quarta-feira, 27 de maio de 2009

Bandolim completa espetáculo da Sinfonética Comunitária



O bandolinista Daniel Migliavacca é o convidado para o show desta sexta-feira (29), no Conservatório de MPB de Curitiba.


O som do bandolim de Daniel Migliavacca integra o show que o grupo curitibano Sinfonética Comunitária Flutuante apresenta às 20h desta sexta-feira (29). A sessão musical acontece no Conservatório de MPB de Curitiba, espaço da Prefeitura Municipal, e leva ao palco o talento de instrumentistas locais, numa proposta que une improviso e criatividade. Paulistano radicado em Curitiba desde 2000, Daniel Migliavacca tem 24 anos de idade e iniciou seus estudos musicais tocando cavaquinho. Em 2003, o instrumentista optou pelo bandolim, tendo frequentado cursos, oficinas de música e workshops com Izaías Bueno de Almeida, Pedro Amorim, Hamilton de Holanda, Leandro Braga, Vittor Santos, entre outros. No currículo de Migliavacca estão participações em importantes festivais de música instrumental pelo país, como o Brasil Instrumental de Tatuí (SP), Festival de Música Instrumental de Guarulhos (SP) e o Festival de Jazz de Joinville (SC). Em 2006, conquistou o primeiro lugar no Prêmio Nabor Pires Camargo (SP) como melhor instrumentista.Integrante da Orquestra À Base de Corda do Conservatório de MPB de Curitiba e do Clube do Choro de Curitiba, o músico já dividiu o palco com nomes como Renato Borghetti, Ná Ozzetti, Dominguinhos, André Abujamra, Leandro Braga, Hamilton de Holanda, Rogério Souza e Ronaldo do Bandolim. Atualmente cursando o terceiro ano de Bacharelado em Música Popular na Faculdade de Artes do Paraná, Daniel Migliavacca prepara seu primeiro disco solo. Sinfonética – O improviso é uma das características da Sinfonética, que faz com que artistas e platéia compartilhem o inesperado. Normalmente, a formação do grupo e o repertório a ser executado são conhecidos somente quando os músicos começam a tocar. O grupo é coordenado pelo instrumentista, compositor e professor Glauco Sölter. A Sinfonética reúne-se desde 2001. Os primeiros encontros foram em bares da cidade e, em 2004, as apresentações passaram a acontecer no Conservatório de MPB. O espetáculo é uma oportunidade para os jovens talentos estarem ao lado de profissionais experientes. O repertório conta com obras dos grandes mestres da música brasileira de todos os tempos, entre eles Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Edu Lobo, Tom Jobim, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Toninho Horta, Laércio de Freitas e Waltel Branco, além de composições de músicos locais. O objetivo principal do grupo é divulgar e experimentar a produção musical do Brasil.
Serviço:Sinfonética Comunitária Flutuante com o bandolinista Daniel Migliavacca
Data e horário: 29 de maio de 2009 (sexta-feira), às 20h
Local: Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico)
Ingressos: R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes)Informações: (41) 3321-3208

