domingo, 27 de maio de 2012

Banda Sinfónica Portuguesa e coros AMCC e CPO na Casa da Música 27 de Maio 12:00 horas


Banda Sinfónica Portuguesa na Casa da Música

DOMINGO | 27 MAIO 2012
12:00, SALA SUGGIA

A Banda Sinfónica Portuguesa volta a apresentar-se na sala Suggia da Casa da Música no próximo domingo, dia 27 de Maio, pelas 12:00h.

O Patinho Feio, a Lebre e a Tartaruga ou a Flauta de Hamelin são algumas das fábulas que se vêem transformadas em música na sinfonia de Giroux, interpretada pela Banda Sinfónica Portuguesa neste regresso à Sala Suggia. O programa é apelativo, e conta com a colaboração de um coro e um coro infantil na execução de duas obras bem recentes dos espanhóis Antón Alcalde e Teo Aparicio, respetivamente.
Uma óptima oportunidade para conhecer alguma da melhor música que se tem escrito para banda, com uma formação que conquistou recentemente o primeiro prémio no Concurso Mundial de Música em Kerkrade, na Holanda.

Sob a direção musical do maestro espanhol convidado Rafa Aquillló Albors, este concerto conta com a participação dos coros da Academia de Música de Costa Cabral e do coro Adulto do Circulo Portuense de Ópera.

Programa:
Robert Jager Epilogue: Lest We Forget
Antón  Alcalde: Marea Negra - Sinfonia para coro e banda
Julie Giroux: A Symphony of Fables
Teo Aparício: Una historia per contar - Fantasia para coro infantil e banda

Mais informações em: www.casadamusica.com

Locomotiva Duben lança primeiro álbum de músicas inéditas



Após ficar em segundo lugar no Kaiser Sound Festival do ano passado, a Locomotiva Duben recebeu como prêmio a gravação de cinco faixas no Nico’s Estúdio, com direito a 200 cópias do material. Pouco para o grupo que tem um repertório extenso, moldado durante quatro anos de história, entre importantes shows e projetos na cidade. Por isso, naturalmente a banda decidiu investir na produção e gravar mais cinco faixas além das previstas, e assim completar a prensagem com mil cópias do material.
A produção leva assinatura de Rodrigo Barros Homem Del Rei, experiente músico e produtor da cidade que vestiu a camisa e participou de todo processo, inclusive de uma faixa. O álbum traz a participação de outros parceiros, nas composições e gravações, como a da música “Agradecer e Respirar” que é de João Felix, do duo Felixbravo com letra de Lucas Ajuz, vocalista da Locomotiva.
A música (escolhida como single) teve quase quinhentas execuções em apenas 24h do seu lançamento digital. Outra participação importante é de Rodrigo Ribeiro, vocalista do Real Coletivo na música que dá o nome ao álbum e também no single. O disco tem ainda o renomado saxofonista Paulinho Branco, o trompista Lincon Dias e Chico Han na flauta transversal.
A festa de lançamento acontecerá durante a tarde no Espaço Ses Salines, casa recém inaugurada e escolhida por trazer um clima mais aconchegante, com a intenção de fugir do formato “noite” tão enraizado em Curitiba. “A intenção é presentear quem sempre acreditou em nosso trabalho com uma festa, em grande estilo, num lugar especial e confortável, com a atenção que nossos convidados realmente merecem”, comenta Lucas Ajuz. O show contará com a participação de todos os envolvidos na produção do álbum.
Os ingressos da festa podem ser adquiridos no site catarse.me , através do  projeto de financiamento colaborativo que o grupo  fez para viabilizar as cinco faixas a mais que incluíram no álbum assim como a prensagem, masterização e mixagem.

Na rede:
Catarse.me - http://catarse.me/pt/projects/611-mundo-e-labirinto-locomotiva-duben#about
Facebook - https://www.facebook.com/locomotivaduben
Faixa “Agradecer e respirar” - http://soundcloud.com/locomotiva_duben/agradecer-e-respirar

Serviço:
Show de Lançamento do disco Mundo é Labirinto / Locomotiva Duben
Data: 26 de maio
Horário: 15h
Local: Espaço SES SALINES, Rua Pref. Angelo Lopes, 2222 - Hugo Lange
Ingressos: Antecipado via Catarse.me com direito a um CD R$40. Na hora masculino R$40 e feminino R$20.

