

Maestro Rodrigo Vitta - Nascido em São Paulo, fez mestrado em Semiótica pela PUC e graduou-se em Composição pela FAAM. Como convidado, já dirigiu a Orquestra Filarmônica de Montevidéu, Orquestra Brasileira de Sopros, Banda Sinfônica de Ribeirão Pires, a Banda Sinfônica de Cubatão, Orquestra de Filarmônica Metropolitana, Orquestra LyricSur e Camerata Vitta. Fez a direção musical e regência dos espetáculos de dança “Ágape“ (música de Tchaikovsky), o “Quarteto para o Fim dos Tempos” (Olivier Messian) com a companhia Ballet Sopro, e a “Série Concertante” com a participação especial das solistas violinistas Susana Salas (Venezuela) e Elina Suris (Rússia), o quarteto de violões “Quaternaglia“ (Brasil), soprano Rita Contino (Uruguai), os pianistas Regina Schlochauer e Gilberto Matté (Brasil), o contrabaixista Alexandre Rosa (Osesp-Brasil). Suas composições foram premiadas no Concurso Nacional de Composição, realizado em Recife; no Concurso Nacional de Composição para Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, e no Concurso Nacional de Composição Claudio Santoro, organizado pela Academia Brasileira de Música e a Orquestra Petrobras Pro-Música. Algumas de suas composições estão sendo editadas pela Brazilian Music Publications. Em 2002 gravou e editou seu trabalho para piano solo “Série de Frutas Brasileiras I”, que foi interpretado na Bienal de Música do Rio de Janeiro em 2004. Suas músicas “Sonata“ e “Paisagens Brasileiras n º 4” foram gravadas pelo quarteto de violões Quaternaglia no CD "Presença". Vitta já compôs várias músicas para teatro, documentários, trilha para o curta-metragem “Às 7h, às 3h e às 11h”, e música em homenagem aos 100 anos da Pinacoteca de São Paulo, interpretada pela Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.


Serviço

Música no Museu – “O Voo da Gaivota”

Domingo, 2 de agosto, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Kléber Albuquerque é a atração de sábado, no Teatro Paiol

O cantor e compositor paulista apresenta canções do CD “Só o Amor Constrói”, com músicas de sua autoria e feitas em parceria com Chico César, Zeca Baleiro e outros músicos.



O cantor e compositor paulista apresenta canções do CD “Só o Amor Constrói”, com músicas de sua autoria e feitas em parceria com Chico César, Zeca Baleiro e outros músicos.



O cantor e compositor paulista Kléber Albuquerque vem a Curitiba para apresentar seu novo CD, Só o Amor Contrói. O show de lançamento acontece neste sábado (25), às 21h, no Teatro Paiol, com a participação de músicos curitibanos – o Trio Quintina, a dupla Téo Ruiz e Estrela Leminski, e o tecladista Ary Giordani. O novo disco de Kléber Albuquerque traz composições próprias, como o bolero que dá nome ao CD, e também músicas feitas em parcerias com Adolar Marin, Chico César, Isac Ruiz e Zeca Baleiro.

Nascido em Santo André, Kléber Albuquerque iniciou sua carreira apresentando-se em festivais. Seu primeiro CD “17.777.700” foi lançado em 1997. Depois vieram outras gravações, marcadas por um estilo que trafega entre o pop, o rock e a MPB tradicional. Seu trabalho tornou-se mais conhecido quando chegou à fase final do Festival da Música Brasileira, realizado em 2000, pela Rede Globo, com a música "Xi! De Pirituba a Santo André", parceria com Rafael Altério.

O músico foi também finalista de muitos outros festivais. Um dos mais importantes aconteceu em 2001, quando a música "Logradouro" (parceria com Rafael Altério), conquistou o primeiro lugar no Festival de Avaré. Com a mesma composição, obteve também o segundo lugar no Circuito dos Festivais, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e TV Cultura. Participou ainda do projeto Novos Nomes, realizado pelo SESC São Paulo e foi o cantor convidado para a abertura do show de comemoração à centésima apresentação de Zeca Baleiro.