terça-feira, 26 de maio de 2009

Coro da Camerata faz apresentações no fim de semana e segue para a Itália


Citado pela imprensa européia entre os dez melhores do mundo, grupo curitibano realiza turnê pela região da Lombardia, no mês de junho. O Coro da Camerata Antiqua de Curitiba é a atração da Capela Santa Maria, às 20h de sexta-feira (29) e às 18h30 de sábado (30). Depois das apresentações, o grupo mantido pela Prefeitura de Curitiba segue para a Itália, atendendo ao convite de participação no 18º Festival Corale Internazionale “La Fabbrica Del Canto”. Citado pela imprensa européia entre os dez melhores coros do mundo, o grupo curitibano leva quatro programas diferentes para uma série de dez concertos pela região da Lombardia, com início na cidade de Legnano e término em Milão. Nesta sexta-feira (29), o Coro da Camerata, sob a regência de Helma Haller, apresenta na Capela Santa Maria o programa Música Sacra Brasileira do Século XX, reunindo as obras Missa de Réquiem, de Henrique Oswald (1852 – 1931); Bendita Sabedoria, de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); Salmo 22, de Henrique de Curitiba (1934 – 2008); Salmo 150, de Ernst Widmer (1927 – 1990); e Missa Dilígite, de Camargo Guarnieri (1907 – 1993). O repertório de sábado (30), no mesmo local, une os concertos cênicos Lampejos da Música Sacra Brasileira e Fantasia. Em Lampejos da Música Sacra Brasileira estão obras de compositores de épocas distintas, com a proposta de ressaltar alguns momentos da produção sacra erudita no Brasil, com uma abordagem histórico-musical. No programa estão Dois Motetos, de Duarte Lobo (1565 – 1646); Seis Motetos para a procissão de Ramos, de Joaquim J. E. Lobo de Mesquita (1746 – 1805); Judas Mercator Pessimus, de José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830); Pater Noster (1926), de Henrique Oswald (1852 – 1931); Oração pela Paz, de Henrique de Curitiba (1934 – 2008); Pater Noster (1950), de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), e Provérbios (1970), de José Penalva (1924 – 2002). A interpretação das peças conta com projeção de imagens de situações, paisagens e aspectos da vida brasileira, sob a direção cênica da artista plástica curitibana Jacqueline Daher, que há mais de 25 anos atua em todo o Brasil como diretora de arte na criação de ambientes cenográficos. O programa Fantasia representa cenicamente dois temas da nossa música popular, intercalados por uma deliciosa sátira política que mostra as várias faces da personalidade brasileira. O grupo interpreta as canções Domingo no Parque, de Gilberto Gil (1942); A Sessão da Câmara, de Edmundo Villani-Côrtes (1930); e Fantasia, de Chico Buarque de Holanda. Viagem – A turnê do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba pela Itália é resultado do sucesso obtido pelo grupo no 8º Simpósio Mundial de Música Coral, realizado em Copenhague (Dinamarca), no ano passado. Os aplausos recebidos na apresentação transformaram-se em convite para participar do 18º Festival Corale Internazionale “La Fabbrica Del Canto”, em junho de 2009, além de críticas favoráveis da imprensa européia, que colocou o Coro da Camerata entre os dez melhores do mundo. Essas não são as primeiras incursões internacionais do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba. Em 2006, o grupo realizou uma turnê pela Alemanha, acompanhado da Orquestra de Câmara de Arad (Romênia). No ano seguinte, cantou em Portugal com a Orquestra Sinfônica da Póvoa do Varzim, a convite do 29º Festival Internacional de Música do Algarve. No Brasil, já realizou concertos como convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), sob a regência de Roberto Minczuk.No dia primeiro de junho, o Coro embarca para a região da Lombardia, onde realiza dez espetáculos sob a regência de Helma Haller e direção cênica de Jaqueline Daher. Até o dia 14 de junho, o grupo interpreta quatro concertos cênicos que valorizam a qualidade musical, somada à criatividade no uso da expressão corporal, figurinos, maquiagem, adereços, cenário e luzes. Os três concertos que integram a programação deste final de semana, na Capela Santa Maria, estão na bagagem musical do Coro. A relação de atrações levadas para a Itália completa-se com Cores do Brasil, que proporciona um olhar panorâmico sobre a música brasileira, suas origens e sua personalidade atual. A mistura das influências portuguesa, espanhola, francesa e italiana, bem como o seu encontro com as melodias indígenas e os ritmos marcantes da música africana, estão condensados num único programa, permeado também de fragmentos de textos de autores portugueses e brasileiros. O concerto abre com duas composições do Brasil Colônia – Por que me não vês Joana, de autor anônimo do século 16, e Divertimentos Harmônicos, de Luiz Álvares Pinto (1719-1789). Na sequência, o coro apresenta três canções que representam a herança indígena: Série Xavante, de Guerra Peixe (1914-1993), Canto dos índios Parecis – Nozani-na, de Edgar Roquette Pinto (1884-1954) e Choro nº 3 – Pica-pau, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959).O período do Brasil Império está representado pelas obras As Costureiras, de Villa-Lobos; Beija a mão que me condena, de José Maurício Nunes Garcia (1767-1830); e Quem sabe?!, de Carlos Gomes (1836-1896). Da herança negra, são interpretados os temas Jaquibau, de Villa-Lobos; Banzo Maracatu; de Dimas Sedicias (1930); e Oh-z-Loanda, de Camargo Guarnieri (1907-1993). O bloco final do concerto, referente à música do Brasil atual, reúne canções de compositores contemporâneos e do folclore popular: Rua do Sabão, de Rodolfo Coelho de Souza (1952); Sinal de Apito, de José Penalva (1924-2002); A sessão da Câmara, de Edmundo Villani-Côrtes (1930); Suíte Coral nº 10, de Osvaldo Lacerda (1927); e Sertanejo, do folclore brasileiro. Os cantores do Coro da Camerata se revezam nos solos musicais e também na declamação dos textos que integram o programa, escolhidos entre autores de diferentes gêneros e momentos históricos. Os fragmentos foram retirados de obras de Luís de Camões, Fernando Pessoa, Pero Vaz de Caminha, Gonçalves Dias, Oswald de Andrade, Dorival Caymmi, Carlos Drummond de Andrade, José Saramago, entre outros autores. O escritor Marcelo Sandmann foi o responsável pela seleção e recriação dos textos para o espetáculo. A maestrina – Helma Haller é bacharel em Composição e Regência pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e possui vários cursos de extensão no Brasil, Alemanha e Suíça. Fundadora do “Collegium Cantorum”, em 2000, atualmente é responsável pela preparação musical do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, no qual atua como cantora desde 1980. Helma destacou-se no preparo e regência da estréia mundial da obra Turris Ebúrnea, para coro e orquestra, de Harry Crowl, por ocasião do Jubileu de Prata da Camerata, em 1999.Em maio de 2007, Helma regeu o Coro da Camerata na turnê de concertos em Portugal. Sua proposta de concerto cênico Cores do Brasil, resultou na seleção do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba para se apresentar no 8th. World Symposium on Choral Music, que aconteceu em Copenhague (Dinamarca), em julho de 2008. O trabalho de Helma Haller como musicista, educadora, cantora e regente destaca-se pela meticulosidade e refinamento de suas interpretações, bem como pela seriedade da pesquisa em torno da música de concerto brasileira.