Exposição Rito Resigno abrange trabalhos que realizam diálogo entre o sagrado e poéticas artísticas





O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza abrirá no próximo dia 29 (terça-feira), às 18 horas, a exposição coletiva "Rito Resigno", com os artistas Ana Cristina Mendes (CE), Aslan Cabral (PE), Grupo Empreza (GO), Rubiane Maia (ES), Melissa Garcia (México) e Regina José Galindo (Guatemala), com curadoria de Ana Cecília Soares e Júnior Pimenta.

A abertura contará com a performance "A flor da pele. Para La Fontaine", da artista Rubiane Maia. Com entrada franca, a mostra ficará em cartaz até 29 de junho próximo (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 12h às 18h).



Texto curatorial (por Ana Cecília Soares e Júnior Pimenta)

Na história da humanidade encontramos um recorrente auxílio à esfera religiosa (mágica) para tudo aquilo que a desorientava ou fugia de seu controle. Nas culturas mais antigas tudo era vivido num plano duplo onde coexistia a realidade e o mundo indizível. Não havia um só campo da vida do homem que não tivesse relação com o sagrado. Na arte não seria diferente, o artista enquanto ser simbólico servia de meio à transcendência do espírito.

    Atualmente, mesmo, com o abrandamento da manifestação religiosa no pensamento ocidental, observa-se a emergência de sintomas capazes de exprimir na produção artística permanências do sentimento sagrado. Para a pesquisadora Maria Amélia Bulhões, este fenômeno pode ser identificado na recorrência aos temas do catolicismo e dos mitos africanos e indígenas, estabelecendo uma ponte das tradições do passado com as experiências do presente.

A inserção de posturas e procedimentos ritualísticos na produção contemporânea é expressiva. Promovendo uma relação espiritualizada do artista e do público com a arte, e desta maneira uma vivência específica com o sagrado. Os objetos ou as performances podem adquirir o mesmo teor místico de um ritual religioso ou mágico desde que se estabeleça entre seus participantes uma espécie de pacto de crença, e que estes entrem num sistema simbólico partilhado e comum a todos os presentes.

A exposição Rito resigno abrange um conjunto de trabalhos que realiza  esse diálogo entre o sagrado e as poéticas artísticas nos tempos de hoje. Os seis artistas participantes trazem a temática à tona de maneira bem peculiar, conduzindo e incitando no espectador diferentes questões.

"Abraço líquido" (2007/2008), videoperformance de Ana Cristina Mendes (CE), faz referência aos rituais na água praticados pelas mulheres celtas na fonte de Bònegre no Sul da França (hoje seca). A artista aproxima essa realidade com as das lavadeiras cearenses, com ênfase na ideia de um ritual de passagem, em que ambas trocam com a água suas energias, seu suor, suas forças e com isso se renovam.

"Antropofagia" (2005), videoperformance do Grupo Empreza (GO), a partir da simulação de um artista "comendo" o cabelo de outro, o trabalho faz referência ao ritual antropofágico praticado por algumas tribos indígenas no Brasil. Esse tipo de prática servia, dentre outros motivos, para reverenciar os espíritos dos antepassados e vingar os membros da aldeia mortos em combate. Após as batalhas contra tribos inimigas, a antropofagia tinha caráter apoteótico, mobilizando todos os membros da aldeia numa sucessão de danças e encenações que terminavam com a matança de prisioneiros e o devoramento de seus corpos. Assim, acreditavam que ao comer a carne de um inimigo guerreiro, iriam adquirir seus conhecimentos e suas qualidades.

"Perra" (2005), videoperformance de Regina José Galindo (Guatemala). Nesta obra a artista escreve a palavra "perra" (cachorra em português), com uma faca sobre sua perna. Embora, realize uma denúncia aos abusos cometidos contra as mulheres na Guatemala, onde têm aparecido vários corpos femininos torturados e com inscrições feitas com faca ou navalha. A artista se vale de uma cerimônia ritualística em que a importância do sacrifício jaz no fato de que ela sacraliza o ato social e o novo relacionamento que este produziu. Por meio da ação sacrificial, Galindo é levada à catarse, convocando em si e no outro uma descarga de sentidos e emoções.

Outro trabalho de Galindo é "Autocanibalismo" (2001). Uma videoperformance, onde ela executa o ato de comer parte de sua carne, apropriando-se de um ato corriqueiro para muitas pessoas, que é o de roer as unhas. Este autodevoramento apresenta em sua origem traços ritualísticos, uma espécie de antropofagia de si mesmo.

"A flor da pele. Para la Fontaine" (2011), é a fusão de duas performances de Rubiane Maia (ES). O trabalho faz alusão ao sacrífico, um dos pilares das práticas ritualísticas; que se serve como ferramenta de "iluminação" capaz de transcender o corpo, levando o indivíduo para outro estágio da consciência.