Outros trabalhos marcaram a carreira de Kléber Albuquerque, como o álbum “UmdoUmdoUm”, gravado com os compositores Élio Camalle, Luiz Gayotto e Madan. Em 2003, começou o ano com temporada do show Amanhã Vai Virar Hoje, no Teatro Crowne Plaza, que teve participação especial de Ceumar, Vanusa, Mirian Maria e Gero Camilo. O músico também compôs trilhas para espetáculos teatrais.


Serviço: Show do compositor paulista Kléber Albuquerque
Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Data e horário: 25 de julho de 2009 (sábado), às 21h

Ingressos: R$ 16 e R$ 8

TERCEIRO VOLUME DE MOZART



Mozart - O irmão do fogo
de Christian Jacq


Páginas: 420


Em Mozart – O irmão do fogo, Christian Jacq, autor do incrível sucesso Ramsés, narra com detalhes a intrigante e misteriosa vida de uma das mais importantes personalidades da História.

No volume 3, o autor mergulha nos ritos maçônicos e mostra o nascimento da inspiração para compor duas grandes óperas: As Bodas de Fígaro e Don Giovanni.

Feliz no amor e pai de um menino, Mozart tem uma carreira em ascensão. As encomendas não cessam e cantoras famosas batem à sua porta. Contudo, novas ameaças lançam sombras sobre o futuro do compositor. Ameaças de músicos invejosos, como Salieri, que faz de tudo para impedir a apresentação das obras do compositor austríaco.

Além disso, representantes do poder vigente, com medo de sua influência na sociedade, policiam as lojas maçônicas. Mozart resiste, luta, mas será que vai conseguir sobreviver na Áustria, um país que se prepara para lutar contra os turcos?

UM LANÇAMENTO



Paulo Freire lança novo CD com show no Paiol



O espetáculo de lançamento do álbum “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros” traz a Curitiba o conhecido violeiro e escritor paulista.



O cartaz do Teatro Paiol, às 21h desta sexta-feira (24), é o show de lançamento do CD “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros”, do violeiro paulista Paulo Freire. Para executar os temas instrumentais, Paulo Freire recorre às violas caipira e de cocho, além de contar “causos”. Também sobem ao palco os instrumentistas Alexandre Ribeiro (clarinete), Tuco Freire (baixo) e Adriano Busko (bateria e percussão).

O novo trabalho do músico e escritor Paulo Freire reúne 12 temas instrumentais, inspirados nos encontros do autor com os seres que povoam nossas matas e o imaginário brasileiro. As músicas foram criadas com base na região onde ocorreram esses encontros. Assim, surgiu a ciranda dos tangarás, o coco da serpente emplumada, o caboclinho do curupira, a milonga do teiú do Jarau, o lundu do capeta, a guarânia do lobisomem, a toada das veredas e a música indígena da cabeça voadora.

“NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros” tem arranjos de Léa Freire, Nailor Proveta, Bocato, Paulo Braga, Nenê, Ronaldo Saggiorato, Toninho Ferragutti, Valéria Bittar e Luiz Fiaminghi (grupo Ânima), Tuco Freire e do próprio Paulo Freire, além de apresentar a música experimental feita com esculturas sonoras e instrumentos inusitados do grupo Sonax.

Na gravação, Paulo Freire – com as violas caipira e de cocho – contou com a participação dos músicos Toninho Carrasqueira, Walmir Gil, André Mehmari, Teco Cardoso, Adriano Busko, Mané Silveira, Adriana Holz, Guello, Tibô Delor, François de Lima, Alexandre Ribeiro, entre outros. Para complementar, o álbum traz um encarte-livreto, no qual o violeiro conta os 12 “causos” envolvendo os mitos brasileiros, com comentário da antropóloga Betty Mindlin e ilustrações de Kiko Farkas, também responsável pelo projeto gráfico.

Autor de trilhas sonoras, canções, romances, biografias, livros de causos, livros infantis e CDs de viola, Paulo Freire já recebeu diversos prêmios em suas atividades ligadas à cultura brasileira. Tem participação em trabalhos de diferentes linguagens, incluindo filmes, documentários e séries de televisão, e é considerado um dos mais importantes violeiros da atualidade.