Serviço:Apresentações do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência de Helma Haller
Datas e horários: dia 29 de maio de 2009 (sexta-feira), às 20h, e dia 30 de maio de 2009 (sábado), às 18h30
Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

De todos os cantos do mundo - Mawaca para crianças em apresentação no Museu da Casa Brasileira




Especial para crianças, o grupo Mawaca faz o espetáculo “De todos os cantos do mundo”, no domingo, 24 de maio, às 11h, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. São canções do Mawaca que se transformaram em tema do livro com título homônimo da apresentação, editado pela Companhia das Letras, com textos de Heloisa Prieto e Magda Pucci sobre as histórias das músicas. “De todos os cantos do mundo” é um convite para abrir a cabeça, o coração e os ouvidos a sons vindos dos mais variados países do mundo.

Ao perceber um interesse crescente das crianças pelo repertório do Mawaca, Heloisa e Magda decidiram desenvolver esse projeto especial para o público infantil, que agora poderá se enveredar pelas culturas de países como Irlanda, Japão, México, França, Portugal, Bulgária, Brasil e Israel através das canções mais queridas do grupo.

No repertório do show são interpretadas as seguintes canções com suas respectivas histórias: Zemer Atik (dança hebraica); The Star of Slane (balada de rua irlandesa); Hotaru Koi (canção infantil japonesa); Koi txangaré (canto de guerra dos índios Suruí); Allunde, Alluyá (oração ao Sol africana); Frère Jacques (cantiga de acordar); Bre Petrunko – horo (dança búlgara); Eh Boi! (coco-de-zambê brasileiro, norte); Arenita Azul (huapango deo México, Oaxaca); Çarandilhera (cantiga de Portugal, Miranda D´Ouro); D´oú viens-tu Bèrgere (cantiga de Natal francesa); Murucututu (cantiga de ninar brasileira).

O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Com uma proposta multicultural, onde a diversidade é a viga mestra, o Mawaca foi considerado a revelação da world music made in Brazil em 1999 pelo crítico Jean Yves Neufville. Tem 5 CDs lançados pelo selo independente Ethos Music e é liderado pela pesquisadora, compositora, arranjadora, produtora e cantora Magda Pucci, também pós-graduanda em Antropologia pela PUC-SP. No Fórum Cultural Mundial realizado pelo Sesc, o Mawaca se apresentou com os índios Waujá do Xingu e o músico do Kurdistão Sivan Perwer; tocou com a banda japonesa de Okinawa Rinken Band. Tocou no Rock in Rio 2000 na Tenda Raízes. Tocou com Marlui Miranda e Tetê Espíndola no evento Amazônia.br no Sesc Pompéia e com Né Ladeiras no Theatro Municipal de São Paulo. No projeto da trilha sonora de Os Lusíadas de Camões, o grupo se apresentou com as orquestras sinfônicas Sinfonia Cultura e a Jovem de Guarulhos. Em 2002 e 2003, o grupo realizou duas turnês pela Espanha (Womex). Em 2004, se apresentou ao lado das Ceguinhas de Campina Grande no CCBB do Rio e de Brasília e no Recbeat em Recife. Tocou também com a cantora Equidad Bares dos Pirineus e do catalão Marc Egea na viola de roda.

Em 2005, o grupo comemorou os 10 de anos de carreira com o lançamento de uma caixa contendo os 5 CDs e um livreto sobre o grupo. No mesmo ano, gravou o primeiro DVD lançado em novembro de 2006, ano em que o grupo se apresentou, em Berlim, no Popkomm com a pré–estréia do show “Rupestres Sonoros” com repertório indígena, último trabalho do grupo lançado em 2008.

Discografia:

1998 – Mawaca CD-Plus – Ethos Music 1998 (CD com faixa multimídia); Brazilian Lullaby – Ellipsis Arts MCD World Music

1999 – Greenpeace – MCD World Music - Coletânea Brasil Vol. I

2000 – astrolabio tucupira.com.brasil – Ethos Music/ MCD

2001 – Mawaca Remix - Edição especial para Rock In Rio III Tenda Raízes –Ethos Music; World Music for Little Ears - Ellipsis Arts (compilação); Healing Music – BBC Music 2001(compilação); Music forma the Ebu World Music Workshop - EBU-UER (European Broadcasting Union Radio - Radio Netherlands )

2002 – Os Lusíadas (trilha sonora) – Ethos Music

2004 – Mawaca pra todo conto - Ethos Music

2005 - Caixa Mawaca 10 anos e Mawaca – Remix Versão - Ethos Music

2006 – DVD Mawaca pra todo canto - Ethos Music

2008 - Ruprestres Sonoros – Os sons da floresta – Ethos Music

Serviço

Música no Museu – “De todos os contos do mundo – Mawaca para crianças”

Domingo, 24 de maio, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

terça-feira, 19 de maio de 2009

MOZART


Wolfgang Amadeus Mozart , nome completo: Johann Chrysostom Wolfgang Amadeus Mozart; 27 de Janeiro de 1756 – 5 de Dezembro de 1791), foi um compositor prolífico e influente do período clássico, autor de mais de 600 obras - muitas tidas como referências da música sinfônica, concertante, operática, coral, pianística e de câmara - e um dos compositores de música clássica mais populares de todos os tempos.