"Intra Melissa (en cinco partes)" (2009), fotoperformance de Melissa Garcia (México), trata de uma investigação sobre a dor e autoconhecimento. Inicialmente, ela promove a retirada do seu próprio sangue, traçando as seguintes etapas: extração, contatos tátil, olfativo, degustativo e reabsorção do sangue. Um ciclo sanguíneo externo. Como nos antigos rituais, ao transcender o próprio funcionamento do corpo e a dor através da representação trágica de sua performance, é como se a artista atingisse a um plano sublime, conquistando, dessa forma, sua própria recompensa.

"Goodbye World" (2006), videoperformance de Aslan Cabral (PE). Nesse trabalho, ele simulou sua própria morte, ao tomar um coquetel de medicamentos. O artista ficou 6 horas inconsciente. Ele passou por todas as etapas de um ritual fúnebre: da lavagem de seu corpo até ser colocado dentro de um caixão. O artista vivencia uma espécie de morte simbólica, o que lhe permite um mergulho em si. Uma experiência que ressoa na sua maneira de pensar e sentir o mundo, como uma ritualística para a libertação.

Rito resigno promove um recorte de algumas das nuances oriundas das interseções entre as práticas ritualísticas e as poéticas contemporâneas. Refletindo questões enraizadas no imaginário mágico e religioso do próprio ser humano. Como pontua o pesquisador Mircea Eliade, no livro "O sagrado e o profano": o homem é "um ser sagrado por natureza".

10/06 ÂNGELO MÁXIMO E PALHAÇA RUBRA





O cantor Ângelo Máximo
é o convidado especial do espetáculo
Rubra em Variedades da Mesma Coisa
que acontece no dia 10 de junho,
sábado, no Sesc Santo Amaro.




PALHAÇA RUBRA
Lu Lopes apresenta 4 espetáculos que  misturam a arte do palhaço,
improviso e a música  nos domingos de junho no  SESC Santo Amaro


·       Rubra Pop Show

Dia 03/06 Domingo, às 16h.

·         Rubra em Variedades da mesma coisa

Dias 10/06 Domingo, as 16h.

·         Banda Gigante em Movimenta o C.E.L.E.B.R.O

Dia 17/06 Domingo, às 16h

·         Quadrilha da Rubra

Dia(s) 24/06 Domingo, às 16h.

Vitor Ramil grava CD duplo em sistema de Crowdfunding

Vitor Ramil grava CD duplo em sistema de Crowdfunding "Queridos amigos O grande Sérgio Buarque de Holanda explicou, há muito tempo, o porquê de as atividades coletivas dos brasileiros não serem marcadas pela cooperação constante e disciplinada. Mas não deixou de ressaltar nosso gosto pelos mutirões ou mobilizações pontuais em torno de determinadas causas. Talvez isso, mais nossos traços personalistas que tão claramente se manifestam através da Internet, explique o começo promissor do crowdfunding no Brasil, essa alternativa de produção cultural, entre outras coisas, democrática e transparente, que só poderia ter surgido nesses tempos de ampla comunicação virtual. Falo isso porque eu mesmo estou fazendo um crowdfunding para financiar a produção do álbum duplo Foi no mês que vem, que lançarei no segundo semestre de 2012, por ocasião da publicação de um songbook com 60 músicas minhas de várias épocas. O disco será uma seleção de 30 dessas 60 músicas, que gravarei com participações especiais de músicos e cantores (de Uruguay, Argentina e Brasil), gente ilustre e talentosa, com quem tenho colaborado através dos anos. Também documentaremos tudo em vídeo para disponibilizar na Internet (no começo, só para os apoiadores). Mas, mais que buscar financiamento, até porque disco a gente sempre faz de um jeito ou de outro, vi nesse tipo de campanha uma maneira de fortalecermos a Internet como espaço para a música independente. Nesse sentido, a experiência está sendo incrível. Esta mensagem segue para minha caixa de correspondência, pessoas próximas. Sei que muitos não estão ligados, então quis dar um toque. Quem quiser se informar mais (tem lá um texto e um vídeo em que explico a coisa) ou já passar a ser agente dessa produção, é só acessar este link: http://tragaseushow.com.br/projeto/1-vitor-ramil-foi-no-mes-que-vem É tudo muito simples e objetivo. Todos os apoios têm contrapartidas generosas que vão desde downloads, discos e songbooks entregues em casa (segundo previsões, mais baratos do que custarão nas lojas) até a gravura que dará origem à capa do disco. Falando diretamente aos amigos que compram arte, chamo atenção para esse ponto. Trata-se de uma gravura espetacular de Nara Amélia, jovem e brilhante artista em ascensão. Se a campanha não atingir a meta estipulada, o dinheiro dos participantes será devolvido. Limpo. Já comecei o disco. Já gravei mais de 40 violões e quase todas as vozes. As participações, até o momento, estão de arrepiar. Está sendo uma alegria para todos nós envolvidos. Espero poder proporcionar o mesmo para vocês. abraço grande "