Serviço:

Espetáculo de lançamento do CD “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros”, do violeiro Paulo Freire

Data e horário: 24 de julho de 2009 (sexta-feira), às 21h

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

terça-feira, 21 de julho de 2009

Alexandre Silvério Quarteto faz jazz com fagote em apresentação no Museu da Casa Brasileira

Tocando um jazz inovador, com o som do fagote no lugar do tradicional sax-trompete, o Alexandre Silvério Quarteto faz apresentação no domingo, 26 de julho, às 11h, no Museu da Casa Brasileira (MCB) - instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. O quarteto de jovens músicos paulistanos, de sólida formação, dedica seu repertório ao jazz moderno, resultando num timbre muito exótico. Primeiro fagotista da Osesp, Alexandre Silvério é acompanhado de Martin Lazarov (piano), Igor Pimenta (contrabaixo) e Eduardo Guarinon (bateria).



Repertório: “Invitation” (B.Karper); “Patterns” (Oliver Nelson); “My Favorite Things” (Richard Rodgers); “Naima” (John Coltrane); “Amor em Paz” (Tom Jobim); “Donna Lee” (Charlie Parker); “Mágoas de Fagote” (Tom Jobim); “Choro Gigante” (Martin Lazarov); “Billies Bounce” (Charlie Parker)



A apresentação faz parte do projeto Música no Museu, consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.



Músico de formação erudita na Escola Superior de Música de Berlim, Alexandre Silvério percebeu que o fagote ainda é pouquíssimo utilizado no repertório jazzístico por sua grande dificuldade técnica, e decidiu explorar a riqueza sonora desse instrumento tipicamente erudito e incluí-lo definitivamente no jazz. Primeiro fagotista da Osesp e professor na Escola Municipal de Música de São Paulo, ele Silvério trabalha na produção de seu primeiro CD. Natural de Osasco (1975), começou a estudar fagote em 1990 na Escola Municipal de Música de São Paulo. Em 1997 começou a tocar na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e, em 1999, ganhou bolsa para estudar em Berlim, com Klaus Thunemann, e, depois, na Academia da Filarmônica de Berlim. Atuou com a Orquestra de Câmara Alemã, a Orquestra Sinfônica de Berlim e Orquestra Filarmônica de Berlim.



Igor Pimenta - Bacharel em contrabaixo elétrico pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM) e pela Escola de Música do Estado de São Paulo. Foi por três anos professor de contrabaixo elétrico da Faculdade Paulista de Artes (FPA). Participou de gravações e apresentações dividindo o palco com grupos como Havana Brasil, Banda Mantiqueira, Bocato e Hermeto Paschoal. Trabalhou com os músicos Graça Cunha, Celso Viáfora, Dani Carlos, Marcelo D2, Bob Burnquist, Carlinhos Zódi, Banda Trupe, Neymar Dias, Sérgio Réze, Bruna Caram, Pedro Altério, Dani Black, Bárbara Rodrix e Pedro Viáfora. Em 2005 ganhou com Neymar Dias Trio o prêmio revelação do Prêmio Syngenta de Viola Caipira. Em 2006 fez parte da banda da peça Cauby, Cauby! com Diogo Vilela. Em 2008 com a canção "Não Vou" (Igor Pimenta/Pedro Viáfora) ganhou o prêmio de melhor letra do FAM (Ribeirão Preto).

Martin Borislavov Lazarov - Búlgaro naturalizado brasileiro, iniciou seus estudos musicais em 1972 com piano e teoria. Em 1980 entrou na Escola de Música de Plovdiv, sua cidade natal, com especialização em oboé, piano e teoria, que completou em 1985. No mesmo ano foi aceito na Academia Nacional de Música de Sofia, na classe de oboé do professor Gueorgi Guelhazov e Plamen Prodanov. Em 1991 foi graduado com nota máxima. Durante seus estudos foi laureado em três competições nacionais - Iambol, Targoviste e Sófia. Em 1993 ingressou na Universidade de Duquesne, em Pittsburgh (EUA), cursando o Artist Diploma Program sob orientação de James Gorton, principal oboé da "Pittsburgh Symphony”. Fez mestrado em 1998 na Academia Nacional de Sofia. No Brasil trabalhou com Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Experimental de Repertorio, Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica de São Bernardo, Filarmônica de São Caetano, Sinfônica de São Jose dos Campos entre outros. Foi durante oito anos (1999-2006) professor de oboé na Escola de Música do Estado de São Paulo. É primeiro oboísta (solista) da Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, membro de Ars Nova trio de sopros, Alexandre Silvério Quarteto (como pianista) e Lazaroff Project (oboé, piano, corne inglês).