Mozart mostrou uma habilidade prodigiosa desde sua infância em Salzburgo. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza da Europa; aos dezessete anos foi contratado como músico da corte em Salzburgo, porém sua inquietação o fez viajar em busca de um novo cargo, sempre compondo profusivamente. Ao visitar Viena em 1781 foi afastado de seu cargo em Salzburgo, e optou por ficar na capital, onde, ao longo do resto de sua vida, conquistou fama, porém pouca estabilidade financeira. Seus últimos anos na cidade produziram algumas de suas sinfonias, concertos e óperas mais conhecidas, além de seu Requiem. As circunstâncias de sua morte prematura foram assunto de diversas histórias e lendas; deixou uma esposa, Constanze, e dois filhos.

Mozart sempre aprendeu vorazmente com outros compositores, e desenvolveu uma maturidade e brilho característicos em seu estilo, que variam do claro e gracioso ao obscuro e apaixonado - um conjunto moldado por uma visão da humanidade "redimida através da arte, perdoada e reconciliada com a natureza e com o absoluto". Sua influência em toda a música ocidental é profunda. Ludwig van Beethoven compôs suas primeiras obras seguindo os passos de Mozart, sobre quem Joseph Haydn escreveu que "a posteridade não verá um talento como esse em 100 anos".
O LIVRO

Mozart - O grande mago
de Christian Jacq


Páginas: 406

A vida de um dos maiores gênios da História
Os laços secretos que uniam Mozart à franco-maçonaria

Nesta inédita saga, Christian Jacq, autor do megassucesso Ramsés, narra a aventura espiritual e a vida secreta de uma grande personalidade artística.

Com apenas sete anos, Wolfgang Amadeus Mozart não só já havia feito longas viagens, mas também se apresentara em Praga, Viena e Frankfurt. Criança-prodígio, Mozart compunha para “descobrir as notas que se atraem”. Esse menino tinha um segredo que lhe dava forças quando se sentia muito cansado, um tesouro só dele.




Mozart – O grande mago é uma jornada eletrizante na vida do maior compositor de todos os tempos. Uma aula de cultura e erudição, uma história fascinante ao mesmo tempo acessível e com um ritmo de narrativa no tom certo.


Em Breve o segundo volume do lançamento da






segunda-feira, 18 de maio de 2009

Obra de Puccini abre temporada do programa Ópera Ilustrada



Suor Angélica, uma das óperas mais conhecidas de Giácomo Puccini, será apresentada nos dias 20 e 21 de maio, às 20h, na Capela Santa Maria.

A temporada do programa Ópera Ilustrada, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, prevê a apresentação de quatro montagens até dezembro. A primeira é a ópera Suor Angélica, uma das mais populares do italiano Giacomo Puccini, a ser apresentada na quarta e na quinta-feira (dias 20 e 21), às 20h, na Capela Santa Maria. Com direção de Neyde Thomas e Rio Novello, o espetáculo é composto pelos trechos mais importantes da ópera de Puccini, executados por coro e solistas de canto lírico. A encenação é intercalada com comentários de Neyde Thomas sobre o contexto histórico e a estrutura cênica da montagem.

Os espetáculos da Ópera Ilustrada são patrocinados pelo Fundo Municipal da Cultura e foram selecionados por meio de edital. Além de Suor Angélica, o grupo de Neyde Thomas apresentará, em outubro, Cosi fan tutte, de Wolfgang Amadeus Mozart. Outro grupo, dirigido por Carlos Harmuch, encenará em agosto a ópera contemporânea brasileira Domitila, de João Guilherme Ripper, e em dezembro levará ao palco o espetáculo Uma noite de ópera nos aposentos reais, que reúne duas pequenas óperas barrocas - Les plaisirs de Versailles e Actéon, de Marc Antoine Charpentier.

Suor Angélica - Último representante de uma linhagem familiar que durante dois séculos dirigiu musicalmente a catedral de Lucca, Giacomo Puccini (1858-1924) foi um dos grandes compositores da ópera realista italiana, criada no século 19 por Vicenzo Bellini e Giuseppe Verdi. Autor de La Bohème (1896), Tosca (1900) e Madame Butterfly (1904), Puccini tem suas obras centradas na figura feminina e baseadas em trágicas histórias de amor. Suas óperas se caracterizam pela perfeita integração entre texto e música, profunda dramaticidade e melodias românticas.