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Vivaldi e Villa-Lobos no concerto da Orquestra de Câmara



 
Composições do italiano Antonio Vivaldi (1678 – 1741) e do brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) integram o repertório que a Orquestra de Câmara de Curitiba preparou para o concerto deste fim de semana, dentro da temporada 2012 patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo. A direção musical estará a cargo do violinista Maurício Aguiar e o espetáculo tem como solista convidado o fagotista paulista Fábio Cury.
As apresentações acontecem às 20h de sexta-feira (25), na Paróquia Nossa Senhora das Graças e Santa Gema Galgani, com entrada franca, e às 18h30 de sábado (26), na Capela Santa Maria Espaço Cultural, com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Também na Capela Santa Maria, o público tem a oportunidade de acompanhar o ensaio geral da orquestra, às 10h de quinta-feira (24), com ingresso gratuito.
 De Vivaldi foram selecionadas as seguintes peças: “Concerto em Mi menor para fagote, cordas e contínuo RV 484”, “Concerto em Lá menor para fagote, cordas e contínuo RV 498” e “Concerto em Sol maior para cordas ‘alla rustica’ RV 151”. As composições de Villa-Lobos que integram o programa são “Bachianas Brasileiras nº 4 – Prelúdio” e “Ciranda das Sete Notas”.
Violoncelista, compositor e educador, Villa-Lobos legou-nos uma produção que enfatiza de forma inovadora o caráter brasileiro, com influência de importantes compositores da música ocidental. Foi a partir da obra de Johann Sebastian Bach que Villa-Lobos criou a famosa série “Bachianas Brasileiras”, um conjunto de nove obras para várias formações que mostra a genialidade de um compositor que consegue mesclar as técnicas de contraponto bachianas à música genuinamente brasileira.
Em “Ciranda das Sete Notas”, que iniciou em 1933 o repertório brasileiro de concerto para fagote solo, Villa-Lobos revela a experiência que já possuía na escrita para o instrumento. O compositor apresenta uma grande fantasia para fagote e orquestra de cordas, usando as sete notas da escala musical como um dos motivos, sem esquecer a bela ciranda apresentada pelas cordas na seção final da obra.
 
Vivaldi – Depois do violino, o fagote foi o instrumento para o qual Vivaldi escreveu a maioria de suas obras solo com orquestra. O “Concerto em Mi menor RV 484”, em sua tonalidade sombria, é uma das peças mais programadas em todo o mundo. O “Concerto em Lá menor RV 498” tem uma estrutura baseada em sequências, dando relevância ao fagote solo.
Devido às exigências técnicas e à qualidade musical, os concertos de fagote de Vivaldi foram feitos para músicos exímios. A escrita apresenta uma compreensão profunda da capacidade técnica do instrumento, bem como um potencial expressivo que Vivaldi explora em todos os registros.
Para encerrar o programa, foi escolhido o “Concerto em Sol maior para cordas ‘alla rustica’ RV 151”, um exemplo brilhante do estilo barroco tardio. Nesse trabalho excitante, Vivaldi consegue inserir um grande conteúdo musical em um breve intervalo de tempo.
 
Direção musical – O violinista Maurício Aguiar, diretor musical e spalla da Orquestra de Câmara de Curitiba, é o responsável pela condução do espetáculo. Residindo nos Estados Unidos desde 1991, o instrumentista é formado em Música pela Universidade de Cincinnati, com mestrado pela Universidade de Yale, onde também concluiu o curso de construção de violino. Com extenso currículo de apresentações no Brasil e exterior, o músico apresentou-se sob a regência de importantes maestros, entre eles James Levine, Valery Gergiev, Sir Roger Norrington, Paavo Jarvi e Kurt Masur. Vencedor de vários concursos nacionais, em 2011 atuou como spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, sob o comando de Loorin Maazel.
 