Eduardo Guarinon - Bacharel em música, habilitação em bateria pela FAAM, iniciou seus estudos musicais aos 14 anos no C.E.M. Tom Jobim. Teve como professores Paulo Lion, Bob Wiatt, Nenê, Mário Frungilo, Liliam Carmona, Zé Eduardo Nazário, Airto Moreira, Marcos Suzano, Guelo, Vera Figueiredo e Naná Vasconcelos. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul durante dois anos. Em 2005 cursou mestrado como aluno especial na Unicamp. Trabalhou com artistas como Rubens Kurin, Simone Pelissari, Adolar Marin, Renan Barbosa, Carlinhos Zodi, Thiago e os Quase Quinze, Bob Burnquist, Marcia Cherubin, Graça Cunha, Pedro Henrique & Cristiano, Rodrigo Sá, João Calassa, Urban Jazz Grooves, 5intranse, Brasa Jazz Quarteto, Universo Cazuo, Trupe, Frigazz entre outros.



Serviço

Música no Museu – “Alexandre Silvério Quarteto”

Domingo, 26 de julho, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano

Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Sidail César apresenta no Paiol o show Céu de Vinil


Um repertório de músicas inéditas marca o espetáculo que acontece às 21h deste sábado (11), levando ao palco o talento de músicos curitibanos.



Músicas inéditas de Sidail César estão reunidas no espetáculo “Céu de Vinil”, atração do Teatro Paiol, às 21h deste sábado (11). O violonista e compositor apresenta obras feitas em parceria com Ronald Magalhães, Luis Reich, Mauricio Sousa e Edu Hoffmann, como a composição que dá nome ao show, além de Samba Novo, Metáfora e Mordida de Tubarão, entre outras.

No palco também estarão as cantoras Eliane Bastos, Rita Mattar e Constança Camargo, ao lado dos músicos Fabiano (bateria), Henrique (piano), Marcelo Winck (contrabaixo), Zezinho (pandeiro) e Mattoso (sax e flauta), em participações especiais. A iluminação do show está a cargo de Waldomiro Patricio do Nascimento.

Nascido em Curitiba, Sidail César atua no cenário musical desde 1968, quando integrou o conjunto Os Brasinhas. Em 1972 foi morar no Rio de Janeiro, onde cursou a Faculdade de Letras São Judas Tadeu. Com participações em festivais estudantis, conquistou premiações como melhor compositor e intérprete de suas músicas.

Com o retorno a Curitiba, em 1978, passou a trabalhar em parceria com os poetas Roberto Prado, Marcos Prado e Antonio Thadeu, numa parceria que se manteve até 1983 e gerou shows no TUC, Paiol e Teatro Guaíra, entre outros espaços culturais. Em 1988 foi convidado a participar do projeto Brasileirinho, no Teatro Sesc da Esquina, junto com João Nogueira. No ano seguinte, apresentou-se no Sesc Pompéia (SP), dividindo o palco com Ronald Magalhães e Susi Montserrat.

Entre 1997 e 2005, Sidail lançou três CDs – Chega de Choro, Parceria e No Cine Marabá –, sendo que os destaques da última gravação são as músicas Nossa Aldeia e Rara Metade.





Serviço: Espetáculo “Céu de Vinil”, com Sidail César e participação das cantoras Eliane Bastos, Rita Mattar e Constança Camargo, ao lado dos músicos Fabiano (bateria), Henrique (piano), Marcelo Winck (contrabaixo), Zezinho (pandeiro) e Mattoso (sax e flauta) Data e horário: dia 11 de julho de 2009 (sábado), às 21h Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Ingressos: R$ 10 e R$ 5 Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

terça-feira, 7 de julho de 2009

FISP '09


O Festival Internacional de Saxofone de Palmela vai já para a sua 3º edição, decorrerá entre 12 e 19 de Julho de 2009 e é organizado pelo Conservatório Regional de Palmela, Quarteto Artemsax e Sociedade Filarmónica Humanitária, tendo como director artístico João Pedro Silva.