É o que se constata também na história de Suor Angélica, que se passa num convento na Toscana, no final do século 17. A jovem Angélica teve um filho fora do casamento, erro considerado imperdoável para a sociedade da época e para a sua família aristocrática, que decide encerrá-la num convento. Como foi forçada a entrar para a vida religiosa contra a sua vontade, era de se esperar que ela fosse uma freira rebelde e problemática. Pelo contrário, ela conquista todas as irmãs com a sua doçura e a sua bondade. Torna-se uma especialista em ervas e plantas medicinais, com as quais cura todas as aflições. A vida no convento seria quase um paraíso, não fosse o desejo ardente que Angélica tem de rever o filho, tão cruelmente arrancado de seus braços. A vida no convento, contudo, é subitamente abalada pela chegada da Tia Princesa, mulher sinistra que traz uma notícia fatal e que levará a freira ao suicídio.

As duas personagens são interpretadas pelas cantoras Ana Paula Brunkow (Suor Angélica) e Ednéa Oliveira (Tia Princesa). Também estão no elenco mais 12 intérpretes, além do Coro Nova Philarmônica. A direção cênica e o figurino são de Jaqueline Daher.

Serviço:

Ópera Ilustrada – Suor Angélica, de Puccini. Direção de Neyde Thomas e Rio Novello

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

Data: 20 e 21 de maio de 2008 (quarta e quinta-feira), às 20h.

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível / promoção não cumulativa)

Terça-feira, dia 19, às 20h, haverá ensaio geral aberto ao público.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Musicagem

Musicagen, dirigido por Edu Felistoque e Nereu Cerdeira, é um documentário que, nas próprias palavras dos diretores, não pretende explicar nada. Entretanto, a obra vai atrás da investigação da música e de suas vertentes. Da criação à distribuição, o filme confronta opiniões de músicos, empresários, acadêmicos, artistas e populares. Esta verificação é feita a partir da música e da vida de Fernando Sardo, um praticante da luteria, manifestação artística que vai da construção e restauração, de um modo artesanal, de instrumentos de corda com caixa de ressonância, como o violino, a viola, o violoncelo, entre outros.

Sardo é pesquisador e construtor de instrumentos musicais de corda, sopro e percussão. Para realizar seu trabalho, ele mistura música com artes plásticas. O resultado são instrumentos e esculturas sonoras construídos com matérias-primas nativas, tais como cabaça, bambu, madeira, pedra, metal, vidro, plástico e papel. Além disso, Sardo realiza oficinas de luteria experimental por todo o Brasil. A idéia do filme surgiu quando Edu Felistoque e Nereu Cerdeira estavam finalizando o curta-metragem Zagati, em 2003. Querendo trabalhar com uma trilha sonora feita somente com instrumentos reciclados, eles entraram em contato com o trabalho de Fernando Sardo.

O documentário, que será exibido na Cinemateca de Curitiba no dia 15 de maio, sexta-feira, traz depoimentos do músico André Abujamra, do maestro Júlio Medaglia, do fundador da Escola de Samba Nenê de Vila Matilde, do maestro Daniel Misiuk, do rapper Thaíde, de Fernando Sardo e da violinista Badi Assad. Durante a primeira exibição, o diretor do filme, Eduardo Felistoque, estará presente para um bate-papo com os espectadores.


Serviço:

Cinemateca de Curitiba – Rua Carlos Cavalcanti, 1174.

Musicagen (BR/2008 – 75’). Direção de Edu Felistoque e Nereu Cerdeira.

Dia 15, sessão às 20h e bate-papo com o diretor Edu Felistoque (entrada franca)

Dia 16 a 20, sessões às 16h e 20h (ingresso pago)

Dias 21 e 22, sessões somente às 16h (ingresso pago)




quarta-feira, 13 de maio de 2009

Grupo instrumental Som Metal faz concerto no MCB



Quem pensa que os instrumentos de metal são apenas para acompanhar violinos, violoncelos e violas em orquestra sinfônica, terá uma grande surpresa no concerto do grupo Som Metal, a ser realizado no domingo, 17 de maio, às 11h, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. O grupo se apresentará com cinco integrantes, formado por trompetes, trombones, trompa e tuba, e executará um repertório que começa com música renascentista, passa pela barroca e clássica, e chega ao moderno.

Programa: Renaissance Dances (Tylman Sussato); Canzona Nº 2 (G. Gabrieli); Fuga in G Menor (J. S. Bach); Canon (Johann Pachelbel); Exerpts from Beethoven's 9th (Arr. Arthur Franckepohl); Eine Kleine Nachtmusik, pequena serenata noturna (W. A. Mozart); Simple Gift (Aaron Copland); Pop Suite (Arthur Franckenpohl); Quintet (Michael Kamen); West Side Story (Leonard Bernstein); Maria, Tonight, Somewhere; Blues For Brass (Antonio C. Neves); La Cumparsita (M. Rodrigues); Theme from New York, New York.