Solista convidado – O músico Fábio Cury, convidado para esta apresentação da Orquestra de Câmara de Curitiba, é graduado em fagote pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mesma instituição na qual obteve o título de mestre em Artes. Aperfeiçoou técnicas musicais na Escola Superior de Teatro e Música de Hannover (Alemanha) e tem doutorado em Música pela USP – Universidade de São Paulo.
Fábio Cury conquistou premiações em vários concursos brasileiros e, em 2009, lançou o CD “Velhas e Novas Cirandas: música brasileira para fagote e orquestra”, interpretando obras inéditas na Amazonas Filarmônica. O instrumentista atua como professor na USP, na Faculdade Cantareira, na Emesp – Escola de Música do Estado de São Paulo e no Conservatório de Tatuí. Também integra a Camerata Aberta – do grupo de música contemporânea da Emesp – e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo.
 
Serviço:
Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba, sob a direção musical do violinista Maurício Aguiar, dentro da temporada 2012 de concertos patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo. O programa do concerto reúne obras do italiano Antonio Vivaldi (1678 – 1741) e do brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), tendo como solista convidado o fagotista paulista Fábio Cury.
Datas, horários e locais:
- dia 24 de maio (quinta-feira), às 10h, ensaio geral da orquestra na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com entrada franca;
- dia 25 de maio (sexta-feira), às 20h, na Paróquia Nossa Senhora das Graças e Santa Gema Galgani (Rua Carmelina Cavassin, 90 – Barreirinha), com entrada franca;

- dia 26 de maio (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro), com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).  

CAIXA Cultural / FLAUTA DOCE INTERNACIONAL NO PALCO DA CAIXA CULTURAL CURITIBA




FLAUTA DOCE INTERNACIONAL NO PALCO DA CAIXA CULTURAL CURITIBA

 
Flautista Cléa Galhano passeia pelo medieval e contemporâneo em concerto da Série Solo Música
 
 
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, na próxima terça-feira (29), a flautista paulista Cléa Galhano. Residente nos Estados Unidos, Cléa é conhecida por suas performances na música antiga, contemporânea e brasileira.
 
O programa intitulado “L´Arte de Suonare”, traz obras do período medieval aos compositores contemporâneos intimamente ligados ao universo da flauta doce. Cléa tocará também duas obras renascentistas e obras de grandes compositores barrocos. E há uma parte especial, dedicada à música brasileira, com músicas de Kilza Setti, Egberto Gismonti e Waldyr Azevedo. “Será um recital de flauta doce diferente, em que o instrumento é mostrado em sintonia com o século XXI”, destaca o produtor da Série, Álvaro Collaço.
 
Recitais solo de flauta doce são raros. O instrumento que é ensinado em muitas escolas do país – inclusive em universidades de música –, e é fundamental no repertório de Música Antiga, no Brasil só tem sido mostrado em sua formação solo em festivais com características educacionais.
 
“Cléa Galhano é artista de renome internacional. Teve sua carreira estabelecida nos Estados Unidos, onde atua como professora, e gravou belos CD. Em seus discos, tem ampliado o repertório do instrumento, tocando não apenas música antiga, mas música contemporânea, choros, músicas brasileiras não concebidas originalmente para a flauta doce”, explica Collaço.
 
Clea Galhano:
Flautista reconhecida internacionalmente como camerista, Clea tem colaborado com Marion Verbruggen, Jacques Ogg, Belladonna, Ensemble Kingsbery e Band Barroco Blue. Como solista, tem trabalhado com a Saint Paul Chamber Orchestra, conduzida por Christopher Hogwood, McGegan Nicholas e Emmanuelle Haim, a World Symphony, a Milwaukee Baroque e a Lyra Baroque Orchestra. Possui duos com as cravistas Rosana Lanzelotte e Vivian Montgomery e o violonista Tony Hauser.
 
Apresentou-se em teatros renomados como Wigmore Hall, de Londres; o Weill Hall, de Nova Iorque; e Santa Croce, de Roma. Gravou CD pelos selos Dorian, Ten Thousand Lakes e Eldorado.
 
Atuou no conselho da Sociedade Americana Recorder. É diretora artística do Conservatório de Música de São Paulo e professora do Macalester College. Por dez anos foi artista em residência do prestigiado Clube Schubert. de St. Paul, Minessota, Estados Unidos. Há dez anos dirige a Orquestra de Flauta Doce de Midwest.
 
Solo Música:
A série Solo Música está em sua quarta temporada e é um projeto único no cenário curitibano. É caracterizada por uma diversidade de instrumentos, artistas e estilos musicais. Esse ano, promete concertos de música antiga, música indiana, jazz, música regional e de improvisação.
 
Serviço:

Música: Série Solo Música – Cléa Galhano (flauta doce)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 29 de maio de 2012 (terça-feira)

Hora: 20h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h).
Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)