FISP'09
O objetivo deste Festival é divulgar o saxofone através de um encontro de várias gerações de saxofonistas, apresentando o que há de melhor a nível nacional e internacional na área Clássica e Jazz. Com o sucesso assinalável alcançado nas primeiras duas edições, o FISP prevê-se como uma oportunidade única para contribuir na formação de novos e melhores públicos, jovens estudantes e profissionais da música, através do cruzamento das àreas pedagócias e artísticas.

A programação do FISP 09 tem para oferecer mais de 30 concertos e espectáculos de entrada livre, Masterclasses, workshops, Seminários, Conferências, 3º Concurso Internacional de Saxofone "Vitor Santos", 1º Concurso de composição para saxofone "FISP", Record do Guiness, e outras surpresas. Estarão presentes na programação do FISP algumas das individualidades mais conceituadas deste instrumento a nível mundial, bem como todos os principais intervenientes deste instrumento no nosso país.

:: O QUE DIZEM OS PARTICIPANTES

"... The FISP..... it isn't anymore just a saxophone festival, it became certainly, one of the most important Saxophone festivals in the world"
por Henk van Twillert, Professor de saxophone; Solista internacional de saxofone.


“The Palmela Saxophone Festival is a wonderful event ! A great opportunity for young players meeting, performing, having advices from and listening to the top European player”
por Claude Delangle, Professor de saxophone do Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris .


"Fabulous music, Incredible sound, Saxophone meeting, Palmela... the warmest festival that I know”,
por Mario Marzi, Professor de saxophone do Conservatório de Milão.


:: MAIOR ORQUESTRA DE SAXOFONES DO MUNDO
World Guiness Records TM

No próximo dia 12 de Julho de 2009, inserido na programação do Festival Internacional de Saxofone de Palmela, irá realizar-se uma tentativa de bater o Record do Guiness para a maior Orquestra de Saxofones do Mundo, sendo o Canadá o País possuidor do actual record com uma orquestra de 900 saxofonistas. Para o efeito foi escrita uma obra pelo conceituado compositor Jorge Salgueiro, que será dirigida pelo mesmo neste grande desafio.

Neste sentido é com grande satisfação que o F.I.S.P. convida todos os saxofonistas interessados a participarem nesta empolgante inciativa, que irá juntar músicos de todo o País e estrangeiro.

Consulte o site do festival para todas as informações relacionadas.

www.fispalmela.org

sábado, 4 de julho de 2009

Terça Brasileira tem show de Fernando Lobo



As influências na formação da música brasileira estão reunidas no espetáculo “Miscigenação”, em cartaz no Teatro Paiol, às 20h desta terça-feira (7).

Um espetáculo que reúne as influências étnicas presentes na formação da música brasileira é a atração do programa Terça Brasileira, às 20h desta terça-feira (7), no Teatro Paiol. O músico paranaense Fernando Lobo é o responsável pelas composições e arranjos do show “Miscigenação”, com um repertório que vai do folclórico à música de vanguarda.

Nascido em Paranaguá, Fernando Lobo atua no cenário artístico paranaense desenvolvendo projetos musicais em diferentes linguagens. O artista trabalha com música étnica, samba, jazz, música instrumental brasileira e soul music, além de participar de grupos vocais, acompanhando cantores e instrumentistas. Entre as formações com as quais dividiu o palco estão o Grupo Bayaka, Grupo de MPB da UFPR, Muv, Pé de Chinelo, Brasilidade, Coral Curumim e Grupo Serenô.

A abordagem de diversos estilos e repertórios permite que o cantor e compositor transite com naturalidade pelas nuanças da música atual. Como arte-educador, ministra aulas de instrumento, educação artística e música corporal em escolas e festivais, entre ele o de cultura popular do litoral paranaense e o Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná. Atualmente, Fernando Lobo dedica-se à pesquisa da música africana e à música corporal.