Integrantes: Otavio Nestares e Pedro Francisco dos Santos (trompetes); Tiago Azevedo de Araújo (trombone); Marcos Gomes Tudeia (tuba); e Daniel Herreras (trompa).

O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Ainda raros no Brasil, os grupos com uma formação composta apenas por metais são muito comuns na Europa e nos Estados Unidos. Criado em março de 2006, o Som Metal surgiu da vontade de jovens músicos profissionais de promover a cultura e diversificar o cenário musical no Brasil usando uma formação orquestral tão pouco divulgada no país. Originalmente o grupo conta com 12 músicos, todos jovens músicos de importantes grupos profissionais como Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Sopros de Tatuí e Orquestra Sinfônica de Santo André, o Som Metal executa um vasto e fascinante repertório para instrumentos de metais.

O grupo Som Metal já se apresentou em concertos no Teatro São Pedro, Auditório do MASP, na Semana dos Instrumentos de Sopro em Cubatão e no Festival de Inverno de Campos de Jordão, onde se apresentou no master class do renomado grupo alemão “German Brass”. O grupo já recebeu elogios de músicos e maestros de todo o país e do mundo.

Serviço

Música no Museu – “Som Metal no Museu da Casa Brasileira”

Domingo, 17 de maio, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Na Tocaia Trio é atração do programa Terça Brasileira



Grupo curitibano toma conta do Paiol, às 20h de terça-feira (12),

com espetáculo de jazz e música brasileira.

Jazz e música brasileira estão na agenda de terça-feira (12), no show que o Na Tocaia Trio leva ao Teatro Paiol, dentro do tradicional programa Terça Brasileira no Paiol. Formado pelos instrumentistas Glauco Sölter (baixo), Mário Conde (guitarra) e Endrigo Bettega, o trio apresenta um repertório de composições próprias.

A música do Na Tocaia Trio mostra a produção de músicos de trajetória internacional. O baixista Glauco Sölter gravou três CDs solo, tendo atuado na Europa, África e Estados Unidos, enquanto o guitarrista Mário Conde, que morou quatro anos na Suíça, é considerado uma das revelações da música instrumental brasileira. Por sua vez, o baterista Endrigo Bettega tem sido requisitado por artistas nacionais e europeus para turnês e gravações.

Originalmente reunindo quatro instrumentistas, o grupo nasceu em 1995, quando Endrigo Bettega e Mário Conde encontraram os amigos Glauco Sölter e Jeff Sabbag (teclado). Em 1997, o grupo lançou o CD Tocaia, pela MoviePlay do Brasil, e continuou o trabalho conjunto e de acompanhamento a importantes músicos que passavam por Curitiba. Em 2004, aconteceu o encontro com o trombonista Raul de Souza, que gerou shows em diversos países e um CD chamado "Jazzmim", lançado pela Biscoito Fino. A gravação recebeu o prêmio de Melhor CD Instrumental Brasileiro, pela revista “Jazz +”.

O grupo curitibano tem divulgado por todo o Brasil a musicalidade presente na arte contemporânea paranaense, especialmente a produzida em Curitiba, cidade que se destaca por ser ponto convergente da cultura vinda do sul e de vertentes do sudeste e nordeste do país. O espetáculo de terça-feira, no Paiol, coloca ao alcance do público o jazz elétrico de influência americana (Escola Fusion) praticado pelo grupo curitibano.

Serviço:

Programa Terça Brasileira no Paiol

Show de “NaTocaia Trio”

Data e horário: dia 12 de maio de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (previsto em lei / promoção não cumulativa)

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Quatro a Zero faz show no MCB com choro reinventado para o CD Porta Aberta


Com obras de compositores do interior paulista, recriadas de forma inventiva para o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, o grupo Quatro a Zero faz uma apresentação no domingo, 10/5, às 11h, no projeto Música no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Integrado por Daniel Muller (piano acústico e elétrico), Danilo Penteado (baixo elétrico e cavaco), Eduardo Lobo (guitarra elétrica) e Lucas da Rosa (bateria e percussão), o Quatro a Zero faz música instrumental, em especial o choro, numa reverência aos grandes mestres que construíram a história deste gênero, ao lado dos arranjos sempre coletivos, bem-humorados e abertos à improvisação, que atribui originalidade ao som do grupo.

Repertório: A Criminosa (Hugo Bratfisch); Cabo Pitanga (Laércio de Freitas); O Gato e o Canário (Pixinguinha); Venenoso (Nabor Pires Camargo); Bicho Mau (Nabor Pires Camargo); Matando Saudades (Nabor Pires Camargo); Buliçoso (Sérgio Belluco); Bolacha Queimada (Radamés Gnattali); Camondongas (Laércio de Freitas); Flamengo (Bomfiglio de Oliveira); Bafo De Onça (Zequinha de Abreu); Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu).

O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Por dois anos, o grupo dedicou-se à pesquisa dos desdobramentos históricos do choro no interior paulista, berço de grandes compositores e instrumentistas. A partir deste trabalho é que nasceu o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, reunindo obras de compositores de Guaratinguetá, Indaiatuba, Santa Rita do Passa Quatro, Piracicaba, Campinas e Leme, num repertório que abrange obras desde o final do século XIX (Bafo de Onça, de Zequinha de Abreu) até os dias atuais (Choro da Clara, de Nailor Proveta). Lançado em 2008 pelo Selo Cooperativa com financiamento do Programa de Ação Cultural 2007, da Secretaria do Estado da Cultura, e da Prefeitura de Campinas, pelo Fundo de Investimento Cultural. Cada um dos choros escolhidos foi recriado, de forma inventiva, à moda Quatro a Zero.

De sua origem, em 2001, aos dias atuais, o Quatro a Zero delineou uma rica trajetória de amadurecimento e colhe crescente repercussão. Apresentou-se, até aqui, mais de uma centena de vezes em mais de 50 cidades brasileiras, de Porto Alegre (RS) a Boa Vista (RR). Conquistou, em 2004, o 2º lugar no 7º Prêmio Visa de Música Brasileira e lançou no ano seguinte seu primeiro CD, o elogiado “Choro Elétrico”. Em 2006, o grupo passou por uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, que resultou num show em homenagem ao centenário de nascimento do maestro, com as participações de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Participou ainda de projetos culturais importantes como o Pixinguinha, excursionando pela região norte do país, o Circuito Instrumental Universitário, apresentando-se por todo o Brasil ao lado do grande bandolinista Joel Nascimento, e mais recentemente o projeto Relendo o Choro, do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

Eduardo Lobo - Iniciou seus estudos em Curitiba, onde entrou em contato com a música brasileira. Formou-se no curso de música popular da Unicamp em 2004. Participa de grupos de samba e choro, como violonista de 7 cordas; integra como guitarrista, o grupo Carretel, de música instrumental improvisada; faz parte também de um duo de guitarra e marimba, cujo foco é a pesquisa de repertório erudito e popular para esta formação. Desde 2006, dedica-se ao estudo do violão na Escola Municipal de São Paulo, sob orientação professor Henrique Pinto.

Danilo Penteado - Nascido em Itatiba, SP, é bacharel em Música Popular pela Unicamp. Estudou com Conrado Paulino no Clam em São Paulo e com Victor Wooten no Bass/Nature Camp em Nashville (EUA). Tocou em festivais internacionais, como o Havana Jazz Plaza em Cuba e o Nuits Atypiques, em Langon (França). Integra os grupos Compay Tumbao, Gafieira Camisa Amarela e Fina Estampa.

Daniel Muller- Natural de Jundiaí, interior de São Paulo, é mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas. Integra o grupo À Deriva, voltado para a improvisação livre, que lançou seu segundo CD em 2008, e o Conversa Ribeira, trio que realiza novas leituras para canções tradicionais do interior de São Paulo, numa síntese com o jazz e a música erudita. Este grupo lançou seu primeiro CD em 2008, viajou por todo o Brasil e realizou concertos em Portugal. Ao mesmo tempo, desenvolve trabalho de pesquisa acadêmica, investigando temas relacionados à música instrumental brasileira.

Lucas da Rosa - Estudou música na Udesc em Florianópolis (SC). É graduado em música popular e percussão erudita pela Unicamp. Atua como percussionista em orquestras da região de Campinas e Florianópolis. Lançou o CD "Imagens" (2006) ao lado do Grupu, com quem representou o Brasil em festivais internacionais de percussão (Croácia e EUA). Lançou em 2008 seu primeiro CD com o Núcleo de Samba Cupinzeiro, e o CD "Abrideira" com o grupo Fina Estampa, que contou com a participação de Itiberê Zwarg, Jayme Vignoli e Maurício Carrilho, apresentando uma linguagem camerística e contemporânea do choro. É professor da Escola Americana de Campinas e é mestrando do curso de Música da Unicamp.

Serviço

Música no Museu – “Quatro a zero toca choro do CD Porta Aberta”

Domingo, 10 de maio, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

Paiol recebe o cantor e compositor Fred Martins



Espetáculo neste domingo (10), às 20h, reúne trabalhos do artista

vencedor do 9º Prêmio Visa/Composição 2006, na categoria Júri e Público.

O Teatro Paiol apresenta neste domingo (10), às 20h, o espetáculo Guanabara Tempo Afora, com o cantor e compositor Fred Martins, vencedor do 9º Prêmio Visa de Música Brasileira/Composição 2006, nas categorias Júri e Público. O repertório reúne composições do artista, consagradas nas vozes de Zélia Duncan, Ney Matogrosso e Maria Rita. O show completa-se com a participação do instrumentista Ary Giordani (acordeom).

No palco, Fred Martins interpreta bossas autorais do recém lançado CD Guanabara, o quarto de sua carreira, além de composições do CD e DVD Tempo Afora. Produzido pelo selo Sete Sóis, Guanabara revela as principais referências musicais do compositor, que dialoga com o samba de Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola, ao lado de Baden, Vinícius e João Gilberto. O trabalho também expõe a vitalidade e a inspiração de Fred Martins como violonista.