Serviço:

Programa Terça Brasileira no Paiol

Espetáculo “Miscigenação”, com o cantor e compositor Fernando Lobo que apresenta composições e arranjos próprios.

Data e horário: Dia 7 de julho de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

Programa

1 – Casa velha – tema instrumental de característica indiana

2 – Terreiro de Zumbi – ponto de Candomblé

3 – Tesouro do céu – canção em Afoxé

4 – Mar do Sul – canção

5 – Um mundo entre nós – canção

6 – Eclipse no olhar – tema instrumental com percussão sinfônica

7 – Estrela cadente – canção

8 – A caminho da estação – jazz instrumental

9 – Dia de sol – samba

10 – Teclas e canto – canto étnico

11 – Djoule – canção em ritmo africano

12 – Noir – tema instrumental

13 – Enredo de Angola – samba enredo

14 – Pé de acerola – tema instrumental brasileiro

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana fazem apresentação no Museu da Casa Brasileira



Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana fazem o espetáculo “Dança dos Ritmos” no domingo, 5 de julho, às 11h, no Museu da Casa Brasileira (MCB) – instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. O show será recheado de ritmos do mundo, com ênfase África, continente em que Carlinhos Antunes trabalhou nos últimos anos, realizando um documentário sobre música e dança em Burkina Faso, país do centro-oeste africano.



Repertório com músicas de Carlinhos Antunes: “Sarau o quê”, “Maria Rosa”, “Anita Rosa”, “Africanita”, “Choro de Anita”, “Calicaribe!”, “Xaxados y Perdidos”, “Sombras da Romãzeira” e “Latina”. O programa traz ainda canções como “Nandus Dance”, do Grupo Mynta; “Baião de Cinco”, de Gabriel; e “Flamenquita”, de Beto Angerosa.



A Orquestra Mundana é formada por Carlinhos Antunes (viola, violão, kora, cuatro venezuelano, tiple colombiano, balafon e voz), Beto Angerosa (percussão), Luis Cabrera (saxofones tenor, alto e soprano, e flauta) e Rui Barossi (contrabaixo acústico), Danilo Penteado (piano e cavaco), Laura Sokolowicz (oboé); Simone Sou (percussão).Além da flautista Celina Charlier, participa do espetáculo a bailarina flamenca Úrsula Correa.



A apresentação faz parte do projeto Música no Museu, consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.



O espetáculo é um pós-lançamento do DVD de Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana gravado no Auditório Ibirapuera no início de 2009, que teve como convidados Badi Assad, Paulo Betti, Barbatuques, Mawaca e Celina Charlier.



Carlinhos Antunes é um músico versátil. Conhece 40 países e já atuou como solista ou em grupo, no Marrocos, Peru, Nicarágua, Suíça, Holanda, Cuba, França, Inglaterra, Grécia, Itália, Espanha, Turquia, Croácia, Suriname e Burkina Faso. No Brasil, atuou com grandes nomes, como Tom Zé, Adoniran Barbosa, Jair Rodrigues, Badi Assad,Vânia Bastos, Fátima Guedes, Filó Machado, Grupo Tarancón, etc. Além dos festivais internacionais, nos quais participa desde 1987, Carlinhos Antunes, seu Sexteto e a Orquestra Mundana realizam shows em vários estados e cidades brasileiras, em locais como Sala São Paulo, Teatro São Pedro, Teatros Pinheiros, Pompéia, Vila Mariana, Santana do Sesc, Museu da Casa Brasileira, Teatro Castro Alves, em Salvador e Teatro Municipal de Araraquara, Taubaté e São José dos Campos.



Carlinhos Antunes tem sete CDs e DVDs: Paisagem Bailarina e Mundano, ambos pela Lua Music, Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana, pela Tratore, Carlinhos Antunes e Pascal Lefeuvre Duo, pelo selo Albacarma, gravado na França em 2006, Trio Atlântico, gravado em maio de 2007, também na França. CD e DVD da Orquestra Mediterrânea, gravado ao vivo pelo Sesc, sob direção e regência de Carlinhos Antunes, Livio Tragtenberg e Magda Pucci, com 24 artistas convidados de várias partes do mediterrâneo. Em maio e agosto de 2007, Carlinhos Antunes participou de vários projetos na França, Espanha e Suíça. É representante no Brasil do Festival internacional Nuits Atypiques de Langon, da França e do MercoSul cultural.



Serviço Música no Museu – “Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana”
Domingo, 5 de julho, às 11h
Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727
Jardim Paulistano
Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência. Visitas monitoradas: 3032-2564

Orquestra apresenta-se com solo de contrabaixo de Marcos Machado



O contrabaixista Marcos Machado é o convidado do próximo concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba, nos dias 3 e 4 de julho,

na Capela Santa Maria.

O próximo concerto da Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, marcado para os dias 3 e 4 de julho (sexta-feira, às 20h, e sábado, às 18h30), na Capela Santa Maria – Espaço Cultural, terá a participação especial do contrabaixista Marcos Machado, músico brasileiro que vive atualmente nos Estados Unidos, onde desenvolve carreira como spalla da Meridian Symphony Orchestra. O concerto terá a regência do maestro Wagner Polistchuk.

O programa abre com a orquestra executando as Bachianas Brasileiras nº 9, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959). Em seguida, serão apresentadas obras de autores contemporâneas – Samskara, do francês Jean-Pascal Beintus (1966), Ponteio e Mini Concerto para Cordas, de Cláudio Santoro (1919-1989), e Nove Variações sobre Paganini, do americano Frank Proto (1931).

Além das conhecidas Bachianas Brasileiras, de Villa-Lobos, e da obra Ponteio, talvez a composição de Cláudio Santoro mais executada pelas orquestras brasileiras, o concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba traz algumas novidades. Em sua primeira exibição com a orquestra curitibana, Marcos Machado sugere uma obra de Jean-Pascal Beintus, talentoso compositor francês que também faz trabalhos para teatro e cinema. Foi ele o autor da trilha sonora original dos filmes A última hora (The 11th hour), com Leonardo di Caprio, Syriana, de Alexandre Desplat, e do ganhador do Globo de Ouro O despertar de uma paixão (The Painted Veil).

Outra exclusividade é a obra de Frank Proto, atualmente considerado um dos mais respeitados compositores nos Estados Unidos e com o qual Marcos Machado mantém estreitos contatos. O contrabaixista já trouxe para o Brasil várias composições de Proto, apresentando-as com orquestras brasileiras. O virtuosismo de Marcos Machado chamou a atenção do compositor americano, que o descreveu como “brilhante”. Sua performance com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, na estreia latino-americana da composição Carmen Fantasy, de Frank Proto, foi considerada “espetacular”.

Nascido em Bagé (RS), Marcos Machado iniciou sua formação com o professor Milton Masciadri, no Conservatório de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Continuou os estudos na University of Georgia e obteve o título de doutor em música pela University of Illinois. Paralelamente, aperfeiçoou-se na Europa. Tem feito diversas turnês pela Itália, França, Suíça, Portugal, Alemanha, Inglaterra, Brasil e Argentina como spalla e solista. Já se apresentou nos principais festivais europeus, entre eles o Montreux Jazz Festival (Suíça). É também professor de contrabaixo erudito e jazz na University of Southern Mississippi (EUA).

Regência – Diretor artístico da Camerata Antiqua e da Orquestra de Câmara de Curitiba, o maestro Wagner Politschuk tem comandado importantes orquestras, entre elas a Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), a Sinfônica da Universidade de São Paulo, a Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, a Sinfônica de Mendoza (Argentina) e a Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, além da Hermitage São Petersburgo Orchestra, na Suíça. Em seu currículo constam premiações em diversos concursos nacionais e internacionais e, como trombonista, participações de solista convidado em orquestras da Europa.

Serviço:

Concerto da Orquestra da Câmara de Curitiba com o contrabaixista Marcos Machado. Regência de Wagner Politschuk

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro).

Data e horário: dia 3 de julho (sexta-feira), às 20h; dia 4 de julho (sábado), às 18h30.

Ingressos a R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) / promoção não cumulativa.