Dono de criatividade e ritmos bastante particulares, o artista fluminense Fred Martins tem uma trajetória singular na música brasileira, que inclui uma longa formação musical iniciada na adolescência. Durante dez anos transcreveu partituras para os songs books produzidos por Almir Chediak. Recentemente, suas canções foram gravadas por grandes intérpretes da música brasileira como Maria Rita ("Sem Aviso"), Ney Matogrosso ("Novamente" e "Tempo Afora") e Zélia Duncan ("Flores" e "Hóspede do Tempo").

Desde o primeiro CD, intitulado Janelas (2001), Fred Martins despertou o interesse da crítica especializada, que não poupou elogios. Em 2005, lançou o trabalho Raro e Comum, com as participações especiais de Ney Matogrosso e Zélia Duncan. No ano seguinte, apresentou sua produção na IP Week, em Londres, sendo que no mesmo ano fez os shows de abertura do festival anual de cinema brasileiro, Brasil Plural, em Munique (Alemanha). Em 2008, lançou o CD e DVD Tempo Afora, com espetáculos em diversas cidades brasileiras. Com Guanabara, CD voltado ao mercado internacional, Fred Martins mostra a maturidade de um artista completo.

Serviço:

Show Guanabara Tempo Afora, com Fred Martins

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Data e horário: dia 10 de maio de 2009 (domingo), às 20h

Ingressos: R$ 16 e R$ 8

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vocal Brasileirão faz show de lançamento do CD com músicas de Chico e Edu



O show acontece nos dias 9 e 10 de maio, no Teatro do Museu Oscar Niemeyer. “Invisível Cordão” é o primeiro CD solo do grupo.

O Vocal Brasileirão lança o seu primeiro CD solo neste fim de semana, com show nos dias 9 e 10 de maio (sábado, às 20h, e domingo, às 19h), no Teatro do Museu Oscar Niemeyer. No CD Invisível Cordão, o grupo, mantido pela Fundação Cultural de Curitiba e várias vezes premiado como o melhor conjunto vocal do Paraná, apresenta um repertório dedicado à obra dos compositores Chico Buarque e Edu Lobo. Neste show, o Brasileirão constrói um abran­gen­te mosaico que percorre o rico universo de canções da dupla, com arranjos especialmente elaborados por Vicente Ribeiro e Reginaldo Nascimento.

O vocal mostra as 14 composições escolhidas para integrar o CD, entre as mais populares compostas por Chico Buarque e Edu Lobo. As músicas são resultado da parceira entre os dois e também com outros compositores: O circo místico, Abandono, Choro bandido, Beatriz, Pelas tabelas, Ode aos ratos, A bela e a fera, Vento bravo, Lero-lero, Brejo da cruz, entre outras. Todos os cantores do grupo, num total de 12 componentes, têm oportunidade de apresentar um solo, sendo possível conhecer a habilidade e a qualidade musical de cada um.

“O Brasileirão cresceu muito tecnicamente durante todos esses anos de carreira e a idéia desse álbum é mostrar justamente isso. Estávamos devendo um trabalho como esse”, afirma o diretor artístico do grupo, Vicente Ribeiro. São quase 15 anos de atividades dedicados exclusivamente à música brasileira. Depois de trilhar uma carreira de sucesso no Paraná, o grupo está em busca do seu espaço no contexto nacional. A escolha do repertório do CD, voltado a um público diversificado, faz parte desse projeto. “A ideia é que o Brasileirão vá além dos limites da cidade. Queremos mostrar que o grupo tem qualidade para figurar entre os principais do país”, afirma Vicente.

O Vocal Brasileirão é composto por Suzie Franco, Renildes Chiquito e Cida Airam (sopranos), Fernanda Sabbagh, Beth Lopes e Carol Pacheco (contraltos), Bruno Mazanek, Levi Brandão e Reginaldo Nascimento (tenores), André Dittrich, Marcos Appel e Freddy Branco (baixos). O grupo instrumental é formado por Beth Fadel (piano), Glauco Solter (baixo), Vicente Ribeiro (violão), Denis Mariano e Ricardo Janotto (percussão).

Criado em 1994 pelo maestro e compositor Marcos Leite (1953-2002), o grupo foi quatro vezes vencedor do prêmio Saul Trumpet de Melhor Grupo Vocal do Paraná (1997,1998, 1999 e 2002). Durante quatro anos, o grupo esteve sob a coordenação de Reginaldo Nascimento. Há três anos, sob a direção de Vicente Ribeiro, o Brasileirão passou a dedicar-se à montagem de shows homenageando grupos vocais brasileiros, como o Quarteto em Cy e o Boca Livre.

Serviço:

Vocal Brasileirão – Lançamento do CD Invisível Cordão – Brasileirão canta Chico e Edu

Local: Teatro do MON (Museu Oscar Niemeyer) – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – telefone: (41) 3304-7982

Data: 9 e 10 de maio de 2009 (sábado, às 20h, e domingo, às 19h)

Ingressos – R$ 10 e R$ 5 (promoção não cumulativa)